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What Good Is A Love Song?

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1 What Good Is A Love Song? em Seg Jun 17, 2013 2:09 pm


Autora: Gabrolla483
Gênero: Romance, Drama.
Terminada: Quase, capítulo 2 (último) sendo escrito.
Faixa Etária: +13; apresenta uso de linguagens impróprias


Preview: 
Enquanto estou sentada no chão do meu quarto vendo fotos nossas que tiramos no início do ano quando nos conhecemos, sinto lágrimas começarem a escorrer pelo meu rosto. Já não sei por qual motivo elas caem agora... Raiva? Tristeza? Desapontamento? Eu não mais sei o que é. (...) “Olha, eu já perdi minha blusa nova por conta de você. O que quer?” “Me desculpar. Tome, isso é para você... Bom, eu não sei o seu nome.” “Pode me chamar de Anita. E obrigada, mas não era preciso.” (...) “Muito prazer moça do chilique, digo Anita, meu nome é Tom.”


Olá Aliens!
Bom, está mini fic eu escrevi essa semana depois que viciei na música da Demi Lovato chamada Without the Love e eu acabei lembrando do Tom na sua época de pegador; mas a história se passa com ele atualmente. Como é mini ela só terá dois capítulos, mas gostaria muito saber de vocês se posto ou não.
Se eu conseguir no mínimo 3 comentários eu posto o capítulo 1 ainda hoje. 

Espero que gostem.
Beijinhos! 

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2 Re: What Good Is A Love Song? em Seg Jun 17, 2013 2:34 pm

Sam McHoffen

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Administradora
Opa! Uma leitora tu jah tem! Estarei esperando pelo primeiro capitulo.

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3 Re: What Good Is A Love Song? em Seg Jun 17, 2013 8:52 pm

UHUUUUU, não foram 3 comentários, mas ja fiquei feliz!
Como eu realmente não vou aguentar, está aqui o capítulo 1 de What Good Is A Love Song.
Espero que gostem e, por favor, me falem o que acharam. O capítulo 2 ainda preciso escrever, mas ele será postado no mais tardar sábado a noite, porque tenho uma prova pra fazer no sábado de manha e estou estudando durante a semana. >.<
Divirtam-se. Very Happy


CAPÍTULO 1 - WITHOUT THE LOVE

I'm so confused, it's getting old
you wear your ring, but leave me cold
You're beautiful, but cause me pain
You play my heart like it's a game
And you work so hard to get me
Just to let me go” 
 
Horas se passam, dias e até semanas. Penso que dessa vez eu iria conseguir livrar-me dele de uma vez por todas. Sempre as mesmas promessas, as mesmas histórias e eu, a mesma estúpida que continua a acreditar que ele algum dia irá mudar.
Enquanto estou sentada no chão do meu quarto vendo fotos nossas que tiramos no início do ano quando nos conhecemos, sinto lágrimas começarem a escorrer pelo meu rosto. Já não sei por qual motivo elas caem agora... Raiva? Tristeza? Desapontamento? Eu não mais sei o que é.
Acho que nunca tinha me sentido tão feliz desde dia que nos conhecemos. Ao acaso, numa cafeteria. Um lugar tão comum ao qual eu sempre frequento, mas nunca havia o notado antes.
 
Flashback On
Acabei de pedir meu cappuccino de toda manhã, quando sinto meu celular vibrar no bolso de minha calça. Depois de me retirar do balcão da cafeteria e me direcionar para alguma mesa, pego meu celular para ver que havia uma nova mensagem de Mia, minha amiga.
Mas antes que eu pudesse ao menos abrir a mensagem, alguma pessoa muito da cega esbarra em mim, derramando todo meu cappuccino.
“Pelo amor de Deus, não olha por onde anda não?”
Minha blusa estava toda molhada e manchada o que me deixou ainda mais nervosa.
“Me desculpa, não era minha intensão falou? Não precisa dar chilique.”
“Além disso é insolente. Quem você pensa que é para falar comigo assim, dizendo que estou dando chilique? Me dá licença viu.”
Desviei-me do infeliz antes que eu realmente começasse a dar um chilique dentro da cafeteria. Não pude tomar meu cappuccino e agora já nem quero mais.
(...)
“Ei moça do chilique espera!”
Depois que eu havia me afastado um pouco da loja, o mesmo homem que esbarrou em mim vem andando rapidamente em minha direção. Mas o que diabos ele quer?
“Olha, eu já perdi minha blusa nova por conta de você. O que quer?”
“Me desculpar. Tome, isso é para você... Bom, eu não sei o seu nome.”
“Pode me chamar de Anita. E obrigada, mas não era preciso.”
“Sem problemas, mas eu insisto. Um cappuccino simples com creme, não é?”
“Exatamente.” Sorri mais pelo fato dele ter me surpreendido por ter feito o pedido certo.
(...)
“Muito prazer moça do chilique, digo Anita, meu nome é Tom.”
Flaschback off
 
“Moça do chilique”. Desde quando nos conhecemos ele me chamava assim, principalmente quando queria me irritar, mas sempre tinha o efeito contrário porque eu simplesmente não consigo ficar brava com ele quando me chamava assim.
No início ele sempre foi o cara perfeito: romântico, carinhoso e principalmente atencioso. Ele me surpreendia sempre que possível, trazendo flores, ligando tarde da noite para desejar boa noite ou para apenas “me ouvir até pegar no sono” como Tom acostumava falar.
Lembro-me também de quando eu descobri quem ele realmente é. Guitarrista de uma banda famosa chamada Tokio Hotel e que ele é alemão, coisas que nunca havia passado pela minha cabeça.
 
Flashback On
“Parque de diversão?”
“Sim, não gosta?” Ele disse estas três palavras com a maior satisfação e alegria que ele podia demonstrar através de um sorriso.
“Gosto. Mas me sinto velha para essas coisas, você não?”
“Moça do chilique, não se tem idade para ir a parques de diversão. E se 21 anos é ser velha, eu com 23 sou o quê?”
“Um velho caquético!”
Na mesma hora comecei a gargalhar muito alto pela minha resposta e pela cara que Tom fez.
“A é isso que a senhorita acha de mim? Um velho?”
Tom tinha uma feição de quem vai aprontar, o que me fez afastar dele alguns passos.
“Isso mesmo dona Anita, começa a correr porque o velho caquético aqui quer vingança.”
(...)
“Ai Tom, que susto! Me põe no chão seu louco!”
Tom havia me pego no colo por trás, segurando em minha cintura e começou a me rodar.
“Pede desculpa para o senhor de idade, mocinha.”
Eu não parava de rir.
“Tom, por favor! Eu preciso respirar.”
Tom me coloca no chão se juntando a mim na risada e vira para ficar de frente para mim.
“Roda gigante, vamos?”
Olhei super animada para ele, apontando para o brinquedo.
“Achei que você fosse velha para isso...” Disse com ar de provocação.
“Tá bom vovô, podemos ir então?”
Saindo da roda gigante duas meninas de mais ou menos uns 15 anos param bem na nossa frente. Elas têm uma feição tão alegre e desesperada ao mesmo tempo, que fiquei sem entender o motivo para isso.
“Tom. Tom Kaulitz, minha nossa! Po-po-de nos dar um autógrafo?”
Ao mesmo tempo que as garotas gritavam elas tentavam formular uma frase que fizesse algum sentido. E que coisa é essa de autógrafo? Olhei para ele confusa.
“Autógrafo?”
“Sim. Não sabe quem ele é?” Disse-me uma das garotas.
“Bom, pelo visto não.”
Olhei para Tom com um ar mais confuso ainda e ele sorrindo olhou de volta para mim.
“Aqui esta meninas, mas, por favor, façam silêncio ok? Não quero que descubram que estou aqui.”
“Tudo bem. Nós te amamos.”
(...)
“Guitarrista é? Famoso?”
“Exatamente.”
Tom e eu estávamos parados na entrada da minha casa depois dele ter me trazido até aqui quando saímos do parque.
“Você tem alguma restrição em sair com caras famosos?” Disse sorrindo.
“Não é isso. É que nunca me passou pelo minha cabeça conhecer alguém famoso. Sua banda, tem muito tempo que ela existe?”
“Sério que você nunca ouviu falar dela?”
“Seríssimo.”
“Bom, Tokio Hotel existe desde 2005. Mas eu e os meninos estamos juntos desde 2001.”
“Minha nossa, isso são 12 anos já!”
“Me surpreende você não nos conhecer.”
“Pois é né. Eu acho meio difícil mesmo, conhecer vovôs guitarristas que são muito famosos.”
Começamos a rir.
“Bom, boa noite Tom. Já está tarde e estou cansada. Obrigada pelo passeio.”
Quando eu já ia me virando para ir até a porta de casa, Tom me puxa pelo braço me fazendo virar novamente. Mas antes que eu pudesse falar ou perguntar algo, ele me beija.
“Boa noite minha linda.”
“Boa... Boa noite.”
Sorrindo, segui ate minha casa e antes de entrar vi Tom sair com seu carro.
Flashback Off
 
Nunca esquecerei esse dia, um dos meus favoritos de toda minha vida. Depois daquele dia, Tom sempre me procurava para sairmos e foi aqui que começamos a namorar. Mas nós nunca divulgamos para a mídia; para as outras pessoas, Tom ainda era solteiro.
Não sei como ele conseguia não ser visto por ninguém quando saímos, mas particularmente nunca vi nenhuma notícia bombástica sobre a gente em lugar algum.
Maldita hora que concordei com a omissão do namoro.
Depois de três meses juntos, Tom começou a agir estranho comigo. Não ligava tanto quanto fazia no início, muitos de nossos encontros foram cancelados por ele porque, de acordo com Tom, ele tinha algumas reuniões com a banda sobre o próximo álbum. Ou então era por causa de algum ensaio marcado de ultima hora.
Mas quem sou eu para discutir sobre isso. Desde o momento que eu aceitei conviver com isso, eu sabia que teria que lidar com a agenda dele mais do que lotada. Tanto que nunca briguei com ele por causa disso.
 
Ainda olhando para minha caixa de fotos, pego uma pedaço de papel amassado que está no meio de todas elas. Não me lembro do que se trata, então resolvo abri-lo.
“Nunca quis te magoar; por favor, acredite em mim. Eu nunca te traí.”
Agora me lembro bem o que é esse papel. Foi um bilhete que recebi de Tom quando vi a primeira notícia sobre ele com uma mulher numa festa.
 
Flashback On
“O que foi isso aqui então Tom? Sou eu aqui com outro cara?”
“Não é isso que você pensa Anita. Ela não é ninguém importante para mim, você que é!”
“Ninguém importante né? Então as que você ‘pega’ quando eu não estou perto são simplesmente umas quaisquer. Enquanto a idiota aqui fica em casa esperando para te ver de novo.”
“Não é nada disso. Mas que merda!”
“Merda eu que digo, seu mentiroso! Pensa que eu sou uma dessa aí para você me enganar?”
“Não estou te enganando, porra!”
“Para de falar assim comigo Tom! Quando eu aceitei namorar com você, mantendo sua maldita ‘solteirice’, não era para você me dar chifres!”
“Puta merda, assim não dá para conversar.”
“Eu também acho.”
Sai do quarto de Tom me direcionando para fora de sua casa.
(...)
“Anita aonde você vai? Entra no carro, vamos conversar.”
“Não tenho nada para conversar com você se você continuar mentindo.”
“Não estou mentindo.”
“Então prova.”
Flashback Off
 
Esta foi nossa primeira briga, mas Tom conseguiu me convencer de que ele não havia me traído. Mas aquela não foi a única vez que surgiu notícias dele com alguma mulher. Tanto que cada vez mais as brigas entre nós se tornaram mais frequentes, sempre estávamos brigando.
Tom ainda sim dava um jeito de contornar a situação.
Lembro da nossa última briga, a de duas semanas atrás.
 
Flashback On
Tom e eu brigamos de novo três dias atrás. Não há necessidade de dúvida sobre qual o motivo, sempre foi o mesmo: minhas desconfianças dele quando ele sai sozinho ou com a banda e eu não posso ir.
Tenho 30 ligações dele não atendidas no meu celular e mais 10 mensagens, falando basicamente a mesma coisa. ‘Eu te amo, por favor acredite em mim.’ Isso para mim chega até ser doença.
Meu telefone de casa toca.
“Alô?”
“Oi amiga, como você tá?”
“Oi Mia. Eu estou bem, eu acho.”
“Já até sei. Até quando vocês vão ficar nessa?”
“Até ele me provar de uma vez por todas que posso confiar nele.”
(...)
“Trinta ligações? Anita, acho que está mais que na cara que ele quer você.”
“Não sei Mia. E se for mais enrolação dele?”
“Se for, então pelo menos você vai lá e termina de uma vez por todas.”
(...)
 
São 21:30h da noite e estou indo até a casa de Tom para conversar com ele. Mia acabou me convencendo. Apesar de me sentir mais do que insegura porque não sei se é a coisa certa a fazer.
“Oi Bill, o Tom está ai?”
“Oi Anita, o Tom esta lá no estúdio. Pode entrar, ele fica no final do corredor.”
“Obrigada.”
Sigo até onde Bill me indicou e bato na porta, mas ninguém responde. Bato novamente e nada. Até que consigo ouvi vozes, parece ser a de Tom, mas não dá para saber direito. Resolvo entrar.
“Tom?”
Não tem ninguém na sala de gravação. O Bill falou que ele estava aqui.
Vou andando pelo estúdio até que ouço novamente a voz de Tom vinda de uma porta mais ao fundo. Resolvo abrir.
“Mas o que significa isso Tom?”
“Quem é você?”
“Eu? Quem é você?”
Eu não conseguia nem formular frases muito complexas, não sabia o que fazer. Ver Tom ao beijos com outra foi a pior dor que eu podia sentir agora.
“Anita, eu... Eu posso explicar, por favor me deixa explicar?”
“Explica o quê Tom? Como a língua dessa vadia foi parar na sua garganta? Não obrigada, eu não preciso saber, já deu para ver.”
“Vadia não garota. Olha como fala comigo.”
“E quem é você hein?”
“Sou namorada do Tom.”
“Namorada?”
Disse espantada e ao mesmo tempo surpresa, mostrando um sorriso sarcástico em direção a Tom.
“Ex-namorada Ria. Você é minha ex.”
“A única ex-namorada aqui Tom sou eu.”
“Você é namorada dele?”
“Era, pode continuar onde pararam. Já perdi tempo demais aqui.”
 
“Tchau Bill, eu já vou indo.”
“Mas tão cedo?”
“É, já resolvi o que vim fazer aqui. Obrigada.”
“ANITA!!!!”
Tom veio correndo até a sala onde eu estava a despedir de Bill, mas eu nem ao menos me esforcei para virar e olhá-lo. Segui até a porta e sai da casa dos gêmeos com o rosto inundado de lágrimas, as quais eu me esforcei ao máximo para não deixar cair.
“Anita não vá embora.”
“CHEGA TOM! PARA MIM JÁ CHEGA.”
“Por favor, me ouve. A Ria apareceu aqui sem eu nem falar ou marcar alguma coisa com ela. A gente terminou faz tempo e não tenho nada com ela.”
“Mesmo assim, estava beijando ela quando te encontrei. Que diferença isso faz? Não é a primeira vez Tom. Só que as outras eu não tinha como provar nada, mas dessa vez eu vi. EU TE VI!”
“Por favor não vá.”
Tom me segura no braço me impedindo de entrar no carro e me beija a força. Com todo o ódio que eu sentia, não pude me controlar e dei uma tapa em seu rosto.
“Nunca mais faça isso. Volta para sua ex lá e vê se me esquece!”

Flashback Off



Última edição por Gabrolla483 em Seg Jun 17, 2013 9:10 pm, editado 1 vez(es)

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4 Re: What Good Is A Love Song? em Seg Jun 17, 2013 8:58 pm

OBS: Só pra deixar claro, não tenho nada contra a Ria e não coloquei ela como ex porque quero que os dois terminem. Longe disso, mas é que me veio na cabeça a ideia de uma ex-namorada dando em cima de novo do Tom e como a Ria é a atual, acabou sobrando pra ela! hehehehe 

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5 Re: What Good Is A Love Song? em Seg Jun 17, 2013 10:05 pm

Sam McHoffen

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Administradora
Primeiramente, adorei tua explicação sobre a Ria ai no final. De que ela é a atual namorada e sobrou pra ela o papel de ex. hahaha

Eu odeio quando os homens dão explicações idiotas e começam a mentir que nem o Tom fez, sou a primeira a falar mal e acabar com a raça de caras assim. Mas espero que o Tom goste mesmo da Anita e prove isso pra ela... Mas essa dele ter beijado a Ria, não me desce, mesmo que a tentação tenha sido grande, ou ela se jogado em cima dele.

Esperando o próximo capitulo, pra ver o que o Tom vai fazer e se a Anita vai perdoar e confiar no Tom!

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6 Re: What Good Is A Love Song? em Dom Jun 23, 2013 3:15 pm

CAPÍTULO 2 – LEARN TO LOVE AGAIN


♪ “That you and I could learn to love again
After all this time Maybe that is how I knew you were the one
That you could still believe in me again After all our trials
Maybe that is how I knew you were the one” ♪  

E desde aquele dia nós não conversamos mais. Faz duas semanas desde a nossa última briga e Anita não deu mais notícia. Eu tentei falar com ela de todas as maneiras possíveis, que estavam ao meu alcance. Nos primeiros dias eu ligava sem parar, mandei mensagens para o celular dela; ligar para casa de Anita era igual a nada, sempre estava ocupado, acho que ela tirava o telefone do gancho só para impedir que eu ligasse.
Eu nunca quis magoá-la daquele jeito. Anita foi a melhor coisa que me aconteceu esse ano e, eu confesso, as nossas duas primeiras brigas ela tinha toda a razão de ter ficado puta comigo. Eu fiquei com umas mulheres nas festas que ela viu fotos, mas sendo um filho da puta como eu sou, eu consegui fazê-la acreditar em mim.
Bill, descobrindo sobre nossas brigas, ficou muito puto comigo e até me ameaçou contar para ela a verdade. Mas como eu não queria perde-la prometi a ele que mudaria por ela... E foi o que eu fiz.
 
Flashback On
“Tom você é um desgraçado sabia? Como pôde enganar a Anita assim desse jeito?”
“Cala boca, Bill. Ela é minha namorada e você não tem nada que se meter.”
“Idiota! Você sabe que ela te ama e ainda sim fica pegando quantas quiser nas festas que a gente vai.”
“Bill, namorar me deixa sufocado, não consigo ser de uma só e você sabe disso.”
Bill antes de falar qualquer coisa ficou tão furioso que me deu soco bem no meio da cara... É... Acho que mereci isso.
“Isso é pra você prestar atenção nas merdas que fala, Tom. E, eu te juro, que se você não parar com isso eu conto tudo para a Anita e aí sim você não vai ser de ninguém mais.”
“Puta merda Bill, você não é louco. Não posso viver sem ela, por favor, não faz isso.”
“Se você me provar que merece o amor dela, Tom, eu não tenho que contar nada. Só depende de você.”
Flashback Off
 
E eu fiz exatamente o que Bill me pediu; eu não traí mais a Anita. Depois daquela briga com Bill eu pensei muito, imaginei o que seria de mim sem ela... Eu... Não sabia, não conseguia imaginar viver sem Anita.
O dia que nós nos conhecemos vai ficar para sempre na minha memória, foi o melhor dia da minha vida. Não posso perdê-la para sempre. Acho que ela me fez aprender a amar de verdade, como eu não amei ninguém antes. Eu preciso fazer alguma coisa, não posso ficar parado sem fazer nada.
 
Anita’s POV On
 
Estou terminando de fazer uma macarronada para o almoço; Mia vem aqui em casa para a gente poder conversar, colocar as coisas em dia. Ela sabe do que aconteceu comigo e o Tom naquela noite, mas não todos os detalhes e, ultimamente, ela que tem me apoiado e me ajudado a esquecê-lo de uma vez por todas... Mesmo sendo bastante difícil para mim.
~ Campainha toca ~
“Oi amiga, como você está?” Nos abraçamos e Mia entra.
“Eu vou indo. Tentando ocupar o máximo dos meus dias com qualquer coisa, só para não pensar nele.”
“Você gosta mesmo dele não é? Mas tudo vai passar; com o tempo passa.”
“Eu espero.”
Conversamos tudo que podíamos o que ajudou a me distrair. Mia me contou altos casos sobre ela também, disse que agora está saindo com um cara muito lindo; ele é modelo pelo que eu entendi.
“Só você quiser amiga, posso te arranjar uns telefones de amigos gatos dele, o que acha?”
Não aguentei e caí na gargalhada.
“Ai Mia, você não existe. Mas dessa vez eu passo, chega de drama pra mim. Pelo menos por um tempo.”
Mia estava se arrumando para ir embora e eu a acompanhei até a porta de casa.
“Adorei te visitar amiga, você pode me chamar mais vezes que adorarei vir. A comida também estava ótima.”
“Obrigada amiga, eu que adorei te receber, você me ajuda tanto que é o mínimo que eu podia fazer.”
Nos abraçamos e quanto eu me afasto de Mia ela repara que meu semblante havia mudado de feliz para assustado. E ela simplesmente não entendeu nada. Meu olhar se mantinha fixo em um único ponto, atrás dela.
“O que foi Anita?”
Mia seguiu minha visão e se deparou com um carro grande e branco, de vidros escuros. Só existia UMA pessoa que eu conhecia ter aquele carro, mas eu rezava por tudo que minhas suspeitas estivessem erradas.
“De quem é aquele carro? Você conhece?”
“Na-não, não sei de quem é não. Assustei-me porque... É igual ao carro do...”
“Do Tom, não é?”
Sem precisar terminar minha frase ou ao menos responder Mia, ela me entendeu só pelo jeito que eu fiquei. Ela me abraçou de novo e limpou uma lágrima teimosa que caía pelo meu rosto.
“Esquece isso tá? Hoje foi um ótimo dia e chorar não estava nos planos.”
Mia vai embora e ainda permaneço na porta de casa olhando para o carro... Ninguém saiu de dentro dele; eu entro em casa, fecho a porta e tento me recuperar do susto, fechando os olhos.
 
Anitas’s POV Off
 
Quando cheguei à rua dela, avisto um pouco afastado que duas pessoas conversam na porta de sua casa. É Anita e sua amiga Mia.
Depois de um tempo ambas olham para meu carro e eu acabo me assustando, será que elas me viram aqui dentro? Não é possível.
Depois de um tempo que Mia já havia ido embora, reparo que Anita não tinha entrado em casa, ela mantinha seu olhar no meu carro e vejo que ela passa a mão pelo rosto, ela está chorando... Por minha causa.
Anita desiste e entra em casa, mas eu continuo aqui, não consegui sair do carro, não depois de vê-la daquele jeito, eu me sinto cada vez mais culpado, mas sou covarde demais de ir falar com ela.
Eu queria poder tê-la em meus braços e fazê-la parar de chorar. Ampará-la para sempre e amá-la, sem que ela duvidasse dos meus sentimentos. Quero provar para Anita que ela pode confiar em mim.
(...)
“Moça, quanto é esse buquê de flores, por favor?”
Volto até a casa dela com o buquê e um cartão em mãos. Saio do carro e sigo até sua casa e fico parado por alguns minutos em sua porta, sem fazer nada. Coloco o buquê com o cartão na soleira de sua porta e bato. Sem coragem de espera-la abrir eu me escondo atrás de uns arbustos do seu jardim.
Ainda olhando atentamente vejo Anita abrir a porta e quando ela quase chutou o buquê, ela olha para baixo, pegando-o.
Depois de ler o cartão e olhar de um lado para o outro da rua, provavelmente me procurando, ela vê meu carro de novo, mas dessa vez ela vai até ele.
“Seu idiota, imbecil, covarde!! Eu sabia que era você nesse carro!”
Anita começou a gritar para o carro, tentou abrir a porta do mesmo e quando ela não viu outra saída começou a destruir o buquê batendo no veículo. Nunca a vi com tanta raiva que nem agora e ela não parava de chorar.
“Você pensa que trazer flores e escrever palavras românticas para mim vão funcionar? Você é um idiota Tom, eu te odeio! Eu me odeio, porque nem assim eu consigo para de gostar de você! Você não merece um pingo das minhas lágrimas, mas é só o que você me consegue fazer... Chorar!”
Vendo Anita naquele estado, chorando e berrando em frente ao meu carro me fez ter coragem de sair de detrás do jardim e ir até onde ela estava. Ela não me via por estar de costas, agora debruçada no capô do meu carro, chorando e soluçando.
“Você nem tem coragem de aparecer, fica com esse carro idiota aqui na minha rua só para me torturar. Não é justo comigo Tom, não é!”
“Eu sei que não.”
Na mesma hora Anita levanta seu torço do carro e vira rapidamente para trás, onde se depara comigo. Seu rosto todo inchado de tanto chorar, estava vermelho e sujo de rímel. Ela não sabe o que fazer e fica parada me encarando.
“Não pensei que você estivesse tão mal por minha causa. Eu... Eu tentei falar com você, mas você nunca me atendeu e eu sei que se eu aparecesse aqui seria pior.”
“Não estou assim por sua causa Tom. Estou assim por minha causa, minha e exclusivamente minha culpa. Por ser idiota o suficiente de não conseguir te tirar da minha cabeça.”
“Então não tira, por favor, não me abandone Anita. Não me tira da sua vida, porque eu não sei viver sem você. Essas duas semanas, para mim, foram as piores que eu já tive. Ficar sem você para mim é a pior tortura que eu poderia sentir. Eu te amo!”
Anita antes de falar qualquer coisa começou a me bater com o que restava do seu buquê, e cada batida mais eu sentia sua força e sua raiva, por mim, aumentar e por isso eu não fiz nada. A não ser tentar falsamente me proteger de seus golpes.
“Você não tem o direito de dizer que me ama Tom, não depois do que eu vi aquela noite. Como você se atreve?”
Quando não tinha mais buquê ela passou a me estapear, principalmente nos meus braços e foi ai que eu reagi segurando seus pulsos, fazendo-a olhar em meus olhos.
“Eu já te disse e vou repetir, eu não queria ter beijado a Ria. Eu não quero nada com ela.”
“Mentiroso!” Anita tentando se soltar de mim puxava seus braços em vão.
“Para de tentar se soltar, não vou te deixar ir. Não antes de me ouvir.”
“Me solta se não eu grito.”
“Eu te solto se você prometer que vai me ouvir. É a última coisa que eu te peço.”
Sem tirar seus olhos de mim ela consente com a cabeça e eu, vagarosamente, solto seus braços.
“Agora me escuta. Aquele dia que você foi a minha casa eu estava o dia inteiro no estúdio gravando. A Ria não estava comigo em momento algum, nunca esteve, mas ela sempre que pode tentar se jogar pra cima de mim. Ela nunca aceitou quando a gente terminou. E não vou mentir para você, mas no início quando ela me procurava a gente acabava ficando, porque eu não tinha motivo para negar.”
“E continuou não tendo pelo visto. Nem o fato de VOCÊ estar namorando comigo!”
“Não! Você não entendeu, isso acontecia antes da gente se conhecer. Depois que te conheci fiz questão de dá um basta nestas noitadas com ela.”
“Ainda sim, te vi aos beijos no estúdio e te garanto que não era eu.”
“Eu sei, vou te explicar. Ela apareceu lá em casa bem mais tarde, minutos antes de você ir lá. Eu acabei falando de você para ela e de que a gente havia brigado. Foi aí que ela começou a tentar me beijar e quando ela fez isso você apareceu e viu tudo. Anita, eu te juro que eu momento algum eu queria que aquilo tivesse acontecido.”
“E quem me garante que isso não vai se repetir? Não quero voltar para ficar brigando com você Tom. Se for assim prefiro ficar sozinha.”
Antes que eu pudesse responder ela já começou a andar em direção à sua casa, mas eu não deixaria que ela fosse embora assim.
“Anita, espera! Por favor, eu...”
“O que foi Tom? O que mais você quer?”
“Eu quero você. Quero você, Anita, para mim... Para sempre. Não consegue entender isso?”
“Eu... Eu não sei Tom. Posso estar fazendo tempestade em copo d’água, porque foi só um beijo, mas eu não aceito. Traição para mim, não importa como ela seja, não dá.”
Sem mais o que poder falar para aquela cabeça-dura de quem eu amo tanto, resolvi partir para a ação. Fui até onde Anita estava, no meio da rua próximo de sua casa, e segurei seus ombros, olhando seriamente eu seus olhos. E antes que ela pudesse reagir, coloquei meus lábios em contato com os seus e sem forçá-la a nada, iniciei um beijo intenso e apaixonado que aos poucos foi sendo retribuído por ela. Antes que o beijo fosse mais aprofundado eu o interrompi.
“Se você realmente quisesse me ver longe de sua vida, teria pelo menos me batido por ter de beijado.”
“Não seja por isso.” Ela levanta a mão para me bater, mas dessa vez a segurei.
“Não dessa vez, linda. Deixa de ser cabeça-dura, moça do chilique, você sabe que ainda gosta de mim, porque ficar nessa tortura?”
“Porque eu o mínimo que você merece.”
“Teimosa!”
“Covarde!”
“Chiliquenta!”
“Imbecil!”
“Linda.”
“Do que me chamou?”
“De linda, maravilhosa, teimosa, amor da minha vida... Do que você quiser, pode escolher.”
Anita sem o que falar começou a rir, gargalhadas e gargalhadas sem parar. Colocou suas mãos em seu rosto e por um momento achei que ela ia chorar.
“Não chora.” Coloquei minha mão eu seu rosto, tirando uma das mãos dela do mesmo.
“Não estou chorando, mas quase. Tudo por culpa sua Tom Kaulitz. Eu te odeio!”
“Eu já percebi isso.” Disse, abaixando a cabeça, desapontado, ela ainda estava com raiva de mim. E eu merecia.
“Te odeio, por me fazer te amar cada vez mais. Te odeio por não conseguir ficar com raiva de você e mais ainda por não saber viver sem você!”
Ouvindo aquelas palavras um sorriso enorme apareceu em meu rosto, nunca me senti tão feliz que nem quando Anita proferiu aquelas lindas palavras. Peguei-a em meu colo, indo em direção a sua casa. Já dentro de sua residência fui levando-a para seu quarto.
“Tom, me solta, o que pensa que está fazendo?” Ela sorria e batia em meu braço tentando me desconcentrar.
“Não vou soltar, não agora.”
Chegando eu seu quarto, tirei meu tênis e logo depois me joguei na sua cama de casal. Olhando atentamente eu seus olhos e vendo que ela não parava de me encarar e sorrir, peguei uma mexa de seu cabelo que estava em seu rosto, passando-a por de trás de sua orelha.
“Eu te amo, moça do chilique.”
Antes que nos déssemos conta, nossas roupas estavam aleatoriamente jogadas no chão do seu quarto e nós tivemos a melhor noite de todas.
 
~No dia seguinte~
Acordei com a luz do sol batendo em meu rosto e quando lembro onde estou e da noite passada, estico meus braços e encosto no que provavelmente seria as costas de alguém. Olho para o lado e vejo Tom dormindo de bruços, tão tranquilamente, que resolvo ficar olhando-o. Eu o amo e já vi que viver sem ele não estava nos meus planos.
“Se você ficar me encarando assim, daqui a pouco eu desapareço.”
“Cala boca, idiota!” Bati em seu braço, enquanto Tom sorri e abre os olhos, encontrando com os meus.
“Bom dia moça do chilique. Está melhor?”
“Melhor impossível.” Sorri.
“Como não estar depois de uma noite dessas né, com o “Tomzão” aqui.”
Disse apontando para o seu preciso ‘equipamento’, me fazendo rir loucamente. Antes de eu respondê-lo, Tom fica em cima de mim.
“Sai de cima Tom, você é pesado sabia?”
“Não ligo, porque a única coisa que importa é que você me aceitou de volta. Você não podia ter me dado presente melhor.”
“Tá, mas que fique claro que se você aprontar, Kaulitz, dê tchau para o seu ‘Tomzão’, ouviu?”
“Que menina má, gente.”
Tom me beija intensamente enquanto rolávamos na cama, rindo.
“Eu te amo moça do chilique.”
“Eu também te amo, idiota.”
 
FIM


Então é isso gente, minha mini fic chegou no seu fim, apenas dois capítulos, mas espero que gostem de como ficou. Desculpem não ter postado ontem, mas acabei que não tive tempo. Então hoje fiquei por conta de terminar de escrever e postar.

Enfim, espero que gostem e comentem o que acharam!

Beijiinhos e até mais.
 

 OBS: A música que basou esse capítulo é Learn To Love Again - Lawson. 
 

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7 Re: What Good Is A Love Song? em Dom Jun 23, 2013 6:47 pm

Sam McHoffen

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Toooom, não sei se fico com raiva de tu ou não! Tu traiu ela, seu filho da mãe! Mesmo que seja no inicio tu traiu! Evil or Very Mad
Aê, Bill colocando juízo na cabeça do pivete! A Sam aqui aprova. u.u

Confesso que fiquei com dó das flores destruídas, elas não tem culpa Anita! hahaha
Tah, falando serio... Na vida real, eu odiaria a Anita perdoar o Tom por todas essas canalhices, mas em fics eu acho legal quando as pessoas realmente se amam, e são capazes de ver os erros e tentarem melhorar. Que foi o caso do Tom, quando percebeu que amava a Anita começou a levar ela realmente a serio.

Ria, tinha que aparecer justo na hora errada. Gostei não u.u
Maaaaas acho que o Tom teve o que mereceu. O carro ficou arranhado, provavelmente, levou uns tapas... Mas a Anita o perdoou, porque no final das contas eles se amam e é isso que importa. E ele prometeu que vai mudar, e pelo visto vai realmente fazer isso!
Adorei o final feliz do idiota com a moça do chilique! *o*

Adorei a MiniFic Gabrolla e estarei esperando por mais fics tuas aqui! Smile
E a propósito, adorei a música também. É liiiiinda!

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8 Re: What Good Is A Love Song? em Seg Jun 24, 2013 11:33 am

Uhuuuuuuuuuuuu, muitíssimo obrigada Sam pelos seus comentários, fico super feliz mesmo!
E eu concordo com você, eu espancaria muito a Anita se ela tivesse perdoado o Tom facilmente que nem ela fez, mas alem de ser umA fic, ela ainda é mini... hehehehehe Então tive que agilizar as coisas né? 
Mas devo confessar que minha parte favorita da história é o Bill dando um soco no Tom!! 
Muahahaha ~corre~
E mais uma vez obrigada por ter lido e por ter divulgado a fic la no face também!
Beijinhos. ♥️

OBS: Em breve, devo postar outra história... Essa vai ser grandinha! 
*esconde*

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9 Re: What Good Is A Love Song? em Seg Jun 24, 2013 2:02 pm

Sam McHoffen

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Eu gosto dessa coisa de perdão em fics e livros, quando o sentimento dos personagens são verdadeiros, é claro!
Hahahah Eu também adorei o soco do Bill! Mostrou quem manda u.u
Por nada! E a gente sempre divulga as fics daqui que possuem capas e sinopse na nossa página! Razz

Opa! Estarei esperando pra ler! *o*

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