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Simplesmente Complicada

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101 Re: Simplesmente Complicada em Sab Mar 30, 2013 3:43 pm



Capitulo 15







Na manha seguinte, entro em meu escritório e Gustav está sentado em frente a minha mesa observando tudo a sua volta. Eu havia esquecido que marcará um encontro com ele neste dia, mas felizmente ele não. Gustav parecia ser aquele tipo de cara certinho que jamais se atrasa para um compromisso e sendo amigo de Bill eu podia jurar que tinha razão.

- Bom dia. – Disse ele com um sorriso no rosto assim que notou minha presença.

- Bom dia. Desculpe o atraso, mas já deve conhecer o transito desta cidade.

- Sim, não se preocupe. – Ele riu de uma forma completamente terna e confirmou com a cabeça e eu me peguei observando seu rosto enquanto fazia isso. Eu havia gostado dele, sem um motivo aparente além de sua simpatia.

- Gostaria de almoçar comigo? – Perguntou calmamente. – Já estamos praticamente no horário de almoço e...

- Tudo bem, nós podemos almoçar.

Poderiamos, é claro. Porque não? Penso enquanto meus pensamentos giram e de repente estou na noite anterior observando a todos na mesa, Bill e Sara o casal perfeito, Lili e Georg que pareciam estar indo tão bem. Sem falar em Adam que já estava de casamento marcado com um cara que eu não conhecia. Então restava Tom parado ao meu lado. Um cara incrível, mas que em pouco tempo não estaria mais ali. Eu estava sozinha de novo e como sempre.

- Kate? – Ouço Gustav me chamar já perto da porta. – Você está bem? Parece preocupada.

Eu o olhei um pouco desconcertada. Seu comentário estava bem próximo da realidade e das dúvidas que me atormentavam ultimamente. Preocupada, era assim que eu me sentia, mas ele não fazia parte disso, não precisava fazer.

- Me desculpe eu só... – Começa ele.

- Não, tudo bem. – Pego minha bolsa. – Podemos ir.

O restaurante é pequeno e aconchegante e apesar de ficar perto da editora, eu nunca havia entrado no mesmo. As mesas, e suas toalhas sobre elas, tudo me lembrava um restaurante de interior.

- Então, como está a leitura? – Diz ele abrindo o menu.

- Na verdade eu ainda estou no inicio, mas já posso adiantar que ele me parece promissor.

- Mesmo? – Gustav parece surpreso. – Fico feliz e também um pouco mais tranqüilo.

- Por quê?

- Bom... Eu não levava muita fé quando comecei a escrever, mas se você diz que está bom, fico satisfeito.

Começamos a rir e logo engatamos uma longa conversa sobre seu livro e então quando vejo estamos entrando na zona de amizade e lá estava eu abrindo minha vida para mais um escritor, ou seria pelo terapeuta que era? Bom, dada à segunda opção eu não precisaria pagar a conta da consulta no final do almoço então obviamente eu estava saindo no lucro. E o melhor é que ele nem percebeu minhas intenções de paciente.

Ao sair do restaurante Gustav me olha e fica em silencio por alguns segundos e logo depois diz.

- Sabe... Eu tenho ingressos para os Lakers no final de semana e bem... Você disse que gosta de basquete.

É eu disse, na verdade eu disse muitas coisas enquanto almoçávamos, eu e essa mania estranha de sair conversando sobre tudo com todo mundo. Mas vamos ao que interessa, onde e quando eu dei o tipo de entrada a ele para que se sentisse tão à vontade para me convidar para sair?

- Está me convidando pra sair?

- É veja bem, não seria bem um encontro... - Ele vacilou por um momento, mas logo assentiu. - É eu estou te convidando. – Riu nervosamente e eu acho isso bonitinho

- Ah eu não sei... Quer dizer, se está tentando me persuadir para lançar o seu livro... Lakers é uma boa forma de começar.

- E os ingressos são na primeira fila... – Diz orgulhoso.

Eu quero ir? Quero! Eu o conheço? Não, eu não o conheço, mas eu mal conhecia Tom e deixei-o por a mão dentro da minha calcinha, então acho que não vamos ter problemas, além disso, ele é amigo do Bill, o que o torna humanamente impossibilitado de machucar alguém.

- Não é isso, preciso ver minha agenda até o final de semana e... Eu ligo pra você.

- Tudo bem, eu vou esperar.

Ele parece satisfeito com a resposta e eu também, então despedimo-nos com um singelo aperto de mão antes de ir cada um para o seu lado.

O dia parecia estar calmo e normal como todos os outros, tirando apenas o fato de que eu havia acabado de dar chances a um possível encontro com um amigo de Bill enquanto estou saindo com Tom. Eu estou saindo com Tom? O que nós dois temos? Realidade fantasiosa?



- Kate! – Dou um pulo de minha cadeira assim que ouço Peter gritar batendo um livro em minha frente.

- Você está aqui há muito tempo? – Pergunto recompondo-me.

- Não se preocupe, sei que é seu horário de almoço e... – Ele está calmo? Olho para os lados tentando achar uma câmera, porque esta na cara que é piada. – Eu... Kate veja bem, eu não gosto de pressionar você, confio no seu trabalho e sei que sempre encontra os melhores livros, mas os executivos estão me cobrando por termos perdido Alisson Dawson e você ainda não encontrou alguém a altura dela... Eu não sei mais o que responder a eles.

- Eu sei, estou procurando alguém que possa substituir ela.

- Ninguém poderá fazer isso, ela é uma febre adolescente, você não pode lançar uma escritora anônima e esperar que ela tenha o mesmo sucesso que alguém que já está a algum tempo escrevendo na internet.

Lili bate na porta o chamando e ele me olha uma última vez.

- Procure um novo sucesso Kate. Ou de nada valerá ter conseguido publicar o livro do Tom.

- Eu vou, prometo.

Prometer, eu nem sabia onde estava me metendo. Fiz a volta em minha mesa e me sentei no sofá com minha agenda em mãos. Estava livre no sábado, e mesmo tendo que achar um novo talento resolvo aceitar sair com Gustav no sábado.

Envio um sms a ele para não parecer muito formal. E quando olho pra cima Tom está parado em minha frente.

- Olha o que eu acabei de descobrir? – ele me entrega uma folha

A folha branca tão esperada por escritores e editores, a lista de livros mais vendidos, se você está nela na primeira semana quer dizer que fez a coisa certa... Se não está... É melhor rever seus conceitos de escritor.

- Terceiro mais vendido na lista do times? – Eu o abraço. – Meu deus Tom... Isso é incrível.

- E eles estão otimistas de que chegaremos ao 1° lugar até o final de semana. Sabe o que isso significa?

- Que você está milionário? – Começo a rir.

- Significa que eu vou poder ter minha própria fundação, do meu jeito e nossa, eu nem acredito que conseguimos. – Seus olhos brilham ao mencionar a palavra fundação.

- Você conseguiu.

- Nós, Georg, você e eu. – Ele toca meu rosto com suas enormes mãos. – Somos um time, eu só preciso ter um pouco mais de benefícios com você...

Eu o observo e ele sorri, é ridículo, mas acho que posso ver algo extremamente malicioso dançando em seus pensamentos. Tom desliza seus dedos entre meus cabelos e beija minha testa, os lábios ficam ali sustentando o toque durante um tempo sobre minha pele. Fico imóvel sem entender o motivo de sua atitude, mas, sem duvida, desejando mais.

- Tom, o que está fazendo?

- Fala sério, ninguém está vendo.

Eu o abraço e assim que abro meus olhos vejo Lili e Adam praticamente colados em minha porta de vidro. Estão com os olhos tão enormes e emocionados que a única coisa que lembro é do gato de botas do sherk. Faço sinal para ele irem embora e eles me mostram a língua para logo depois começarem a fazer gestos como uma dança do acasalamento. Eles são inacreditáveis.


- Tarde demais, o show já começou e não podemos parar. – Ele também os flagra e começa a rir.

- Tom!

- Precisa aprender a relaxar.

Ele me ignora e continua o que estava fazendo, mas agora seus lábios voltam-se para meu pescoço, fala sério, porque ele gosta de me perturbar tanto? Quer dizer... Eu estava em minha sala e com aquelas enormes paredes de vidros transparentes, porque ele não pode pelo menos tentar se comportar.

Ok não é como se eu não gostasse, mas ter que me controlar para não sair correndo na direção oposta a dele toda a vez que o vejo me deixa nervosa
Tom é sempre tão confiante, sempre com sorriso guardado, sempre me olhando dentro dos olhos e me tocando sempre que tem oportunidade. E eu sempre tentando manter o equilíbrio e esconder o impacto de suas atitudes sobre mim. Não que eu não desfrutasse de toda essa atenção, muito pelo contrário, mesmo não demonstrando eu mal posso esperar pelo momento do dia em que inevitavelmente tenho de encontrá-lo.

Mas... Admitir a ele não vinha ao caso, por isso preferia manter as coisas bem superficiais por enquanto.

- Quer sair hoje? – Quero! Penso para mim mesma. - Não dá. – Digo, declinando seu convite por mais de uma razão.

- Está ocupada, por que...

- Não, mas você sim. – Eu o solto e faço a volta da minha mesa. – Sabe quantos convites pra você chegam todos os dias a minha caixa de email?

- Não faço idéia.

- Milhares. – Mostro a tela de meu notebook a ele. – A maioria deles eu tenho que recusar, mas há alguns que vale a pena você ir.

- Como?

- Instituições de caridade, hospitais infantis... Palestras.

- Vou precisar falar em publico? – Ele coça seus dreads. - Olha só eu não sou muito bom nisso não.

- É bom com palavras, você consegue. – Como ele pode dizer isso depois de ter ido a dois programas de televisão e deixado à platéia em êxtase?

- Tem razão, eu consigo tudo. – Ele ri convencido, lá estava ele de volta... O senhor modéstia em pessoa. – Sou perfeito.

- Já terminou?

- O que?

- De inflar o seu próprio ego.

Tom joga uma bolinha de papel em meu rosto enquanto faço careta a ele voltando a minha mesa. Lembro-me de Gustav e penso em contar a ele sobre o encontro, mas não acho que isso seja importante pra ele já que não estamos namorando nem nada assim. Além disso, não há chance alguma de ele descobrir que estarei no jogo dos Lakers, Tom nem faz o tipo de cara que gosta de esportes... A não ser que ele venha acompanhado de coelhinhas da playboy.

- Agora você precisa ir. – Lembro-me da noite anterior e de suas mãos percorrendo meu corpo e então pulo da cadeira virando meu rosto para que Tom não veja o rubor do mesmo. – Sua agenda está com Georg, mandei um e-mail para ele hoje de manha e provavelmente ele já deve estar te esperando no Plaza.

- Parece importante. – Diz ele caminhando atrás de mim.

- E é Ryan Hreljac estará lá.

- Do Ryan’s well? - Ele quase grita. - Não brinca.

- Não estou brincando, Ryan quer conversar com você, ele leu o seu livro e viu os programas.

- Minha nossa, caramba eu nem... Eu estou tenso.

Tom me beija no rosto e sai correndo de minha sala. É difícil admitir, mas eu sentia falta dele quando não estava por perto. Acho que havia ganhado um mais novo melhor amigo. A diferença é que eu tecnicamente estava apaixonada por ele. Ou talvez seja apenas uma queda, não vamos rotular... Não até eu esquecer Bill.

Caminho até a janela e olho para fora. Vejo Tom entrar em um táxi e partir. Os primeiros pingos de chuva começam a molhar minha janela. Então foco em uma menina parada lá embaixo está com um livro nas mãos e olha para o prédio. Só mais uma menina com um livro estranho e bobo. Penso me afastando.

As pessoas começam a ir embora da redação para suas casas, para suas famílias, filhos e namorados... Tento não deixar isso me afetar, mas é impossível nessa hora do dia.

Pego meu celular e ligo para casa dos meus pais, mas assim que a secretária eletrônica atende e eu os ouço falar que estão em mais um cruzeiro, me dou conta de que já não faço mais parte do mundo deles. E a culpa claramente era minha.

Então desligo meu computador e pego minha bolsa. Passo por Olívia e a aviso que sou a última pessoa no escritório para que ela possa ir para casa. Desço no elevador com um casal que planeja seu casamento. Estão se beijando apaixonadamente e ignorando minha presença completamente. Eu já havia ouvindo em algum lugar que quando estamos realmente apaixonados não conseguimos enxergar mais nada além daquela pessoa, mas caramba será que é tão impossível assim aprender a se comportar em um elevador? O cara de repente estava tentando acasalar bem ali na minha frente. Que seja... Nojento... Eu sei que isso parece ciúme, mas ok... Vamos lá talvez seja.

Assim que passo na porta do prédio vejo a mesma menina parada lá embaixo. Está molhada e assim que me vê, levanta. Tento ignorar, mas volto...

- Olá... – Diz ela cobrindo ainda mais com seu capuz preto totalmente ensopado. – Você é Kate Oliver?

- Sim eu sou. – Tento me lembrar de seu rosto, mas é praticamente impossível com aquele capuz.

- Eu, estava esperando você. – Diz ela com um sorriso tímido, porem animado. – Queria entregar isso.

Ela me mostra um manuscrito dentro de uma pasta incolor. Fico totalmente parada em sua frente sem nenhuma reação.

- Você pode ficar com ele? – Ela o avança, mas eu me afasto.

- Olha só... Eu preciso ir.

Como eu havia imaginado, era só mais uma garota com um livro bobo nas mãos. Começo a andar, e então ela grita.

- Aqui diz que você é a agente literária n°1 de NY.

Ela me alcança e caminha ao meu lado mostrando-me uma página antiga do NY Times com uma lista dos 10 agentes literários mais requisitados da cidade.

- A lista é antiga. – Continuo caminhando, já a procura de um táxi.

- É do ano passado e bom ainda não lançaram outra. Então tecnicamente você ainda é a numero um. – Ela insiste ainda me seguindo.

- Tudo bem... Aonde quer chegar. - Paro de caminhar e a encaro. Ela parece diminuir e ficar nervosa.

- Significa que se você recebe elogios todos os dias de pessoas diferentes, mas não é aceita pela melhor agente, não fez um bom trabalho. – Ela pega o manuscrito novamente e o balança em minha frente. – Então eu gostaria de saber onde eu errei, eu preciso que você me mostre para que eu possa melhorar.

Ela é direta e isso me espanta. Então ela tira a touca do capuz que estava até agora e eu finalmente consigo ver seu rosto.

- Qual é o seu nome? – Estou em choque e meu cérebro demora a aceitar que seja mesmo quem esteja pensando. – Pergunto por que quero ouvir dela.

- Alisson Dawson.

Não sei o que pensar... Ali estava ela, a nova febre do mundo literário na internet. A garota de 50 milhões me pedindo para rever seu manuscrito. Mantenha a calma Kate, mantenha a calma... Ignore o fato de que ela possa salvar o seu emprego e deixar seu chefe de queixo caído... Eu repeti para mim mesma antes de gentilmente tomar o manuscrito das mãos dela e lançar-lhe um sorriso tranqüilo, mas que na verdade era desesperador.



......x......


O recado é o mesmo, desculpem os erros e a demora. Estou me esforçando ao máximo para poder postar toda a semana a partir de agora, mas não sei... Veremos, por que está autora louca aqui, além de estar reescrevendo está história para transformá-la em livro, resolveu participar de uma promoção para escritores de fanfic... Ou seja... Estou encrencada!

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102 Re: Simplesmente Complicada em Sab Mar 30, 2013 6:48 pm

Sam McHoffen

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Administradora
Sinto que o Gustav ficou um pouco caidinho pela dona Kate Rolling Eyes
Mas acho que o Tom não vai gostar nadinha dessa história da Kate ir se encontrar com o Gustav. Será que ele fará uma cena de ciúmes? Ou estarei errada? Huahauhaauh

Eu sinceramente me derreto com esse Tom todo fofo, porque ele chegar e beijar a testa da Kate me deixou completamente derretida por ele!
Só espero que a Kate não acabe perdendo o Tom, ou ele acabe não aguentando mais ela por não querer contar sobre eles... E pra mim, eles praticamente estão namorando.

Shocked Não acredito que a garota que tah com o livro super famoso foi atrás da Kate para que ela pudesse ler o livro... e ainda ficar esperando na chuva.
Mas sinto que a Kate vai acabar lendo esse livro e gooooostando dos tão odiados livros de adolescente.

Estarei esperando o próximo capitulo! =)

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103 Re: Simplesmente Complicada em Sab Mar 30, 2013 10:40 pm

Que isso??Kate e Gustav?? Shocked
Não tô acreditando......

Eu estou saindo com Tom? O que nós dois temos? Realidade fantasiosa?
HAHAHA Birdy, me identifico tanto com o que tu escreve....kkkkkkkk
Eu vivo tendo milhões de realidades fantasiosas..... ai, ai.....

Meu Deuuuuuuuuuuuuuuuuusssssssss......Beijo no pescoço em pleno horário de trabalho??Adoroooo....Tom, beija meu pescoço??Por favor!!
Mas sério, essa cena ficou mega fofinha.....Amei!

É, dona Kate...A solidão está batendo á porta!Acho que ela se acostumou a gostar de Bill e não consegue aceitar a idéia de que talvez tenha esquecido ele......acho que ela não é tão apaixonada por ele mais....E devia investir em Tom!

E, caramba....Essa da Alisson foi foda, hein??O.o

Vamos ver no que dá....Continue logo por favor!


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104 Re: Simplesmente Complicada em Ter Maio 14, 2013 1:10 pm

Oi meninas...

Pois é... Eu não morri, ainda estou viva e escrevendo, e quero avisar que só vou postar SC de novo quando eu estiver colocado um fim nela. Estou passando por um bloqueio criativo com ela e não é nada agradável.

Então...

Estou participando de um concurso de fanfics, e gostaria de saber se alguém aqui se habilitaria a me ajudar, lendo meus resumos. Porque eu me sinto segura com uma segunda opinião, ainda mais se for opinião critica.

Ok era isso, se alguém puder ajudar, desde já agradeço.

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105 Re: Simplesmente Complicada em Ter Maio 14, 2013 2:05 pm

Sam McHoffen

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Administradora
Ai a pessoa vem toda feliz achando que é capitulo... mas não! Sad

Mas ok, isso de bloqueo é um sacooo! E não julgo nenhuma autora por não conseguir escrever, as vezes isso acontece, e como leitoras temos apenas que ter paciencia e ficar na torcida pela autora conseguir escrever!
Wow! Mas essa de ter que esperar pra quando a fic tiver terminado, vai ser uma tortura! Eu ando sem boas fics pra ler ultimamente, então vou ficar aqui só esperando tristemente! Crying or Very sad

Opa! Adorei essa do concurso! Beeem, se tu quiser minha ajuda é só dizer, estou aqui pra ler qualquer coisa que tu escreva... até tua lista de compras do supermecado (como disse Hazel de A Culpa é das Estrelas u.u). E sobre ser crítica, é comiiigo mesmo! hahaha
Precisando é só chamar! Smile

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106 Re: Simplesmente Complicada em Seg Jun 10, 2013 10:49 pm

Capitulo 16






Alisson fica eufórica assim que a convido para ir até a lanchonete na esquina, por um momento esqueço que ela é apenas uma adolescente de 16 anos e assim que a vejo pedir Milkshake isso vem à tona, eu não estava lidando com escritores hipócritas que se acham os donos da razão. Eu estava em um terreno neutro e persuadi-la a não aceitar nenhum outro contrato seria fácil demais.

- Só isso? Não quer pedir mais alguma coisa? Eu pago. – Digo a ela enquanto a garçonete a olha.

- Não, tudo bem. – Que estúpida, ela deve ter muito mais dinheiro do que eu jamais tive ou terei algum dia. – Meu pai me deu dinheiro para o lanche, sabe como é.

- Você não foi à escola?

- Não, eu... Precisava falar com você. – Diz ela nervosamente batendo os dedos na mesa. – Eu fiquei o dia todo esperando e eles não me deixaram entrar no seu escritório.

- Só precisava dizer o seu nome. – Todos naquele escritório se matariam pela conta dela.

- Não seria justo. - Meu deus, quem era ela? Madre Teresa?

- Alisson eu não entendo... A informação que tenho é de que você assinou um contrato com a editora Miller e...

- E ganhei 50 milhões? – Seu riso saiu irônico quando me interrompe. – Não acreditou mesmo nisso, não é? Não com o babaca do Mark me agenciando. É claro que eu não aceitei.

- E porque não? – Definitivamente a casa caiu, eu não estava lidando com uma amadora.

- Por sua causa. – A garçonete chama sua atenção dando-lhe o Milkshake. – Você é a 1°, entende? E eu sou perfeccionista.

- O que seus pais acham disso? – Encosto-me na cadeira e ela começa a falar

- Eles sempre me apoiaram. Eu tenho 16 anos e escrevo este livro desde os 12, eu li tudo que você possa imaginar sobre vampiros e anjos para que ele fosse perfeito, eu não estava brincando quando decidi envia-lo a você primeiro. – Ela suspira. – Olha só, eu sei que você não é a pessoa mais fácil do mundo, eu me informei sobre isso também, mas precisa apontar o erro para que eu possa melhora-lo, e então eu largarei do seu pé.

- Não posso fazer isso. – Ela se retrai encostando-se no banco. – Não posso fazer isso por que não li o seu livro, eu não sou... Não era agente infanto-juvenil, mas só agora entendo o motivo de você enviá-lo para minha sala.. Alisson eu recebo todos os dias pilhas e pilhas de manuscritos sobre Vampiros, lobos e anjos e aparentemente eles são todos iguais.

- Entendo. – Seu semblante se entristece. – Mas não pode deixar de ler um livro pensando que ele será igual a outro ruim.

- Não funciona assim, mas...

- Caramba. – Diz olhando para o relógio no pulso. – Já são 19 horas, eu preciso ir ou os meus pais vão me matar.

Ela levanta sem falar nada, posso ver os seus olhos vermelhos e sei que quer chorar. Pega o manuscrito em cima da mesa e me olha.

- Foi bom conhecer você, mesmo assim. – Diz já começando a caminhar.

- Alisson espera. – Me levanto e caminho até ela. – Eu fico com isso.

Pego o manuscrito de suas mãos. Ela ri entusiasmada e por algum motivo eu lembro de mim mesma quando consegui que meu primeiro chefe publicá-se um manuscrito há muito tempo esquecido pela editora. É claro que depois disso, com o sucesso do livro, minha carreira como agente literária alavancou e eu acabei indo parar em minha editora atual, o que obviamente fez com que a editora antiga falisse.

- Se eu gostar, vou entrar em contato com você amanha mesmo.

- Tão rápido assim?

- Eu sou rápida. – Começamos a rir. – Agora vem... Vou por você em um táxi.

- A não, eu vou de ônibus. – Ela se encolhe em seu casaco.

- Não, você me esperou o dia todo na chuva isso é tudo que eu posso fazer. – Isso puxe o saco, Kate.

- Ta bom. – Seus olhos brilham e ela volta a ser uma menina. – Posso dizer aos meus pais que eu estive com você?

- Pode é claro. Se eles não acreditarem fique com meu telefone, eles podem querer ligar. E eu vou precisar do seu também.

- Está no manuscrito, junto com meu email e facebook... Enfim eu coloquei todos os meus contatos. – Ela solta um risinho extremamente nervoso.

- Ok, obrigada.

Pago seu milkshake e caminhamos até a rua, chamo o táxi e ela entra me abanando. Dou dinheiro a ela e me despeço, mal acreditando em sua coragem. Eu com certeza leria seu livro agora, porque além de ela salvar o meu emprego, Alisson acabara de ganhar o meu respeito.



xxx





Quando chego em casa vou para o banho rindo feita uma tonta, eu estava por cima de novo e eu só precisava fingir que o livro daquela garota era o próximo Crepúsculo. Depois de muito tempo volto pra sala e ligo a tv em um canal qualquer. Pego o manuscrito pra ler e assim que começo, não consigo deixá-lo de lado. Acho que ela tinha razão, seu livro não era tão ruim assim. Na verdade agora seu sucesso começará a fazer sentido pra mim.

Folhei-o sem parar, enquanto como, assisto tv e vejo o sms de Gustav. Termino de ler e olho para o relógio ao lado de minha cama, são quatro horas da madrugada e eu tenho um livro incrível em minhas mãos. E o melhor, escrito por uma garota de apenas 16 anos. Inacreditável.

Mais quatro horas de sono e lá estou eu no escritório novamente. Peter passa por minha sala, mas não o chamo, ainda não é o momento, preciso antes falar com ela. Trazê-la para nossa editora.

O tempo passa voando e as reuniões do dia também. Peter não me olha e sei que está louco para me demitir. Na verdade acho que ele está louco para me afogar no grande aquário da sala de reuniões. De certa forma Alisson apareceu na hora certa. Eu iria ajudá-la e em troca ficaria com meu emprego e bem com meu chefe.

Dou um tempo e vou até a revista do Adam e o vejo trabalhar concentrado no computador.

- Oi. – Coloco meu rosto para dentro de sua sala. – Posso entrar?

- E desde quando você pede licença?

Ele nem me olha, está tão concentrado que nem parece ele, nunca o vi assim e aposto que há um cara pelado na tela de seu notebook.

- Tenho um encontro no sábado. – Tento olhar sua tela, mas ele desvia.

- Com o Tom?

- Não, com o Gustav.

Ele para de digitar em seu notebook e imediatamente me olha por cima do mesmo. Ele bufa e tira os óculos antes de se atirar no encosto da cadeira.

- Quem é Gustav? –Adam cruza as mãos.

- É um escritor. – Digo sabendo que irá me julgar. – E é amigo do Bill.

- Nossa porque eu não estou surpreso. – Ele balança as mãos no ar, antes de fazer uma careta.

- O que quer dizer?

- Bill o mandou aqui, você ficou com o livro dele, e agora marcaram de sair?

Adam ri ironicamente e sei aonde quer chegar, mas Bill não seria capaz de planejar isso.

- Está na cara que Bill arrumou isso.

- É claro que não. – Levanto-me irritada. – Ele não faria isso.

- Sinto muito, mas sim, ele faria. – Adam grita. – Está na cara que ele quer que você encontre alguém logo e, além disso, acho que ele não gosta do Tom e quer afastá-lo de você.

Pronto, Adam acabara de me deixar totalmente irritada e não, eu não podia dizer a ele em voz alta as palavras que surgiram em minha cabeça naquele momento.

- Vamos supor que não seja ele e sim Sarah. – Começa ele novamente.

- Ela não faria isso.

- Está defendendo ela agora também? – Adam desdenha. – Sua maior inimiga?

- Não é minha inimiga. – Ela só é a vaca que está casada com o cara que eu amo.

- Então o que ela é? – Ele levanta e caminha em minha direção, também está irritado. – Sua amiga? Porque ela está casada com o cara que você ama e...

- Cala boca Adam.

- Você é inacreditável. – Bate suas mãos no ar emputesido. – Sempre que tento falar a verdade a você, tudo que sabe fazer é me mandar calar a boca.

- Você só precisa ouvir. – Bato meus sapatos no chão como uma criança mimada. – Só isso! É pedir muito que meu melhor amigo me ouça calado, só para variar?

- Não, eu sou seu amigo e amigos falam a verdade.

- Acontece que de vez em quando é bom não saber a verdade. - Levanto-me da cadeira e deixo sua sala rapidamente, não estava nem um pouco a fim de ouvir dele mais do que ouvi até agora.

Subo em passos largos até a cobertura, porque preciso de um pouco de ar puro. Pego meu telefone e mando uma mensagem a Tom.

Eu: Oi, está ocupado?


Espero por sua resposta que não demora muito...

Ele: Um pouco, o que está fazendo?

Eu: Nada, só preciso fugir um pouco.

Ele: Você pode vir até o meu apartamento se quiser, e não se preocupe Georg não está aqui.

Eu: Aceito.



Escrevo minha última resposta a ele antes de desligar meu celular, não quero ser incomodada o resto do dia e isso inclui Adam e Lili, na verdade espero não ver Adam por um bom tempo, depois do que me disse a única vontade que tenho é de socá-lo até que aprenda a não dizer verdades.

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107 Re: Simplesmente Complicada em Ter Jun 11, 2013 12:20 am

Sam McHoffen

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Administradora
Acho que a Kate vai se dar mal com a Alisson, não sei porque mas ela tá tão empolgada em tentar salvar o emprego dela, que só tá pensando nisso e esquecendo da Alisson, e que ela pode ser mais esperto do que a Kate imagina. Mas eu gostaria que a Kate passasse a gostar realmente de livros de vampiro u.u

Sabe, eu não tinha pensado pelo lado do Adam, do Bill ou a Sarah ter mandado o Gustav falar com a Kate só pra ela ter alguém com quem sair... Mas acho que o Adam pode estar certo... Mas ainda sou do Team Tom. haha

Adaaaaaaaam! Eu simplesmente amo o Adam! Ele é tão eu! Eu sou simplesmente igual ao Adam, vivo falando algumas verdades pros meus amigos, na maioria das vezes eles sentem uma vontade enorme de me matar, mas não dá pra controlar e ficar quieta. Simplesmente não dá ver meus amigos fazendo merda e não falar nada!

Agora é assim, Kate ficou chateada e vai atrás do Tom. Só se ela tiver chateada?! Belezinha... vou fingir que ela não tá usando o Tom. Só espero que ela melhore e veja que o Tom é um ótimo cara!

E dona Birdy, e vê não demora tanto pra postar, por favor!

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108 Re: Simplesmente Complicada em Ter Set 24, 2013 5:51 pm

Oiii, leitora nova, ainda não consegui ler tudo, mas tô quase lá *------* Continua logoooo

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