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Simplesmente Complicada

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51 Re: Simplesmente Complicada em Sex Out 19, 2012 9:35 pm

Anny V.

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Moderadora
Lara Monique escreveu:- Sabia. – Ele ri, e sinto uma vontade súbita de chorar, vontade de tê-lo pra mim. Vontade de não precisar ir embora assim que o filme acabar porque é ali que quero ficar. Porque perto dele é o meu lugar. Mas está não é a minha vida, está não é a minha casa e principalmente... Bill não me pertence e embora seja difícil eu tento me convencer de que talvez esse amor desapareça junto com minha enorme esperança de uma dia ficarmos juntos.

Birdy....Essa música linda e essa parte tão triste.....Se sua intensão era me fazer chorar, conseguiu!!Tá, que eu sou uma manteiga derretida, mas cara, fiquei com pena dela....Ela gosta tanto dele e isso é tão injusto!!Apesar do lance com o Tom eu realmente torço pra ela fique com o Bill..... Crying or Very sad

Ai, ele dormindo no colo dela foi mais triste ainda..... .....Ah, Birdy, isso não se faz.... Crying or Very sad
Agora ele pedir pra ela mexer no cabelo dele já é sacanagem!!!Será que ele não percebe que ela ama ele???Oh, garoto sonso!!PQP!!

Cara, que ódio que dá dele às vezes!!Não, na boa, se eu fosse a Kate tería explodido nesse finalzinho e tería contado tudo a ele......~respira,Lara,respira~

Cap. maravilhoso como sempre, Birdy....Continue, por favor!!

É tudo isso ai que a Lara falou.
Deu aquele apertinho no coração de ler esse capitulo, sério Sad
E não abandone sua leitoras, por favor.
Continua.

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52 Re: Simplesmente Complicada em Seg Out 22, 2012 5:38 pm

Ameeeei que gracinha! Deu um aperto no peito de se por no lugar dela... É tão dificil amar alguém e esse alguem nunca te notar. A Friend Zone é horrivel e pouquissimos saem dela...

Linda demais essa fic! ♥

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53 Re: Simplesmente Complicada em Ter Out 30, 2012 1:35 pm

Capitulo 7






Após mais uma noite cheia de longos silêncios e lagrimas em meu apartamento o dia finalmente amanheceu. Embora estivesse pálido e úmido como sempre, era um dia novinho em folha para jurar que nunca mais colocaria meus pés no apartamento de Bill sem que Sara estivesse lá. Eu sempre fora cruel comigo mesma, mas há um ponto no qual até a pior das criaturas deve se dar uma chance. E essa era minha brecha, porque depois do que disse e também do que ouvi, só havia um caminho... Esquece-lo.

Encosto minha cabeça no enorme vidro em minha frente para poder ver as pessoas pequenininhas se moverem apressadamente por Manhattam. Eu observo Lili entrar em minha sala pronta para me pregar um susto e então me precipito.

- Bom dia. – Digo de repente sem me mexer e a pego de surpresa.

- Peter mandou você escolher um livro essa semana. – Ela cambaleia para trás ainda se recuperando do susto que lhe dei.

Reviro meus olhos enquanto volto apressadamente para mesa, aquele cretino queria me matar, não era possível que ele ainda seguisse com a bobagem de me fazer ler livros de vampiros.

- Ele está brincando, minha agenda está cheia, será que ele não pode me dar uma folga. – Bato com meu café sobre a mesa e Lili senta-se em minha frente.

- Você pode sonhar. – Ela ri ironicamente. – Mas eu posso ajudar, sou ótima com esses livros sobrenaturais.

- Gosta de crepúsculo né. – Debocho dela, quem com sã consciência ainda lê esse tipo de livro?

- É claro. – Lili faz uma carinha boba em minha frente e então percebo que há pessoas que ainda lêem este tipo de livro e Lili fazia parte deste clã bobo.

- Tudo bem então faz uma peneira e depois manda os menos piores ... Quer dizer os melhores para o meu apartamento. – Faço a volta em minha mesa e vasculho no canto de meu escritório, encontrando uma enorme pilha de manuscritos que Peter me entregou.

Derrubo-os em frente de Lili e seus olhos misteriosamente brilham. Ela os agarra como pode e caminha tontamente com aquele enorme volume de papeis em seus braços até a porta.

- Vamos sair hoje à noite? Adam voltou com o Dylan e devem estar se comendo neste exato momento.

- Que nojo, mas não posso, vou ao Letterman.

- Sua vaca, eu soube que Zac Efron vai estar lá hoje à noite. – Ela grita da porta.

- E daí ele parece um bambi dançante.

- Aquele tempo infantil dele ficou para trás, ele está bem melhor agora.

- Sério é... Bom, posso tirar a prova hoje à noite.

- Mas que vadia... – Ela ri vendo os olhares curiosos vindos do corredor.


Assim que Lili vai embora decido cancelar todos os meus compromissos do dia para poder dar atenção à entrevista de Tom. Não era a primeira vez que ia a um talk show e sabia exatamente sobre a enorme pressão que os escritores sofrem neste tipo de programa. Eu queria ter certeza que Tom se sairia bem e não colocaria em risco sua primeira sessão de autógrafos marcada para a manha seguinte.

Georg, Tom e eu passamos à tarde em seu apartamento ensaiando-o para as possíveis perguntas que o apresentador poderia lhe fazer. Georg era um excelente profissional, mas é claro eu jamais admitiria isso para ele. Tom estava nervoso, com razão, mas não queria deixar transparecer isso para ninguém... Embora seu sorrisinho tímido a cada resposta dada o entregasse.

Quando sai de seu apartamento Adam ligou avisando que havia marcado para mim uma hora no J. Sisters em Manhattam. E mais uma vez ele havia salvo meu dia. Corri para casa tomei um banho rápido e logo estava no salão esperando que elas fizessem um verdadeiro milagre com meu cabelo rebelde. E realmente Adam tinha razão, quando sai de lá era como se tivesse deixado todo peso para trás.

Cheguei em frente ao apartamento de Tom duas horas antes do programa e como esperado ele não estava lá embaixo.



- Oi, está pronto. – Eu o aviso no interfone. – Estou aqui embaixo.

- Quer subir e me ajuda com a gravata? – Diz ele com a voz vacilante.

- Não acredito! – Praticamente grito.


Entro no elevador e uma pequena velhinha com um sorriso simpático me faz companhia. Ela elogia minha roupa e meus sapatos, mas reclama pela falta de brincos. O problema é que eu não gosto deles digo a ela e então ela me chama de pouco feminina. Velha abusada penso eu antes de sair do elevador e dar de cara com a porta do apartamento de Tom aberta.

- Vai de terno? – Digo assim que o vejo enfrente a um espelho tentando ajeitar sua gravata azul marinho.

- É claro, eu vi uns vídeos do programa e todos os caras vão de terno. – Diz ele já com raiva do nó sem sentido que estava fazendo.

- Só babacas vão de terno. – Deixo minha bolsa em seu sofá e caminho até ele batendo em suas mãos para que enfim me deixe ajeitar a maldita gravata. – Tirando o Joseph Gordon é claro.

- O que tem ele?

- Tenho uma queda por ele, então ele pode vestir o que quiser. – Dou um longo suspiro. – Ou ficar pelado.

- Você é tão pornográfica. – Ele toca meu nariz com seu dedo indicador e me empurra levemente.

- E você não? – O Som da minha risada sai em tom mais sarcástico do que o desejado. – Eu vi as revistas embaixo da cama. – Confesso, porque é verdade. De onde estou posso ver a porta do quarto dele aberta e uma pilha considerável de “Playboy” embaixo dela.

- Eu sou homem. – Ele me da uma piscadinha bem sexy... Devo confessar.

- Machismo agora? – Abro minha boca fingindo estar ofendida.

- Ta ok, direitos iguais. – Tom solta um risinho estranho e caminha de volta para frente do espelho. – Ficou bom?

- É, da pro gasto.

- Eu to gostoso? – Reviro meus olhos para sua pergunta e caminho até o sofá para pegar minha bolsa já afim de dar as costas as suas bobagens. – Qual é você me acha gostoso.

Ele me segue corredor a fora rindo feito um tonto.

- Não acho mais. - confessei, esperando que a frase soasse cínica e carismática.

- Está mentindo.

- Me conhece a dois dias, não da pra saber quando eu estou mentindo.

- Tenho sexto sentido. - respondeu ele, apoiando-se na parede e dando-me um beijo no rosto de surpresa.

- Não tem não. – Comentei virando meu rosto para o lado para disfarçar o possível rubor que em poucos minutos apareceria. – Anda, vamos logo o Lettermam não vai esperar.

Puxei-o para fora do prédio o empurrando para dentro do táxi que ainda estava a nossa espera.
Quando chegamos ao estúdio Georg parecia nervoso com nosso atraso, mas não soltou nenhuma de suas costumeiras frases sarcásticas, o que demonstra que não estava a fim de brigar comigo naquela noite e eu claro fiquei um pouco desapontada já que ele seria um divertimento garantido enquanto Tom estivesse sendo entrevistado.

- To nervoso, no próximo bloco sou eu. – Tom caminha de um lado para o outro com as unhas na boca.

- Só fala do livro. – Tento acalma-lo. – Se ele perguntar algo sobre seu cabelo diz que foi vingança de uma ex namorada e você acordou assim. – Dou um sorrisinho irônico tentando amenizar o clima, mas o que vejo é o mesmo correr desesperado até o espelho para se olhar.

- Por quê? Eu gosto do meu cabelo. - Ele pareceu se debater com meu comentário.

- Não tem mais 20 anos para usar dreads.

- E daí? Vou usar isso quando tiver 80 anos.

- Duvido você ter cabelo até lá. – Eu o irrito e ele se aproxima rapidamente de mim com um sorriso malicioso nos lábios.


Mas graças a deus Georg da uma batidinha rápida na porta e então entra...

- Tom, está quase na hora...

- Boa sorte. – Digo a ele.

- Vai ficar ai me olhando?

- Vou sentar lá na frente. – Atravesso em seu lado na porta e nossos corpos se chocam propositalmente.

- Ainda bem. Um rosto amigo na platéia.

- Não somos amigos. E eu vou jogar Angry Birds...

Eu o provoco rindo antes de entrar no corredor que me levaria a platéia. Era obvio que eu estaria lá sentada bem em sua frente prestando atenção em tudo que falasse. Tom era sem dúvida minha melhor aposta para o segundo semestre daquele ano. E eu havia apostado todas as minhas fichas nele desde o começo. Havia nele um brilho inimaginável para outros editores, mas que para mim ficara claro assim que abri as primeiras páginas de seu manuscrito em folhas amarelas. Tom precisava falar, e acima de tudo ser ouvido por alguém que lhe desse o valor merecido e ir aquele show era apenas o começo de um longo caminho que ele começará a percorrer como escritor.



.....................x.....................

Desculpem a demora, já estou adiantando o próximo, mas como é semana de Enem, (É eu sei, uma velha no Enem.) deixarei para postar no domingo a noite. Espero que tenham tido uma boa leitura apesar de não estar lá essas coisas...

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54 Re: Simplesmente Complicada em Ter Out 30, 2012 2:12 pm

Sam McHoffen

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Administradora
Será mesmo que a Kate vai conseguir se manter longe do Bill nas noites que a Sara não estiver?! Não acredito muito nisso... :/

Eu toh rindo aqui, a Kate é muito eu! Falando do Joseph Gordon, que ele poderia até ficar pelado... esse provavelmente seria um comentário que eu faria!
O Tom nem imagina o quanto ela é pornógrafica hahaha
Falando nissso... quero só até ver a surpresa do Tom quando ele descobrir que ela é virgem!

Curiosa pra saber como vai ser a entrevista, espero que tudo ocorra bem... E que a Kate leia bastante livro de vampiro e comece a se apaixonar por eles

Esperando ansiosamente o próximo!

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55 Re: Simplesmente Complicada em Qua Out 31, 2012 12:13 am

Kate, sua linda.....Tô contigo!!
Ler váááários livros de vampiros...DEUS ME LIVRE!!

Também não vejo a minima graça no franguinho do High school music (Zac Efron...¬¬')

Cara, o Joseph Gordon é muito lindinho.... Ver ele pelado sería sensacional!!!hahahahahhaha
#táparei!

Amei as piadinhas com o cabelo dele...kkkkkkkkkkkk
Vey, essa guria é dura na queda, hein???PQP....Tá doidinha com o Tom, dá pra ver...Mas não dá o braço a torcer!!

Tô sentindo q a entrevista vai ser tensa.... pale

Continua, Birdy!!!

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56 Re: Simplesmente Complicada em Qua Out 31, 2012 4:39 pm

Anny V.

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Moderadora
Gente, eu sou a unica que não sabe quem é Joseph Gordon? Sad

Google seu lindo! Agora eu sei quem é ele! Hahahaha
É, sem roupa deve ser interessante ver ele. Rolling Eyes

Zac Efron é um dos homem mais sem graças que algumas meninas idolatram, sério. Ele é muito esquisitinho. Neutral

Vish, eu também quero saber qual vai ser a reação dele quando descobrir que a Kate é virgem.
E essa entrevista, será que vai acontecer alguma coisa, ou vai correr tudo bem?

Boa sorte com o Enem, Birdy. Eu ia fazer a prova esse ano, mas perdi a inscrição Crying or Very sad

Contiiinua!

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57 Re: Simplesmente Complicada em Qua Out 31, 2012 6:18 pm

Anny escreveu:Gente, eu sou a unica que não sabe quem é Joseph Gordon? Sad

Google seu lindo! Agora eu sei quem é ele! Hahahaha
É, sem roupa deve ser interessante ver ele. Rolling Eyes

Boa sorte com o Enem, Birdy. Eu ia fazer a prova esse ano, mas perdi a inscrição Crying or Very sad

Contiiinua!


Anny não se preocupe, porque eu também não sabia quem era esse dito cujo kkkkkkkkk. Mas agora sei, e até que ele é bonitinho! E também não vou fazer ENEM, mas é porque a idiota aqui não fez a inscrição antes, e agora acabou :/

Eu gosto tanto do Tom nessa fic, não sei por quê! A personalidade ele me grada muito e falas e o contexto todo Razz
Se a Kate não ficar com o Bill, ela tem uma chance com Tom. E quanto ele saber que ela é virgem, acho que vai ser tranquilo, pelo menos ele parece ser bem "amiguinho da Kate" kkkkkkkkkk
(E não posse deixar de dizer que gostei muito quando a Kate elogiou o Georg, dizendo que ele era um ótimo profissional kkkk)

Continuaaa

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58 Re: Simplesmente Complicada em Qua Out 31, 2012 9:32 pm

Anny escreveu:Gente, eu sou a unica que não sabe quem é Joseph Gordon? Sad

Google seu lindo! Agora eu sei quem é ele! Hahahaha
É, sem roupa deve ser interessante ver ele. Rolling Eyes

Zac Efron é um dos homem mais sem graças que algumas meninas idolatram, sério. Ele é muito esquisitinho. Neutral

Vish, eu também quero saber qual vai ser a reação dele quando descobrir que a Kate é virgem.
E essa entrevista, será que vai acontecer alguma coisa, ou vai correr tudo bem?

Boa sorte com o Enem, Birdy. Eu ia fazer a prova esse ano, mas perdi a inscrição Crying or Very sad

Contiiinua!


Mais uma que nao sabia quem era Joseph Gordon. Fic é cultura olha aí ^^
Euuuu tambem amoooooooooooooooo a personalidade do Tom, ao mesmo tempo que ele é abobado ele é sério. E essa é a personalidade perfeita dele - na minha mente né-
Oh nascendo uma grande amizade entre o Tom e a Katy, daqui a pouco começam as confissões :p
Tambem perdi a inscrição para o ENEM. :/ Só ano que vem agora. Fazer o que né
Isso ae Tom direitos iguais \o/
continuaaa

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59 Re: Simplesmente Complicada em Seg Nov 12, 2012 9:36 pm






Capitulo 8



O sinal para o intervalo tocou no estúdio e então Lettermam se despediu de Tom sob o protesto da platéia. Tom havia conquistado todos aqueles que estavam presentes no estúdio, principalmente a ala feminina. Mas quem poderia culpá-lo? Seu sorriso e o brilho de seus olhos ao verem as fotos de sua longa experiência na áfrica sendo passadas no telão o deixaram ainda mais radiante, e isso de certa forma emocionava todos a sua volta.

Georg sentado ao meu lado repetia as respostas de Tom, em voz baixa. Ele o havia treinado bem, devo admitir. Mas eu ainda não gostava dele, não havia sido tocada por seus grandes olhos verdes, como tinha acontecido com Lili e Georg.

Câmeras abaixadas, comercial rolando, produtores, maquiadores e o resto todo da produção corriam no estúdio para que tudo estivesse pronto para o próximo bloco. Ao longe pude ver Tom conversando animadamente com Lettermam e um outro cara qualquer com um copo de água na mão. Georg caminhou até eles me deixando para trás e então eu caminho de volta ao camarim, passando por Zac Efron que seria o próximo entrevistado da noite. Lili tinha razão, ele tinha virado homem e estava, digamos, bem aceitável sem aquele uniforme estúpido do colegial.

Assim que entro no camarim vejo o maquiador que até pouco dava um jeito no brilho da testa enorme de Tom, recolhendo suas coisas. Ele nem me olha, mas assim que passa por mim segura as pontas de meu cabelo e da um gritinho agudo.

- Querida está na hora de cortar essa droga. – Diz completamente afetado enfiando as mãos na bolsa pendurada em seu braço esquerdo. – Toma aqui... Ele vai fazer milagres com isso ai que você chama de cabelo. – Me entrega um cartão minúsculo com um numero de um salão qualquer e saí porta fora cumprimentando Tom e Georg no caminho.

Meu cabelo não está tão ruim assim, digo para mim mesma enquanto me observo no enorme espelho em minha frente. Eu fui ao salão hoje e perdi horas preciosas da minha vida para ouvir um idiota qualquer reclamar de minhas pontas duplas e o pior é que nem mesmo o respondi por isso. Havia algo estranho no ar, eu estava perdendo minha vontade de rebater comentários idiotas, perdendo meu sarcasmo conquistado com muito custo durante anos e principalmente perdendo minha identidade. Definitivamente era a idade... Dois meses para completar os malditos 30 anos e eles já começaram a me afetar completamente sem que eu nem mesma percebesse.


- E então, como eu fui? – Diz Tom parado ao meu lado fazendo um coque naqueles dreads horrorosos que ele insistia em usar.

- Você foi muito bem. – Respondi sem muita animação. – Georg você também fez um ótimo trabalho.


Ok eu estava admitindo pela primeira vez, o que é absolutamente inaceitável. Eu com certeza me arrependeria depois, mas que naquele momento me pareceu completamente apropriado.

- Ela esta falando comigo? – Georg se dirigiu a Tom, olhando para trás como se existisse a possibilidade de haver mais alguém ali com o mesmo nome. – Você está muito estranha.

Realmente ele tinha razão, de repente eu estava me sentindo como Carrie no exato momento em que se deu conta de que Big poderia expulsa-la de casa a qualquer momento pelo simples fato de não serem casados. Eu estava me sentindo excluída, sem função alguma... Estava me sentindo rejeitada. Não por Georg ou Tom, mas pelo mundo... Ou talvez eu só estivesse entrando naquela fase bizarra da tpm onde tudo e eu digo absolutamente tudo me fazia ter vontade de chorar.

- O que vamos fazer agora? – Perguntou Tom se pondo em minha frente.

- Vou para casa.

- E o que vamos fazer amanha? – Ele voltou a perguntar.

- Lançamento do livro em Manhattam, eu os encontro lá. - Fiz a volta saindo de sua frente e pego minha bolsa no sofá.

- Acha que vamos estar livres antes do almoço? – Georg pergunta enquanto se olha bobamente no espelho.

- Com sorte não. - Digo – Se a entrevista deu certo hoje, amanha você irá vender muitos livros.

E de repente sinto meus olhos cheios de água, assim, sem motivo aparente. Deixo-os dentro do camarim e saio apressada corredor a fora, porque preciso de ar, porque preciso sair o mais rápido possível de perto de todas aquelas pessoas. Tudo que desejava era chegar em minha casa e colocar todo aquele sentimento que absurdamente deu o ar de sua graça em uma noite que tinha tudo para ser perfeita. Eu precisava de um filme bem clichê e um pote de sorvete de chocolate em minha frente... Eu precisava de Bill, mas tudo que tive foi minha cama quentinha que estava sempre e fielmente a minha espera.



De manha, quando chego à livraria onde aconteceria a primeira sessão de autógrafos de Tom, a fila estava tão enorme que não conseguia ver o fim. Ao menos o programa deu certo, penso antes de caminhar até ele e imaginar a desculpa que daria por meu comportamento estranho da noite passada.

Mas assim que chego perto dele e abro minha boca para me desculpar, Tom me lança um sorriso tímido e simplesmente diz...

- Obrigado por vir, você está melhor?

- Sim eu estou, obrigada por perguntar. – Digo com sinceridade, da pra acreditar? Esse cara existe mesmo?



Eu devolvo um meio sorriso a ele e vou para a sala ao lado ficar disponível para os jornalistas de plantão que esperavam tirar alguma casquinha de Tom.

E assim passou o dia... Arrastando-se...

- Eu não sinto a minha mão. – Reclamou Tom depois de assinar o último livro e entrega-lo a uma adolescente que sorria bobamente em sua frente.

- Autógrafo demais, eu sei, mas foi incrível. Nunca vi nada parecido.

- Tirando J.K Rowling? – Diz ele sarcasticamente.

- É tirando ela, mas eu não estava lá... Então não conta.

- E a escritora de livros de vampiro?

- Ta essa também.

- Posso ficar citando vários outros. – Ele continua em sua brincadeira enquanto recolho os papéis em cima da mesa.

- Você é tão irritante.

- Estou cansado. – Ele suspira se espreguiçando na cadeira.

- Também estou, preciso de uma boa noite de sono pra poder encarar mais livros amanha.

- Amanha é domingo.

- Trabalho extra.

- Quer ajuda, porque eu não tenho nada pra fazer. – Ele pergunta fazendo uma carinha fofa.

- É pode ser, mas você leva nosso almoço. E não vem com essa viadice de vegan.

- Esquece, não vou comprar nada morto pra você.

Tom aponta o dedo pra mim me reprovando, e então começo a rir enquanto saio da livraria acenando pra ele.


...



Entro em casa e Adam e Lili estão rindo no sofá assistindo as kardashians em um episodio mais que repetido onde Kim tem a idéia brilhante de alugar um macaco para sua mãe.

- Festinha? – Pergunto já atrás deles no sofá.

- Você chegou é, pode pedir mais pizza? – Diz Adam virando sua cabeça para cima para me olhar.

- O que estão fazendo aqui? – Digo a ele puxando seu cabelo.

- É sábado e nos sempre saímos para beber. – Lili responde me lembrando de nosso ritual de sábado à noite. – Você está atrasada.

- É só que eu não vou sair pra beber, estou morta de cansada e...

- Pode falar a vontade, você vai, nós votamos e somos dois contra um. – Adam grita saltando do sofá e pulando em minha frente.

- Não vão embora não é? – Sinto meus ombros caírem em sinal de derrota, eu teria de sair para beber com eles querendo ou não.

- Não. – Lili abraça Adam e me olha.

- Tudo bem, mas um drink e eu volto pra casa. – Os aviso saindo da sala para me arrumar.


Vamos até o hotel Gansevoort e para o meu azar Bill e Sara estão lá, agarrando-se como dois namorados recentes, definitivamente eu não iria tomar um drink só.

- Vai tomar um porre por causa dele? – Adam dança até chegar ao meu lado para tomar minha bebida e coloca-la no balcão.

- Me deixa Adam. – Eu o empurro.

O lugar está lotado, Provocateur é uma das poucas baladas em NY que duram até as quatro horas da madrugada. Sara e Bill adoram, eu sabia disso, uma pena não ter lembrado quando Adam decidiu que seria ali que iríamos encher a cara.

- Kate. – Ouço a voz de Tom de repente. – Oi.

E então ele aparece saindo do meio de uns caras grandalhões que estavam em seu caminho. Georg está com ele, e assim que olho para o lado vejo Lili brilhar com a presença do mesmo.

- Oi Tom. – Digo com meu canudo na boca, espiando Bill e Sara por cima de seu ombro. – O que faz aqui?

Tom faz menção em responder, mas um cara estranho e completamente bêbado apóia-se em seu ombro.

- Ei... O cara da tv... E ai como estão as criancinhas no Iraque? – Diz parecendo muito interessado em ouvir a resposta de Tom.

- É na áfrica. – Ele responde totalmente sem jeito e paciência.

O homem faz uma cara de “tanto faz” e segue seu caminho novamente. Tento ler os pensamentos de Tom, mas tudo que consigo imaginar é que esteja chateado por ter atingido um público estúpido com sua ida ao Lettermam.

- Esquece não tenta explicar, ele está bêbado demais. – Falo, tocando seu ombro.

- E você está querendo ficar? – Diz ele em meu ouvido.

- Talvez. – Dou a ele um sorriso sugestivo.

Ele sorri sem jeito e então Adam o puxa pelo colarinho e aponta para Bill e Sara no centro do bar.

- Ta vendo aquele cara ali com a loira de cabelo Joãozinho? – Tom foca nos dois namoradinhos perfeitos e volta a prestar atenção em Adam. -É dele que Kate gosta, e ela quer entrar em coma alcoólico por ele.

- Então esse Bill tem namorada? – Tom pergunta a ele.

- Não, pior, ele é casado. – Adam ri secamente me olhando debochado.

Reviro meus olhos pra ele e mando-lhe o dedo do meio. Jack o barman ri do outro lado do balcão me servindo uma bebida verde que julgo ser absinto. Estou eufórica, completamente louca e desequilibrada. Em circunstancias normais eu jamais tomaria algo parecido, mas situações extremas levam as medidas extremas e então eu me lanço no balcão apoiando meu joelho no banco e pego o drink das mãos de Jack, mas quando vou dar o primeiro gole sinto dois braços grandes e firmes rodearem a minha cintura me puxando para o chão.

- Acho que ela não está bem, vou levá-la pra casa. – Tom fala perto de meu ouvido.

- Estou começando a ficar com pena dela. – Diz Lili aparecendo já ao lado de Georg.

- Estou ouvindo vocês. – Digo ajeitando meu vestido e empurrando as mãos de Tom para longe de mim.

- Eu levo você. – Diz ele novamente apenas me avisando e não perguntando.

- Não precisa Tom.

- Precisa sim.

Ele me puxa apoiando-me a ele e então por um momento eu me sinto segura. Até eu cair de cara no chão antes de entrar no táxi.



Apartamento.



Atiro-me no sofá e jogo meu sapato longe, Tom senta-se ao meu lado e cruza suas mãos sobre seus joelhos.

- Conheci o Bill. – Diz ele sem me olhar.

- Não quero falar sobre ele.

- Porque não? – Diz ele com uma expressão de interrogação. - Você viu minhas revistas agora eu preciso que me conte algo intimo também.

- Você viu meu pijama.

- Ele era muito recatado. – Ele da um sorrisinho zombeteiro. – Tem que ser mais intimo.

- Não vou ficar pelada na sua frente. – Protesto e vejo Tom morder os lábios segurando o riso.

- Eu não estava pensando nisso, mas já que falou. – Ele corre seu dedo indicador por meu vestido fazendo cair uma alça para logo depois levar um tapa em reprovação. – To brincando.

Eu o olho sem acreditar que realmente um autor novato para quem esteja trabalhando tenha entrado de tal forma em minha vida. Eu nunca havia deixado um deles entrar em minha casa, nossos encontros eram sempre estritamente profissionais e eu gostava que assim fosse. Mas com Tom tudo havia sido diferente. E também ele era um pouco mais intrometido do que os outros.

Ele me olha ainda esperando uma resposta e então eu jogo uma almofada em sua cara antes de resolver que iria contar um pouco de minha vida pessoal chata pra ele.

- Me apaixonei por ele na faculdade. – Pronto, era só isso que ele iria saber.

- Quantos anos...

- Humm há 5 anos.

- Não acredito. – Ele bate suas mãos e se levanta. – Gosta de um cara casado há cinco anos e o pior ele é seu melhor amigo.

- Gosto dele a dez. – Digo e logo me arrependo de tal confidencia.

- Você precisa de terapia. – Diz ele sério.

- Você não sabe da metade. – Suspiro enrolando meu dedo em um fio solto no sofá, tudo para não ter que encarar Tom.

- Quer me contar? – Ele volta a sentar em minha frente.

- Não.

- A qual é...

- Eu tenho muitos problemas, não gosto de dividi-los, vamos parar aqui. – Peço a ele.

- Isso feriu meu ego masculino, acha que eu não sou um bom ouvinte?

- Cala boca. – Toco seu rosto o empurrando para o lado.

Tom olha para o lado completamente derrotado e procura seu celular no bolso da calça.

- Já são quatro horas, daqui a pouco preciso ir buscar nosso almoço. – Diz ele se levantando.

- Verdade.

- Vai lá embaixo comigo pegar um táxi?

- Está com medo?

- Estou. – Ele faz beicinho me puxando. – Você vai me proteger?

- Talvez.


E a cena se repetia, lá estava Bill e Sara descendo do táxi mais agarrados do que nunca, e lá estava eu com outro cara saindo às quatro horas da manha de meu apartamento.

Pensei em explicar e dizer a ele que desta vez não tinha nada a ver, que Tom era apenas um amigo ou que estávamos trabalhando em meu apartamento às quatro horas da manha, mas desisti assim que percebi, não faria o menor sentido contar uma mentira assim. Bill me olhava sério enquanto segurava a mão de Sara que pagava o taxista. Ele iria se aproximar e fazer a pergunta estúpida de sempre e então eu responderia algo pior ainda, mas então antes de eu pensar em silabar qualquer coisa senti as mãos de Tom circularem em volta de minha cintura me carregando para perto dele e nossos lábios se chocarem em um ritmo acelerado, quase engolidor. E quando ele me soltou Bill e Sara nos olhavam parados na calçada. Ele com um péssimo semblante e ela com um sorriso bobo nos lábios.



...................x.....................

Desculpem o atraso e os possíveis (existentes) erros. Amo cada comentário que vocês deixam, mas eu não sei como respondê-los sem entregar a história toda. Desculpem.

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60 Re: Simplesmente Complicada em Ter Nov 13, 2012 4:04 pm

Sam McHoffen

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Administradora
Fala sério! Eu daria um soco nesse idiota que falou do cabelo da Kate, ainda mais depois ela ter ido no salão! Evil or Very Mad

Wow! Kate engolindo o orgulho pra elogiar o Georg! Adorei isso!
Mas que bom que ocorreu tudo bem na entrevista e o livro do Tom será um sucesso!
E Adam é um fofoqueiro, não sei como o Bill nunca soube que a Kate gosta dele!

Sinceramente?! Pela primeira vez numa fanfic que a personagem gosta dos gêmeos (mesmo que a Kate ainda não goste do Tom), eu gostaria que ela ficasse com o Tom do que com o Bill! Porque o Bill tah casado e ama a mulher dele! Não acho que o Bill sinta nada além de amizade pela Kate, e acredito que até o fim da fic isso não mude... talvez eu esteja errada, mas é o que penso!
O Tom está sendo um fofo com ela, todo preocupado e tal... E depois dessa "festa" ele só se demostrou mais fofo ainda. AMEI ele ter dado esse beijo na Kate na frente do Bill, apesar que acho que ela vai tentar passar ciúmes no Bill, mas espero que ela se derreta nos braços do Tom e esqueça o Bill (e que esse continue com sua mulher).

Apesar da Kate amar o Bill, acho que chegou a hora dela abrir o olho e ver que esse amor não vai dar em nada na vida dela... e tentar gostar de outro. Sei que isso é fácil falar, mas acho que a Kate tem que dar uma chance a ela mesma!

Super curiosa pra saber o que vai acontecer no próximo... Não demore Birdy!

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61 Re: Simplesmente Complicada em Ter Nov 13, 2012 4:51 pm

Aí não disse que começariam as confissões :p
A Kate ficou daquela maneira triste porque o cara falou do cabelo dela ou de repente surgiu, como ela disse, essa "tpm" do nada? Porque às vezes um comentário assim, grosseiro pode estragar o dia de uma pessoa '-' Enfim...
Adam tu é aquele amigo que fala mau da própria amiga na frente, pra não falar nas costas kkkkk Pobre da Kate se ela cair na tuas mãos.
Adorei também que ela foi legal co o Georg kkkk Até ele já tava acostumado. Pani no sistema.
Tom Tom Tom... Meu doce Tom kkkkkk o que dizer... AMEI tua atitude. Muito companheiro ^^ Mas acho que ele não deu o beijo na Kate apenas pra fazer ciúmes no Bill. Que tanto implica assim, que nem os dois, falando de um modo amigável claro, é porque no fim tem alguma coisa.
E como a Samantha disse, a Kate tem que dar uma chance pra ela, talvez ficar um tempo longe do Bill resolva quem sabe. Pra ela experimentar coisas novas.
Continuaaaaa \o/

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62 Re: Simplesmente Complicada em Qua Nov 14, 2012 6:44 pm

Assim que entro no camarim vejo o maquiador que até pouco dava um jeito no brilho da testa enorme de Tom, recolhendo suas coisas.

Eu ri demais!!! Testa outdoor ANUNCIE AQUI. kkkkkkkkkkk


A "escritora dos livros de vampiros" Nem merece ser citada como nossa rainha J.K Rowling! #fato! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

As Kardashians no canal E! te fazem pensar: Oh Meu Deus! Que cultura estou adquirindo aqui, vendo essas milionarias socialites esbajarem seu dinheiro e exporem suas vidas para que nós saibamos o quão pobre somos!¬¬

Uau! Estou até sem ar... Eu fiquei imaginando aqueles braços... do Tom... OMG

Queria ser uma mosquinha para ver a cara de tacho do Bill! Bem feito! Ele nunca percebeu? Meu Deus ela é completamente apaixonada por ele a dez anos e... nada? Ela merece ser muito amada por aquele Tom-deus-alemão-da-gostosura

Mas voltando a Fic. Você está cada vez melhor. Sua historia é leve, sutil, bem narrada e nos causa impactos de perder o folego. Parabéns! E continua!!!!

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63 Re: Simplesmente Complicada em Qua Nov 14, 2012 8:50 pm

Ri demais do brilho na testa do Tom.......

Ela tomando um porre no bar por raiva do Bill....Tão eu!Deu dó...#sempreacontececomigo!
Mas eu nunca tenho um Tom pra me ''levar pra casa''....Cuida de mim, testa de marquise??

Vey, esse beijo foi sensacional!!!!!!!!!!!!!!!E na frente do Bill, cara, amei!!Eu quero um Tom desse pra mim......

Continua, que eu tô doida pra saber o que vai acontecer depois......

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64 Re: Simplesmente Complicada em Dom Nov 18, 2012 4:50 pm

Samantha McHoffen escreveu:Fala sério! Eu daria um soco nesse idiota que falou do cabelo da Kate, ainda mais depois ela ter ido no salão! Evil or Very Mad

Wow! Kate engolindo o orgulho pra elogiar o Georg! Adorei isso!
Mas que bom que ocorreu tudo bem na entrevista e o livro do Tom será um sucesso!
E Adam é um fofoqueiro, não sei como o Bill nunca soube que a Kate gosta dele!

Sinceramente?! Pela primeira vez numa fanfic que a personagem gosta dos gêmeos (mesmo que a Kate ainda não goste do Tom), eu gostaria que ela ficasse com o Tom do que com o Bill! Porque o Bill tah casado e ama a mulher dele! Não acho que o Bill sinta nada além de amizade pela Kate, e acredito que até o fim da fic isso não mude... talvez eu esteja errada, mas é o que penso!
O Tom está sendo um fofo com ela, todo preocupado e tal... E depois dessa "festa" ele só se demostrou mais fofo ainda. AMEI ele ter dado esse beijo na Kate na frente do Bill, apesar que acho que ela vai tentar passar ciúmes no Bill, mas espero que ela se derreta nos braços do Tom e esqueça o Bill (e que esse continue com sua mulher).

Apesar da Kate amar o Bill, acho que chegou a hora dela abrir o olho e ver que esse amor não vai dar em nada na vida dela... e tentar gostar de outro. Sei que isso é fácil falar, mas acho que a Kate tem que dar uma chance a ela mesma!

Super curiosa pra saber o que vai acontecer no próximo... Não demore Birdy!

Sem mais! Kate fica com o Tom guria \o

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65 Re: Simplesmente Complicada em Dom Nov 18, 2012 7:15 pm

Anny V.

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Samantha McHoffen escreveu:Fala sério! Eu daria um soco nesse idiota que falou do cabelo da Kate, ainda mais depois ela ter ido no salão! Evil or Very Mad

Wow! Kate engolindo o orgulho pra elogiar o Georg! Adorei isso!
Mas que bom que ocorreu tudo bem na entrevista e o livro do Tom será um sucesso!
E Adam é um fofoqueiro, não sei como o Bill nunca soube que a Kate gosta dele!

Sinceramente?! Pela primeira vez numa fanfic que a personagem gosta dos gêmeos (mesmo que a Kate ainda não goste do Tom), eu gostaria que ela ficasse com o Tom do que com o Bill! Porque o Bill tah casado e ama a mulher dele! Não acho que o Bill sinta nada além de amizade pela Kate, e acredito que até o fim da fic isso não mude... talvez eu esteja errada, mas é o que penso!
O Tom está sendo um fofo com ela, todo preocupado e tal... E depois dessa "festa" ele só se demostrou mais fofo ainda. AMEI ele ter dado esse beijo na Kate na frente do Bill, apesar que acho que ela vai tentar passar ciúmes no Bill, mas espero que ela se derreta nos braços do Tom e esqueça o Bill (e que esse continue com sua mulher).

Apesar da Kate amar o Bill, acho que chegou a hora dela abrir o olho e ver que esse amor não vai dar em nada na vida dela... e tentar gostar de outro. Sei que isso é fácil falar, mas acho que a Kate tem que dar uma chance a ela mesma!

Super curiosa pra saber o que vai acontecer no próximo... Não demore Birdy!

É isso ai o que a Sam escreveu, e mais uma que riu da parte da testa do Tom o/ kkkkkk

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66 Re: Simplesmente Complicada em Qua Nov 28, 2012 3:54 pm

Capitulo 9





E então o táxi chegou e Tom me beijou novamente, mas desta vez um beijo rápido me olhou e disse:

- Vejo você mais tarde. – E assim... Lançando um piscar de olhos completamente efêmero ele se foi, deixando-me ali completamente sozinha e indefesa... Ok, não... Indefesa não porque estou longe se ser a personagem patética de 50 Shades of Grey, ou pior ainda a bobalhona de Twilight, então usando meu próprio vocabulário chulo, eu estava fu... Quer dizer... Enrascada.

Provavelmente Bill estaria agora todo nervosinho, porque eu sei o que ele pensa sobre os vários caras que eu levo até o meu apartamento para “supostamente” transar. Na verdade eu fico surpresa de ele ainda não ter perguntado se eu não tenho medo de pegar alguma doença. Mas obviamente ele é o Bill, perfeito e chatinho... Aquele que não comete nenhum erro, mas gosta de apontar o dos outros.

Respirei fundo e me virei levantando a mão como uma idiota os cumprimentando.

- É o Tom. – Tentei explicar, balançando as mãos para o táxi que já havia sumido.

- É nós vimos ele no programa. – Disse Sara sorridente com as mãos agarradas ao braço de Bill.

O que me fez pensar no porque daquele agarramento todo, não estava tão frio, eu nem estava de casaco, na verdade eu nem estava de sapatos e acho que isso piorou minha situação com ele devido ao meu atual estado.

Ignorando-me ele puxou Sara até o elevador, e eu parecendo uma criança bobinha que acabara de teimar com os pais, os segui.

- Ele passou a noite aqui? – Sua voz soou aguda fazendo minha cabeça rodar. - Quer dizer, até agora?

- Bill? – Sara o puxou. – Não seja indiscreto.

- É ele estava aqui comigo. – Digo e é verdade.

- Está fazendo isso de novo?

- Isso o que? – Bato minha cabeça no espelho do elevador, tentando não encara-lo, mas é praticamente impossível.

- Trazendo caras desconhecidos para o seu apartamento? – Bill grita e Sara arregala os olhos como se nunca tivesse o olvido falar assim.

- Eu conheço Tom. – Respondo calmamente querendo debochar.
- Você trabalha com ele. – Bill agarra o meu braço e então começo a rir na cara dele. – Não percebeu que não está funcionando?

- O que não está funcionando Bill?

- Você... Isso tudo! – Ele me olha de cima a baixo como se sentisse nojo. – Porque você não acha um cara legal e fica com ele ao invés de trazer estranhos para sua casa toda semana?

- Isso não é da sua conta. – Grito de volta e o empurro pra longe de mim.

A porta do elevador abre no andar deles e então eu saio já em direção às escadas. Eu não me lembrava de ter bebido tanto até eu enxergar os primeiros degraus e vê-los triplicados a cada passo que dava.

- Não vai ser da minha conta também quando você for até a minha casa chorar no meu ombro? – Bill me puxou fazendo-me voltar o degraus que com muita dificuldade havia subido.

- Não se preocupe, não farei mais isso.

Respondo já com muita raiva, dele, de Sara, mas naquele momento principalmente de Tom e de seu beijo.

- Kate! – Eu o ouço gritar, enquanto subo as escadas me apoiando com as mãos em cada degrau.

- Não acredito que fez essa cena. – Diz Sara abrindo a porta.

- Sara! – Bill grita por ela, enquanto eu ouço-o bater a porta.


Entrei em meu apartamento chutando tudo em minha frente, ele estava certo e eu sabia disso. Meus encontros começavam a ficar completamente ridículos. Mas e Tom? Porque ele havia feito aquilo?

Pego meu telefone, eu preciso do Adam, preciso de alguém para chorar e escolho-o para me ouvir. Tento cinco vezes, mas só cai na caixa postal.

- Adam seu imbecil, onde você está? Eu preciso de você aqui.

Na décima tentativa eu já não me importava com mais nada.

- Adam espero sinceramente que ele seja casado e você se dê mal , espero que ele coloque um vídeo de vocês na internet... Não, melhor... Espero que alguém empate sua foda.

Jogo meu telefone longe correndo furiosa dentro de casa. Adam com certeza me mataria no dia seguinte. Mas eu precisava desesperadamente gritar com alguém e ele inevitavelmente era sempre o escolhido.


xxx



Domingo... Pior dia da semana, sim pior do que segunda, porque segunda feira você sabe que o inferno começou, mas domingo é terrivelmente cruel porque ele antecipa sua estadia no inferno.

Dia chato, sem nada pra fazer, sem nada bom na tv. Dia em que as pessoas em meu prédio recebem visitas de suas famílias com crianças completamente piradas que ficam batendo bola na porta do meu apartamento. Ok sim eu estava de mau humor, mas e daí quem não fica de mau humor em um domingo?
A campainha toca e minha cabeça parece um bumbo, levanto-me do sofá me arrastando até a porta. Observo o olho mágico e vejo a testa enorme de Tom do outro lado da porta. Encosto-me a mesma pensando em não abrir, mas então lembro que ele estava com nosso almoço e a fome fala mais alto.

Abro a porta e ele sorri, mostrando sacolas de algum restaurante vegetariano.

- Você está péssima. – Diz ele já entrando.

- Obrigada por me animar.

- Mas eu gostei da roupa. – Ele me lança um olhar pervertido e só então me dou conta de que estou vestindo apenas uma regata e um short extremamente curto de um pijama qualquer que Adam me deu assim que colocou meu pijama fralda fora.

- Eu vou me trocar. – Saio correndo de sua frente e ouço sua risada bonitinha vindo da sala.

Lembro-me do beijo de ontem e penso em tocar no assunto, mas só farei se ele der sinal de que quer falar sobre isso.

Quando volto já devidamente vestida, Tom está na cozinha arrumando a mesa para almoçarmos, paro um segundo na porta para observá-lo e então ele me olha rindo ainda arrumando os talheres perto dos pratos.

- Gosto de tudo no lugar.

- Eu notei.

- Sou um pouco perfeccionista. - Ele para por um momento me olhando. – Você almoça na mesa?
- Pra falar a verdade não. - Sempre chego tão cansada e na maioria das vezes eu como no quarto mesmo, bem ao estilo velha solteirona.

- É uma pena, você tem uma vista linda daqui. – Diz ele referindo-se ao Rio Hudson.

- Eu não costumo reparar muito. Mas e ai o que trouxe para ...

- Eu sei o que você está pensando...

- Espero que tenha algum animal morto dentro de uma destas sacolas.

- Sinto muito, mas em minha presença você não vai comer isso. Mas confia em mim, você vai gostar.


Tom abre as sacolas e me deparo com comida chinesa vegetariana. Não era ruim, mas também não tinha gosto de nada então quando me pergunta digo que este foi o melhor almoço vegetariano que já tive. Minto porque não quero parecer uma megera ingrata. Embora de fato eu seja.

Quando o almoço acaba e colocamos nossos pratos e talheres no lava louça, Tom e eu vamos para sala onde a enorme pilha de livros nos espera.

- Vamos começar? - Puxo os livros deixados ao lado do sofá assim que sentamos no chão.

- Não. Acabamos de almoçar, vamos ver um filme.

- Você disse que ia me ajudar.

- E vou, mas não quero ficar com dor de cabeça.

- Eu estou de ressaca Tom, quero acabar logo com isso.

Tento não perder tempo, mas meu esforço é ignorado pela televisão. Tom passa de um canal a outro sem nem ao menos me dar chance de saber o que está passando. Porque homens são assim? Por que acham que tem esse entendimento imediato com a tv como se fosse possível adivinhar a programação? Será que ele lê o guia? Isso seria um pouco estranho.

- Para nesse ai. – Grito e ele pula ao meu lado assustado.

- Por quê?

- É o Joseph Levitt, eu amo os filmes dele e esse é o meu favorito. – 500 dias com ela. Ninguém em sã consciência conseguiria odiar este filme.

- Ele passa o filme todo sofrendo. – Que ridículo, se ele olhou esse filme isso foi tudo que ele conseguiu absorver do personagem? Um ponto a menos pra ele.

- É bom pra variar ver um homem sofrendo por amor e não uma mulher.

- Sem essa, homens também sofrem e às vezes muito mais.

- Está blasfemando. – Eu o empurro com o ombro.

- Não estou.

- Está sim... Já sofreu por amor?

- Bom... Não, mas... – Ele gagueja entre as palavras.

- Você não pode discutir sobre um sentimento que não sentiu.

- Não estou discutindo, eu só acho que...

- Vamos olhar o filme Tom.

Ele finalmente se cala desistindo de ter uma conversa deste tipo comigo, é claro eu nunca acreditaria que Tom poderia ter sofrido por amor, afinal ele era... O Tom. Totalmente arrogante e seguro de si mesmo. O tipo de cara que não se importa em levar um fora porque há sempre alguém melhor dando sopa por ai...

- Eu adoro essa parte, a confusão no rosto dele. – Eu grito olhando pra tv enquanto observo atentamente a cena em que Tom Hansen não faz idéia do que se passa na cabeça de Summer enquanto comem no restaurante.

- Ela parece louca. – Tom diz ao meu lado colocando na boca um dos meus chocolates que encontrou jogado no sofá.

- Não parece não.

- Ela está chorando por causa de um filme. – Ele balança a cabeça rindo e eu giro meu pescoço de volta para a tv. - Ela está com tpm, tenho certeza.

- Talvez ela esteja cansada dele. – O que ele sabe sobre tpm? O que ele vê nos comerciais idiotas da televisão? Por favor... - Ou talvez ela só esteja cansada da vida.
- É nisso eu concordo. – Tom finalmente cala a boca e balança a cabeça positivamente.

O filme acaba e minha dose diária de JGL já era. Tom ri da minha cara quando digo que o ator é o único homem perfeito que ainda existe no mundo e ri mais ainda quando conto que fantasiava meu casamento com ele enquanto estava no colegial. O que dizer?... Pra uma fracassada até que eu tinha bom gosto.

Eu conto a ele sobre minha fase no colegial, sobre minhas entradas espetaculares na sala de aula todo dia quase sempre com quarenta minutos de atraso, sobre minha professora gritando ao meu lado e me perguntando em que mundo eu estava... Eu o levo até o meu mundo de alguns anos atrás, um mundo que eu odiava, mas que de certa forma me fez crescer.

Tom escuta tudo com atenção deitado ao meu lado no tapete da sala, ele faz suas observações entre uma frase e outra e então explodimos em gargalhadas e assim me dou conta de que talvez se ele estivesse lá, poderia ter tornado meu mundo um pouco mais divertido.


- Está com fome? – Pergunto a ele quando o silencio de repente fica constrangedor.

- Estou, mas não vamos comer agora. – Ele passa por cima de mim e meu coração quase salta do peito. – Vamos selecionar livros.

- Vamos excluir livros. – Digo tentando me recompor antes que ele note.

- Você lê todos eles? – Pergunta já abrindo um.

- Nem a metade.

- E como sabe se são bons ou ruins?

- Eu leio a primeira página, se me interessar eu continuo.

- A primeira página sempre é ruim, não pode negar um livro por sua primeira página ruim.

- Sim eu posso, e geralmente não me engano. – Confirmo.

- É por isso que virou agente de livros adolescentes. – Diz ele de repente e me olha como se tivesse acabado de falar algo que não devia.

- Como sabe? – Pergunto curiosa.

- Eu vi as pessoas cochichando no corredor da editora. – Ele coçou os dreads nervoso.

- Babacas.

- Elas não gostam muito de você.

- Prefiro acreditar que sentem inveja.

- E sentem, mas continuam não gostando de você. – Porque faz isso?

- Isso o que?

- Ser durona com elas?

- Eu preciso ser, ou elas tentarão tomar o meu lugar, funciona mais ou menos como Miranda Prestly.

- Ela era completamente bizarra. Você não é assim.

- Como você sabe?

- Eu só sei... Eu acho.

Solto um riso abafado e então tentando desconversar pego o primeiro livro da pilha e jogo em seu colo e então começamos a primeira hora de longas naquela tarde que passamos lendo primeiros capítulos de livros adolescentes

E quando acabamos a primeira pilha havia apenas um livro selecionado, ou seja, eu estava realmente ferrada.

- Meus olhos estão cansados. – Passo a mão por meu rosto, estou totalmente exausta.

- Os meus também, como você faz isso? – Tom boceja ao meu lado e então faço o mesmo. – Como consegue ler tanto assim?

- Geralmente termino um livro de quinhentas páginas em dois dias.

- Nossa. Em quantos dias leu o meu?

- Um mês inteiro. – Eu me levanto cruzando por ele.

- Está brincando. – A expressão no rosto dele era de decepção.

- Não. – Começo a rir enquanto caminho ata a cozinha. – Não estou não.

- Tão ruim assim?

- Você está aqui. Ruim ele não é.

- Ou não teria passado da primeira página? – Ele se levanta vindo até mim.

- É.

- Um mês. – Tom se aproxima na cozinha e coloca o copo no dispenser. – Por quê? Em que capitulo ele começou a ficar tedioso.

- Eu não disse que ele era tedioso. – Tento sair de sua frente, mas ele me prende com o outro braço.

- Então porque demorou?

- Porque você quer saber? – Começo a ofegar, por algum motivo não gosto de sua aproximação repentina. – Que diferença faz?

- Eu escrevi, faz diferença pra mim. – Ele toma um gole de água e então eu consigo me livrar saindo por debaixo de seu braço.

- Eu não vou contar. – O provoco rindo.

- Porque não? – Ele murmura e quase sinto pena.


A campainha toca e eu começo a rir dele indo até a porta. Quando abro dou de cara com Bill encostado a soleira da porta.

- Desculpa. – Diz ele com cara de cachorro abandonado. – Não devia ter te falado aquilo.

- Ok. – Ainda estou furiosa e não importa o que ele diga ou faça, esse sentimento não vai passar tão cedo... Abro exceção apenas se ele por acaso disser que me ama e que ter casado com a Sara foi tolice, mas como sei que isso é impossível continuarei o ignorando até cansar.

- Posso entrar? – Ele avança um passo.

- Hum...Não, sabe o mesmo cara de ontem está aqui e...

- Tudo bem então eu vou embora. – Ele revira os olhos...

- Bill... Sobre ontem, o que você viu...

- Não é da minha conta. – Diz ele como se já soubesse o que viria a seguir.


Então Tom aparece atrás de mim de repente se enfiando em meu lado.

- Oi, sou Tom. – Ele lança-lhe a mão e espera que Bill faça o mesmo.

- Bill. – Um aperto de mão casual, eu diria até que um pouco rude.

- O melhor amigo dela, Kate me falou de você. - Tom olha pra mim e poe uma mecha de cabelo atrás de minha orelha antes de me abraçar, mas que porra ele pensa que está fazendo?

- É mesmo? – Bill morde os lábios antes de soltar um riso abafado.

- Sim. – Tom ri com satisfação e eu o olho sem acreditar no que está fazendo.

Volto para o sofá e afundo meu rosto entre as almofadas com desespero tentando me sufocar entre elas.

- Seu livro é bom, eu comprei ontem e já estou no final. – Ouço Bill falar... Ok agora eles vão conversar, quem sabe se tornem amigos e comecem a confabular contra mim.

- É mesmo, algumas pessoas levam meses para terminar. – Tom grita e sei que isso pra mim.

- kate é um delas. – Diz Bill rindo. – Ela não queria terminá-lo.

- Mesmo? – Tom diz com voz fina e eu instintivamente levanto minha cabeça em sua direção.– Eu não sabia disso.

- É ela ficava abraçada nele dia e noite. – Bill estava imitando o estado deplorável que eu ficava enquanto lia o livro de Tom.


-Ok já chega. – Corro até ele o empurrando para fora do meu apartamento. – Bill, nos falamos mais tarde, tchau.

- Ok, foi um prazer conhece-lo – Diz a Tom apertando sua mão rapidamente antes da porta quase bater em sua cara.


Assim que de despedem Tom me olha com um sorriso enorme e irônico no rosto.

- Não queria terminá-lo é? – Ele avança um passo e eu dou pra trás.

- Ele é muito bom.

Começo a rir junto com ele, então Tom corre atrás de mim pela sala me derrubando no chão.

- Você fica patética olhando pra ele. – Diz ele em cima de mim.

- Sim eu fico. – Sinto seu corpo inteiro encostar-se ao meu.

- Gosta mesmo dele?

- Eu o amo. – Falo mais para provocá-lo do que em confirmação.

- Como sabe? – Tom juntou as espessas e castanhas sobrancelhas. – Já ficou com ele?

- Não, mas o que isso tem a ver?

- Tudo. Você pode se desapontar e descobrir que perdeu dez anos de sua vida com imaginações e suposições. – Ele mexeu o maxilar.

- Isso é ridículo, o amor é muito mais do que um beijo ou uma noite ruim de sexo.

- Como você sabe, nunca ficou com ele.

- Mas é nisso que acredito.

- Você nunca ficou com ele, não quer contar pra ele, está esperando o que?Um milagre? – Tom perguntou com desdém.

- Não. – Eu o empurro de cima de mim e sento-me ao seu lado. – Eu não sei, é complicado.

- Não é complicado.

- É estou esperando um milagre. – Falei, enfatizado cada palavra. – Talvez ele deixe dela e então eu tenha minha chance.

- Nossa... – Tom balançou a cabeça como se eu fosse completamente ingênua e riu.

- O que?

- Sua situação é pior do que eu imaginava.

- Tudo bem espertinho, então o que sugere que eu faça? – Ergui a sobrancelha.

- Eu sugiro que comece a não esperar por esse milagre. Viva sua vida, o que tiver que acontecer, vai acontecer.

- Nossa você salvou a minha vida agora.

- Ahh para. Eu to falando sério. – Diz debochando.

- Eu tento, mas não acontece.

- O que?

- Relacionamentos.

- E por que não acontece?

- Sou um imã para idiotas.

- Não. O que realmente acontece? -

- Eu... Tenho um problema.

- Está morrendo? – Sua voz soa mais alta que o normal.

- Não. – Arregalo meus olhos pra ele. – Ficou maluco.

- Então você não tem um problema.

- Tenho sim. – Vinte e nove anos e virgem, se isso não é um problema eu não sei o que é...

- Me conta. - Pede ele encostando seu queixo em meu braço.

- Nem pensar. – Levanto-me do chão e começo a recolher os livros jogados no sofá. – Podemos mudar de assunto?

Tom caminha até a sala e começa a arrumar as almofadas jogadas no chão.

- E sobre o que quer falar? Livros, nosso almoço... Sobre o nosso beijo?

Ele solta de repente enquanto me olha com uma almofada entre as mãos. Não quero responder, não quero nem mesmo falar sobre isso, mas honestamente não tenho escolha.

- É sim... Eu quero. – Digo apontando pra ele. – Porque me beijou? Olha... Eu sei que Adam contou sobre Bill e eu também contei, você sabe que eu gosto dele, mas honestamente eu não preciso de um cara para fazer ciúmes, porque eu posso ser desequilibrada, mas não sou idiota, ele não vai deixa-la porque...

Tom parecia não entender a minha confissão e então suas feições ganharam um ar totalmente sério.

- Do que está falando? – Ele me interrompe. – Não beijei você porque ele estava ali, na verdade pouco me importa que goste dele. Kate eu beijei você porque eu quis beijar, simples assim. – Respira tomando fôlego para continuar. - Tão simples quanto ouvir você falar que está afim de mim... Não apaixonada, mas... Sou um perito em beijos e você retribuiu.

Diz com um enorme sorriso surgindo em seu rosto. Não sei o que fazer, na verdade fico quieta esperando que faça algo por mim, porque mal consigo sentir as minhas pernas sobre o chão. Normalmente eu gritaria e diria que é mentira, mas não quero fazer isso porque o que disse é verdade, eu estou afim dele. Simples assim... Sem resmungos e ladainhas, eu estou afim dele porque jamais deixaria alguém que não fosse Bill mexer nos meus livros, estou afim dele porque não deixaria alguém que conheci há tão pouco tempo entrar em minha casa, mexer nas minhas coisas e comer o meu chocolate escondido no sofá. Estou afim dele, porque contra a minha vontade nas horas que seguem o meu dia, penso nele antes de pensar em Bill.





.......x.......

Desculpem qualquer erro, estou correndo pra postar. Wink Capitulo longoooooo demais.

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67 Re: Simplesmente Complicada em Qua Nov 28, 2012 7:50 pm

Sam McHoffen

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Administradora
Ahhhhhhhh! AMEI esse capitulo!

Por que o Bill deu esse piti todo?! Belezinha que ele tah certo e a Kate sempre leva alguém diferente pra casa... mesmo que ela não fique com ele! Mas acho que o piti do Bill foi meio exagerado! Mas creio que ele apenas acha que ela vai comenter alguma burrada!
Percebi que o Adam é o amigo saco de pancada, toda vez que a Kate tah puta da vida, ela procura o Adam! Quero um amigo assim hahaaha

Ah eu também odeio o domingo! Acho ele pior que a segunda-feira. Porque no domingo não tem nada pra fazer, ninguém pra conversar, o dia geralmente é chatooo!

Oh! Alguém que concorda comigo sobre 500 Dias Com Ela... Tom! HAHAHAHAHAHAH
Eu ri tanto lendo esse pedaço, porque eu em sã consciencia odeio esse filme! E como o Tom disse, o cara só sofre! A guria não tah nem ai pra ele, mas ele taaaah lah, sofrendo por ela. E no final encontra outra pra sofrer! -.-'
Mas ok, não toh aqui pra arrumar confusão com a Kate!

Quer dizer que a Kate amou o livro do Tom é?! Adoooorei isso!

Impressão minha ou no final da conversa o Bill gostou do Tom? Isso me agrada, porque o Bill pode dar um apoio pra Kate ficar com o Tom!
E concordo plenamente com o Tom, ela tem que seguir a vida dela, o que tiver que ser será!

Meu Deus! Eu só fico imaginando quando o Tom ficar sabendo do "pequeno" detalhe da Kate! Embarassed

AHHHHH a Kate tah apaixonada pelo Toooom!
Adorei tanto ler isso! E espero que ela consiga superar o Bill e dar uma chance ao Tom, e a ela mesma... Mas espero também que o Tom não faça nenhuma burrada!

Ficarei aqui ansiosamente esperando pelo próximo capitulo!

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68 Re: Simplesmente Complicada em Qua Nov 28, 2012 10:29 pm

personagem patética de 50 Shades of Grey

Quanto mais leio essa fic, mais me vejo na Kate!!!Acho toda essa coisa de submissão erótica um lixo...E acho 50 tons de cinza uma porcaría.... Sleep

AAAAAAHHHHHHHHHHH, Bill....Tô sentindo cheiro de ciúmes no ar!!
Sei não, hein???Mas ele foi ridiculo, de qualquer maneira....A vida é dela e o apartamento tbm, então ela faz o que quiser, oras....

Vey, eu amo 500 dias com ela..... A Summer é tão eu!!E eu sou tão Summer!!Além de tudo tem o lindo do Joseph...... Agora, assistir 500 dias com ela, ao lado do Tom sería muito comédia!!hahhahahahhahah

Cara, eu queria um emprego assim....Só ler o tempo todo....sería tão feliz!!

Ai, o Tom me encanta com esse jeitão dele e com essas verdades que ele jogou na cara da Kate...É sério, ela tem que ver que um milagre não vai acontecer e que não pode esperar por Bill a vida toda!!Espero que ela se apaixone de verdade pelo Tom, assim como se apaixonou pelo livro dele....Aliás, você podia colocar uns trechinhos desse livro na fic, não??hahahahhahaha...Só pra gente babar também!!

Maravilhoso como sempre e adorei esse capítulo loooooooooongo!!

Não demore, Birdy.....


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69 Re: Simplesmente Complicada em Qui Nov 29, 2012 12:52 pm

Convidad


Convidado
A campainha toca e minha cabeça parece um bumbo, levanto-me do sofá me arrastando até a porta. Observo o olho mágico e vejo a testa enorme de Tom do outro lado da porta


~risos eternos nessa parte~

Quanto mais leio essa fic, mais me vejo na Kate!!!Acho toda essa coisa de submissão erótica um lixo...E acho 50 tons de cinza uma porcaría....


#TrueStory

Continue please ^^

70 Re: Simplesmente Complicada em Qui Nov 29, 2012 1:52 pm

Nossa que cap.
Não gosto de domingo tbm, não tem nada na tv. E Bill? O que foi aquilo? Pra quem está casado, fazer um piti na frente da esposa, por outra pessoa, parece ciúmes! Por que é sempre assim? Quando gostamos das pessoas, elas não gostam da gente. E quando não gostamops mais delas, aí elas começam a gostar, vai entender isso! A Katy, por mais que não admita ta afim do Tom sim. E o Tom também ta afim dela. Depois que ele disse que ele quis beijar ela, não por causa do Bill, mas sim porque ele quis, confirmou isso.
Tô achando tão fofinha a relação do Tom e da Katy *-* O que será que ele vai fazer quando ela revelar que é vrigem? kkkkkkkkkkkkkkk.
(Quanto as citações de personagens de seriados, eu fico totalmente perdida, pq não olho muito seriados e nem filmes kkkkkkkkk. Mas eu pesquiso depois! Smile

Continuaaaaaa

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71 Re: Simplesmente Complicada em Sex Nov 30, 2012 6:33 pm

Paloma Oliveira escreveu:Nossa que cap.
Não gosto de domingo tbm, não tem nada na tv. E Bill? O que foi aquilo? Pra quem está casado, fazer um piti na frente da esposa, por outra pessoa, parece ciúmes! Por que é sempre assim? Quando gostamos das pessoas, elas não gostam da gente. E quando não gostamops mais delas, aí elas começam a gostar, vai entender isso! A Katy, por mais que não admita ta afim do Tom sim. E o Tom também ta afim dela. Depois que ele disse que ele quis beijar ela, não por causa do Bill, mas sim porque ele quis, confirmou isso.
Tô achando tão fofinha a relação do Tom e da Katy *-* O que será que ele vai fazer quando ela revelar que é vrigem? kkkkkkkkkkkkkkk.
(Quanto as citações de personagens de seriados, eu fico totalmente perdida, pq não olho muito seriados e nem filmes kkkkkkkkk. Mas eu pesquiso depois! Smile

Continuaaaaaa

Yeap. Vou resumir o que eu achei : bill com ciúmes ou é protetor demais. Tom: - meu sonho de consumo- adoro essa naturalidade e gostei dele ter dito a verdade na lata pra Kate e o que mais me impressionou ELA CONCORDOU '-' Pensei que ela não ia dar o braço a torcer mas até ela percebeu o que está acontecendo aos poucos.
Esses seriado e filmes citados eu fico por fora total porque eu gosto mais de comédia não gosto muito de drama e coisas referentes :p Domingo é o pior dia do mundo! Eu detesto domingos.
Pelo menos um mau a menos: Kate pressinto que os dois se darão bem juntos
obs. Adam que amigo hein u.u kk

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72 Re: Simplesmente Complicada em Sex Dez 07, 2012 9:55 pm

Capitulo 10




Tom se manteve parado e em silencio em minha frente durante todo o tempo em que tentei raciocinar querendo achar uma resposta plausível. Mas estava claro que nem mesmo que eu quisesse teria uma, porque, Tom soltou o rojão em mim. A partir de agora qualquer coisa que eu fizesse ou falasse me deixaria completamente ferrada.

Resumindo: Não reagi bem.

- Digamos que... – Minha voz saiu rouca e eu dei uma tossida básica para me livrar da ansiedade. – Quer dizer... Vamos supor que sim, eu esteja afim de você.

- Então eu estou certo? – Tom parece não acreditar. – Está admitindo que eu esteja certo?

- Eu disse, vamos supor... – Cerrei meus olhos apontando o dedo pra ele.

- É o mesmo que admitir.

- Não é não.

- Está afim de mim? – Ele sorriu, um sorriso largo, e os ombros subiram numa posição que denotava timidez.

- Talvez... – Tomei um gole do refrigerante que estava ao meu lado, não queria olhá-lo ao responder este tipo de coisa.

- Talvez é uma boa resposta, mas também um problema.

- A resposta não é um problema Tom, eu não consigo imaginar em como isso funcionária. – Soltei o refrigerante e respirei fundo chegando perto dele. – Nós trabalhamos juntos, eu nunca me envolvi com alguém que estivesse trabalhando comigo, Tom eu não quero um namorado.
Eu não queria entrar em detalhes e eu não iria contar a ele sobre a situação da minha amiga lá embaixo, eu ainda não confiava nele e tendo o histórico incrível de caras que sumiram logo após eu mencionar a palavra virgem, eu definitivamente não iria arriscar com Tom.

- Ótimo, porque eu também não quero uma namorada, eu não faço idéia de onde eu possa estar amanha então um relacionamento está fora de questão, mas...

Ele rasgou um pacote de m&m’s , o terceiro, charmosamente roubados do meu esconderijo secreto, e os colocou na boca, todos de uma única vez com a habilidade de uma criança obesa de dez anos. Tão adorável.

- Mas... – Pensei um pouco, lá vem... Tudo sempre tem um, mas... Precisa ter, é quase uma regra.

- Podemos basear nosso relacionamento em sexo. – Disse ele... Assim... Como quem não quer nada.

- Que encantador. Esse é mesmo você ou há um garoto de 16 anos preso ai dentro? – Eu meio que zombei, mas na verdade estava irritada e com vontade de dar uns bons tapas nele, porque ele não pode ser um pouco mais romântico e me pedir em namoro, ou me enviar flores e jóias? Será que ele intuitivamente sabia que eu odiava flores e jóias?

- Então o que? – Ele pareceu surpreso com a minha agressividade. – Não queremos um relacionamento, mas estamos afim um do outro, manter uma amizade com benefícios é perfeito.

- Amizade com benefícios? Sério? Não obrigada! Eu já assisti Amizade Colorida e sei onde isso vai parar.

Tão apropriado... Um pouco de sexo, discussões sobre como casais se levam tão a sério e blá blá... Dias depois nos tornamos um casal idiota e apaixonado... Não vai rolar.

- Porque você sempre fica baseando sua vida em um filme qualquer? – Tom parece um pouco zangado quando começa a gesticular jogando suas mãos para o alto, na verdade acho que vai me bater se eu chegar muito perto, mas é só o seu jeito estranho mesmo. – Eles eram livres e moravam na mesma cidade. Você ama outro cara e eu vou embora em um mês... A não ser que você esteja com medo de se apaixonar por mim.

Seu dedo indicador toca meu nariz e ele me empurra pra cima do sofá. Apaixonar-me por ele, mas do que ele está falando? Em um minuto falávamos em sexo e agora amor... Todo mundo sabe que essas duas coisas nunca andam juntas... A não ser que você se apaixone por um garoto de programa é claro.


- Primeiro, eu não fico baseando minha vida em filmes. – É eu fico, mas não vou admitir. – Segundo, não há a menor chance de eu me apaixonar por você Tom, sei lá... Você nem faz o meu tipo. – Não faz mesmo, homens de dreads me lembram adolescentes maconheiros e isso me da nojo.

- E você pensa que eu não sei disso? Da bem pra notar o tipo de cara que você gosta, basta ver o fracote engomadinho do seu melhor amigo. – Pausa: Minha vida é uma farsa... – Eu... Sou bem diferente eu sei, eu não sei me comportar, eu falo palavrão, embora eu tenha me controlado na sua frente. Eu falo estupidez com Georg o tempo todo, e eu fumo. Ok, mas esse sou eu... Não vou mudar, mas não finja que não está afim de mim Kate, porque eu sei que está.... Mesmo eu não fazendo seu tipo.


Ele acabará de ser o mais sincero possível, e eu estava tentando repeli-lo, ou aquilo apenas acontecia por acidente?
Pense Kate... Pense... Não entre em pânico, você pode ficar com ele, pode dar uns amassos, mesmo que isso pareça tão vintage... Não tem problema porque está na moda. Beije, saia para jantar, mas não transe... Isso é para aquele... Você sabe, disse o anjinho no meu subconsciente. Enquanto isso o diabinho gritava... FIQUE COM ELE... Sou vadia trouxa, você nunca vai arrumar nada melhor mesmo, não com essas rugas nascendo no meio da sua testa. Ótimo... Um choque de realidade... Respirei fundo, sem pensar muito na decisão que acabará de tomar.

- Já terminou o decurso? – Peguei uma lixa de unha que estava em cima da mesa atrás do sofá e comecei a lixar minhas unhas em sua frente. – Acho que você pode me beijar agora. – Olhei pra cima balançando as mãos.

- Porque você é tão irritante? – Tom estava um pouco zangado, mas caminhou até mim, puxando-me do sofá e me suspendendo no ar, apenas me largando em cima da mesa de jantar da sala. Ele enfiou-se entre minhas pernas me beijou.

Gostaria de dizer que esse foi um beijo calmo de reconhecimento de campo, mas estaria mentindo, Tom estava tentando me engolir e também não tinha freios nas mãos... Onde estava o cara que eu conheci?

- Tudo bem. – Eu o interrompi antes que o clima ficasse ainda pior. – Vamos ter umas regras aqui.

- Tipo aquele lance do filme de novo? – Perguntou ele tentando me beijar novamente.

(Observação para mim mesma: Nunca tomar um filme como exemplo na frente do Tom.)

- Não... Eles se apaixonaram, não podemos tomá-los como exemplo.

- Ta bom, e então porque não me fala um pouco destas regras ai. – Disse ele voltando a beijar meu pescoço. – Sabe... Estou um pouco ocupado aqui. – Ele me mordeu e eu o empurrei.

- Primeira regra Tom, nunca me morda você não é um vampiro e eu não sou adepta do sadomasoquismo. – Ele ri balançando a cabeça e volta ao meu pescoço, caramba o que ele achou ali? – Ok segunda regra... Não estamos namorando então podemos sair com outras pessoas.

- Ok. – Ele pareceu surpreso ao concordar.

- Mesmo?

- Se você quiser. – Ele não estava mesmo nem ai para o que eu estava falando.

- Pode, por favor, prestar atenção em mim? – Tom bufou voltando seu olhar para o meu rosto.

- Claro... Vamos falar sobre regras.

Interrompe-lo... Humm... Que idiota que eu era. Mais uma oportunidade perdida, Não era todo o tempo que um homem interessante e atraente como ele cruzava meu caminho e se atracava com meu pescoço desta maneira... Ok vou ser sincera... Nunca.

- Nós... Nós...

- O que? – Disse ele rindo, notando visivelmente meu estado alterado de excitação.

- Nós... Você sabe, eu decido quando. E não aceito objeções.
Fechei meus olhos e senti meu rosto ficar vermelho, era tão humilhante dar pra trás com ele nesta altura do campeonato, o que eu estava pensando? Que ele aceitaria numa boa ficar vendo filmes estúpidos comigo e dando uns beijinhos vez ou outra?

- Sexo? – Disse ele no meu ouvido. – Não consegue dizer a palavra sexo? Não estudou em um colégio de freiras estudou?

- É claro que não, eu só não... Esquece.

- Então teremos um relacionamento baseado em sexo, mas sem sexo? – O tom de voz dele era tranqüilizador e no fundo condescendente.

- Não, só que... – É isso mesmo que você ouviu.

- Você decide, já entendi, mas podemos ficar de amassos, não é? - Ele estava ouvindo meus pensamentos? Ele levou um choque ou coisa parecida e agora consegue me ouvir? Eu estava ficando louca? Sim!

- Parece um adolescente. – Digo quando ele avança prensando meu corpo contra a mesa novamente.

- Desculpa, mas eu não consigo manter minhas mãos longe de você. – Ele riu. – E antes que você diga, eu sei que essa frase foi barata, mas é isso mesmo que você ouviu.

- Humm... Eu nem ia falar nada. – É eu ia, mas ouvir você admitir foi bem melhor.

- Está faltando alguma regra ou eu já posso por a mão dentro da sua blusa? – Tom fez a pior cara de safado do mundo e então gargalhou. – Foi uma brincadeira, eu vou me comportar. – Ele levantou as mãos pra cima em sinal de derrota ainda rindo.

- Não quero que me ligue toda hora, ou que me cobre por qualquer coisa, não quero que fume perto de mim e também não quero que me beije em público, e isso fica entre nós dois.

Eu o aviso antes de bater em suas mãos.

- Vou precisar contar ao Georg. – Diz ele tocando em minha barriga.

- E eu ao Adam. Tudo bem, apenas eles. – Penso em Lili, mas não preciso formar uma lista para Tom, vou contar a quem eu quiser e pronto. – Bom... Acho que é isso.

Suspirei o olhando, e ele me chamou com o dedo. Mais idiota impossível, se ele não tivesse passado o dia comigo tomando refrigerante diria que estava bêbado.

- Nós... – Ele começou pondo suas mãos em minha novamente e então eu dei meia entrada. Apesar de ele merecer passe livre.

- Sim, podemos dar uns amassos agora, mas precisa prometer que vai se controlar.

- Não. – Respondeu simplesmente, mas pareceu como: Quem se importa com o que você acha?

- Eu não esperava ouvir outra coisa. – Isso mesmo, digo para mim mesma, não espere romantismo, ele não é a porra do seu namorado imaginário. – Caminho até ele e pego em sua mão o puxando até meu quarto.

Não... Não se emocionem, nada aconteceu... Quer dizer sim, nós ficamos em amassos loucos, mas nada que resolvesse o meu maior problema. Eu sei, vocês devem estar se perguntando, se ela deu amassos loucos no quarto dela com ele, porque não deixa rolar? Bom... Eu não sei.
Na verdade eu diria que sou prisioneira de minha própria mente, e ela não me deixa ter livre arbítrio, mas o fato é que eu a partir do momento em que eu o deixei fazer parte da minha vida, eu preciso urgentemente bolar um plano para contar a ele sobre minha virgindade, e embora eu não seja muito religiosa... Rezar para que Tom não suma assim que ouvir as estranhas palavras saírem de minha boca, parece ser a coisa certa a fazer.




...............x................

É isso ai... Meninas obrigada de verdade por cada comentário, sei que não respondo, sou péssima nisso. Mas se alguém quiser conversar sobre a fanfic ou perguntar algo mais diretamente, aqui está meu twitter. @_Pam_Oliver

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73 Re: Simplesmente Complicada em Sex Dez 07, 2012 10:49 pm

Sam McHoffen

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Ah Meu Deus! Esses dois estão é começando a se apaixonar, mas nenhum deles quer admitir! hahahah

Eu li o capitulo do inicio ao fim com um sorrisinho idiota na cara! E isso porque eu realmente me identifico com a Kate!

Adorei o Tom jogando verdades na cara da Kate ela tentando negar a cada segundo tudo o que ele falou. E melhor ainda ela não conseguir resistir a ele!
Amizade Colorida é um ótimo filme! E não é muito Kate, porque tem essa coisa do sexo, então...
Mas foi bom ela abaixar a "muralha" que ela construiu pra afastar os homens dela. Mesmo que talvez esse "relacionamento" dos dois não dê em nada, por agora!

Oh Gosh! Essa do Tom beijando o pescoço dela, comooo ela conseguiu manter uma conversa com ele?! Eu realmente perderia os sentidos com isso! E me lembrou o video do Tom com a Chantelle, no carro, onde ele beija o pescoço dela enlouquecidamente! Fiquei com uma invejinha dela! hahaha (Acho que a Lara entendo o que quero dizer hahaha)

"Na verdade eu diria que sou prisioneira de minha própria mente..." Isso é tão eu! E entendo completamente a Kate de ter dado uns amassos no Tom, mas sem ir pros finalmentes!
Eu toh louca pra ler quando a Kate contar pro Tom da virgindade dela, e mais louca ainda pra saber qual vai ser a reação dele! Razz

E é nessas horas que penso: Por que tenho que ser tão travada e não gostar de Twitter? Sad
Mas se eu tiver dúvida entro num twitter do blog e converso contigo Birdy! Very Happy

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74 Re: Simplesmente Complicada em Sab Dez 08, 2012 1:42 pm



Puta que pariu - Desculpe o palavrão! - A Kate merece o prêmio nobel da força de vontade!!Vey, o cara puxa ela do sofá, joga ela na mesa, quase mata a mulher de falta de ar, beija o pescoço dela e ela não faz nada com ele???

Essa vai pro cééééééuuuu!!!

Que isso, como Kárita já mencionou, quando eu vi o vídeo do Tom beijando o pescoço da Chantelle no carro, senti a maior inveja desse mundo!!O que eu não daría por uma mordidinha do Tom no meu pescoço.....

Aí, beleza, ela enche ele de regrinhas - a propósito, eu também tenho mania de basear minha vida em filmes!Será que isso é alguma loucura ou só cafonice?? - Ela leva ele pro quarto dela e fica só nos amassos?????

Kate, você é a rainha da força de vontade, viu???Eu numa situação dessa nem me lembraria que existe virgindade e essas coisas...... Fala sério!!

Birdy, assim como a Kárita, eu também ODEIO twitter e tenho uma certa repugnância àquele lugar!!Seria legal se você pudesse nos adicionar no facebook.....se quiser, é só mandar o link por MP, ok???

Continuaaaaaaaaaaaaaaaa

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75 Re: Simplesmente Complicada em Sab Dez 08, 2012 7:51 pm

Eu tinha imaginado que a Kate iria repelir o Tom porque ela era toda durona e tal, mas ela foi sensata e admitiu pra si mesma que a coisa tava saindo do controle dela :p Olha o que o amor/ paixão faz com as pessoas né kkkkkk
Achei surpreendente o controle dela com as insinuações do SexGott, cara ela é determinada kkkkkk Vamos ver se o Tom irá seguir com as regras dela e eu estou HIPER MEGA BLASTER CAKE CURIOSA com a reação dele (se) quando ela contar sobre a virgindade. Ele tá sendo tão compreensivo pode ser muito fofo isso <333333333333333333333333333333
Eu também tenho mania de basear minha vida em filmes o que não dá muito certo como no Kate que acabou se dando bem.
Mais uma que não consegue acreditar que ela não conseguiu chegar aos finalmentes com ele com aqueles amassos todos..
Qualquer dúvida perguntarei no twitter sim ^^
continuaaaaaaaaa mulher. Não demore porque agora estamos no auge da curiosidade u,u

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