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Darkside - The World Has Changed

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1 Darkside - The World Has Changed em Qui Jan 23, 2014 9:44 pm

Sam McHoffen

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Administradora

Autora: Samantha McHoffen.
Gênero: Romance e ficção.
Sinopse: Ano 3000. Um bilhão de pessoas no planeta sobreviveram à superpopulação mundial que quase levou a destruição do planeta e a extinção humana. O confronto de tecnologia e natureza entra em contraste o tempo todo. Robôs estão por todas as partes auxiliando na vida quase perfeita da humanidade. O preço dessa vida é alto, há muito tempo apenas quem tem uma grande fortuna possui o direito de sobreviver nesse novo mundo.
New London. É onde se encontra Anny Rockefeller. Com 18 anos é apenas mais uma jovem bilionária mimada do novo mundo, que deseja apenas aproveitar cada dia de sua vida intensamente, sem preocupações com um possível futuro, mas não por muito tempo.
Anny será obrigada a viver no Instituto Athena, que tem por objetivo ensinar os novos milionários do mundo a permanecerem vivos, ativos e a manter a fortuna de suas famílias. Por influencia do misterioso Instituto Athena, e principalmente por algumas pessoas que vivem ali, ela irá descobrir que viver no ano 3000 não é tão fácil como imaginou, e terá que encarar uma realidade completamente diferente da que vivia.

-Alguém se habilita a ler?

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2 Re: Darkside - The World Has Changed em Qui Jan 23, 2014 9:59 pm

Anny V.

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Moderadora
Nem li a sinopse porque já decorei ela USAHSUAHSUASHAUSH
Poste logo, imediatamente, já!
To esperando U_U

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3 Re: Darkside - The World Has Changed em Qui Jan 23, 2014 10:16 pm

Esperando ansiosamente para o primeiro capítulo e os que o segue :DDD

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4 Re: Darkside - The World Has Changed em Sex Jan 24, 2014 6:26 am

Posta Kakáááááá!!!!

  

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5 Re: Darkside - The World Has Changed em Sex Jan 24, 2014 4:09 pm

Uhuuuu!  

Tô aqui esperando tbm, viu...  Razz

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6 Re: Darkside - The World Has Changed em Sex Jan 24, 2014 4:24 pm

Eu já disse que adoro fanfics futuristas? Principalmente quando são sobre temas discutíveis/reflexíveis sobre o nosso futuro? Isso realmente me leva para um universo paralelo.
Mas okay, sobre a sinopse... Muito pouco Sam, preciso de mais. To com uma puta curiosidade, posta logo!

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7 Prólogo em Sex Jan 24, 2014 6:44 pm

Sam McHoffen

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Administradora
Primeiramente, obrigada pelos comentários meninas, vocês são fodas u.u
E sim, dona Lanna, você já disse e eu também amo esse tema, por isso resolvi escrever essa fic.
Bom, bem vindas e boa leitura!




Azul, rosa, verde, vermelho e amarelo... Não, espera! Não é amarelo, aquela luz é laranja! É. Laranja. Começo a rir como se eu estive ouvindo a melhor piada do mundo, meu estômago doí, mas continuo rindo olhando para as luzes que continuam mudando de cor sem parar a minha frente. São lindas luzes coloridas que veem de algum lugar acima de mim que mudam de direção me fazendo rir ainda mais.
Sinto meus pés flutuando, como se eu estivesse no espaço sideral, sem a maldita gravidade existente nesse planetinha azul ao qual vivo. Tudo parece leve, todos a minha volta começam a flutuar também. Legal. É, muito legal. Termino de tomar o resto da bebida azul em meu copo, sinto o álcool queimar minha garganta e sorriu feliz com a sensação que ele trás.
Sinto alguém pegar na minha cintura e me arrastar para a pista de dança. Arrastar não, flutuar. Íamos flutuando lentamente até a pista de dança, enquanto as luzes giravam bem acima de nós. Começo a pular ao ritmo daquela barulheira que diziam ser música, junto com aquela pessoa que me trouxe até ali, era um homem, acho. Olhei a minha volta e todos pulavam também, uns mais que os outros, havia um casal se beijando desesperadamente um pouco adiante. Sorri vendo o quão quente parecia aquele amasso.
Continuei pulando enquanto tudo girava sem parar, como se eu estivesse dentro de uma bolha colorida. Logo depois eu estava com um outro copo daquela bebida azul maravilhosa em minhas mãos, alguém chega perto de mim dançando colado ao meu corpo, nos beijamos, nos amassamos, sua boca junto a minha logo some e sinto o frio vento da madrugada no lugar de seus lábios e corpo. Então volto a pular para retirar aquela sensação fria.
Agora estou na grama, deitada olhando o céu nublado, começo a sentir uma gota em meu rosto, parece que está chovendo, sorriu colocando a língua para fora para que as gotas caiam em minha boca como uma criança esperando um floco de neve.
Alguém me puxa e me tira dali, tudo começa a girar novamente e a chuva para. Sou jogada num banco confortável, mas não quero dormir, me levanto e ouço ao longe uma musica cheia de batidas de bateria, começo a pular no banco e sacudir a cabeça. Alguém me diz algo que não entendo e começamos a rir, como se estivéssemos vendo um show de palhaços.
Onde estou? Foda-se! Não quero saber, quero continuar assim pelo resto da vida, me sentindo leve e com o álcool fazendo parte das minhas veias, se misturando com meu sangue. Penso comigo mesma enquanto percebo que estou dentro de um carro, tem um homem dirigindo e uma mulher ao seu lado rindo como uma louca. Começamos a rir enquanto o cara dirigia velozmente pela estrada sem movimento virando para todo o lado e fazendo manobras arriscadas, até que ele acelera e seu carro começa a flutuar acima da estrada. Bem-vindos ao ano 3000, pessoal.

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8 Re: Darkside - The World Has Changed em Sex Jan 24, 2014 6:52 pm

Anny V.

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Moderadora
Pera ai que eu to emocionada Ç_Ç
USHAOSHAOSHASUASHAS

Drogas: Essa Anny usa das fortes.
Agora você pode postar o primeiro capítulo e ir logo pra ação, né? u_u

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9 Capitulo 1 - The Party's Over em Sex Jan 24, 2014 7:08 pm

Sam McHoffen

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Administradora
Maldade com a Anny, Sunshine! E está ai o primeiro capitulo. ^.^


Passo a mão em meus cabelos pretos tentando organizar o emaranhado de fios que ele se tornou depois da noite agitada. Sinto meu estômago roncar e percebo que estou com fome. Quando foi a última vez que comi mesmo? Penso tentando me lembrar, mas não tenho sucesso. Me despeço de meus amigos sorridentes e saiu do carro indo em direção a minha casa. Paro diante da porta e coloco a mão no leitor de digitais, para que minha casa me reconheça. De todas as tecnologias existentes na minha vida, essa é uma das piores pra mim. Ninguém tentaria roubar minha casa, além de alarmes eficazes, câmeras de seguranças, haviam nossos robôs seguranças que atacariam qualquer invasor. E onde isso deveria ser útil, que é no meu quarto, minha mãe tem total liberdade para entrar na hora que quiser, uma tecnologia desnecessária.
A porta se abre sem barulho algum e adentro minha casa silenciosa. Penso em ir direto para meu quarto, tomar um banho e dormir o dia todo, mas ouço meu estômago roncar novamente, reviro os olhos e vou caminhando preguiçosamente em direção a imensa cozinha.
– Boa dia, senhorita Anny. – uma das robôs empregadas diz sorrindo. Se você a olhasse rapidamente, juraria que é um humano de verdade, mas olhando bem, perceberia seus olhos sem vida e suas ações e falas programadas.
– Quero um café e pão integral com mel. – disse ignorando o bom dia da robô. Para que responder a um robô? Eles pra mim tem que fazer o que mando e só, não sou obrigada nem a ser educada com humanos, quanto mais com robôs programados. Me sentei numa cadeira da bancada e senti minha cabeça latejar. Que legal, ressaca! Deitei a cabeça no mármore frio para ver se aliviava a dor que eu sentia – Faça o café primeiro, e rápido.
– Chegou cedo hoje, não são nem sete da manhã. – ouvi a voz irônica de minha mãe aumentando o volume ao passo que ela entrava na cozinha.
– Bom dia, senhora Kayleigh. – revirei os olhos para a educação da robô.
– Bom dia, Tanja.
– Nossa mãe, para! Além de falar com um robô você ainda dá nome a eles. Por favor, isso já é demais.
– Melhor dar nome a robôs do que passar a noite fora fazendo sabe-se lá o que e com quem.
– Eu estava bebendo, dançando, fumando e com... Quem era mesmo que estava comigo? – falei e olhei para o teto tentando me lembrar de quem estava comigo, mas minha memória não estava boa hoje de manhã.
– Pare de deboche, Anny.
– Mas é serio, mãe. Eu não lembro com quem eu estav... Não! Lembrei! – digo levantando a cabeça e olhando sorridente para ela – Era com Mathä e aquele namorado estranho dela. É, era com eles. – balanço a cabeça feliz por lembrar com quem eu estava, mas me arrependo no instante seguinte quando uma dor aguda invade o centro da minha cabeça. – Ai. – gemo colocando as mãos na cabeça para que ela pare de doer.
– Quando você pretende parar com essa vida?
– Nunca! Quer coisa melhor do que passar a noite toda me divertindo pela cidade?
– Quero! É claro que eu quero, Anny!
– Não começa mãe. – gemi e abaixei a cabeça no mármore novamente.
Todo santo dia eu tinha que ouvir o sermão da dona Kayleigh, de como eu passava quase todas as noites fora de casa e só voltava na manhã seguinte e dormia o dia todo. Ultimamente eu só ignorava as falas dela, ouvir ou tentar discutir seria pior, pois minha mãe jamais  pararia de implicar com minhas noitadas. E as coisas só pioravam quando eu chegava bêbada ou completamente louca em casa. Ela sabia o que eu fazia fora de casa, mas acho que ignorava tudo aquilo, para seu bem psicológico, acho.
A robô lerda, que minha mãe denominou de Tanja serviu minha xícara de café e meu pão integral com mel. Tomei um grande gole de café, como era bom sentir novamente o gosto daquela bebida quente em minha boca e que caia muito bem no meu estômago.
– Precisamos conversar, Anny. – ela disse pegando a xícara de café que a robô a havia entregado e me olhava seriamente. Levantei a sobrancelha esperando com que ela continuasse, mas ela apenas permaneceu me encarando.
– Diga. – minha mãe continuou me olhando ainda por algum tempo antes de falar, fazendo com que eu ficasse realmente preocupada pelo que ela poderia dizer.
– Não suporto mais essas suas saídas, Anny. A única coisa que você se limitava a fazer, não importando como está seu estado físico e mental, era as aulas de luta com David. O que não está mais acontecendo...
– Eu continuo indo as aulas. – disse me defendendo de suas acusações.
– Mas chega atrasada. David já me ligou várias vezes reclamando de sua indisciplina e eu já não sabia mais o que fazer com você.
– Sabia? – disse olhando assustada para ela. Algo dentro de mim acordou com aquela palavra. – Como assim você não sabia o que fazer comigo?
– Ontem tive o prazer de conhecer a representante de uma das empresas afiliada a nossa empresa...
– Sua empresa mãe.
– Nossa, Anny. Quando seu avô morreu eu fiquei por conta da empresa, mas quando eu não estiver mais aqui ela será sua e você precisa saber administrar tudo que possuímos.
Revirei os olhos e senti um alivio no peito ao ouvir aquilo. Minha mãe provavelmente só queria que eu fosse para uma faculdade, para que num futuro próximo eu consiga lidar com todos os bens da família. Mas para ser bem sincera, não estou nem  um pouco interessada nisso, além do mais, se você me perguntar o que temos hoje, eu não faço a mínima ideia. Sei que nossa família possui bilhões e bilhões em torno do mundo, mas eu não tenho a menor ideia de que propriedades temos e no que investimos. O meu negócio era só gastar uma pequena porcentagem dessa fortuna.
– Como eu estava dizendo. Conheci uma representante de uma empresa que é nossa afiliada e ela me disse que conhece um lugar onde você poderia continuar treinando luta e pararia com essa vida de noites regadas a bebidas e sabe Deus o que mais. – a olhei com a sobrancelha levantada e incrédula, minha mãe não podia estar falando serio. Comecei a rir de sua ideia maluca. – Do que está rindo, Anny?
– Mãe, se você acha que me colocando num colégio interno, cheio de novos milionários mimados e insuportáveis vai me endireitar, você está muito enganada.
– Qual a diferença entre eles e você, Anny?
– Ai, essa doeu. – disse ironicamente para sua comparação. Eu poderia ser uma nova milionária, mas não era nem um pouco mimada e insuportável. Bem, talvez só um pouco. Mas de maneira alguma eu iria conseguir ficar presa em um colégio interno. Não com um mundo cheio de novidades e diversão ao meu dispor.
– Mas não é um colégio interno.
– Ah, não? Então é o que? Um colégio interno só para mulheres? – revirei os olhos com aquela possibilidade.
– Você é apaixonada por luta, lá é como um campo de treinamento especializado. Você terá algumas aulas para administrar nossas empresas e outras atividades disponíveis que você pode ir, se você se interessar, e terá os melhores professores de combate.
– Duvido muito, já que o melhor professor de combate no mundo me dá aulas. E até onde sei ele não dá aula em nenhum colégio para novos milionários. E esquece, não vou para esse lugar ai.
– Você vai sim, Anny.
– Não vou, quero ver você me obrigar. – sorri ironicamente e comecei a comer meu pão com mel.
– Assim que comer, tome um banho, vista uma roupa e desça.
– Mãe, eu não...
– Só faça o que estou mandando, tudo bem?
Revirei os olhos e comecei a ignorá-la, era nessas horas que minha mãe ficava completamente insuportável e não ouvia mais nada do que eu dizia. Logo ela se levantou e foi para seu escritório com cara de poucos amigos. Terminei de tomar meu café e fui para meu quarto, não estava planejando fazer o que minha mãe falava, mas eu realmente precisava de um banho.
Entrei no banheiro e me despi em frente à parede a minha frente, ao qual era toda espelhada, mais uma coisa moderna inútil. Quem havia tido essa ideia de uma parede espelhada no banheiro, deveria ser um narcisista do caramba.
– Chuveiro, ligar. – disse para o nada e meu chuveiro automaticamente começou a jorrar uma grande quantidade satisfatória de água morna. Entrei embaixo dele e aproveitei cada momento ali. Além de lutar e sair para curtir a noite, a água quente caindo sobre meu corpo era o que mais me acalmava.
Ao terminar meu banho fui até meu quarto e peguei a primeira roupa que vi pela frente, um short e uma regata simples. Deitei em minha cama confortável imaginando que iria dormir pelo resto do dia, mas infelizmente isso não aconteceu.
– Anny?! – ouvi a voz da minha mãe, enquanto a mesma adentrava meu quarto.
– Hey, esse é meu quarto. Não posso ter nem privacidade em meu próprio quarto? – disse me sentando na cama e olhando para minha mãe, que ignorou completamente minha reclamação.
– Venha até a sala comigo, agora.
– Ui, isso foi uma ordem?
– Por favor, Anny. Levanta dai e me acompanhe.
Revirei os olhos e me levantei da cama e a acompanhei para a sala a contragosto e completamente sem paciência. Se minha mãe acha que vou aturar mais uma de suas ordens, ela está muito enganada. Eu já tinha ouvido absurdos demais por um dia.
– Anny, esses são Bill e Tom Kaulitz, do Instituto Athena. – minha mãe foi dizendo enquanto entravamos na sala. Revirei os olhos imaginando dar de cara com dois velhos gordos e com cara de tédio. Mas assim que entrei na sala e meus olhos enxergaram os dois homens a minha frente arregalei os olhos surpresa.
– Puta merda! – falei sem pensar olhando os dois homens ali parados. Eles eram incrivelmente altos, o mais alto era magro, mas completamente definido, de cabelos negros um pouco longos num moicano, pele branca e olhos castanhos que me deixaram completamente sem fôlego. O mais baixo era extremamente parecido com o outro, mas com cabelos um pouco mais longos e ao contrario do mais alto que tinha uma expressão seria no rosto, havia um misto de brincadeira em seu olhar.
– Prazer, eu sou Bill Kaulitz e esse é meu irmão, Tom. – disse o mais alto e mais bonito, sem se quer sair do lugar.
– Olá. – Tom me estendendo a mão, ao qual ignorei a olhando como se fosse um bicho. Ele sorriu torto e puxou a mão, voltando a sua posição inicial, com as mãos para trás, como um velho soldado. Os dois vestiam roupas pretas, que provavelmente eram de alguma marca famosa. Ui, eles usam roupa de grife.
– Como eu havia lhe dito mais cedo filha. Você a partir de hoje irá morar no Instituto Athena e será treinada lá.
– Mas nem morta. – revirei os olhos e me virei tentando ir em direção a meu quarto. Minha mãe colocou a mão no meu ombro me fazendo parar. Eu poderia a machucar se quisesse, sabia que como todos humanos milionários ela sabia lutar, mas sem dúvida ela não era páreo para mim. – Mãe, me solta. Não quero te machucar e você sabe muito bem que não vou a lugar algum.
– Desculpe, Anny. Mas não aguento mais essa sua vida e preciso pará-la antes que você faça algo realmente estúpido. Bill, ela é toda sua. – disse minha mãe com a voz falha e me olhando com pesar.
Foi naquele momento que percebi que minha mãe estava realmente decidida a me colocar numa escola estúpida para me colocar na linha. Ao perceber isso, automaticamente olhei em direção ao homem mais alto ali presente, Bill vinha em minha direção com passos largos e decididos. A primeira coisa que senti foi um medo tremendo, ele era bem mais alto e forte que eu. Mas esse pensamento durou apenas um milésimo de segundo, pois no outro eu estava em posição de defesa, ele poderia ser forte e alto, mas eu sabia lutar muito bem. E fora treinada por David Jost, simplesmente o melhor lutador em combate do mundo.
Bill veio em minha direção serio, sem piscar ou pensar duas vezes, ele esticou as mãos para me pegar, num simples gesto. Sorri para ele e dei um salto pra trás para me esquivar dele. Bill me olhou nos olhos me fazendo tremer internamente com a intensidade de seu olhar, ele percebeu que eu não iria me render tão facilmente. Mais uma vez ele tentou me alcançar, mas fui rápida o bastante para perceber o que ele ia fazer e me agachei para me esquivar. Como sou mais baixa que ele consegui faze-lo facilmente.
– Chega de brincadeira. – foi o que ele disse ao vir com uma conduta de lutador profissional pra cima de mim, tentei me esquivar, mas ele foi mais rápido me segurando pelo braço direito. Tentei me libertar, mas ele era bem mais forte que eu. Uma fúria me dominou me fazendo esquecer todos os golpes de luta que eu havia aprendido em anos, como uma criança comecei a tentar me soltar, mas Bill prendeu minhas duas mãos para trás e deu um pequeno golpe em meus joelhos, me fazendo cair no chão.
– Bill. – ouvi a voz assustada de minha mãe e percebi que ele iria fazer mais alguma coisa, olhei em sua direção e ela deu um passo a frente com olhos assustados. Então senti uma mão forte apertar um músculo no meu pescoço cada vez mais, me fazendo gemer de dor.
– Chega, Bill. – ouvi uma voz feminina dizer não muito distante, meus olhos reviraram enquanto senti algo sendo colocado em meus pulsos, alguém estava me algemando.
Senti uma forte vertigem tomar conta de mim, e por mais que eu lutasse contra isso, sabia que iria desmaiar. A última coisa que vi antes de fechar os olhos, foi o corpo de uma mulher com uma calça e jaqueta de couro preto passar de costas para mim, com grandes cabelos vermelhos. Quem era aquela mulher? Foi a última coisa que pensei antes de apagar completamente.

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10 Re: Darkside - The World Has Changed em Sex Jan 24, 2014 7:49 pm

Anny V.

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Moderadora
Aêêêêê *O*

"– Desculpe, Anny. Mas não aguento mais essa sua vida e preciso pará-la antes que você faça algo realmente estúpido. Bill, ela é toda sua." EU VOU, PERA AI ~indo ser do Bill~ USHIAUHSAOUISHASUH

Essa Anny é um amor, fala ai. Ôh pessoinha amável, nem da vontade de bater nela.
O Instituto... Eu acho que a Anny se fodeu, mas só acho u_u
E sobre a mulher de cabelos vermelhos: G_G
Não tem muita graça comentar quando se sabe o que vai acontecer no capitulo seguinte e_e
E porque eu já surtei tudo o que tinha pra surtar com a Sam antes IOSJAIOSJASIASOIAS
Esperando pelo próximo capitulo *~*

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11 Re: Darkside - The World Has Changed em Sex Jan 24, 2014 7:54 pm

Já disse pra tu postar mais logo!
Quero logo continuar a ler.
Por acaso essa ruiva é a que tu disse que eu vou gostar mais?
E estou esperando por mais detalhes do ano 3000. Tu sabe que eu gosto muito desse tema né. É só olhar pros livros que eu gosto: Admirável Mundo Novo, Laranja Mecânica, Jogos Vorazes... É isso aí, trate de detalhar tudo bem direitinho.
Ah, faz tanto tempo que eu não leio e comento fics que eu nem lembro como se faz isso. kkk
É isso aí, poste logo!

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12 Re: Darkside - The World Has Changed em Sab Jan 25, 2014 3:27 pm

Olha eu aqui!
Faz muito tempo que não acompanho/comento uma fanfic, então releve meus pobres comentários.
Então vamos ao que interessa: de cara, já amei o tema. Sem dúvida um dos meus favoritos (se não for O favorito hehe)
Eu já ia começar a fazer suposições sobre o que vai acontecer, mas vou me conter, ainda está muito cedo. kkkkkkkkk
Quero saber quem é essa mulher de cabelos vermelhos, já despertou minha curiosidade.
Na verdade eu estou curiosa sobre várias coisas, então estou esperando o próximo capítulo ansiosamente.  ~.^

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13 Re: Darkside - The World Has Changed em Seg Jan 27, 2014 2:20 pm

café, como era bom sentir novamente o gosto daquela bebida quente em minha boca e que caia muito bem no meu estômago.
Acho que eu não preciso comentar o quanto essa parte foi desnecessária. Café? Afs.
Mas enfim, que foi isso meu Deus? Pra que tanta violência? G.G haha
Mentira, eu adoro pessoas perversas, tipo o Bill ai. Inclusive creio que essa arrogância deles, tanto do Bill quanto da Anny, irá nos render muito momentos tensos~.

Prossiga  

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14 Re: Darkside - The World Has Changed em Seg Jan 27, 2014 6:11 pm

Ella.McHoffen

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Administradora
Olha eu aqui! *--*
Bom há imenso tempo que não comento fic's mas essa eu não perderia por nada. Além de ser da minha cunhadinha é sobre um tema fantástico, que todos tentam imaginar como será o nosso mundo daqui a uns anos.

O que tenho a dizer sobre esse pedacinho é que a fic promete. Essa Anny é bem atravessada, mas gostei dela. Esse instituto promete, e esse Bill poderoso ainda vai trazer muitos problemas à Anny.  Rolling Eyes 
Curiosa sobre essa rapariga de cabelo vermelho.

Posta logo outro capítulo.

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15 Re: Darkside - The World Has Changed em Ter Jan 28, 2014 8:26 am

Que temperamento difícil dessa menina....  Shocked 

PQP!!

COntinua, Kaká!!

P.S. Desculpe pelo meu comentário medíocre....Tô no trabalho e meu chefe tá bisbilhotando tudo aquie.... -_-

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16 Re: Darkside - The World Has Changed em Ter Jan 28, 2014 1:07 pm

Tuts Tuts... Cheguei!  lol! 

Só eu que achei merecido a Anny ir pra esse instituto?    Acho que tomei as dores da Tanja hahaha Razz
Com esse temperamento difícil de lidar posso prever altas tretas, não? Caracas, um Bill "Bad" é a primeira vez que vejo em fanfics, hmmmm... Sei não, hein    

Sobre o tema, acho extremamente fascinante, ainda mais pra mim que sou apaixonada por tecnologia e coisas do tipo!

Continue!!! *O*

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17 Re: Darkside - The World Has Changed em Ter Jan 28, 2014 6:22 pm

Sam McHoffen

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Administradora
Olá!' *O*

Primeiramente, obrigada a todas vocês que comentaram, vocês não fazem ideia do quão feliz eu fiquei ao ler cada comentário de vocês!   

E obrigada a quem somente leu, sei que teve gente que não pode comentar, mas fico feliz só de saber que estão lendo e gostando!

Anny: Não importo de você surtar comigo por DM ou no ICQ, pode continuar a surtar, não vou me importar u.u E adoraria ver você batendo na minha Anny!
Carol: Caramba! Você lendo uma fanfic minha, que hora! *O* E sim, essa é a ruiva que acho que tu vai gostar! Sim, sei que tu ama esse tema, espero que goste da minha fic. E acho que tu não perdeu o jeito em comentar, mesmo que seu comentário seja pequeno, vou amar, Carolinda!
Vans: Tu não faz ideia do quão curiosa estou pra saber tuas suposições! espero que tu goste da fic, assim como gosta do tema! E Sobre a mulher de cabelo vermelho... Tu vai descobri agora! No próximo capitulo!
Lanna: Af! Tanta coisa pra tu reclamar e tu vem falar do CAFÉ? Tinha que ser você né dona Lanna? u.u Ainda vai ter violência por ai, se prepare... O gênio do Bill e da Anny entraram em conflito a fic toda hauahauhua
Ella: Espero que tu volte a ativa para comentar fanfics, cunhadinha ahaauahauaaha Sim, a Anny é bem atrevida... Olha, acho que quem vai ter problemas é o Bill, não a Anny hahahahaa
Lara: Que isso! Só de tu comentar já fico feliz! Acho que tu vai adorar a Anny, vocês tem o gênio forte huahauahaaua
Mih: Aiiiiin! *O* Fiquei super feliz com teu comentário, e olha, é grande! HAUAAHAAH Tomando as dores da Tanja, que maldade, Mih! hahaha Sim, altas tretas. E sim, esse é um Bill 'bad', não tanto... Espero que continue gostando! *O*

E aproveitem, o próximo post será o Capitulo 2.  

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18 Capitulo 2 - Athena em Ter Jan 28, 2014 6:23 pm

Sam McHoffen

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Administradora

Minha cabeça estava pesando uma tonelada em cima do meu pescoço, e tudo parecia girar a minha volta, mesmo eu estando de olhos fechados. Tentei ouvir algum barulho, mas a única coisa que eu conseguia ouvir era minha própria respiração leve. Abri os olhos lentamente e ergui a cabeça olhando a minha volta. Eu estava num quarto pouco mobiliado, deitada numa cama de aparência hospitalar que me deixou intrigada. Desde quando internatos possuem quartos de hospitais? Me perguntei internamente.
Minha mãe deveria estar ficando louca se acha que irá conseguir me manter nesse lugar estranho. Sento na cama para me levantar tentando me habituar a claridade e tentar sair daquele quarto, então ouço o barulho da porta se abrindo com um ruído baixo e olho imediatamente para ela apreensiva.
– Onde estou? – pergunto num tom de voz um pouco alto assim que Bill, o idiota que de alguma forma conseguiu me nocautear, entra no quarto – Pra onde você me trouxe?
– Você está em um dos quartos da ala de enfermagem do Instituto Athena, ao qual você irá permanecer por algum tempo, Anny. – ele responde me olhando nos olhos, com um tom de voz calmo e metódico, que me deixa um pouco mais irritada do que eu já estava com toda aquela situação.
– Só se for nos seus sonhos! Estou indo embora daqui agora. – digo me levantando rapidamente da cama.
– Você não tem permissão para deixar o Instituto, poderá apenas sair quando for autorizada, e no momento isso não é possível.  Sei que você não gostaria de estar aqui e que foi trazida pra cá contra sua vontade. Mas enquanto sua mãe achar que te deixar no Instituto Athena  é o melhor para você, e enquanto ela quiser isso, você permanecerá aqui.
– Eu sou maior de idade e faço o que quero da minha vida. – digo rápido, sem tentar se quer ser educada com ele. Sem duvida educação da minha parte, era a última coisa que todos naquele lugar iriam ter.
– Infelizmente você sabe que as coisas não funcionam assim. Não importa a idade que você tenha, se você é um risco para si mesma, deixa de ter poder sobre si. E no seu caso quem adquiri esse poder é sua mãe, por sua vez ela manda em você. – o moreno alto continuou me observando, na mesma posição ereta de antes, provavelmente esperando uma reação furiosa da minha parte, mas me limitei apenas a revirar os olhos por conta daquele absurdo. Eu não era um risco para mim. Ao perceber que eu não iria contradize-lo ele continuou falando – Dona Kayleigh me informou que não conseguiu explicar exatamente o que é o Instituto Athena. E antes que você nos julgue de maneira errônea, vim aqui lhe explicar nossa função aqui e em sua vida, a partir de hoje.
– Não estou a fim de ouvir nada sobre esse lugar e se você não quer me dizer onde fica a saída desse lugar, eu encontro ela sozinha. – disse irritada e o encarando com raiva, ignorando completamente todo o seu pequeno discurso.
– É impossível sair do Instituto sem autorização.
– O que? – digo num tom de deboche o olhando com uma cara de descrença, é claro que tinha uma saída, se você entra, você sai. Simples assim.
– Fugir daqui é impossível. Só os funcionários são autorizados a sair e esses são altamente qualificados em combate, temos robôs seguranças reforçados, equipamentos de segurança, câmeras e muros de 20 metros de altura em volta de todo o Instituto, então considere qualquer tentativa de fuga inútil.
– Que porra de lugar é esse? – disse o olhando estarrecida. Eu já havia visto lugares onde a segurança era reforçada, como bancos e casas presidenciais, mas nada chegava aquele nível de loucura.
– Instituto Athena. – ele diz lentamente e pela primeira vez vi uma reação em seus olhos, ele os estreitou me analisando por alguns segundos, mas ainda mantendo sua postura ereta e seria – Pode-se dizer que somos como uma escola, temos um colégio de alta patente onde você pode aprender a administrar a empresa de sua família, cursos de artes e outras coisas que uma escola normal possui. Mas acima de tudo, queremos novos membros para uma determinada área do Instituto Athena.
– E que área é essa? – digo um pouco intrigada.
– Técnicos em informática, estratégia em campo, lutadores, hackers, novos gênios e outras coisas. O Instituto permite apenas pessoas altamente capacitadas  para alguma área. Temos novos milionários aqui, mas o que buscamos são pessoas com um futuro promissor pela frente. E nossa função no Instituto é aprimorar essas pessoas, para que no futuro elas venham a trabalhar no próprio Instituto ou até mesmo serem grande influencia no futuro.
– E onde me encaixo nisso? Tem uma área para reabilitação de pessoas que curtem a vida? – sorri ironicamente.
– Você gosta de lutar, é boa nisso. Só precisa de disciplina e mais pratica. Você pode nos ser bem útil no futuro, além de outros talentos que podemos descobrir em breve.
Talentos, novos milionários gênios? Aquele lugar só poderia ser um Instituto pra doentes mentais. Continuei olhando para aquele homem a minha frente com a maior cara de que não estava nem ligando pra toda aquela ladainha.
– Assim que eu sair um de nossos instrutores irá te levar para uma visita ao Instituto e lhe mostrar seu quarto. Tomei a liberdade de te inscrever em dois cursos, treinamento em campo e administração. Se quiser escolher mais alguma coisa, é só falar com o instrutor.
– E se eu não quiser ir? – disse desafiando.
– Não haverá problemas. – ele responde calmamente, então vi um brilho perverso em seu olhar quando ele pronunciou a próxima frase – Nosso instrutor está autorizado a usar de todos os meios que ele achar que surtirá efeito em você. Então não se preocupe, você irá conhecer o Instituto e frequentar os cursos como manda o regulamente. Agora, com licença, tenho outras coisas para fazer. – ele diz e se vira saindo do quarto.
Logo a porta se fechou atrás dele, enquanto eu permanecia ali em pé, olhando aterrorizada para a porta. O que ele queria dizer com que o tal instrutor pode usar todos os meios necessários em mim? A primeira coisa que me veio a cabeça foi quando Bill e o outro cara estiveram na minha casa mais cedo, senti os pelos da minha nuca se arrepiarem com o pensamento. Pelo olhar de Bill eu tinha certeza que ele não mediria esforços para me dar uma surra caso eu não lhe obedecesse, e o mais baixo, Tom, só de lembrar do tamanho de seu corpo me causava terror. Eu tinha que dar um jeito de sair daquele Instituto, o que Bill havia falado da segurança, provavelmente não era tão verdade, ele deveria estar querendo apenas me assustar.
Caminhei lentamente até a janela de vidro pensando em talvez fugir daquele lugar por ali. Mas assim que me aproximei percebi o quão ferrada eu estava. Eu deveria estar no primeiro andar daquele lugar, seria fácil pular, mas o problema estava mais a frente. Havia um jardim extremamente bem cuidado onde vários robôs andavam por ele, mas depois desse jardim, eu pude ver o tal muro de 20 metros que Bill havia falado, mesmo olhando de longe, ele parecia um mostro aterrorizante.
É claro que haviam prédios maiores que aquele murro, 10 vezes maiores, mas um muro de proteção daquele tamanho e tão bem protegido era inédito pra mim. Estava tão concentrada observando aquela prisão que nem ouvi alguém entrando no quarto, só percebi quando esse alguém falou comigo.
– Ele causa um arrepio na alma, não é?
– Quem é você? – me virei assustada com a presença de uma mulher branca, que não parecia ser muito mais velha que eu, com longos cabelos vermelhos e roupas completamente pretas. Lembro que a ultima coisa que vi antes de apagar foi aqueles cabelos vermelhos, aquela provavelmente era a mulher que estava com Tom e Bill. Ela me encara com um olhar tranquilo e se aproxima um pouco de mim, ainda me olhando nos olhos.
– Samantha. Sou uma das Instrutoras do Instituto Athena e irei te levar para conhece-lo. – Samantha deu um pequeno sorriso de canto, mas continuei no mesmo lugar sem dizer uma única palavra apenas analisando minhas chances de derrotá-la – Sobre a muralha, não se preocupe, logo você se acostuma e nem vai lembrar mais que ela existe.
– Tá de brincadeira né? Acho que é meio impossível ignorar essa coisa monstruosa ali.
Para minha surpresa, Samantha deu uma gargalhada alta me fazendo dar um passo à trás. De todos daquele maldito lugar que eu havia conhecido, ela era a primeira a se mostrar com bom humor e sem a cara de psicopata que Bill e Tom demonstraram. Mas mesmo com aquela risada e aqueles olhos doces, continuei na defensiva porque não sabia a que ponto Samantha estava disposta a continuar com aquele bom humor.

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19 Re: Darkside - The World Has Changed em Ter Jan 28, 2014 7:09 pm

Acho que não preciso mais falar sobre meu desgosto por café, cof
Mas comentando sobre o capítulo... Gente, isso ta mais pra presídio, sério hahaha Aposto que tem cerca elétrica, nem gato entra aí q
Olha, sempre soube desde o capítulo 1 que rolaria altas tretas entre o Bill e a Anny, e bem, hoje tivemos uma pequena parcela de ideia, mais ou menos 0,01%, de como será daqui pra frente, é.
Enfim, prossiga rápido.

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20 Re: Darkside - The World Has Changed em Ter Jan 28, 2014 7:16 pm

Chegueei como prometido !!
Yey capitulo grande *--*
Esse Bill sendo "mau" e dessa maneira jasus! Gosto dele mais assim que bonzinho   
Anny ta ferrada só se virar super homem e que vai sair dai ahahah mas decerteza que Bill mandava Tom atrás dela e lhe dava uma surra.
Samantha, adoro o nome !! Essa mostra ser boazinha mas estou para ver bem. To de olho   

Tou a amar essa Historiaa!!

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21 Re: Darkside - The World Has Changed em Ter Jan 28, 2014 8:53 pm

Não gostei. Muito pequeno. Rum ¬¬ Faça capítulos maiores fazendo o favor!
Bill todo sério, adoro ele *-*
E eu acho que o Athena precisa me levar a força tbm, eu sou um futuro gênio da cozinha, não acha?
E ela vai ir na boa só por medo de levar um surra? Não gosto disso.
E Samantha, por favor, conquiste meu coração.

E que história é essa de ser uma honra eu comentar na tua fic? Andou fumando?

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22 Re: Darkside - The World Has Changed em Sab Fev 01, 2014 10:13 pm

Sam McHoffen

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Lanna: imagine que o café é chocolate quente, ok? u.u HAHAHHAHAHAHHA É quase um presidio mesmo, acho que um gato não conseguiria escalar 20 metros de muro, né? Então nem precisa. Treta de Bill com Anny? Magina, jamais!!! (Isso é só o começo)

Pati: Você por aqui! *O* Eu acho que você vai adorar o meu Bill então, principalmente com certos acontecimentos que vem por ai...   
Só uma coisa a dizer sobre Anny sair: impossível. Samantha... continue a ler e vamos ver se ela continua sendo quem se mostrou até agora.

Caroul: Sim senhora comandante! Huahauhaua a Pati também pediu capítulos maiores, vou tentar escrever alguns assim. Siiiim! Eu acho, todo mundo iria virar uma bolinha lá dentro contigo na cozinha hahaha Acho que Anny é mais esperta e tá pretendendo 'conhecer território', mas veremos... Espero que Samantha te conquiste! Nãão! Ainda não fui pra esse caminho, mas a décadas tu não lê fic, e estar lendo e comentando a minha me deixa feliz!  What a Face

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23 Capitulo 3 - At First Sight em Sab Fev 01, 2014 10:16 pm

Sam McHoffen

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– Você é normalmente assustadora assim ou é só uma tentativa de me fazer tentar fugir mais rápido? – perguntei olhando assustada para Samantha, que ficou seria me encarando por dois segundo e voltou a rir como uma louca.
Sua risada verdadeira em outras circunstâncias me faria perceber que esse era um de seus encantos, mas no momento a única coisa que eu conseguia sentir com aquela risada era um tremor dentro de mim, como se tivesse ouvindo rugidos de leões vindos em minha direção. Depois de alguns segundos Samantha se controlou e me encarou com um olhar brincalhão e um sorriso torto no rosto.
– Pronta para conhecer o Instituto Athena?
– Pronta para sair dele, isso sim.
– Gosto da sua ironia. – Samantha sorria me olhando enquanto abria a porta.
– E você é idiota, garota.
Samantha foi saindo do quarto ainda com seu sorriso brincalhão nos lábios, ela parou do lado de fora e olhou pra mim com a sobrancelha arqueada como se estivesse perguntando: Você não vem? E a resposta é: Não, mas nem morta sua idiota.
– Um interno tem que obedecer seu instrutor, se ele não o fizer, o instrutor tem a total liberdade de fazer com que o interno o obedeça. E acredite em mim, não estamos falando em castigos ou puxões de orelhas.
– Vai tentar me nocautear como o grandão?
– Bill? – ela perguntou inocentemente balançando a cabeça – Não! Até porque acho que você vai preferir me acompanhar como minha amiga do que fazer uma tour pelo Instituto amarrada numa cadeira de rodas. – seu sorriso brincalhão sumiu dando lugar a um risinho de lado bem macabro para meu gosto.
Arregalei os olhos para Samantha completamente chocada. Ela não poderia estar falando serio, ela não seria capaz de me amarrar a uma cadeira de rodas. Ou seria? Permaneci parada a sua frente por mais alguns segundos enquanto tentava analisar suas feições para descobrir se ela seria capaz daquilo, e foi olhando em seu olhar brincalhão, mas ao mesmo tempo com algo amedrontador que suspirei e resolvi não pagar para ver. Dei alguns passos em direção à porta do quarto, mas analisando cada gesto de Samantha. Eu poderia não tentar resistir agora, mas sem duvida alguma não irei esquecer de fugir desse lugar.
Assim que sai do quarto vi um enorme corredor branco, pelo qual fomos andando. Todas as portas se encontravam fechadas e sem nenhum numero ou nome de identificação.
– Essa é a área de enfermagem. Quando algum interno resisti a vir pra cá, como foi seu caso, e acabamos tento que tomar medidas extremas, eles ficam aqui por um tempo. – Samantha explica enquanto andava ao meu lado me acompanhando, com os braços para trás e andar ereto.
Ao chegarmos ao final do corredor havia um imenso jardim a nossa frente, mas não era o jardim que eu havia visto da minha janela, pois aquele parecia um segundo muro de arvores do Instituto, já aquele era bem maior e ocupava todo o centro do local.
– Esse é o jardim redondo, como você pode perceber. Estamos exatamente no meio do Instituto Athena. Pela esquerda – ela apontou para dois corredores extremamente parecidos com o qual havíamos acabado de sair, mas que estavam bem longe de nós – Estão os dormitórios e área hospitalar.
– Área hospitalar? – perguntei encarando seus grandes olhos verdes azulados.
– Sim, além de termos internos que estudam medicina, temos um hospital próprio com alguns dos melhores médicos de Londres, onde tratamos de internos, instrutores e algumas pessoas influentes.
– Influentes? Tá querendo dizer o rei e a rainha? – comecei a rir de toda aquela baboseira e fazendo chacota dela. Qual é, além de internato aquilo era um hospital para famosos? Pensei ironicamente.
– Também. – Samantha me respondeu seria.
– Tá de sacanagem com a minha cara?
– Não. Estou falando serio com você.
Continuei olhando pra ela por mais alguns segundos tentando descobrir em sua face algum indicio de que ela estava curtindo com minha cara, mas ela estava absolutamente seria. Tudo bem, aquele lugar estava me dando mais medo a cada instante.
– Continuando. Ali são onde tem aulas de faculdades normais, como qualquer outra de New London. Sinceramente?! A Área mais sem graça do Instituto. – falou se aproximando de mim e dando uma piscadinha. – Ali são a cozinha e garagem, do outro lado área para instrutores e docentes do Instituto, e ali a área de tecnologia.
Samantha falava apontando para cada corredor em algum lugar ao longe, atrás do imenso jardim ao qual eu não conseguia ver, como se eu fosse decorar aquilo. Olhei para cada corredor que eu conseguia ver tentando achar alguma placa ou algo escrito para informar onde era cada lugar, mas não encontrei nada.
– Eu vou me perder aqui, isso mais parece um labirinto.
– Cada corredor e porta tem sua localização. – Samantha sorriu e começou a andar em direção a tal área de tecnologia, suspirei e fui atrás dela – Local?
– Corredor da área de tecnologia, senhora. – revirei os olhos ao ouvir a resposta vinda de algum auto falante embutido por ali.
– Se você estiver perdida, é só perguntar onde está e a resposta vai vir direto para você.
– Muito engraçado. – falei e comecei a andar por aquele corredor que parecia não ter fim.
Os corredores eram extremamente altos, sem nenhum vestígio de câmera e robôs. Mas como em minha casa, provavelmente as câmeras deveriam estar embutidas nas paredes e teto do lugar, assim como detectores de fumaça. Ao passar pela primeira porta de metal, que era imensa, não vi nenhum lugar por onde se inserir impressões digitais.
– O que é isso? – perguntei.
– Sala de robótica. – Samantha respondeu parando ao meu lado, então colocou a mão na parede, onde automaticamente surgiu uma tela de 20 polegadas, ela começou a escolher algumas opções rapidamente e logo em seguida foi surgindo uma janela na parede, como se fosse de vidro.
E atrás da janela consegui ver uma sala imensa com robôs de todo o tipo, alguns aparentemente completos, outro em construção. E várias pessoas mexendo em alguma peça sobre balcões ou nos próprios robôs. Havia um ao fundo da sala que me chamou atenção, desde que me entendo por gente que convivo com robôs, mas eu nunca na minha vida toda tinha visto algo parecido com aquele. Fui me aproximando da parede observando o robô completamente espantada.
– É um T-Rex.
– Oi? – me voltei para Samantha assustada, eu estava tão concentrada olhando aquele robô que por alguns segundo esqueci completamente onde estava.
– O robô que você está observando, chamamos todos dessa linha de T-Rex. Sei que não é um dinossauro, mas é assim que o chamamos pelo seu tamanho.
Assenti com a cabeça e voltei a olhar para o robô. Ele era enorme e me lembrava o personagem de um antigo filme, um tal de Hulk ou como aqueles lutadores imensos. Apesar de seu corpo e rosto terem formas quase humanas, ele era completamente feito de um metal prateado, fazendo com que todos percebessem imediatamente se tratar de um robô.
– Nunca vi um desse. – falei baixinho, mais para mim mesma.
– É claro que não, você nunca esteve no meio de uma guerra. – Samantha respondeu rindo.
– Guerra? Do que você tá falando? – perguntei espantada.
– Esses robôs são robôs feitos para lutar. Não são robôs domésticos, eles são feitos única e exclusivamente para serem guerreiros. Eles possuem força extraordinária, movimentos leves, rápidos e precisos. Além de armas a nível militar.
Pensei mais uma vez que Samantha podia estar fazendo uma piada para me assustar, mas ao olhar novamente para aquele robô e prestar atenção percebi que ela estava falando serio, e que o Instituto Athena era bem mais que um simples e idiota colégio interno.
Continuamos andando pelo Instituto e a cada porta eu descobria algo que me deixava mais chocada, Samantha continuava me explicando o que era cada lugar pacientemente. Eu estava tão atordoada com tudo aquilo que nem me lembrava mais de querer fugir dali, não que eu quisesse permanecer naquele lugar, mas tudo ali era novo pra mim.
Todas as salas eram extremamente grandes, como antigos galpões de fábricas existentes em New London. Cada equipamento parecia ser de última geração, todas as paredes ao primeiro olhar eram brancas e haviam portas metálicas, mas ao tocar nelas você poderia ver o que havia por trás de cada porta.
Samantha me explicou que as paredes  eram de puro aço reforçado com chumbo, e era possível ver através da parede por causa de câmeras instaladas na parede computadorizada. Ao que ela me explicou, o Instituto possuía apenas um andar, mas que possuía vários quilômetros de extensão.
A todo o momento cruzávamos com internos ou instrutores, mas nenhum deles eram os que eu já conhecia, Bill e Tom. Como Samantha continuava sendo educada comigo, acabei resistindo à curiosidade de perguntar qual a função de cada um deles. E segundo o que Samantha me disse, Tom e Bill eram instrutores de combate, lutas para ser mais exata. Mas além de disso, Bill era “O Diretor”, pelo que entendi, o cara que mandava em tudo ali. Já ela , era como o braço direito de Bill naquele lugar, mas não uma simples secretaria, pelo visto ela tinha bastante poder ali, o quão influente ela era, eu não fazia a mínima ideia.

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24 Re: Darkside - The World Has Changed em Seg Fev 03, 2014 8:37 pm

Kárita, me arruma um robô desses pra ser meu escravinho por favor? To precisando muito de um desses.
Será que ela e a Samantha vão ser amiguinhas?
Aguardando...

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25 Re: Darkside - The World Has Changed em Ter Fev 04, 2014 11:43 am

Tentando sacar qual é dessa Samantha, muito enigmática ela. É esse instituto? Querendo saber mais sobre ele, sua atuação, seus membros... whatever, estou amando. Aguardando o próximo capítulo. Very Happy 

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