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Darkside - The World Has Changed

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26 Re: Darkside - The World Has Changed em Sex Fev 14, 2014 7:39 pm

Primeiramente "acho que um gato não conseguiria escalar 20 metros de muro, né?" OFENSIVO. Porque você não deu tantos detalhes do muro. Se ele não for "liso" o gato consegue u_u
Agora sobre o capítulo:
Nossa, Bill é o manda chuva? Por isso se acha, desumilde.
Olha, eu to meio desconfiada dessa Samantha, é amiga do Bill, pode ser meio "agressiva" como ele, é. Sei lá, vai que a doença é contagiosa... Nunca se sabe u.u
Enfim, demorei mas voltei <3

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27 Re: Darkside - The World Has Changed em Seg Fev 24, 2014 10:18 pm

Sam McHoffen

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Carol: Pode deixar que vou arrumar um robô desses pra ti, se quiser até coloco ele com corpo dos Joong lá! HAUHAAUHAAUAH Sobre a Samantha... sei de nada.   

Vans: Sim, esse é o Instituto! Eu amo esse lugar e tudo o que envolve ele, só de falar fico que nem boba aqui hauahauaha Samantha... Samantha... continue lendo. E fico feliz que tu esteja amando, isso me faz super feliz! *O*

Pessoa do café:
Sim, é um muro liso. Perdoe-me por não descrever como o muro é liso e um gato não conseguiria escalar 20 metros dele. Sim! Bill é o manda chuva que será a pedra no sapato da Anny... ou não. Sei lá, vai que a doença é contagiosa... Nunca se sabe u.u Você não presta, Lanna! HUAHAUHAUAHAUAAHAUA Mas continue lendo e descubra sobre a Samantha.



Última edição por Sam McHoffen em Seg Fev 24, 2014 10:31 pm, editado 1 vez(es)

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28 Capitulo 4 - 1º Roud em Seg Fev 24, 2014 10:19 pm

Sam McHoffen

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Administradora
Olá!  Embarassed 
Bom, eu queria pedir desculpa pela demora em postar esse capitulo, mas é que o Fórum ficou algum tempo em manutenção e eu estava esperando a dona Anny fazer a capa para o capítulo. Mas eu não abandonei a fic!
Esse capitulo, na verdade, eram pra ser dois. Mas como o Capitulo 4 iria ficar bem pequeno e fiquei um bom tempo sem dar as caras por aqui, juntei o capitulo 4 e 5. (Para felicidade da Carol e da Pati u.u)

P.S.: Eu não sei se vocês gostam de ler os capítulos com música, mas todo capitulo dona Carol me pede alguma musica pra acompanhar o capitulo, então quem ai gostar de ler com música, leia ouvindo Muse - Supermassive  Black Hole. Pra quem não gosta, apenas ignore!


Eu já estava cansada de tanto andar por aquele Instituto, e além da sala de robótica, tudo me parecia extremamente normal. Claro, tirando a parte de todas as salas serem imensas e extremamente modernas. Mas de acordo com Samantha, havíamos apenas percorrido metade daquele lugar e a cada passo que eu dava, começava a acreditar no tal Bill, que seria impossível fugir daquele Instituto.
– Acho que você vai adorar essa parte. – Samantha disse com um sorrisinho enigmático no rosto.
Como das outras vezes, ela colocou a mão na parede e começou a digitar algumas coisas, mas dessa vez a imensa porta foi aberta, e não uma janela na parede. A porta foi se arrastando para dar espaço para que eu e Samantha entrássemos no local, e ao adentramos percebi que aquela era sem dúvida a maior sala do Instituto que eu tinha visto até aquele momento, perdendo até para a sala de robótica.
– Essa é a área de treinamento em combate. – ouvi a voz de Samantha um pouco abafada por gritos e ordens que eram dadas por instrutores.
Haviam naquela área uns 10 grupos de 30 pessoas, cada grupo possuía um instrutor dando ordens ou fazendo combates entre internos. Os mais próximos da porta recebiam instruções simples, mais a cada passo que eu dava para dentro da sala, podia perceber que ali havia uma divisão por níveis de aprendizado ou dificuldade. Eu observava cada grupo atentamente, principalmente os que estavam acontecendo combate entre internos, eles lutavam entre si como se suas vidas realmente dependessem daquilo, ninguém poupava seus golpes.
– Eles parecem que vão se matar. – disse apontando com a cabeça para dois rapazes extremamente fortes a minha direita se esmurrando no chão.
– Nossos treinamentos não são brincadeira, Anny. Estamos aqui para saber como agir num combate real, se apenas treinarmos golpes e lutas ensaiados como uma dança, não iremos saber como agir num combate real. – explicou Samantha seriamente perto de mim, continuamos andando e eu observava tudo a minha volta.
Sabia que ela estava certa, se combates reais fossem como aqueles antigos filmes de luta, era apenas ensaiarmos uma dança, onde um vai para a direita e outro para a esquerda. E como dizia Jost, combate não era uma dança e muito menos uma coreografia e se um dia você chegar a entrar num combate realmente, provavelmente você estará lutando por sua vida.
– Geralmente os grupos são divididos por níveis, você como nova interna deveria ir para o primeiro nível, mesmo que já houvesse tido aulas antes. Mas Bill preferiu te colocar num grupo mais avançado. Seu instrutor será...
– Eu. – Samantha foi interrompida por uma voz grossa que fez os pelos da minha nuca se arrepiarem.
Me virei rapidamente dando de cara com Bill parado ao lado de Samantha com a mesma postura seria de quando o vi mais cedo.
– Por que justo ele? – perguntei dando ênfase no "ele".
– No nível que Bill te colocou ele é o único instrutor disponível no seu nível de luta. – Samantha respondeu calmamente. – Provavelmente você teve aulas em algum lugar muito bom.
– Academia Jost.
– Ah! – respondeu simplesmente lançando um olhar estranho de mim para Bill, que continuava com sua cara seria. Aquele cara nunca sorria? Pensei comigo mesma enquanto o olhava – Seria legal você encarar uma luta com o Bill agora. Sabe, pra vermos em que nível você está.
– Por mim tudo bem. – disse encarando o grandão. Eu sabia que Samantha tinha dito aquilo apenas por brincadeira, mas lutar com Bill não seria de uma má ideia, assim eu poderia mostrar que ele só conseguiu me dominar mais cedo por causa do meu nervosismo. E também um pouco de ressaca.
– Acho melhor ela começar amanhã, Samantha. Lutando com internos e não comigo. – Bill disse seriamente olhando para Samantha, depois se virando pra mim.
– Não vejo problema algum em lutar com você. – respondi o olhando da mesma forma, ele se limitou a olhar de mim para Samantha, sem se quer alterar sua expressão.
– Ótimo! – Samantha saiu andando e eu apenas a segui, pelo som de passos atrás de mim Bill deveria ter aceitando que iríamos lutar.
Paramos quase ao final da sala onde havia uma espécie de ringue de boxe, mas sem as cordas protetoras, Bill foi até uma ponta do ringue enquanto eu fiquei na outra. Respirei fundo encarando a figura de Bill parada a minha frente com as mãos para trás, percebi que ele não iria iniciar a lutar, então me coloquei em posição de defesa e partir para cima dele sem esperar mais um segundo para pelo menos lhe dar uma boa dor no corpo. Levantei o braço posicionando o cotovelo na altura do ombro para lhe dar um soco de direita, mas Bill foi mais rápido e se esquivou apenas dando um passo pra trás, antes que ele voltasse pro lugar comecei a deferir vários socos em sua direção, um atrás do outro, ao qual ele sempre se defendia rapidamente me fazendo ficar um pouco nervosa. David sempre me dizia que eu deveria aproveitar que eu não era muito alta e magra, para confundir meu adversário, e foi isso que fiz. Dei mais alguns socos em Bill e sem que ele esperasse lhe dei um chute no joelho, fazendo ele vacilar por um segundo.
Pensei que com aquele golpe ele fosse no mínimo cair com o joelho no chão, mas ele apenas perdeu o equilibrou por breves segundos, ao perceber que eu mudei minha tática Bill tentou me dar uma rasteira. Mas percebi o que ele queria, dei um salto para o lado e aproveitei a brecha para lhe dar um soco no estômago, que ele defendeu facilmente.
Mas que merda! Pensei comigo mesma enquanto tentava pensar em algo para pelo menos o derrubar, mas foi nesse momento que senti uma dor aguda em meu estômago e cai de joelhos no chão. O olhei espantada, enquanto Bill me olhava com aquela cara seria que nunca abandonava seu rosto, eu não havia previsto seu soco ou chute, seja lá o que ele tenha feito. Apenas consegui sentir a dor aguda que me fez deitar no chão acolchoado o olhando incrédula.
– Terminamos por aqui. – ele disse voltando a sua posição ereta.
Ele não podia ter me nocauteado tão facilmente assim, ele podia ser bom lutando, mas eu também era! Ignorando a dor que eu sentia no estômago me levantei o mais rápido que pude parando em frente a ele.
– O que?! Por que você tá saindo do ringue?! A gente não terminou. – disse colocando a mão em seu peito para que ele parasse de andar, mas me arrependi no mesmo instante, pois ele usava uma camiseta preta fina que me permitia sentir todos os seus músculos bem definidos por onde minha mão estava.
Bill apenas parou de andar e olhou para minha mão em seu peito, depois voltou a olhar para meu rosto com a sobrancelha arqueada, como se perguntando o que eu estava fazendo com a mão ali. Rapidamente retirei minha mão do peito de Bill, tentando manter meu orgulho e não mostrar o quanto eu estava sem graça com aquela situação, voltei a encará-lo seriamente.
– A gente não terminou. – repeti.
– Você não luta mal, mas ainda não está preparada para lutar comigo. – Bill disse calmamente, mas usando seu tom de autoridade e logo depois saiu me deixando ali parada.
Minha vontade era ir atrás dele e lhe dar um chute bem no meio das pernas, mas o modo como ele disse que eu ainda não estava a sua altura e a forma condescendente me fez ficar paralisada. Eu não esperava pela sua educação, não depois dele ter me nocauteado, e muito menos pelo seu jeito superior.


****

Você não luta mal, mas ainda não está preparada para lutar comigo. – Era a frase que ficava martelando na minha cabeça.
– Para de pensar nisso, Anny. – disse socando o travesseiro que estava ao meu lado tentando conter a raiva por não tirar aquela maldita frase da cabeça.
Aquela frase veio de novo na minha mente, então enterrei a cabeça no travesseiro tentando fazer com que ela desaparecesse de minha mente como fumaça desaparecendo no ar. O que obviamente não ocorreu. Me virei de lado e sentei na cama macia suspirando.
Logo depois de Bill ter terminado nossa luta, Samantha me mostrou mais alguns lugares do Instituto, mas como eu ainda sentia meu estômago um pouco dolorido, ela logo me trouxe para a área dos dormitórios. Como não poderia deixar de ser, ficava em mais um dos imensos corredores cheios de portas. Meu quarto era praticamente igual ao que eu tinha em minha casa, Samantha disse que eles faziam o possível para que os internos se sentissem em casa quando estivessem dentro de seus próprios quartos. Só que para mim, aquilo me dava arrepios nada agradáveis.
Me deitei de costas encarando o teto branco acima de mim por dois segundos apenas, então lembrei que Samantha havia dito que dentro de meu quarto, eu tinha acesso a algumas coisas do meu antigo quarto.
– Céu estrelado. –  disse com um pequeno sorriso nascendo nos meus lábios. Logo em seguida as luzes do quarto se apagaram e o teto antes branco, ficava idêntico a uma noite clara com todas as estrelas no céu. Essa era uma das melhores coisas de toda aquela tecnologia, fazer com que um ambiente fique quase idêntico a outro, como era o meu teto perfeitamente estrelado.
Você não luta mal, mas ainda não está preparada para lutar comigo. – aquela maldita frase voltou a minha mente.
Suspirei parando de ignorar todos os pensamentos sobre aquela frase. Não estava pensando na frase por Bill ter se mostrado superior a mim, ou ter praticamente acabado comigo no ringue, eu simplesmente não conseguia entender como ele conseguiu me derrotar tão facilmente.
Obviamente ele deveria ser muito bem preparado, até porque ele era instrutor de luta naquele lugar, mas eu também era bem preparada, eu era uma das melhores alunas de David. Mas lutar com Bill, era como se eu estivesse lutando com alguém extremamente forte e ágil.
Lembro que uma vez David me colocou para lutar com um cara extremamente forte, eu havia ganhado por ser mais rápida, experiente e estrategista que ele, mas eu não havia saído ilesa da luta, ele tinha conseguido me dar alguns golpes. E mesmo com todos os golpes que eu havia recebido desse cara ele não havia conseguido me nocautear. O soco de Bill, sem dúvida tinha o dobro da força do outro cara, que parecia ser bem mais forte que ele. Sem contar que eu nem sequer tinha visto de onde veio o golpe que Bill tinha me dado. Uma das coisas em que eu mais me destacava, era agilidade, e Bill era bem mais ágil que eu.
Balancei a cabeça tentando tirar esses pensamentos de minha mente. Mas em algum lugar do meu cérebro eu sabia que Bill tinha uma força fora do normal, parecendo quase feito de aço. É claro, se isso não fosse impossível. Mesmo depois de anos e anos tentando fazer com que os humanos fossem maquinas, ou ao contrario, todas as tentativas haviam funcionado terrivelmente. Humanos poderiam ter um membro mecânico com pele sintética, como uma prótese, mas nada que fosse realmente parte de seu corpo e que se camuflasse nele, e robôs não faziam mais do que eram programados para fazer.
Não sei por quanto tempo fiquei deitada pensando naquela luta, mas acabei pegando no sono. Quando acordei ainda fiquei algum tempo embolada na cama, não tinha vontade alguma de me levantar e fazer o que quer que seja, mas meu cérebro me informava que eu precisava dar um jeito de cair fora daquele lugar. Então foi juntando toda aquela vontade de sair daquele Instituto que levantei lentamente da cama e fui para o banheiro. Tomei um banho extremamente demorado para tentar pensar em como sair daquele lugar.
Todos os lugares que eu havia conhecido não davam a nenhuma saída, provavelmente ela deveria ficar no final de algum dos corredores que não fui, mas só de pensar em andar por todo aquele imenso lugar já me desanimava. Encarei meus olhos através do espelho na parede e sorri. Como eu não havia pensando nisso antes?
Sai rapidamente do banheiro e fui até o quarto, toquei nas portas do guarda roupa pra elas se abrirem, peguei as primeiras roupas que vi pela frente e me vesti. Me virei para a parede que ficava ao lado da porta, como todas as outras do quarto, era branca e não possuía nada ali.
...Seu quarto aqui no Instituto possui os mesmos comandos de sistemas que você tinha em sua casa, então acho que não preciso te explicar como funciona. Certo? – Me lembrei da frase dita por Samantha mais cedo, enquanto ela me deixava em frente ao meu novo quarto.
Coloquei a mão na parede a minha frente, fazendo com que uma tela de 20 polegadas se abrisse nela. A primeira coisa que eu pude ver foi uma tela com várias opções, comecei a procurar pela que me interessava, os corredores do Instituto.
Comecei a sorrir assim que a parede toda começou a ser coberta por várias imagens das câmeras de segurança, me mostrando os corredores do Instituto de vários ângulos. Na minha casa, como na maioria das outras existentes atualmente, com um simples toque você pode ter acesso a todas as câmeras de segurança que você tem em sua casa ou empresa.
Provavelmente eu não teria acesso a todas as câmeras do Instituto, até porque deveria haver salas de reuniões ao qual os internos não tinham acesso, mas provavelmente olhando os corredores, eu poderia descobrir alguma saída ou pelo menos ter uma ideia do fluxo de pessoas e robôs. Como em todo lugar, deveria haver algum ponto cego na segurança.
Comecei a olhar para cada monitor ali na parede, alguns eram imagens dos jardins, outros apenas corredores onde apareciam alguém andando ou um robô. Percebi que começou uma movimentação exagerada num dos corredores e numa parte do jardim, comecei a seguir as pessoas pelas câmeras para ver aonde elas iriam.
Não vai me dizer que eles têm algum culto ou coisa do tipo? Pensei enquanto continuava olhando os monitores, sabia que minha ideia era ridícula, mas nada seria impossível naquele lugar. Ao ver o real lugar que aquelas pessoas estavam se reunindo, tive realmente vontade de que aquilo fosse um culto de alguma organização secreta, mas a resposta era bem mais simples e entediante. Eles estavam indo em direção ao refeitório.
Procurei por um relógio na tela e percebi que eram umas oito da noite, Samantha havia dito que eu poderia fazer minhas refeições no refeitório ou pedir que minha comida fosse até meu quarto, e não importasse a hora que eu sentisse fome, sempre havia alguém ou um robô na cozinha para fazer algo.
Foi olhando para uma das câmeras no canto esquerdo do refeitório que vi uma mesa com umas 10 pessoas que realmente me chamou a atenção. Nela estavam algumas que eu já conhecia. Tom, Bill e Samantha, estavam sentados comendo algo enquanto conversavam animadamente com um cara gordinho de óculos e outro de cabelos curtos e olhos verdes.
Fiquei pensando em quem poderiam ser aqueles dois, que provavelmente deveriam ser instrutores, já que eu duvidava que algum interno se sentasse perto de Tom, Bill e Samantha. Dividi a imagem entre aquela câmera de segurança e uma página de busca do Instituto, procurei pelos nomes dos instrutores existentes ali. Não tinha certeza que haveria algum dado sobre eles, mas não custava nada tentar.
Pra minha sorte, havia uma grade curricular com o nome de todos os instrutores do Instituto e suas respectivas atividades, com fotos de cada um. O primeiro que encontrei foi o rapaz de olhos verdes, seu nome era Georg Listing e era instrutor da área de informática tecnológica, seja lá o que seja isso. Depois o do gordinho, Gustav Schäfer, instrutor da área de combate tecnológico.
Permaneci por alguns segundos encarando aquelas duas fichas, pensando no que poderiam ser aquelas duas coisas. Resolvi pesquisar na internet, mas não encontrei nada a respeito, e muito menos nos arquivos do Instituto. Tentei me inscrever nas aulas de Georg e Gustav, e fui rejeitada.
– Anny Rockefeller, você não está habilitada a se inscrever nessa área. Por favor, tente outra. – disse o computador me informando enquanto uma barra vermelha escrito: Rejeitada, aparecia na tela.
– Rejeitada? Que porra de lugar é esse que eles cometem bullying? – pensei enquanto segurava minha vontade de socar a parede e destruir aquele computador, mas eu sabia que nada disso adiantaria.
Respirei fundo e votei a olhar a movimentação do refeitório. Não sei se foi por estar vendo as pessoas comendo, mas senti que estava começando a ficar com fome, mas nem morta que eu iria para aquele refeitório. Pedi minha comida no quarto, e continuei olhando para os vídeos.
Horas mais tarde eu já havia terminando de jantar, e sem duvida aquela era a melhor refeição que eu havia feito na vida. Todos no refeitório já haviam se retirado, comecei a olhar os vídeos e percebi que a maioria das pessoas já haviam ido para seus dormitórios.
Tentei acompanhar o passo dos instrutores, mas depois de uma parte do corredor dos dormitórios, eu não tinha mais acesso. Fitei a ultima câmera que eu havia visto eles e franzi a testa. Se aquela área estava bloqueada pra mim, provavelmente havia algo por aqueles lados que os alunos não eram permitidos, quem sabe a saída.
Fiquei realmente tentada a sair do quarto e descobri onde aquele corredor iria dar, mas esperei dar de madrugada, porque provavelmente todas as pessoas naquele lugar estariam dormindo e o máximo de problema que eu poderia encontrar era um robô, que eu conseguiria contornar facilmente.
Me levantei do sofá no canto da parede, peguei um casaco e fui até os monitores, dei uma ultima olhada pra não me perder naquele imenso lugar e ter que pedir informação. Respirei fundo e abri a porta, pronta pra encontrar uma saída e ir até alguma festa me divertir, depois eu pensaria no que fazer.



Última edição por Sam McHoffen em Qua Fev 26, 2014 11:57 am, editado 1 vez(es)

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29 Re: Darkside - The World Has Changed em Ter Fev 25, 2014 6:18 pm

"Pessoa do café" por que eu sou a única que não foi mencionada pelo nome? Descriminação, ofensivo.
Vou ignorar, mas enfim... Esse capítulo super bom, seríssimo! Porém eu estou tipo a Anny, só vou conseguir falar sobre o que o Bill disse, "– Você não luta mal, mas ainda não está preparada para lutar comigo.", porque cara, na boa, doeu até em mim. Não que ele tenha sido grosseiro nem nada, mas na minha opinião, o fato dele ter dito aquilo com tanta sinceridade, sem um pingo de provocação, foi mais impactante do que qualquer frase venenosa... Sacas? Ou eu viajei demais?
O que eu quero dizer é que ele superou Anny, aparentemente, no que de melhor ela sabia fazer...

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30 Re: Darkside - The World Has Changed em Ter Fev 25, 2014 10:36 pm

Ha! Cheguei.
E acho muito bom isso de você seguir meus conselhos, tu sabe que é sempre a melhor opção né? kkk

E é isso aí, tem que por música. Essa aí por exemplo da todo o clima da luta. Sem ela eu acho que teria até imaginado de outro jeito. Adoro Soundtracks.

"A gente não terminou. – disse colocando a mão em seu peito para que ele parasse de andar, mas me arrependi no mesmo instante, pois ele usava uma camiseta preta fina que me permitia sentir todos os seus músculos bem definidos por onde minha mão estava.
Bill apenas parou de andar e olhou para minha mão em seu peito, depois voltou a olhar para meu rosto com a sobrancelha arqueada, como se perguntando o que eu estava fazendo com a mão ali. Rapidamente retirei minha mão do peito de Bill, tentando manter meu orgulho e não mostrar o quanto eu estava sem graça com aquela situação, voltei a encará-lo seriamente." Huuuum *insira aqui vários daqueles emotions que não sabemos digitar, de sobrancelha arqueada safada'
Só tenho uma coisa a dizer: Bill é foda.
E eu tenho pra mim que ela não vai achar a saída praqueles lados.
E me faça um favor! Compense essa demora com um capítulo agora!


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31 Re: Darkside - The World Has Changed em Qui Fev 27, 2014 5:43 pm

Voltei... Opa! Coisas novas!  lol! 

Estou inquieta imaginando oque tem de errado com esse Bill.    Sorria um pouquinho cara! Ai tem, hein...
Bill tu é um robô perfeito? Só pode! Rápido, forte, e praticamente sem emoções...  scratch 
Tbm posso ter “viajado” legal nisso agora...  
Enfim, a Anny tá demonstrando esperteza, mas não acredito que ela vá conseguir sair agora. Alguém vai achar ela zanzando por lá.  Rolling Eyes 

Se conforme, fia! E foque em provar o contrario para o Bill  

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32 Re: Darkside - The World Has Changed em Sab Mar 01, 2014 5:15 pm

Que saudades que eu já tinha de ler alguma coisinha desta fic *-*
Quero saber mais coisas sobre este intituto e claro sobre os seus intrutores. Agora já temos os G's na hstoria !! *---*
Essa Samanatha deve-se achar muito boa, tal como o Bill "Você não luta mal, mas ainda não está preparada para lutar comigo." ele pensa que é muito badass estou vendo --'
Mas eu morri com esta parte " – O que?! Por que você tá saindo do ringue?! A gente não terminou. – disse colocando a mão em seu peito para que ele parasse de andar, mas me arrependi no mesmo instante, pois ele usava uma camiseta preta fina que me permitia sentir todos os seus músculos bem definidos por onde minha mão estava.
Bill apenas parou de andar e olhou para minha mão em seu peito, depois voltou a olhar para meu rosto com a sobrancelha arqueada, como se perguntando o que eu estava fazendo com a mão ali. " envejinha de não estar tocando aqueles peitos também     
Ela de certeza que gostou de ter lá a mãozinha até aposto, e essa sobrancelha arqueado do Bill de quem não estava a espera só me faz gostar mais da Anny

Estou a gostar muito da maneira de ser da Anny ela é destemida e não como aquelas meninas enjoadinhas...

Quero um novo rápidoo <3

P.s: Quando li isso"Rejeitada? Que porra de lugar é esse que eles cometem bullying? " comecei a rir lembrando da Anny e Lannah no twitter ahahahahah

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33 Re: Darkside - The World Has Changed em Qua Abr 16, 2014 2:51 pm

Sam McHoffen

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Lanna ~pessoa do café~: Não foi ofensivo, porque foi algo carinho, agora se aquiete ai, mulher. E não, você não está errada... Bill superou ela no que ela sabe fazer de melhor, e se ele já incomodava ela, agora incomoda mais ainda. Mas ele não quer superar ela nem nada, ele apenas tem um segredinho que deixa isso possível. cofcof

Carol: Olha a pessoa se achando... Meu Deus! huahauahaua Que bom que gostou, espero não errar nas músicas pros capítulos. Sim, Bill é foda! Se ela vai achar saída... hmm... vamos ver. E o capitulo vai sair, mas com mais demora ainda. Sad

Mih: Não! Bill não é um robô! Isso eu posso garantir! hauahauaa Sei nada sobre isso da Anny...  Será que ela vai provar ao contrário ao Bill? hmm...

Pati: Awww Pati! Vou tentar não demorar tanto a atualizar. Sobre o Instituto, eu vou dando dicas sobre ele nos capítulos, e mais na frente descobriremos muito mais dele. Samantha e Bill são bem parecidos em algumas coisas, e diferentes em outras... Quem não gostaria de ter a mão no peitoral do Bill? Até eu fiquei com inveja dela. P.S.: E pior que não tinha haver hauahauaha

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34 Capitulo 5 - Inconvenient em Qua Abr 16, 2014 3:21 pm

Sam McHoffen

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Primeiramente, podem me bater pela demora, novamente. E dessa vez o capitulo não terá capa, infelizmente. A Anny que faz as capas está sem computador, pedi a Mih para fazer uma pra mim, ela não encontrou a fonte que a Anny usa, então pra não ficar mais tempo ainda sem postar a fic, esse capitulo sairá sem capa.  Sad 
Esse capitulo e os próximos não serão longos, mas prometo e mais na frente eles vão ficar maiores.
A música que escolhi para esse capitulo não tem muito haver com o capitulo em si, mas eu ando viciada nele, e a batida é ótima!
Arctic Monkeys - Do I Wanna Know?


Andei calmamente pelo corredor dos dormitórios, não encontrei com ninguém até chegar ao jardim central. Percebi que havia uns quatro robôs andando por ali, sabia o suficiente sobre robôs seguranças para saber que eles não tentariam nada contra mim, até porque eu não estava fazendo nada demais. Eu poderia muito bem estar querendo ir ao refeitório comer algo.
Continuei andando tranquilamente com meus passos precisos e leves, podia ouvir o som fraco da minha sapatilha ao atingir o solo e folhas balançando com o vento gélido da madrugada. Suspirei olhando para o jardim, mais cedo eu não pude olhá-lo bem, mas ele era extremamente bem cuidado e ainda mais bonito à noite, havia várias trilhas que provavelmente levavam ao centro daquele lugar. Gostaria de poder andar por ali e vê-lo mais de perto, mas ignorei o pensamento sobre aquele jardim e voltei a prestar atenção ao lugar que eu iria.
Passei por dois robôs, que nem ao menos se viraram na minha direção, eles não, mas provavelmente suas câmeras internas haviam se virado e me filmado. Mas isso não era uma preocupação, provavelmente aquele lugar era cheio de câmeras e eu não tinha a intenção de me despistar delas. Eu só queria achar a saída daquele lugar e fugir dali.
Parei em frente ao corredor que parecia ser o que os instrutores haviam seguido, mas como todos eram extremamente idênticos, teria que confiar no que havia visto nas câmeras, a não ser que eu fosse pedir informação, o que eu não queria naquele momento.
Continuei caminhando pelo corredor, que parecia não ter fim. Percebi onde era o lugar que as câmeras haviam parado de filmar, mas continue andando até chegar ao final do corredor, que dava para o jardim perto do muro.
Franzi a testa olhando para a minha direita e depois para a esquerda. Talvez a saída estivesse em alguma daquelas portas, mas se as câmeras não estavam disponíveis pra mim, provavelmente as salas também não. Fiquei parada olhando para o corredor pensando no que fazer.
Aquele lugar tinha uma saída, eu tinha certeza disso, porque do contrario teríamos que ser tele transportados para aquele Instituto, e a tele transportação ainda continuava apenas na imaginação de alguns humanos. Comecei a olhar ao redor e foi quando vi o muro do outro lado do jardim.
– Como eu não pensei nisso antes? – disse pra mim mesma revirando os olhos. Se aquele muro rodeava todo o Instituto e eu começasse a andar acompanhando ele, provavelmente iria encontrar a saída, que deveria ser como um enorme portão naquele muro.
Não fazia a menor ideia de quantos metros possuía aquele Instituto, mas era minha única chance.
– Espero que esse lugar não seja tão grande ou que esse portão esteja bem próximo – suspirei pela ideia de ter que andar vários metros.
Eu sempre adorei fazer lutar, mas aquele era o único exercício físico no qual eu tinha prazer de fazer. Já os outros... bem, eu os deixava de lado. Olhei para o céu que estava começando a se fechar, espero que não comece a chover porque não estou a fim de procurar uma saída embaixo de chuva.
Respirei fundo e comecei a andar acompanhando o jardim, não havia nada de diferente por ali, nenhuma placa, robôs, portas ou o que quer que seja. Andei por alguns minutos até encontrar o primeiro corredor, que parecia estar a quilômetros do corredor anterior. Com esperança de que o portão pra sair daquele lugar estivesse próximo, continuei andando determinada, ouvindo e sentindo apenas o vento gélido que balançava as arvores do jardim. Coloquei as mãos dentro dos bolsos do casaco para dispersar um pouco o frio.
Eu já tinha avistado o próximo corredor, quando a sombra de um homem alto saiu dele, completamente vestido de preto. Senti meu coração se acelerar e pensei que ele provavelmente estava ali para me impedir de fugir, mas logo esse pensamento se dissipou de minha mente. Obviamente ele não sabia que eu iria tentar fugir, ninguém sabia. Pensei em parar e ficar observando para onde ele iria, mas não havia lugar algum para se esconder, além do jardim e isso seria muito idiota, então continuei andando com passos firmes, como se não o estive visto. Se ele perguntasse alguma coisa, diria que estava sem sono e resolvi andar pelo lugar, simples.
Assim que ele saiu do corredor, se virou na minha direção, me olhando sem nenhuma surpresa por eu estar andando por ali. Encarei seu rosto e foi então que percebi que aquele era Tom. Ao passo que me aproximava dele, eu via um sorrisinho de lado começando a brotar em seus lábios e crescendo cada vez mais.
– Perdeu o sono, Anny? – Tom perguntou assim que me aproximei dele.
– Não costumo dormir a noite. – respondi, ele apenas continuava me olhando com aquele sorrisinho, que para falar a verdade era bastante sexy – O que está fazendo aqui?
– Sem sono. – ele se limitou a dizer, mas reparei seu olhar brincalhão na minha direção, antes que eu pudesse perguntar mais alguma coisa ele se adiantou – Aceita minha companhia ou prefere se perder pelo Instituto sozinha?
– Me perder? – franzi a testa observando cada reação sua.
– Sabe, esse é um lugar enorme e tudo parece igual. É tão fácil se perder aqui.
– Hmm. – me limitei a responder ao seu comentário sarcástico. Não queria conversa com Tom, queria apenas encontrar a saída daquele lugar e ir para a primeira festa que eu encontrasse no caminho.
– Bill te disse que é impossível fugir daqui, certo?
– Por que tá perguntando isso? – me virei o encarando e sentindo um frio na barriga. Será que ele sabia que eu estava tentando fugir? Não seria possível... Ou alguém tinha acesso ao que eu pesquisava na central do meu quarto. Tentei manter a calma e não esboçar nenhuma reação para que Tom não percebesse meu nervosismo.
– Porque você está procurando a saída daqui. Mas sabe, você não vai encontrar. – ele passou a língua pelo lábio inferior, onde havia um piercing e sorriu pra mim. Ele estava tentando me seduzir? – Mas posso te mostrar outros caminhos bem interessantes aqui.
– Quem disse que estou tentando sair daqui? E se o caminho for seu quarto ou algo do tipo, esquece. Você não faz o meu tipo – disse olhando ele de cima a baixo com desdém. Tom era alto e parecia ser daqueles caras que mantém a boa forma, provavelmente eu adoraria cair naquela cantada barata, mas não agora, não aqui.
– Eu vi você andando pelos corredores e como você não quer estar aqui, é bem fácil imaginar que esteja procurando uma saída. Mas sinto te informar, que você não vai conseguir. – ele se aproximou de mim e me olhou de cima, o que não era difícil pra ele e então deu um sorrisinho perverso – Eu faço todos os tipos.
– Hanram. – revirei os olhos para seu enorme ego e continue a caminhar, mas acabei parando e olhando em sua direção, com um sorriso confiante – Não costumo ir para lugares desconhecidos com vira lata.
Tom levantou as sobrancelhas surpreso pela minha resposta e sem saber o que dizer. Dei as costas pra ele e voltei a andar, mordendo o lábio para evitar sorrir por sua cara de pateta. Se ele queria se mostrar o gostoso, eu poderia muito bem tirar aproveito disso. Ouvi seus passos vindo em minha direção e senti sua mão forte em meu braço, me virando para que eu ficasse de frente pra ele.
– Sabia que os vira latas são os melhores em certas coisas? – Tom disse se aproximando do meu rosto e olhando fixamente pra minha boca.
– Como o que? Ganhar pulgas? – disse seriamente, tentando não olhar para sua boca grossa que estava entreaberta e me deixar levar por todo seu charme de cara safado.
– Se você fosse a pulga, seria perfeito, ainda mais se estivesse grudada em mim. – ele tentou se aproximar de mim, mas foi quando ergui meu braço direito e lhe dei um soco no meio da cara.
Tom nem virou a cabeça com meu soco, era como se nem tivesse sentido meu soco, ele apenas ficou me olhando com os olhos arregalados de surpresa.
– Pulga é as negas que caem nas suas cantadas de vira lata, seu idiota. – disse tentando conter a irritação que dominou meu ser naquele instante.
Aquela brincadeira idiota, de ser chamada de pulga era algo que eu não estava a fim de aceitar, ainda mais trancafiada naquele insuportável Instituto.
– Hey, calma ai! Foi você que começou a me chamar de vira lata, eu apenas fiz uma brincadeira. – Tom disse sem se abalar muito com minha reação.
Respirei fundo e me virei voltando a caminhar para ignorar Tom porque eu não estava com paciência de aguentar aquela idiotice naquela merda de lugar, onde eu não gostaria de estar.
Se eu não encontrasse a saída daquele maldito lugar, voltaria para meu quarto e pensaria em algo para sair dali na manhã seguinte, nem que a solução fosse colocar fogo no meu quarto ou em todo o Instituto, o que não seria uma má ideia.



Última edição por Sam McHoffen em Sab Maio 10, 2014 6:12 pm, editado 1 vez(es)

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35 Re: Darkside - The World Has Changed em Qua Abr 16, 2014 11:02 pm

Finalmenteee *---*
Ela está tão feito como e que vai tentar sair desse lugar :O
E o Tom seduzindo ela :O Não estava a espera distoo!! E melhor como é que ela resistiu. Eu se tivesse no lugar dela também resistia...sqn impossível !
Ele nem se mexeu com o sono *-* Não sei se hei-de ficar ":O que besta de homem " ou "tesão de homem pah *---*" difícil escolha ahahah

Mas ela devia ir lá ao quarto dele, de certeza que tem algo diferente do dela que se calhar lhe interessa, e assim via onde ficava os quartos deles :O

P.s: Se voltas a demorar tanto tempo, vou atrás de ti e vou ser pior que o capeta te perseguindo <3

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36 Re: Darkside - The World Has Changed em Qua Abr 16, 2014 11:48 pm

Káritaaaaa!
Dogs Unleashed feelings aí né. HSAUSHUAHSUHASU
Tom muito malandrinho, e Anny demonstrando todo seu racismo com as negas HSAUHSUAHSUA
Acho muito feio da sua parte parar por aí. E ainda mais sabendo de toda a demora que vai ser pro próximo. Quero Bill!!!!!!!

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37 Re: Darkside - The World Has Changed em Sex Abr 25, 2014 6:21 pm

Sam McHoffen

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Pati: Será que o Tom tava mesmo tentando seduzir ela? Ou apenas tentando irritar a Anny? Hmm... E confesso, eu também não teria resistido huahuhauahauah Então você é Team Anny e Tom, Pati? Vamos ver se Anny vai visitar o quarto do Tom... (P.S.: Que violência! E por estar com medo, o capitulo não vai demorar a sair!)

Carol: Já falei que eu morro de rir com teus comentários? hauahaua Anny é preconceituosa, coisa feia!!! Olhe, não vai demorar tanto pra sair capitulo, então... Bill... Hmm... Quem sabe?! h

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38 Capitulo 6 - Your Rules em Sex Abr 25, 2014 7:19 pm

Sam McHoffen

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E olhem eu aqui, sem semanas de atraso pra atualizar hauahauaah Novamente o capitulo não terá capa, mas pelo menos não demorei muito pra postar, certo?!
Anberlin - The Unwinding Cable Car




– Espera! – Tom se aproximou novamente de mim e tentou me virar segurando em meu braço, mas o puxei com uma força um pouco exagerada, eu não estava a fim de ficar de conversa com ele, não agora. Em outras circunstancias, sem dúvida eu adoraria dar uns amassos em Tom, mas não enquanto eu estava presa naquele lugar – Hey, calma. Desculpa a brincadeira. Não pensei que você fosse se estressar por isso. Eu estava apenas brincando com você. – Ele disse serio me olhando nos olhos.
Percebi que Tom não tinha o interesse de realmente me irritar e provavelmente eu não ficaria tão brava com ele assim, mas naquelas circunstancias acabei perdendo a paciência.
– Tanto faz. – revirei os olhos e voltei a andar sem me importar com o pedido de desculpa de Tom.
– Nossa! Eu venho aqui fazer companhia pra você, retruco sua brincadeira, levo um soco, peço desculpa e você continua sendo grossa! – Tom diz me encarando enquanto segue ao meu lado andando – Quanto rancor nesse seu coração.
– Não, errado. – paro de andar ficando de frente para Tom e aponto o dedo indicador em seu nariz – Você começou a me cantar, não aguentou minha piada e apelou, agora viu a merda e veio se desculpar, além de querer dar uma de gostosão.
– Mas eu sou gostosão.
Fiquei o olhando incrédula para ver se ele estava brincando, mas percebi que ele dizia aquilo com toda a convicção do mundo, como se realmente acreditasse ser tudo aquilo. Na verdade ele era bem bonito, charmoso e um pouco engraçado, mas eu jamais iria admitir isso pra ele assim tão facilmente. Então apenas revirei meus olhos e voltei a caminhar, pensei que ele fosse me ignorar e voltar de onde quer que ele tenha saído, só que infelizmente ele voltou a andar ao meu lado.
– Sei lá, mas acho que você deveria praticar ioga. Seria um ótimo exercício para melhorar sua paciência, ou a falta dela. – disse num tom brincalhão.
– E você deveria procurar um adestrador. – disse o olhando, então virei pra frente com a intenção de continuar meu caminho e ignorar a presença de Tom.
Mas parei bruscamente ao ver Bill parado a poucos metros de nós. Ele como sempre estava serio, com roupas novamente pretas, ele permanecia parado olhando diretamente em minha direção e de Tom, com as mãos dentro dos bolsos do casaco. Pelo canto do olho, percebi que Tom iria dizer algo, mas ao me ver parada se virou na direção que eu estava olhando e parou ao meu lado.
Bill começou a andar em nossa direção, com seus passos precisos enquanto ainda olhava para nós. Quando pensei em tentar fugir daquele lugar, não imaginei que iria ter dois contra tempos como Tom e Bill. Talvez sair dali não seja tão fácil como imaginei.
– Boa noite. – disse Bill ao se aproximar de nós, com um pequeno sorriso educado nos lábios grossos que estavam vermelhos pelo frio.
– Oi. – respondi um pouco nervosa e desconfiada por sua presença.
Bill olhou na direção de Tom, que ficou parado o olhando um pouco assustado sem dizer nada, então ele se virou pra mim novamente. Nos encaramos e apesar de sua expressão sempre seria, olhando em seus olhos não senti nenhuma hostilidade de sua parte, pelo menos daquela vez.
– Algum problema aqui? Você me parece um pouco irritada. – Bill me perguntou ainda me olhando nos olhos, engoli em seco e olhei na direção de Tom rapidamente, que abaixou a cabeça mordendo o lábio inferior, segurando para não rir.
– Cachorro que ladra não morde. – disse seriamente.
Bill olhou para Tom e ficou o encarando até que ele levantasse o olhar para ele, os dois não disseram nada, mas percebi que Tom tinha ficado um pouco irritado e Bill revirou os olhos, como se já estivesse acostumado com aquela cena.
– Acho que entendi. – ele disse olhando para Tom, depois se virou e me encarou – Gostaria de conversar com você, Anny.
– Agora?
– Sim, acho que tenho a resposta para sua pergunta.
– Que pergunta? Eu não disse nada.
Fiquei olhando pra Bill tentando entender sobre o que ele estava falando. Ele apenas continuou olhando em minha direção e acenou com a cabeça, para que eu o seguisse. Olhei para Tom que não esboçava nenhuma reação, suspirei e comecei a segui-lo.
–Tom? – Bill perguntou sem olhar para trás.
Fomos andando até o próximo corredor, ao qual ele entrou e eu fui atrás. Naquele momento eu não fazia a mínima ideia do que ele queria me dizer, porque eu não havia perguntando nada a ele ou a qualquer outra pessoa ali.
Bill parou ao lado de uma porta e colocou sua mão na parede para ser identificada, logo a porta se abriu e ele entrou acenando com a cabeça pra que eu o seguisse, senti que Tom vinha logo atrás de mim.
Aquela sala era bem diferente das outras que eu havia conhecido, haviam várias salas não muito grandes dentro daquele lugar. Todas de paredes de vidro, mas algumas não dava para ver nada do outro lado.
– Onde estamos? – perguntei enquanto caminhávamos.
– Pode se dizer que são salas privadas de alguns instrutores e outros funcionários do Instituto. – Bill respondeu e logo depois parou perto da ultima porta a direita, colocou sua mão ao lado e a porta se abriu, ele deu espaço para que eu entrasse primeiro – Sente-se.
A sala, ou escritório, possuía uma mesa grande de vidro que provavelmente também era utilizada como computador, atrás dela uma poltrona preta que me parecia muito cortável. Do outro lado havia mais duas poltronas e no canto esquerdo um divã enorme. A única coisa que se destacava ali era um quadro abstrato antigo, provavelmente do ano 2000, em tons pasteis, brancos, pretos e vermelhos de muito bom gosto.
Tom andou até o divã e se jogou nele completamente a vontade, como se estivesse em sua própria casa. De certo modo ele estava, mas provavelmente aquela sala era de Bill, que não se importou com o jeito largado dele, ao contrario de mim que me segurei para não manda-lo criar modos. Bill passou por Tom sem nem ao menos lhe dirigir um olhar reprovador, se sentou em sua cadeira e acenou com a mão para que me sentasse na outra, e assim fiz.
– Vou ser bem direto com você, Anny. – Bill começou a dizer me olhando nos olhos – Não sei se você se perguntou o que eu e Tom estávamos fazendo andando pelo Instituto a essa hora. E se fez isso, talvez imaginou que poderíamos estar te seguindo. – ele parou de falar por uns instantes esperando alguma reação minha, mas me mantive seria o encarando. Bill abaixou a cabeça e começou a mexer na mesa, que se iluminou enquanto ele acessava algumas informações ao qual eu não conseguia identificar, pela sua rapidez. Depois de alguns segundos ele me encarrou e apontou para a parede do lado direto, ao me virar percebi que aquela parede estava mostrando vários vídeos. As câmeras de segurança do Instituto. – Do seu quarto você tem acesso a algumas dessas câmeras e mesmo sem olhar nos seus registros de histórico sei que você andou mexendo nelas, até mesmo pra se localizar dentro do Instituto. Mas creio que o seu interesse era achar algo especifico, ao qual você não possui acesso. A saída. – Senti meu sistema nervoso entrar em ação ao ouvir aquelas palavras, mesmo que ele soubesse que eu havia mexido nas câmeras de segurança, não tinha como ele saber que eu queria fugir dali. A única forma era se ele pudesse ler minha mente, mas isso não era possível. – Quando eu disse que era impossível sair daqui, eu estava falando serio, Anny. Você só vai sair daqui no dia que tiver permissão para isso.
– Vocês não podem me prender aqui. Eu não fiz nada para ter que ficar presa aqui. – disse me levantando da cadeira. – Sou maior de idade e faço o que quero com minha vida.
– Sente-se. – Bill disse calmamente me olhando.
– Não!
Bill me encarou por alguns segundo e depois suspirou, olhou na direção de Tom que mordia o lábio tentando reprimir um sorriso. Ele voltou seu olhar pra mim e pude perceber que ele estava se segurando para não se exaltar comigo.
– Hoje é seu primeiro dia no Instituto e já começamos da pior maneira possível. Não quero ter que lidar com você irritada e querendo fugir daqui, Anny. – ele se levantou e odiei isso, pois ele era vários centímetros mais alto que eu, o que o fazia me olhar de cima. – Você agora mora no Instituto, Anny. Terá que seguir nossas regras, aprender a viver a nosso modo e só sairá daqui quando tiver a minha permissão. Enquanto isso, gostaria que você conseguisse se adaptar aqui, porque por mais que você ache tudo isso uma perca de tempo e queira sair correndo daqui. Você já é bem grandinha para começar a ter responsabilidades e pensar no seu futuro, mesmo você sendo uma nova milionária não terá todas as coisas ao alcance de suas mãos. Você não irá achar uma saída pelo muro, não achará pelos jardins e por nenhuma das portas de que tem acesso. E como aconteceu comigo e Tom, sempre terá alguém que irá ver se você tentar fugir daqui por alguma dessas câmeras de segurança e para que ninguém perca seu tempo tentando te convencer que isso não é possível, a melhor coisa no momento é você tentar se adaptar ao nosso ritmo de vida e achar ocupações que te interessem e que te traga alguma utilidade no futuro. Ao contrario do que você está pensando, o Instituto Athena não tem o interesse de fazer de você um robô, apenas queremos que você consiga lidar com os obstáculos que a sua vida irá trazer pra você.
Fiquei encarando Bill por longos minutos, apenas analisando cada palavra que ele havia dito. Não importa quantas vezes ele dirá que não poderei fugir dali, eu me conhecia o suficiente pra saber que eu não iria desistir, mesmo que alguém tentasse me impedir. Sem dizer uma palavra sequer virei as costas para ele e sai daquela sala, me esquecendo até da presença de Tom que não havia se manifestado em nenhum momento. Andei a passos largos até o meu quarto, eu não iria abaixar a cabeça para ninguém naquele lugar e muito menos viver a maneira que me era imposta.



Última edição por Sam McHoffen em Dom Maio 11, 2014 7:40 pm, editado 1 vez(es)

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39 Re: Darkside - The World Has Changed em Qui Maio 01, 2014 10:56 pm

Oi Káritaaa!
Eu amo muito essa música! Sério... tenho um caso de amor com ela há anos já. Adorei ela aí. Tu tem um ótimo gosto musical kkk.
Bill entrou na onda de acabar com o Tom também né? "–Tom? – Bill perguntou sem olhar para trás." Tipo 'ts ts vem logo cachorrinho'. O pobre só tem a opção de seguir ele...
Içaê Bill, põe(?) ordem na casa. Anny tá se achando espertinha demais.
E senhora escritora, por favor, capítulo maiores para o seu fervoroso público!

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40 Re: Darkside - The World Has Changed em Sex Maio 02, 2014 10:47 pm

Demorei mas cheguei , me desculpee  <3
Anny tem de continuar sem dizer que acha o Tom um gostoso senão ele não vai parar com as cantadas até a ter , aposto hahahaha Ele estava a irrita-la mas mesmo assim não se pode confiar nele não , Tom é sempre Tom
Bill é sempre  quem manda, até com Tom ahahah
Anny está lixada com esses dois, Tom sempre na brincadeira mas também não facilita e Bill sempre serio e frio muito menos. Ela vai ter de se adaptar senão terá sempre eles a segurar o pé dela.
Para a próxima capitulo maior pleaseee *----*
<3

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41 Re: Darkside - The World Has Changed em Qui Maio 15, 2014 9:07 pm

Sam McHoffen

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Carol: Primeiramente, tu sempre diz que não sabe o que comentar, mas eu amo os teus comentários, porque eles sempre me fazem rir, então não pare de comentar! hauahau Um amigo me apresentou essa musica há alguns anos e eu amei ela, quando lembrei dela pensei: vai essa aqui. E é claro que eu tenho um ótimo gosto, sou fã de Tokio Hotel u.u Bill é o chefe, o Tom é servo obediente hauahaauahauahauaah Será que Anny vai se ferrar mais pra frente... hmmm... Até o capitulo 10 eles ainda vão estar pequenos, mas depois eu prometo que ficaram maiores, ok?

Pati: Pati! *O* Tu chegando é o importante! hauahauah Sim! Mesmo brincando acho que o Tom não iria dispensar a Anny se ela desse mole, porque nosso Tom é o nosso Tom! Bill é o chefe u.u Será que ela vai conseguir se adaptar? Acho que irá acontecer umas coisinhas antes dela tentar fazer isso...

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42 Capitulo 7 - Surprise em Qui Maio 15, 2014 9:18 pm

Sam McHoffen

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Olá! ^^
Pessoal, vou tentar atualizar a fic pelo menos duas vezes por semana, não sei os dias que irei atualizar, até porque eu ainda estou escrevendo a fic. Mas caso eu demore um pouco a postar, não se desesperem, não irei abandonar a fic. E também dependo da Anny Vitttali, que faz as capas pra mim. E tentem não me matar com o final, eu precisava de um pouco de suspense. e.e
Paramore - Conspiracy


Dez dias. Fazia exatamente dez dias que eu estava naquele maldito Instituto Athena. Todas as madrugadas eu andava por todos os lugares procurando a saída, mas nunca a encontrava e estava começando a acreditar quando Bill dizia que era impossível sair dali. Respirei fundo e adentrei o jardim central, havia dois dias que aquele lugar era meu ponto preferido no Instituto, o silencio que havia ali me fazia pensar melhor em todas minhas possibilidades.
Sentei num dos bancos do jardim e me abracei para tentar espantar um pouco do frio que fazia, olhei para o céu estrelado e me lembrei de várias noites na qual eu ficava deitada na grama de algum lugar, bebendo e rindo com alguém, apenas por diversão. Suspirei percebendo o quanto minha vida havia mudado drasticamente tão rápido.
Todos esses dez dias que passei no Instituto, tinha feito de minha estadia naquele lugar um inferno para todos que me cercavam. Nas aulas de administração eu aproveitava para dormir, mesmo que tentasse prestar atenção nessas aulas, elas eram chatas demais para me manterem acordada por mais de cinco minutos. Eu havia me inscrito em outras aulas, mas todas horríveis, ao qual eu desistia ao termino de cada uma e também depois de fazer quem quer que fosse que tentasse falar comigo ficar irritado e querer me matar.
A única aula que ainda me dava vontade de assistir e participar era a de combate. É claro que eu não tinha facilitado a vida de Bill nos últimos dias, na verdade acho que estava o deixando louco. Sempre que ele ordenava alguma coisa, eu não fazia ou tentava outra coisa, acabei descobrindo que ele odiava quando alguém quebrava suas regras e isso havia se tornado um trunfo em minhas mãos.  Não tínhamos lutado novamente e ele não tinha tentado me dominar, mas tenho certeza que vontade de me dar uns socos não faltava.
Sorri ao lembrar da aula de mais cedo, quando Bill pediu uma serie de golpes e como eu já os sabia muito bem, apenas fiquei chutando o ar, como se quisesse atingir um alvo imaginário. Ele tentou me fazer obedece-lo, mas não obteve resultado e colocou os internos para lutar entre si, para tentar que algum deles me destruísse. Ele me colocou para lutar com um cara de 1.80 de altura e extremamente forte, era como um lutador de luta livre. Eu tinha conseguido fugir de seus golpes, mas no final o cara acabou me dominando e me dando alguns golpes, mas tenho certeza que ficou com pena de mim e não usou toda sua força, porque do contrario, ele teria me partido ao meio.
A cada dia percebia que eu ficava mais forte e ágil, meus sentidos estava um pouco mais aguçados, me fazendo agir melhor em meus movimentos, mas ainda não estava ao nível dos internos do mesmo nível de luta que o meu.
Tentei participar da aula de robótica, mas acabei enchendo um gordinho idiota de porrada, que ele mereceu. Ele era um novato e eu estava tentando fazer ‘amizade’ com ele, para quem sabe ter um aliado para fugir dali, mas o filho da mãe queria estar naquele Instituto e havia me feito destruir uma peça importante de algum robô, então acabei lhe dando alguns socos. Eu havia tentando conversar com alguns internos, mas todos eles pareciam amar aquele lugar, era como se todos estivessem sendo drogados para jamais quererem fugir dali. Um bando de idiotas mimados.
Ouvi barulho de passos no corredor me fazendo despertar de meus pensamentos, me levantei lentamente e pude ver Bill e Samantha saindo do corredor dos dormitórios, pareciam conversar sobre algo engraçado, pois Bill olhou para Samantha com cara de incredibilidade e depois começou a rir, enquanto ela continuava com seu sorriso de lado nos lábios. Sei que eu deveria sair dali e não ficar observando-os, mas não consegui me mover pela surpresa. Ver Bill rir era algo inédito pra mim, todas as vezes que havíamos nos encontrado ele permanecia serio e com seu olhar enigmático. Por que eles estavam rindo? Senti uma irritação crescer dentro de mim, ele eram sempre tão sério na frente de outras pessoas, mas quando estava ali sozinho com Samantha se permitia rir, fazer brincadeiras ou contar algo engraçado.
Balancei a cabeça e respirei fundo algumas vezes tentando ignorar aquele pensamento irracional. Eles eram como todos ali, poderiam rir quando quisessem, eles eram livres pra isso. Ao chegarem mais próximos do jardim comecei a distinguir suas vozes, mas já não falavam nada importante, pelo menos não que eu achasse.
– Não esqueça. – disse Bill dando um sorriso brincalhão para Samantha.
– Pode deixar, não vou esquecer sua torta de maçã. – Samantha deu um sorriso malicioso, enquanto Bill fazia uma careta. Será que ele não gostava de torta de maçã?
Então Bill começou a andar para o lado da área de tecnologia, enquanto Samantha foi para o outro lado, a área do refeitório. Pensei em talvez seguir algum dos dois, quem sabe eu acabasse encontrando a saída se fizesse isso. Mas provavelmente só perderia meu tempo assim que eles entrassem em alguma sala ao qual eu não teria acesso.
Fechei meus olhos e respirei o ar gélido da madrugada, a imagem do sorriso de Bill e Samantha bateram em cheio em minhas pálpebras fechadas. Será que eles tinham algum caso? Pensei comigo mesma e aquela conclusão não me parecia tão estranha assim, isso explicaria o que Samantha havia dito de ser o braço direito de Bill. Balancei a cabeça tentando tirar aqueles pensamentos da minha mente. Repentinamente olhei para o corredor que Bill havia ido e pensei que talvez se o seguisse, assim que ele entrasse em algum lugar, poderia não deixar a porta fechar e passar desapercebida.
Num enorme impulso me peguei andando rapidamente para fora do jardim e o seguindo pelo corredor de tecnologia. Mas eu não via nem um sinal de Bill por ali, fui até o final do corredor e nada dele, provavelmente ele havia entrado em alguma daquelas salas. Suspirei e resolvi voltar ao jardim, eu só estava perdendo meu tempo.
Quando estava voltando pelo mesmo corredor, avistei Samantha vindo em minha direção com uma bandeja grande, com vários copos de café, refrigerante, pipoca e alguns doces. Franzi o cenho e olhei para seu corpo imaginando se ela conseguiria comer tudo aquilo sozinha, sem dúvida que ela iria dividir aquilo com mais umas três pessoas, no mínimo.
– Anny? – Samantha chamou surpresa ao se aproximar de mim.
– Oi. – disse simplesmente assim que paramos de frente uma pra outra.
– O que faz aqui?
– Nada. – respondi, eu não precisava dar explicações para ninguém e não diria que tentei inutilmente seguir Bill.
– Ok. – ela estreitou os olhos enquanto me analisava por um momento, então percebi seu olhar curioso mudar para algo que eu não pude identificar e um pequeno sorriso se formar em seus lábios – Gostaria de vir comigo?
– Pra onde?
– Bom, você só vai descobrir se aceitar. – ela me olhava com expectativa, enquanto seus lábios se curvavam num sorriso maior. Foi então que me lembrei de quando ela estava rindo com Bill. Será que ela estava indo para onde ele foi?
– Tudo bem. – respondi ao perceber que talvez fosse descobrir algum lugar novo ao qual eu não tinha acesso e quem sabe até a saída dali.
– Antes que me pergunte, eu não irei comer isso tudo sozinha. Nem que quisesse eu conseguiria. – ela disse do nada sobre a comida, ainda olhando em minha direção.
Ela parecia bem animada, mais do que quando nos vimos pela primeira vez. Será que a madrugada naquele lugar instigava as pessoas a serem mais alegres, ou talvez elas mesmas?
Samantha parou a duas portas de onde estávamos, colocou a mão na parede e digitou algumas coisas, a porta se abriu a nossa frente e entramos. A primeira coisa que percebi foi o barulho de metais sendo amassados ou algum tipo de maquina destruindo algo. Bastou alguns passos para que eu pudesse ter a ampla visão da sala em que estávamos, e por dois segundos perdi completamente a respiração e fiquei encarando aquele lugar com os olhos arregalados de surpresa.
– O que é esse lugar? – perguntei me virando para Samantha que me olhava com os olhos brilhando e um sorriso sincero nos lábios vermelhos.

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43 Re: Darkside - The World Has Changed em Sex Maio 16, 2014 10:18 pm

Comentário inútil aqui novamente!
Que injustiça da sua parte postar um capítulo tão pequeno! Já disse isso? Por que é.
Anny com ciúminho kkk
Samantha ainda muito boazinha pro meu gosto... E Anny muito revolts. Elas tem que andar mais juntas pra ver se a Samantha fica mais revolts e se a Anny fica mais boazinha kkk
Que feio esse suspense tbm, na na na...
A música *-* combinooou!

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44 Re: Darkside - The World Has Changed em Seg Maio 19, 2014 2:23 pm

Sam McHoffen

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Carol: Já disse Carol, nunca acho seus comentários inúteis. Amo eles, que sempre me fazer rir! *O*
Sim, você diz isso em todos os capítulos, e eu já falei que vou aumentá-los, ok? Chata huahauahaua
Samantha boazinha... hmm... isso logo vai mudar... ou não e.e
Olha! Isso é uma ótima ideia, as duas juntas pra dar uma equilibrada. hauahuahaa
Feio? Não é nada! Você fazia pior!
Linda essa música né? Super combinou! É que uma amiga fodona escolheu, sabe?! u.u

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45 Capitulo 8 - The Game em Seg Maio 19, 2014 3:15 pm

Sam McHoffen

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Oláááá! ^^
Eu queria deixar vocês curiosas mais um pouquinho, mas hoje tô animada e resolvi acabar com esse suspense! hauahuaha
Preparadas pra descobrir o que a Anny viu na sala que a deixou tão surpresa? Espero que eu surpreenda vocês e que gostem!
Linkin Park - Burn it Down


– Salão de Lutas Robóticas. – Samantha respondeu calmamente.
Me virei novamente para frente ainda surpresa, onde podia ver há alguns metros de distancia vários ringues de luta, mas apenas um estava em funcionamento. Bem no meio do ringue havia dois robôs de uns cinco metros de altura, com estrutura musculosamente humana, mas feitos de metal, lutando violentamente entre si. Do lado esquerdo, próximo aos robôs pude ver Tom em pé com algo retangular em mãos, ao qual ele mexia sem parar, olhando para os robôs lutando. Do lado direito outro rapaz, ao qual reconheci sendo o tal de Georg, com o mesmo retângulo nas mãos e expressão preocupada no rosto.
– Esse é nosso brinquedinho particular. – Samantha disse atrás de mim.
– Brinquedinho só se for pra você, esse é meu trabalho. – me virei em direção a voz masculina que havia dito isso e vi um gordinho loiro um pouco mais alto que Samantha vindo em nossa direção, arrumando os óculos que deslizavam por seu nariz. O reconheci como sendo Gustav, que sempre almoçava com Bill e Tom.
– Desculpe, Gustav. – Samantha disse seriamente, como se realmente se desculpasse por aquilo – Está é Anny. E este é um dos nossos instrutores, o Gustav.
– Oi. – disse enquanto ele apenas acenava com a cabeça e mostrava um sorriso tímido nos lábios.
– O seu é esse. – Samantha indicou um copo de coca para Gustav, que o pegou e saiu andando para a direita e foi só então que reparei que havia várias poltronas pretas, onde havia mais duas pessoas sentadas, Bill e uma mulher loira bastante bonita. – Venha. – Samantha me chamou enquanto andava para perto deles, a segui um pouco insegura e assustada com tudo aquilo. – Cheguei. – disse assim que se aproximou, fazendo todos se voltaram em sua direção.
– Até que enfim, pensei que você tinha sido abduzida no caminho. – a garota loira falou em tom brincalham para Samantha – Hey, quem é você?
– Anny. – respondi, atraindo a atenção de Bill, que me olhou seriamente franzindo o cenho.
– O que ela faz aqui? – Bill perguntou voltando seu olhar para Samantha.
– Ela estava andado por ai e pensei que poderia ter alguma boa atração essa noite. – Samantha respondeu se virando pra mim – Bill você já conhece. E essa é Evelyn, que é namorada do Georg, o cara lutando com Tom ali.
– O cara que vai destruir o Tom, você quis dizer. – Georg brincou, fazendo com que Samantha e Gustav soltessem algumas risadinhas e Evelyn revirasse os olhos.
– Nós seus sonhos, amor. – Tom respondeu fazendo com que todos começassem a rir, eles pareciam tão descontraídos ali, como eu nunca havia visto, ou se quer imaginado que poderiam um dia ficar, ainda mais com perto de mim.  Até mesmo Bill esboçava um sorriso para aquela brincadeira, ao perceber meu olhar em sua direção ele se virou me olhando nos olhos por dois segundos, mas logo voltou a olhar em direção a luta, sem se preocupar com a presença de uma simples aluna naquele lugar.
– Bem vinda ao mundo do Gustav. – Evelyn brincou enquanto Gustav olhou um pouco irritado pra ela – Hey, o que falei demais? É seu mundo mesmo.
– Senta ai e veja o Georg levar uma surra. – Samantha disse em voz baixar enquanto se sentava ao lado de Bill.
– Eu ouvi isso, Samantha. – Georg gritou de onde estava sem se virar na nossa direção, ele estava longe o suficiente para não ouvir o que ela tinha tido, mas pelo visto ele tinha ótimos ouvidos.
– Ela apenas é inteligente o suficiente pra saber que sou melhor que você. – Tom revidou e começou a gargalhar, com aquele seu jeito brincalhão de sempre.
– Ignore, ele é sempre assim. – Samantha disse pra mim enquanto eu me sentava a seu lado observando os dois robôs guerrilhando. – Esqueci de perguntar, você quer comer alguma coisa? Se quiser peço pra algum robô...
– Não, obrigado. Eu já comi.
Ela assentiu e tomou um gole de sua coca e começou a comer sua pipoca, completamente a vontade comigo ao seu lado. Fiquei a observando por algum tempo e depois voltei minha atenção para a luta dos robôs que ocorria a nossa frente, na verdade era quase um massacre, porque o robô de Georg mais apanhava do que conseguia dar algum golpe. Olhei a minha volta e percebi que assim como Samantha, ninguém ali realmente se importava de eu estar num lugar ao qual provavelmente nenhum interno tinha o direito de estar.
A luta continuou por mais uns cincos minutos, o robô de Georg mal conseguia parar em pé, enquanto ele dizia palavrões que até mesmo pra mim eram desconhecidos. Tom ria a cada golpe que o robô de Georg recebia, fazendo comentários idiotas e sarcásticos. Meu olhar estava fixo a cada golpe dado na luta, eu já não prestava mais atenção as pessoas a minha volta, minha concentração estava toda no que acontecia a minha frente.  Talvez tenha sido por isso que quase cai da cadeira quando o robô de Tom deu um tirou com o braço esquerdo, acertando em cheio o pescoço do robô de Georg. Eu não teria me assustado tanto com algo assim, mas o problema foi que a cabeça do robô de Georg se separou do corpo e veio diretamente em minha direção e de Samantha, sentadas nas poltronas.
Por reflexo peguei no braço de Samantha e ia a puxar para o lado tentando evitar que aquela imensa cabeça robótica nos atingisse. Mas fui brutalmente impedida por ela, que segurou em meu braço me olhando preocupada enquanto eu não conseguia sair do lugar, aterrorizada pela ideia daquela cabeça nos acertar.
– O que...? – eu ia dizendo para tentar puxa-la, mas fui interrompida por sua voz baixa e calma.
– Fique tranquila! Eles não são reais, são robôs holográficos.
A olhei incrédula e sem saber o que fazer. O que ela estava me dizendo? Aqueles robôs não eram de verdade? Samantha deu um leve sorriso e só então me virei para olhar onde a tal cabeça havia parado, olhei na direção do ringue onde Tom ria sem parar e Georg estava irritado. Não vi a cabeça do robô por lado nenhum, foi então que Samantha deu um toque no meu braço e indicou um lugar ao fundo da sala. E lá estava a cabeça do robô, como se houvesse atravessado nos duas ali sentadas.
Não conseguia acreditar na possibilidade de estar vendo robôs holográficos, eu sabia que isso era possível, mas eles eram perfeitos demais. Pisquei algumas vezes tentando me situar naquele local e aceitar que eu havia sido, de certa forma, enganada por aqueles robôs.
– Quem vai ser o próximo a querer ser derrotado pelo papai aqui? – ouvi a voz de Tom e me virei para vê-lo com aquele sorriso safado e convencido no rosto.
– Ele é sempre assim? – perguntei  desconfiada a Samantha que começou a rir.
– Infelizmente, sim. No inicio ele é bastante irritante com esse super ego dele, mas depois você acaba se acostumando e vendo que o Tom é uma ótima pessoa. – Samantha disse olhando na direção de Tom com um sorriso carinhoso no rosto, era como o olhar orgulhoso de uma mãe, ou algo do tipo.
– Alguém pode acabar com o robô desse narcisista filho da mãe? – Georg se aproximou um pouco irritado.
– É sua vez, Samantha. – Evelyn disse com descrença, provavelmente imaginando que Tom continuaria com seu discurso de ganhador a madrugada inteira.
– Que tal você jogar contra o Tom? – Samantha perguntou olhando em minha direção.
– Eu? – disse a olhando assustada, eu não fazia a mínima ideia de como funcionar aqueles robôs. – Eu não sei mexer com isso, é a primeira vez que vejo uma luta entre robôs.
– Você sabe jogar vídeo game?
– Claro que sei!
– Então será fácil. É como estar num jogo de vídeo game, mas com robôs holográficos. – Samantha sorria carinhosamente pra mim. – Além do mais, o máximo que te pode acontecer é ter que aguentar o Tom falando que ganhou de você.
– Eu não sei... – olhei de Samantha para Tom, que mexia as sobrancelhas como me chamando para o desafio.
Suspirei e acabei aceitando o desafio, como Samantha havia dito, o máximo que eu aguentaria era Tom testando minha paciência, o que não era pouco, mas talvez fosse até divertido. Me levantei da cadeira e peguei o controle retangular das mãos de Georg, percebi que aquele controle era tipo um computador portátil. Fui até o ringue e parei a alguns metros, de frente para Tom, onde minutos antes Georg estava.
Apareceu um painel a nossa frente dizendo que seria uma luta com três rounds, o melhor de três venceria. Tinha a opção de escolher algum robô, fui analisando cada robô que havia na tela holográfica, acabei escolhendo um robô feminino que tinha mais agilidade do que força. Assim que Tom escolheu o mesmo robô musculoso que estava lutando antes a luta começou.
No inicio eu não sabia exatamente o que fazer, apesar de ser a mesma coisa que jogar um vídeo game de luta, ter os robôs bem ali na minha frente me desconcentrava um pouco. O primeiro round eu apanhei de Tom que não poupou nem um golpe sequer, percebi pelo seu olhar que ele estava pensando que seria fácil ganhar de mim, mas ele estava completamente enganado.
No segundo round eu já estava um pouco mais habituada ao controle em minhas mãos e com as habilidades do meu robô. Consegui evitar 90% dos golpes que Tom tentava me dar e sempre dava um jeito de golpear seu robô em pontos específicos. Consegui ganhar o segundo round por ser mais esperta que Tom e talvez por ele estar muito confiante em si.
No terceirou round Tom mostrou realmente suas habilidades no jogo, comecei a lutar pra valer me esquecendo de onde estava, ouvi alguns xingamentos de Tom quando eu lhe golpeava, enquanto eu começava a sorrir por ver seu desespero. Cansado daquele jogo de gato e rato Tom começou a usar as armas que seu robô dispunha, por não estar acostumada com a holografia as vezes me assustava um pouco. Quando eu estava quase perdendo de Tom me lembrei de um antigo jogo que eu era muito boa e alguns atalhos no controle.
Será que seriam os mesmos? Pensei enquanto acionava todas as armas especiais que meu robô possuía, então sem dó comecei a atirar no robô de Tom que tentou resistir, mas não conseguiu ficar mais de dois minutos em pé e no final ganhou um enorme buraco no meio do tórax. Ganhei o terceiro round com um enorme sorriso no rosto.
– Como isso foi possível?
– Ela ganhou do Tom?
– Dá onde você tirou essa garota, Samantha?
Comecei a ouvir uma enxurrada de perguntas vindo de Georg, Gustav e Evelyn. Me virei para eles e só então percebi que todos estavam abismados com minha vitória. Será que Tom era tão bom assim que ninguém conseguia ganhar dele? Olhei na direção de Bill que me olhava seriamente, mas com um olhar intrigado, como se estivesse procurando alguma resposta enquanto me olhava. Virei meu rosto para Samantha que sorriu pra mim.
– Acho que a Anny deveria lutar com o Gustav. – Samantha disse para todos, apesar de estar sugerindo que eu lutasse com Gustav, senti que o tom em sua voz era mais uma ordem que um pedido.
Todos se calaram assim que ela terminou sua frase e a olharam como se ela estivesse dizendo a maior loucura do mundo. Sem entender muito bem o que estava acontecendo, me virei na direção de Gustav, que me olhava sem expressar nenhuma reação.
– Ela vai ser massacrada, Samantha. – ouvi a voz de Georg que olhava pra ela com seus encantadores olhos verde – Gustav é simplesmente o melhor nessa área, ela não tem nem chances contra ele.
Respirei fundo tentando ignorar o que Georg havia digo, sabia que ele talvez estivesse razão, provavelmente todos ali tinham mais experiência que eu naquele jogo e ganhar de Tom tenha sido sorte. Mas nunca que eu iria admitir isso e fugir de alguma coisa. Mesmo que Gustav fosse o melhor, eu poderia muito bem tentar derrotá-lo.
– Se ele quiser, não me importo de lutar com ele. Não deve ser tão difícil assim, com Tom foi moleza. – disse aproveitando para provocar Tom e olhando na direção de Gustav, que deu um pequeno sorriso e se levantou me olhando.
– Esteja preparada para ser cruelmente massacrada. – ele falou num tom maligno que fez com que os pelos do meu corpo se arrepiassem.
Sorri em resposta ao que ele havia dito, por mais assustador que ele parecesse eu jamais iria me negar a lutar com quem quer que fosse, ainda mais quando essa pessoa tentava se mostrar superior a mim em alguma coisa.

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46 Capitulo 9 - This is MY world em Sab Maio 24, 2014 1:48 pm

Sam McHoffen

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Imagine Dragons ft. Kendrick Lamar - Radioactive

Lutar com Gustav estava sendo mais difícil do que eu havia julgado. Diferentemente de Tom que escolheu um robô forte, Gustav era esperto o suficiente para escolher um com mais agilidades e habilidades do que força. Acabei trocando meu robô por outro com quase as mesmas habilidades do anterior, ele apenas tinha melhores armas, mas eu ainda tinha uma pequena desvantagem contra a experiência de Gustav.
Assim como minha luta com Tom, o primeiro round foi de Gustav e o segundo meu. Mas ao contrario de Tom que havia ficado irritado por perder, Gustav ficou realmente irado quando perdeu pra mim. Todos os que assistiam estavam incrédulos por ele perder, e sempre ouvia alguma piadinha vinda de Tom ou Georg, o que fazia com que Gustav ficasse ainda mais nervoso. E posso garantir que essa não era uma visão boa de se ver.
A cada oportunidade Gustav usava alguma arma em direção ao meu robô e mesmo que por milésimos de segundos, eu conseguia com que ele evitasse ser acertado. Foi quando Gustav estava tentando atirar diretamente na cabeça do meu robô que percebi que ele era habilidoso e sempre tentava me atacar na cabeça ou no tórax, o que provavelmente acabaria comigo, além de sempre estar me atacando, fazendo assim que eu me defendesse mais do que tentasse ataca-lo.
Por breves instantes percebi que não era tão difícil derrota-lo, sorri com o pensamento e fiz meu robô se abaixar para desviar de um de seus golpes, mas ao mesmo tempo me aproximei o suficiente para que num único gesto desse uma rasteira no robô de Gustav, que caiu no chão atirando para cima. Vi Gustav arregalar os olhos e me olhar com raiva, enquanto eu começava a desferir vários tiros em direção ao seu robô.
Enquanto eu acabava com o robô dele, ouvi ao longe vários xingamentos vindos de sua boca. Sorri mais ainda com a possibilidade de terrora-lo.
– O que foi Gustav? Não consegue derrotar uma amadora? – disse o provocando, fazendo com que ele perdesse a concentração por um segundo apenas, segundo mais do que suficiente para que eu usasse a minha melhor arma, diretamente na cabeça do robô de Gustav. – Fim de jogo! E a vencedora é... Anny!
Dei um soco no ar e comecei a rir olhando para o rosto vermelho de Gustav, que parecia a ponto de explodir de nervosismo. Pela primeira vez desde que eu havia entrado naquele maldito Instituto me senti feliz e com vontade de permanecer ali, por mais algumas horas é claro, enquanto derrotava todos naquele jogo.
Eu estava tão distraída com minha vitória, que não percebi quando Gustav se aproximou de mim extremamente irritado, só dei por mim quando Samantha se colocou na minha frente o parando.
– Gustav. – disse Samantha entre mim e ele.
– Eu vou acabar com essa garota. Ela não pode ter me vencido, a menos que tenha roubado.
– Ah! Qual é gordinho! Não sabe perder? – perguntei dando um passo a frente.
– Ninguém me vence! Você roubou garota!
– Tá com o orgulho ferido porque perdeu pra uma garota é?! – sorri ainda olhando em sua direção, não me importando se ele estava irritado ou não, eu iria continuar o provocando, até porque eu havia ganhado honestamente.
– Gustav! – Samantha falou quando ele tentou realmente me dar um soco, mas foi impedido por ela – Pare agora! Não tem possibilidade dela ter roubado, você sabe muito bem disso. Aceite que perdeu e fim.
– Ela não pode ter me vencido. – ele disse entre dentes e tentou vir para cima de mim novamente.
Qual era a do gordinho? Não sabia perder, então não jogasse. Me irritei também por seu jeito idiota e fui pra cima dele, mas Samantha estava no meio de nós dois impedindo que uma briga começasse. Mas enquanto ela o olhava seriamente com a mão em seu peito, dei um jeito de desferir um soco na orelha de Gustav, que se virou me olhando com tanto ódio que por um momento não acreditei que ele estava tão irritado por perder um simples jogo.
Gustav tentou me dar um soco, mas Samantha se lançou na minha frente, recebendo todo o impacto direto em seu ombro direito, fazendo com que ela perdesse o equilíbrio por um momento. Ela teria caído no chão pelo golpe de surpresa, se não fosse Bill a segurar.
E foi então que toda a verdadeira confusão começou. Gustav estava tão cego de raiva que nem viu o que havia feito, só queria vir para cima de mim, Tom e Georg interferiram tentando afasta-lo de mim. Enquanto que eu tentei partir para cima de Gustav, se ele queria uma luta de verdade eu iria dar a ele, só que dessa vez eu tinha certeza que ele sairia bem mais machucado que o robô dele.
No momento que tentei avançar por cima de Georg, senti duas mãos me puxando para trás, olhei para os lados e vi que Samantha e Bill me seguravam para impedir que eu voasse em cima de Gustav. Com raiva e vontade de quebrar a cara daquele gordinho abusado tentei me soltar dos dois, mas não obtive muito resultado.
– CHEGA! – Bill gritou com uma voz gélida, fazendo com que todos, inclusive eu, virasse em sua direção. Ele estava parado com o olhar mais sem vida que eu havia visto na vida. – Se controle Gustav Schäfer, ela é apenas uma interna e se te derrotou foi porque tem habilidade pra isso. Todos aqui sabem que não há como roubar nesse jogo, então aceite que existe alguém melhor que você, agora! – sua voz gélida vez com que Gustav se encolhesse e abaixasse o olhar, então Bill se virou em minha direção e senti que algo realmente ruim estava para acontecer. – Quanto a você, está na hora de ir para seu quarto e eu vou acompanha-la.
Antes que eu pudesse reagir contra sua ordem, ele pegou em meu braço com a força de um brutamonte e me arrastou para fora daquela sala.
– Eu vou se eu quiser. – falei tentando parar de andar, mas sua força era tanta que ele conseguiu me arrastar facilmente para fora dali. Dá onde aqueles malditos instrutores arrumavam tanta força assim?
– Por alguns minutos pensei que você estava vendo o que realmente acontece aqui no Instituto. Pensei realmente que poderia confiar em você, Anny.
– Do que você tá falando? E me solta, caramba. – disse enquanto ele ainda me arrastava pelo corredor.
Ao chegar ao jardim central, Bill parou de andar e se virou, ficando de frente pra mim, mas ainda segurando firmemente meu braço. Olhei em seus olhos e pude perceber aquele olhar triste e gélido novamente, ele fechou os olhos e respirou fundo algumas vezes. Fiquei ali parada apenas a observando e tentando entender o que ele queria dizer com aquela ultima frase, mas foi em vão.
– Anny. – ele abriu os olhos e com a voz calma continuou – Tente se controlar e aceitar o que está acontecendo com você. Pois só assim você terá a chance de ter um futuro melhor e poderei confiar em você.
– Estou pouco me lixando se você confia em mim ou não. – respondi me remexendo para que ele soltasse meu braço, seu aperto já estava começando a me machucar de verdade.
– Eu sei, mas acredite em mim, você precisa aprender a ser mais madura e aceitar as responsabilidades que a vida está te dando. – ele disse como se implorasse para que eu compreendesse as palavras que ficavam em suspenso em sua frase.
Bill suspirou e soltou meu braço, me olhou por alguns instantes e logo se virou e voltou andando a passos rápidos pelo corredor que havíamos saído, olhei em sua direção e vi Samantha parada no inicio do corredor.
Ele parou perto dela e perguntou algo que não pude ouvir, mas percebi seu olhar de preocupação em direção a Samantha, talvez ele houvesse perguntando sobre o ombro, onde Gustav havia lhe dando um soco. Ela negou com a cabeça e fez sinal com a mão para que ele a seguisse, então os dois saíram andando pelo corredor, provavelmente de volta a sala de luta.
Continuei parada onde estava, respirando fundo várias vezes e me concentrando no barulho do vento nas arvores, fechei os olhos e senti uma forte onda de tristeza me invadir. Eu só queria sair dali e nunca mais ver aquelas pessoas e aquele lugar, ou no mínimo, que parasse de ser tratada como uma criança.
Abri os olhos assustada ao lembrar do dia que havia chegado ao Instituto, quando vi Gustav pela primeira vez no refeitório, eu havia procurado a profissão de Gustav e Georg, a de Gustav era instrutor da área de combate tecnológico. Quando pesquisei sobre isso não consegui nenhuma resposta e pela reação explosiva de Gustav há poucos minutos percebi que aquilo não era um simples jogo. Provavelmente aquela era a área dele, e ele era o melhor no Instituto.
– Então quer dizer que eu acabei com a reputação do gordinho?! – disse em voz alta para mim mesma, com um sorriso no rosto ao perceber que eu havia conseguido realmente atrair a atenção dos superiores daquele lugar. Quem sabe assim eles viam que eu não era uma garota idiota e me tiravam dali?

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47 Re: Darkside - The World Has Changed em Dom Maio 25, 2014 8:47 pm

Oiiii!!!
Não me bata por eu não ter aparecido aqui ainda.
Tinha esquecido, sorry.
Isso me lembrou de Gigantes de Aço. E eu ameei aquele filme. Até minha bisa gostou, eu assisti com ela...
E eu gostei que o capítulo ficou um pouco maior né.
Agora vou pro próximoo!

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48 Re: Darkside - The World Has Changed em Dom Maio 25, 2014 9:05 pm

Ela é foda, né?
Venceu todo o mundo ali. Mas á, Anny!
Já disse que gostei da parte dos robôs, e com a música combinou XD
Pobre Gustav, se fosse ele teria dado um jeito de acabar com ela mesmo. Sacanagem isso com o coitado.
Achei ela mais insuportável ainda aqui. Além de ganhar ficou pisando em cima dele, chamando ele de gordo. Gostei disso não. Anny chata.
" – Quanto a você, está na hora de ir para seu quarto e eu vou acompanha-la. " Me acompanha ali no meu, Bill? kkkk Tá frio, ia ser bom tu lá comigo.
Poste mais logooo!

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49 Re: Darkside - The World Has Changed em Qua Maio 28, 2014 7:29 pm

Sam McHoffen

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Fique tranquila, não vou te bater, não muito hauaauahauha
E dá onde saiu a inspiração pra essas cenas? Han? Han? Gigantes de Aço, esse filme é ótimo! Acho que vi ele umas 4 vezes e.e
Não sei se ela é foda, ou uma sortuda do caramba hauahau
Tu não sabe o alivio que sinto quando tu gosta das musicas, eu fico morrendo de medo de errar na hora de colocar alguma música.
Anny destruiu o mundo do Gustav, tadinho.
HAHUAHAUAHAUAAHA Para de declarar seu amor pela minha personagem, Carol!
Olha, também quero ser acompanhada pelo Bill até o quarto... e que ele fique lá comigo.
E aqui já vai o próximo, que tá pequeno, maaaaaaas, no outro vai ser grande, irá ser onde os capítulos começam a serem enormes em sua homenagem e da Pati. u.u

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50 Capitulo 10 - Fight! em Qua Maio 28, 2014 7:53 pm

Sam McHoffen

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Sei que esse capitulo tá pequeno, mas partir do próximo, eles serão maiores (em homenagem a Pati e Carol, que tanto me pedem por eles), mas talvez eu demore mais a postar. Por que? Erh... porque eu ainda tô escrevendo ele. '-'
É isso ai, pessoal, esse aqui foi o último capitulo pronto que eu tinha. Vou tentar escrever pelo menos um capitulo por semana e postar aqui, mas não posso garantir muito, porque minha inspirando anda saindo de viagem, sabem? E eu demoro um pouco pra escrever. Se eu demorar muito, podem me cobrar, ok? (Mas espero que isso não aconteça) Até o próximo capitulo! ^^
Sail - Awolnation


– Chega!
Todos os internos pararam o que estavam fazendo, como se estivessem petrificados, e lentamente se viraram na direção da voz extremamente autoritária. Bill me olhava fixamente, com seu olhar gélido e a expressão seria, enquanto eu o observava com descrença.
O meu dia tinha sido uma merda e isso provavelmente era graças ao fato do gordinho do Gustav querer me socar noite passada. Todas as aulas que eu frequentava, não dava a mínima para o que acontecia ali ou se o instrutor estava chateado por eu estar dormindo, eu apenas ficava quieta na minha, ignorando o resto do mundo. Mas hoje isso tinha mudado, os instrutores que antes ignoravam minha existência resolveram que era hora de me colocar para prestar atenção neles. Claro que eles não obtiveram sucesso nisso, mas todos haviam me perturbado o dia inteiro. Para completar, não pude almoçar em meu quarto, mas me recusei a comer com os internos, não estava nem um pouco afim de me socializar com quem quer que seja.
A aula de combate era a ultima do dia e como sempre eu ignorava todas as ordens de Bill, principalmente quando ele tentava ensinar algo que eu já sabia. A única coisa que eu gostava era dos momentos em que ele me colocava para lutar com algum interno, porque mesmo estando trancafiada naquele Instituto eu ainda gostava de lutar, gostava de me sentir superior a alguém que era mais forte que eu.
Mas como em todas as aulas daquele dia, Bill foi só mais um dos instrutores que resolveram prestar atenção na minha pessoa e me colocar para fazer o que eles queriam, a diferença dele para os outros era que Bill nunca suportou que eu não fizesse o que ele mandava.
– Chega de tentar insultar cada instrutor nesse Instituto. – disse Bill caminhando com passos largos na minha direção – Você vai começar a ter disciplina e aprender o que lhe é ensinado aqui a partir de hoje.
– Me obrigue. – respondi o encarando nos olhos.
Bill apenas deu um sorrisinho de lado e fez sinal com a mão para que uma das internas se aproximasse.
– Tudo o que aprendeu na última semana, pratique com a senhorita Rockefeller. – disse se afastando e me deixando de frente com a garota.
Olhei Bill se afastando e depois para a garota, que eu não fazia a mínima ideia do nome, mas sabia que era boa lutadora. Dei um passo à frente com a intenção de ignorar a garota, mas fui surpreendida por um golpe no ombro.
– Que merda é essa?! – perguntei a olhando como se ela estivesse louca – Eu não vou lutar com... – antes que eu terminasse a frase a garota me golpeou novamente.
Eu não iria lutar com ela, até porque não estava a fim de obedecer Bill, não naquele momento, mas a garota era mais uma idiota que fazia tudo o que os instrutores daquele lugar mandavam. Então ela começou a me atacar utilizando as táticas que Bill havia ensinado naquela semana, de inicio apenas me desvencilhei da garota, mas acabei perdendo a paciência e parti para cima dela.
Como Bill havia ensinado todos aqueles golpes naquela semana, não foi difícil derrotar a garota usando outros golpes ou alguma tática de defesa. Assim que a imobilizei de cara no chão, revirei os olhos e olhei em direção a Bill, minha intenção era simplesmente pular em cima daquele idiota e lhe dar uma boa surra, mas antes que eu pudesse fazer isso ele mandou outra garota pra lutar comigo.
Alguns minutos depois eu já estava a ponto de explodir de ódio e extremamente cansada, toda vez que eu derrotava alguém, Bill mandava mais um pra cima de mim. Enquanto tentava não ser derrotada, percebi que alguns instrutores e alunos de outros grupos pararam o que estavam fazendo para olhar as malditas brigas.
– Já chega! – gritei assim que deixei o meu quinto oponente inconsciente – Eu sou capaz de derrotar todos eles, ainda mais eles usando somente alguns golpes. – falei olhando feio para Bill que permanecia com seu olhar impassível a alguns metros de mim.
– Quais golpes você usou, senhorita Rockefeller? – ele perguntou olhando em minha direção, enquanto eu me levantava um pouco sem folego.
– O que?! Você manda todos esses internos lutarem comigo e quer saber que merda de golpes eu usei? Você tem problemas, cara! – fui andando em sua direção bufando de raiva.
Respirei fundo tentando controlar minha vontade de enfiar a mão na cara dele, depois de me fazer lutar com aqueles malditos internos, ele ainda queria que eu lhe dissesse quais golpes usei? Ele só poderia estar querendo brincar com minha cara.
De todos com quem eu havia convivido nos últimos dias, Bill era o que eu mais desejava dar um soco bem no meio do nariz. Porque ele era sempre arrogante, prepotente e queria tudo do jeito ele, se achando o dono da razão.
– Responda, quais golpes você usou? – Bill repetiu me olhando nos olhos.
– Vai a merda! – disse perdendo a paciência e lhe dando um soco no estomago, mas que foi bloqueado por ele.
O olhei nos olhos e percebi que ao contrario de mim, ele estava extremamente calmo e havia um brilho estranho em seu olhar, como se ele estivesse... Feliz? Não, eu só podia estar doida. Antes que eu começasse a pensar novamente, tentei lhe desferir um golpe no meio das pernas e um soco no rosto, ao qual ele me bloqueou e me imobilizou.
– Já chega. – ele disse calmamente me soltando e quase me jogando no chão do ringue – O treinamento está encerrado.
– O que? – o olhei com os olhos arregalados, enquanto ele se virava para ir embora, mas peguei em seu braço e o puxei – Por que me fez lutar com quase todos desse nível?
Bill parou a minha frente e me olhou com um brilho estranho no olhar, enquanto eu permanecia ali parada, quase bufando de ódio esperando por sua resposta.
– Falei que você iria aprender o que ensinei aqui, você me pediu para te obrigar a fazer isso. Então simplesmente fiz o que me pediu, senhorita Rockefeller. – disse com um sorrisinho de canto e seu olhar de satisfação, então voltou a andar em direção a saída da sala.
Permaneci parada onde estava, enquanto meu olhar permanecia grudado nas costas de Bill, sentindo vontade de desaparecer daquele lugar, evaporar como água, conforme a consciência do que havia acontecido ali me invadia como um soco bem no meio do estomago.
Quando Bill fez com que os internos lutassem comigo usando apenas os golpes que aprenderam naquela semana, foi intencionalmente, apenas para me obrigar a me defender. Pois me defendendo exatamente daqueles golpes, eu usava as táticas de defesa que ele havia ensinado.
Sem que eu percebesse, Bill havia me obrigado a usar os golpes que ele ensinou naquela semana, fazendo com que pela primeira vez eu fizesse algo que ele havia mandando. Senti uma onda de raiva me invadir por ter estado tão cega de ódio e não ter percebido o que ele estava fazendo.
Olhei a minha volta e algumas pessoas do meu nível me olhavam com sorrisinhos idiotas no rosto, fechei a cara e sai andando rápido daquela sala, praticamente quase correndo. Eu precisava de ar, precisava sair dali e poder ter um tempo sozinha, longe de toda aquela loucura que estava acontecendo comigo.
Fui em direção ao jardim central, mas havia algumas pessoas andando por ali e o ar parecia estar me sufocando cada vez mais, comecei a sentir uma dor aguda na boca do estomago, como se algo estivesse me queimando por dentro. Olhei a minha volta e me senti sufocada, como se estivesse no meio de uma multidão de pessoas.
Antes que eu tivesse algum ataque cardíaco no meio daquele lugar, fui em direção a meu quarto, com a mão no estomago e respirando fundo, tentando controlar toda a raiva que eu sentia, mas não tento muito sucesso.
Assim que entrei em meu quarto soltei um grito agudo, o mais alto que eu podia naquele momento. Comecei a gritar e socar o colchão, tentando descontar toda aquela raiva que eu sentia. Raiva de estar naquele lugar, de Bill, e principalmente raiva de mim mesma por ter caído no truque daquele miserável.

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