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Entre Irmãos: O Mundo Por Tás da Minha Parede/SINOPSE

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Sinapse:

Depois dos excessos e exageros de crises de ciúmes do irmão, Bill resolveu terminar o romance secreto que mantinham desde seus doze anos. Mas, Tommy não aceitou e fará de tudo para ter o irmão de volta em seus braços.

Avisos:

A banda Tókio Hotel não me pertence. Se você não gosta de yaoi, homossexualismo e, especialmente Kaulitzcest, não leia essa fic. Nela contem cenas de incesto, violência, homosexualismo, linguagem imprópria, nudez, sexo e estupro.

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Continue <3
Estava demorando alguém postar uma twincest aqui!

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^^

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Nome: Entre Irmãos: O mundo por trás da minha parede.
Autor: Lay-Kaulitz-chan
Classificação faixa etária: +18
Personagens: Bill Kaulitz, Georg Listing, Gustav Schäfer, Tom Kaulitz
Gêneros: Romance, Amizade, Lemon, Yaoi
Avisos: Álcool, Estupro, incesto, sexo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez.
Terminada: Não

^^

Wir sind mehr als Brüder: Somos mais que irmãos

Era difícil de explicar como o relacionamento entre os dois irmãos ficava mais intenso a cada ano que se passava.
Desde o inicio da banda, quando ainda tinha o nome de Devilish e o produtor musical Peter Hoffmann ainda não havia descoberto a banda, Tom e Bill demonstravam muito carinho e afeição um pelo outro. Muitas vezes fora dos holofotes e câmeras eles se permitiam ter momentos mais próximos, íntimos, de carinhos e caricias, como se quisessem se conhecer ainda mais, ou simplesmente desejassem está muito mais próximos um do outro, e esse desejo se tornou mais forte quando, aos doze anos, voltavam de uma festa particular entre amigos juntamente com Georg e Gustav, foram para a casa alugada pelo empresário em Magderburg, tinham bebido um pouco mais da conta, Georg e Gustav quase não conseguiam se pôr de pé e caíram nas suas camas, Bill estava energético sorrindo, foi para a sala, ligou o som em sua música preferida, começou a cantar e até dançar, Tom o acompanhava, ou pelo menos tentava.
- Vem dançar comigo?! – disse e foi quase uma ordem que o outro aceitou e obedeceu.
Os dois começaram e se movimentar de um jeito fora de ritmo e Tom estava meio desengonçado.
- Vem aqui! – Bill puxou o irmão pelos antebraços para mais junto de si. – Você tá fora do ritmo! – concluiu e fez um bico.
- Eu nunca estou fora de ritmo! – disse com sua voz de brincalhão, mas nessa hora seus olhos encontraram os do irmão e, de repente os dois pararam.
Bill sorriu meio sem graça, tocou de leve o semblante do irmão. Tom fez o mesmo, mas usou as duas mãos, engoliu algo que desceu seco em sua garganta olhando de forma profunda para o irmão, sabia o que estava sentindo e isso lhe incomodava, mas ao mesmo tempo lhe fazia bem sentir que o desejava! Para Bill era gostosa a sensação de querer o irmão, já que sabia que o conhecia muito bem, era algo profundo, quente, jovial e proibido. Era perfeito!
Decidiram se entregar ao que sentiam antes de desistirem, foi então que o Tommy tocou os lábios do irmão lhe dando um beijo profundo, molhado e demorado cheio de vontade e desejo que podia se ouvir o barulho que fazia.
O beijo foi o pontapé inicial e depois dele foi tudo muito rápido, os irmão se despiram, dessa vez de forma bem ritmada, e freneticamente se beijavam e trocavam caricias, mas Bill ousou mais e foi o primeiro a tocar nas partes íntimas do irmão lhe provocando um arfar de susto e um gemido de satisfação logo em seguida. Os dois se deitaram no sofá, meio desconfortável, mas pareciam nem ligar pra isso já que o desejo era muito maior que tudo, também por conta dos hormônios que estavam aflorando.
Bill não tinha quase nenhuma experiência com relação á sexo, e Tom tinha ficado com algumas garotas, mas sabia que seria diferente, era uma experiência nova, não pelo fato dele não ser uma menina, mas por ser o seu irmão que ele amava muito!
Mesmo envolvidos pelo desejo, o ato não ocorreu por completo, já que Bill sentia muita dor nas tentativas do irmão de lhe penetrar. Tom tentou até que seu pênis não podia entrar mais e Bill pediu para que ele parasse. Depois de desistir, Tom sentou-se no chão meio constrangido ou insatisfeito já que não tinha tido o prazer de ejacular e isso parecia lhe incomodar, ele queria explodir. Bill, percebendo o que o irmão sentia decidiu fazer algo muito mais ousado, algo que com toda certeza o irmão não esqueceria jamais, ele se aproximou e tocou o órgão do irmão, Tom fechou seus olhos e recostou sua cabeça no sofá, foi nessa hora que Bill tocou seus lábios no pênis do irmão lhe fazendo gemer abrindo levemente a boca. Bill praticamente abocanhou o pênis do irmão arrancando-lhe um urro mais de prazer do que de susto e, enquanto chupava, lambia, tirava e metia da boca de um jeito barulhento, Tom enlouquecia levando suas mãos á cabeça, nunca havia sentindo algo tão prazeroso como estava sentindo, algo tão forte que quando ejaculou Bill quase se engasgou com o seu esperma.
- Você está bem? – perguntou preocupado.
- Estou. – respondeu ainda engasgado, começou a sorrir e abraçou o irmão.
- Engoliu!?
- Acho que sim.
Os irmãos Kaulitz não comentaram nada, porem suas trocas de olhares e sorrisos lhes denunciavam, ou pelo menos demonstrava certa alegria que não tinham antes. Embora achassem que esse envolvimento entre os dois não duraria muito, a sensação de algo proibido era gostosa para os dois.
A segunda vez em que os dois tiveram um momento intimo só ocorreu um mês depois da primeira, Tom quase conseguiu introduzir por completo, porem foi obrigado a desistir por que o irmão começou a gritar e ele resolveu parar. Somente nas férias, quando eles voltaram para Loitsche, ficaram em casa sozinhos, a mãe e o padrasto tinham ido ao supermercado, foi que os dois concretizaram o ato. Estavam ouvindo música no quarto do Bill quando Tom se aproximou e começou a acariciar o irmão. Bill sentiu um rubor tomar conta de suas bochechas sabia o que o irmão queria, mas se sentiu sem coragem já que das duas primeiras vezes ele estava um pouco alterado por conta do álcool que tinha ingerido. Tom começou a cheirar o pescoço do irmão já quase na nuca lhe provocando arrepios, depois colocou suas mãos no abdome dele acariciando por baixo de sua camisa subindo até seu peito. Bill gemeu baixinho e se recostou no peito do irmão depois de tirar a camisa para que ele pudesse lhe acariciar mais á vontade. Começaram a se despir, mas do contrario das outras vezes faziam isso com calma e sem pressa.
Tom levantou o irmão e lhe guiou para que se deitasse na cama, depois pousou seu corpo por cima do dele lhe dando um beijo gostoso na boca. Dessa vez, antes de começar a tentar lhe penetrar, Tom utilizou um lubrificante e introduziu o dedo primeiro movimentando-o para abrir mais espaço, só quando percebeu que o irmão não sentia mais dor e gemia de prazer foi que ele começou a penetrá-lo. Bill arqueou sua cabeça para trás e Tom se empolgou começando a executar movimentos de vai e vem. Bill abraçou o irmão apertando suas unhas nas costas dele e Tom começou a intensificar seus movimentos, mas não demorou muito para que o prazer e a satisfação tomassem conta de seu corpo e ele já tinha ejaculado.
Bill sabia que jamais esqueceria esse momento tão íntimo e satisfatório com o irmão e imaginava que nunca mais o teria, já que o irmão tinha fama de galinha e ficava com muitas garotas, sabia que não tinha como competir com elas. Estava enganado. Tom tinha ficado maravilhado com o irmão de tal forma que não conseguiria mais viver sem ele.
A rotina da banda se tornou mais agitada, logo começaram a tocar em pequenos shows e concertos de talento, e eles estavam se tornando o novo ícone alemão. Estavam na mídia, em programas de tv e rádios, entrevistas em revistas e jornais, frequentavam festas e badalações, onde Tom sempre ficava com uma ou duas garotas e Bill estava começando a se acostumar com a fama do irmão e com as meninas gritando o seu nome e dizendo que o amavam, sabia que seu amor por ele era maior que tudo e que todos e por isso não lhe cobrava nada e nem lhe impedia de fazer nada e sempre acabava ficando sentado numa mesa sozinho ou com a companhia do empresário ou outra pessoa que trabalhava para a banda.
Porem, em 2005 quando o contrato com a Sony BMG foi rescindido e fecharam com a Island Records gravando o álbum Schrei; em uma festa particular de divulgação do CD; Tom estava aos beijos com uma garota e Bill resolveu mudar de atitude, não ficaria ali naquela mesa sozinho como sempre, não desta vez, levantou-se e foi até uma garota que estava sentada na mesa ao lado, uma jovem filha de um dos organizadores da festa, que até se assustou quando ele se aproximou. Bill começou a puxar assunto e não demorou muito para os dois se beijarem. Tom quase não acreditou ao ver o irmão aos beijos com uma garota, ficou paralisado e sentiu uma pontada no peito que até lhe sufocou, a festa não teve mais graça pra ele. Depois que voltaram para a casa em Magdeburg, Tom permaneceu com a cara fechada, emburrado e aborrecido ignorando o irmão quando esse foi falar com ele. Bill não insistiu muito achando que não tinha nada a ver com a zanga do irmão, foi para seu quarto e, por se sentir cansado demais, logo dormiu.
Um mês depois o álbum Schrei tinha vendido mais de 1,5 milhões de cópias mundialmente e estavam em quarto e quinto lugares na Alemanha e Áustria, quando finalmente ficando á sós com o irmão, Tom desabafou contando a ele o motivo de seu aborrecimento.
- Eu senti ciúmes de você com aquela garota. – assumiu. Bill gargalhou e o confortou.
- Não se preocupe. – disse envolvendo-o em um abraço. – Meu amor é só seu e não importa o que aconteça. – disse cheio de desejo olhando nos olhos do irmão, fazia muito tempo que não o sentia tão próximo.
Os dois se entregaram ao prazer e novamente se tornaram um! Depois de transarem, Bill se deitou e dormiu. Tom permaneceu acordado e olhava cada detalhe do corpo do irmão, que havia mudado pouca coisa, sentiu que não podia mais viver sem ele; sem senti-lo ou tocá-lo; sem se deitar com ele, tanto que tinha que tê-lo pelo menos uma vez por mês, e ficaram assim, mas é claro que o Tom sempre ficava com uma garota em alguma festa, já que Bill sempre foi preguiçoso e preferia ficar em casa dormindo; descansando do estresse dos shows; compondo ou na internet. Nessa mesma época Georg começou a suspeitar do envolvimento entre os dois, porem preferiu deixar pra lá, imaginando que seria coisa de sua cabeça.
Em 2007 a banda lançou seu segundo álbum Zimmer 483, a turnê que acompanhava o lançamento do álbum, estava programada para iniciar em Março, mas foi adiado por duas semanas, por causa da divulgação e lançamento do primeiro álbum em inglês, Scream, que já tinha vendido mais de um milhão de cópias em todo o mundo e ajudou a banda a ganhar seu primeiro MTV Europe Music Award para best interact e eles já tinham atingido novos mercados como em Portugal, Espanha e Itália.
Os quatro amigos estavam alegres e foram comemorar, foi dada uma festa com tudo o que eles tinham direito, bebida e garotas bonitas. Georg, suspeitando do envolvimento entre os irmãos Kaulitz, incentivava e fazia questão que Tom ficasse com uma garota, mas Bill queria mesmo era se esbaldar em bebida e assim fez! Ingeriu tanto álcool que acabou vomitando no meio da sala de estar do local. Trevor, um rapaz que sempre auxiliava na iluminação dos shows e que estava de olho nele há algum tempo, foi quem lhe auxiliou levando-o até o banheiro e lhe segurando para que não caísse enquanto vomitava no vaso sanitário.
Depois que terminou de vomitar, Bill sentou-se no chão e teve uma crise de riso, no que o outro aproveitou.
- Alquém já lhe disse que você tem um sorriso lindo!? – disse e Bill ficou sério mas, mantinha o brilho no olhar.
- Já. – respondeu e se aproximou dele. – Minha mãe. – foi um sussurro que saiu provocante para o outro.
- Quer que eu te leve pra casa? – Perguntou. – Ou para algum lugar?!
- Quero! – disse e sorriu.
Trevor ajudou Bill a se levantar colocando o braço dele por sobre seu ombro e nesse momento seus olhares se encontraram. Trevor era realmente um rapaz muito bonito, tinha dezenove anos, um ano mais velho que Bill, e além de demonstrar ser uma pessoa de confiança, estava praticamete se insinuando para ele já á alguns dias, e como Bill estava carente levou sua mão e acariciou o semblante de Trevor. Quando seus rostos se aproximaram Tom entrou no banheiro e presenciando a cena, teve uma crise de ciumes que seria a primeira de muitas que viriam. Arrancou o Bill dos braços do outro e ameaçou despedi o Trevor.
- SEU IDIOTA! VAI DAQUI! – Bill começou a gritar e empurrar o irmão.
Tom agarrou Bill pelo braço, mas ele se soltou dando um solavanco e acabou perdendo o equilíbrio, que já estava alterado, cambaleou e bateu as costas numa pia.
- Bill. Você está bem? – Trevor se preocupou.
- Cala a boca cara! – Tom falou alteradamente aborrecido. – Eu cuido dele, ele é meu irmão!
Tom arrastou o irmão pelo braço e o levou embora, foram na limusine com o motorista e seus seguranças. Tom estava muito a fim de discutir e não parava de falar. Mas Bill, sentindo sua cabeça doer, queria chegar logo em casa e se deitar.
Chegaram na casa em Magdeburg e Tom arrastou o irmão para o quarto colocando ele sentado na cama e continuava falando, mas Bill se deixou cair na cama deitado.
- Está me ouvindo Bill? – perguntou aborrecido.
- Não. – respondeu aborrecido e fazendo um bico. – Você tá gritando tanto que acho que já estou surdo!
- Tá tirando onda com a minha cara?! – perguntou irado, mas ele já tinha dormido.

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UAU! Adorei esse começo, quero mais!
Essas relações proibidas podem parecer legais, mas uma hora ou outra estoura e vira uma coisa parecida com esse final! OMG, continue imediatamente!!! <3 silent
Fã número 1 da fic desde já! hihi. cheers

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Obrigada por ler!!!
*v*

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7 Komm zu mir: Vem pra mim! em Seg Out 01, 2012 7:37 am

Komm zu mir: Vem pra mim!

Tom passou uma semana dando gelo no irmão, fazendo de tudo para que o rapaz fosse demitido, e só voltou a falar com o Bill porque foi obrigado pelo empresario e pelo merchandista da banda, que disse não ficar bem para a imagem deles.
Tom estava no quarto e Bill foi vê-lo, entrou e ficou em pé próximo da cama, não falou nada, e o Tom tambem não, estava com seus olhos fixos na tela do seu netbook. Bill começou a passar a mão no cabelo levando uma mecha pra trás da orelha, foi então que o irmão olhou para ele. Bill mordeu o lábio e colocou as mãos nos bolsos da frente de sua calça depois tirou e começou a alisar seu abdome, mania que tinha quando ficava nervoso ou queria pedir algo ao irmão, mas seu jeitinho denunciava o que ele realmente queria, fazer as pazes com o irmão. Tom semicerrou seus olhos avaliando o irmão.
- Tá dando sopa pra mim?! – perguntou só para ter certeza, pois conhecia o irmão.
Bill ficou calado, mas demonstrou muito mais nervosismo.
- Tá dando sopa pra mim! – afirmou sorrindo e passou a língua nos lábios em uma mania que adquiriu.
- Deixa pra lá! – Bill falou e foi virando pra sair do quarto.
Tom jogou o netbook de lado, se levantou num salto e já estava na linha de frente do irmão.
- Nem pensar! – disse segurando-o pela cintura e encostando sua testa na dele. – Puta merda! Você aí me dando mole e eu sendo um idiota! – selou os lábios do irmão.
- Ainda está zangado comigo? – perguntou fazendo bico.
- Tô! – disse fazendo o irmão encarar o chão. – Mas, nada que uns beijinhos não resolvam! – disse sorrindo, viu o semblante do irmão se iluminar em um sorriso e adorou isso!
Novamente os dois se entregaram ao prazer, mas dessa vez Tom se sentiu atraído pelo irmão bem mais do que já se sentia, estava começando a vê-lo como mulher!
Em 2008 a banda ganhou seu primeiro MTV Vídeo Music Award para Best New Artist e o prêmio headliner no MTV Europe Awards realizado em 6 de Novembro em Liverpool.
Como estava sendo muito corrido, Tom e Bill quase não ficavam á sós, sempre tinha alguém com eles, e Georg observava calado o comportamento dos dois, Tom estava comendo demais e Bill passou a fumar mais vezes, isso lhe deixou um tanto confuso e transtornado e agora queria a todo custo tirar a dúvida que lhe perturbava.
Bill e Georg dormiam dentro do ônibus, no compartimento que era o quarto deles, quando Tom entrou e foi direto pra cama do irmão, começou a acariciá-lo.
- Tom?! – Bill abriu os olhos. – O Georg tá aí!. – sussurrou.
- Não me importo. – respondeu deitando seu corpo por cima do dele e cheirando seu pescoço. – Ele tá dormindo.
Realmente, Georg ainda dormia. Tom começou a se desfazer da sua roupa e Bill fez o mesmo.
- Se alguém nos pegar?! – disse sorrindo nervoso, mas a sensação de está fazendo algo proibido e perigoso era mais gostosa!
- Eu fechei a porta. – sussurrou se encaixando entre as pernas dele e lhe penetrando em seguida.
Bill gemeu baixinho, não queria arriscar que o outro ouvisse, mas Tom estava morrendo de vontade e seus movimentos ficaram mais ferozes á ponto de fazer barulho na cama. Bill mordia os lábios na tentativa de não gemer alto, mas Georg já estava acordado, e resolveu ficar quieto, pegaria mal atrapalhar, procuraria falar com os dois em algum momento oportuno.
Depois de matar sua vontade e saudade, Tom se vestiu, mas permaneceu na cama do irmão e dormiram juntos.
Uma semana depois disso, após um dos concertos da banda, os dois irmãos estavam conversando no camarim.
- Vamo passar o fim de semana juntos!? – Tom perguntou passando as mãos nos cabelos do irmão.
- Sempre passamos o fim de semana juntos. – Bill respondeu e estava fumando.
- Falo de nós dois! – respondeu e beijou a bochecha do irmão. – A sós! – sussurrou agora brincando com o nariz no dele.
- Não fala assim. – sussurrou manhoso. – Sabe que eu não resisto!
- Isso é um sim?! – provocou e deu um selinho na boca dele.
- É! – sussurrou.
Os dois trocaram um beijo de língua e bem na hora Georg entrou, era o momento oportuno que ele tanto esperava, cruzou seus braços e esperou os dois terminarem. Bill abriu seus olhos e, como estava praticamente de frente pra porta, foi o primeiro a ver o amigo.
- Puta merda! – abriu bem seus olhos castanhos assustados. – Agora ferrou!
Tom virou, mas já tinha adivinhado pelo olhar e palavrões do irmão.
- E aí Georg?! – disse naturalmente calmo.
- E aí?! – Georg respondeu com sua feição calma.
- Vamo conversar?! – Tom continuava tranqüilo, mas Bill, sentindo suas pernas bambas, se sentou.
- Claro! – Georg respondeu e sentou-se em uma poltrona. – Por que não?!
Tom foi o único a falar, contando tudo o que havia acontecido e o que estava acontecendo, enquanto Bill fumava seu terceiro cigarro seguido.
Diferente do que se podia imaginar, Georg pareceu compreender e disse que iria ficar na dele, não contaria a ninguém, pois isso caberia aos dois e não a ele.
Antes de lançarem seu quarto álbum eles tiveram quinze dias de descanso e os dois irmãos passaram esse tempo juntos em um hotel, tinham empregados á disposição e dois seguranças que reversavam na porta do quarto onde permaneceram sem sair pra lugar nenhum. Foram os dias que marcaria para sempre o relacionamento ente os dois, Bill estava disposto a agradar o irmão e fazia de tudo, até realizar as fantasias sexuais mais intensas dele, e isso deixou Tom mais enlouquecido por ele.
- Eu te quero pra sempre! – Tom disse deitando-se sobre o corpo do irmão depois do ato sexual. – Você é a mulher perfeita pra mim! – beijou o ombro dele.
- Então sou sua mulher! – Bill disse dengoso com os olhos fechados.
Tom sorriu e começou a cheirar a nuca do irmão, pousou sua mão por sobre a dele na cama e entrelaçou seus dedos. Bill abriu seus olhos e olhou com ternura para as mãos unidas em sua frente, tendo a convicta certeza de que ficariam unidos para sempre, mal sabia ele que o irmão começava a se sentir seu dono e que esse sentimento de posse poderia machucá-lo.
Era inicio de 2009, os quatro estavam em uma festa quando Tom tentou ficar com uma garota e não conseguiu porque procurava pelo irmão nela. Ainda chegou a ir para um dos quartos para transar com ela, mas não conseguiu por que começou a pensar em Bill e desejar estar com ele, foi então que se sentiu desesperado e fugiu do quarto sem dar nenhuma explicação. A garota ficou transtornada imaginando que fosse imperfeita para ele, já que Tom somente olhou para ela e, do nada, saiu praticamente correndo.
- Vamos embora?! – Tom se aproximou do irmão.
- Agora!? Eu nem comecei a beber ainda. – disse de um jeito arrogante e estava fumando.
- Vamos agora! – Tom ordenou.
Bill olhou para o irmão dos pés a cabeça, com sua feição egoísta e arrogante.
- Não vou embora agora. – disse e virou para olhar o outro lado. – Vá você! – mandou cheio de arrogância.
Tom saiu enfurecido e os dois tiveram uma briga feia depois que o Bill chegou na casa em Magdeburg umas três horas da madrugada. No auge da discussão Tom agrediu o irmão lhe dando um empurrão.
- Senta aí! – ordenou.
Bill o olhou assustado, mas ainda ousou tentar se levantar no que foi empurrado sentado novamente.
- Já mandei sentar! – Tom ordenou agressivo.
Bill se aborreceu, levou suas mãos agarrando a camisa do irmão lhe puxando e derrubando no chão. Os dois rolavam no tapete, se xingavam e se agrediam. Bill arranhou o pescoço do irmão próximo de sua nuca e Tom empurrou a cabeça dele com força no chão por três vezes lhe arrancando gritos de dor; depois agarrou-o pelos pulsos abduzindo seus braços de forma erronea machucando seu ombro fazendo ele gritar de dor e começar a chorar movimentando as pernas tentando se livrar do seu poder, mas era em vão por que Tom simplesmente tinha vantagem muscular sobre ele.
- Tom me larga! Tá me machucando. – pediu com voz chorosa. – Por favor. – suplicou sussurrando.
Tom saiu de cima dele e soltou seus braços, que Bill teve dificuldades para aduzí-los, ainda chorava e deitou-se de lado. Ao ver o irmão chorando, Tom percebeu o que tinha feito e se arrependeu.
- Desculpe. – pediu e tocou nos cabelos do irmão afagando-os.
- Sai daqui! – ordenou com a voz chorosa.
- Bill, eu... – tentou.
- SAI DAQUI! – gritou chamando a atenção dos outros dois.
- O que está acontecendo? – Gustav perguntou e olhava sem entender.
- Tira ele daqui! – Bill pediu aos prantos.
Gustav olhou para o Tom e não conseguia entender o que acontecia por que este estava com a feição transtornada, enguanto Georg auxiliava Bill a se levantar.
- Bill, por favor... – Tom tentou novamente.
- Fica longe de mim! – Bill falou para o irmão e tinha os olhos tristonhos, porem ferozes. – Não encosta em mim nunca mais! – praticamente cuspia as palavras e o irmão ficou louco.
- Não sabe o que diz! – estava aborrecido. – Foi você quem provocou isso! – apontou o dedo pra ele.
- VOCÊ É MALUCO! – gritou. – Você é maluco! – repetiu cada palavra com boa dicção e de forma pausada. – Fica longe de mim! – avisou apontando o dedo indicador e foi para seu quarto acompanhado do Georg.
Tom, enfurecido deu um pisão na pequena mesa derrubando o abajur. Gustav continuava sem entender e apenas olhava o amigo. Tom olhou para ele, depois virou as costas e foi para seu quarto.
No dia seguinte eles se reuniram no estúdio e, percebendo que o clima estava muito tenso, David Jost, o empresário da banda, chamou os quatro para sentarem no sofá de centro.
- Quem é que vai contar o que houve? – perguntou.
- O Tom e o Bill brigaram. – foi Gustav quem falou.
- Culpa do Bill! – Tom disse aborrecido.
- Hellôôô?! – Bill cantarolou debochado. – Você é que é maluco! – fez gesto com as mãos.
Os quatro começaram a falar, todos ao mesmo tempo, e isso deixou David aborrecido.
- JÁ CHEGA! – gritou e eles pararam de falar. – Querem agir como crianças, pois serão tratados como tal! – disse aborrecido. – Está cortada a diária de vocês! – decidiu e fez gesto.
- O quê? – Bill deixou o queixo cair.
- Não pode cortar nossa diária! – Georg se levantou em protesto.
- Posso sim! – respondeu convicto. – Está no contrato que exijo vocês em perfeita harmonia, ou seja, nada de intrigas!
- Eu nem sei porque que eles brigaram! – Gustav protestou também.
- E não temos nada com isso. – Georg se referia a briga dos irmãos.
- Não pode cortar minha diária. – Bill também se levantou. – Tenho que pagar meu cartão de crédito! – disse e todos olharam pra ele.
Bill sempre gostou de gastar, torrar dinheiro mesmo, diferente do irmão, compra as melhores coisas sem nem ao menos olhar o preço, vive endividado e as vezes tem de pedir dinheiro emprestado ao Tom.
- Estourou outro cartão de crédito?! – Hoffmann olhou incrédulo, é que Bill já havia estourado o limite de três cartões de crédito e esse seria o quarto.
- Eu tenho que me vestir! – se justificou e fez cara de quem achava absurda a pergunta.
- Putz! – Tom olhou para o lado e sorriu, mas mantinha sua mão escondendo o rosto.
- Do que está rindo?! – Bill percebeu e perguntou cheio de arrogância. Tom apenas ergueu os braços em sinal de rendição.
- Estão sem diária por hoje e até os dois fazerem as pazes. – David disse e apontou para os Kaulitz. – Essa é a minha ultima palavra e vamos para o estúdio. – ordenou.
Passaram o dia quase todo no estúdio, só pararam para almoçar e lanchar á tarde. Já na tardinha Georg e Gustav pediram dinheiro emprestado ao Tom para levar suas namoradas pra jantar. Bill não podia pedir dinheiro ao irmão, por isso foi para seu quarto.

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