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Change My Life

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1 Change My Life em Sab Set 29, 2012 2:56 pm

Sinopse:[b] Cidade nova, casa nova, escola nova até país novo! Tive que me mudar do Brasil pra vir morar na Alemanha, tudo por causa do emprego do meu pai.
E o problema, é que foi aqui, na Alemanha que descobri o que eu nunca achei que eu iria descobrir em lugar tão distante. Minha alma gêmea, era pelo menos isso que eu pensava da gente.
Todos me diziam para eu não me aproximar dele e tal, mas eu não consegui, ele me encantou de um jeito... mas tem um problema, nós somos de agora em diante meio – irmãos e ninguém vai aceitar isso, absolutamente ninguém...
“-Cala boca Polly – gritou meu pai me dando um tapa na cara.
- não encoste nem um dedo a mais nela – gritou Tom se pondo na minha frente me protegendo do meu pai.”
“- eu não quero me separar de você, nunca Tom! Eu te amo – eu disse lhe beijando”
“- você vai voltar pro Brasil, Polly, amanhã a noite!”
Tristeza, confusão e muito, mais muito amor. Um amor proibido...

Personagens principais: Tom Kaulitz, Bill Kaulitz, Rebecca e Pollyane

Avisos: bom, a fic também está postada no Nyah Fanfictions, vai conter de tudo se um simples beijo a sexo. A autoria da fic e completamente minha e bom, espero que gostem *-*

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2 1º Capitulo - Change em Sab Set 29, 2012 5:42 pm

Cidade nova, escola nova, casa nova até país novo. Me mudei para a Alemanha. Estou aqui a poucos dias e hoje é o meu primeiro dia de aula. Tive que me mudar para cá, por causa do emprego do meu pai. A emprese dele construiu uma filial aqui, na Alemanha, e meu pai teve que vir até aqui pra comandar tudo e por isso eu vim junto com ele.
Eu moro apenas com meu. Meus pais se separaram quando eu tinha 8 anos, mas a minha guarda ficou com meu pai, porque minha mãe não tinha condições de cuidar de mim, e meu pai tem, muita condição...
Bom, desculpe por não me apresentar. Me chamo Polliany, mas podem me chamar só de Polly, tenho 16 anos e estou no segundo ano do Ensino Médio. E agora estou me arrumando para ir a escola. O bom é que não precisa usar uniforme lá, pois eu odeio usar uniforme.
Terminei de me arrumar e vou direto pra escola. Eu não tomo café da manhã, porque estou numa dieta muito rigorosa, eu como apenas no almoço e no jantar e quando como é pouca coisa, eu preciso muito emagrecer. Estou com 58 Kg e eu quero chegar até 49 Kg e pra isso preciso perder 10 Kg, por isso uma dieta rigorosa.
A escola era muito grande. Quando entrei comecei a procurar pela secretaria. Procurei tanto, até que à achei. Entrei e peguei meus horários das aulas, agora basta achar a minha sala de agora. Demorei um pouco mais a achei.
Quando cheguei todos os alunos já estavam sentados em seus lugares, entreguei o papel que a secretaria falou para eu entregar pro professor, e então entreguei. Ele disse meu nome pra classe toda, e alguns me disseram oi, outros nem prestaram atenção em mim, mais eu nem me importo.
Me sentei na última fileira, do lado de uma garota de cabelos roxos. Tirei meu material e comecei a prestar atenção na aula, até que vejo um pedaço de papel na minha carteira. E estava escrito “Oi, me chamo Rebecca” olhei para o lado e percebi que era da garota do cabelo roxo. Respondi com um outro papel, escrevi “Oi” e mandei pra ela.
Ela parecia ser uma garota legal. Depois que acabou a aula ela me esperou pra sair, a gente tinha a próxima aula juntas também.
- ai nossa, esse professor me mata um dia – disse assim que saímos da sala.
- por que? – perguntei rindo.
- ele me odeia – disse fazendo cara de triste – eu não consigo fazer nada pra que ele goste de mim...
- oh, coitada... não se preocupe, ele vai gostar de você um dia – eu disse rindo muito.
- quando gostar, eu posso estar morta já, e definitivamente não quero isso – disse agora olhando assustada.
- nossa, você é mesmo muito doida! – eu disse.
- você acha? Eu não, eu me acho muito normal – disse me olhando seria mas logo em seguida caindo na risada – ta legal, vamos logo pra próxima aula, porque a professora de alemão é a mais legal que tem – disse começando a andar mais rápido.
- sério?
- não! É a mais chata, e ela odeia atrasos.
- oh, então vamos nos apressar, porque falta dois minutos pra começar a aula – eu disse começando a acelerar meu passo.
- é, então vamos.
Chegamos exatamente bem na hora, por sorte a professora ainda não tinha entrado. Eu e Rebecca nos sentamos no fundo da sala. Mais a professora ainda fez eu me levantar e falar o meu nome e de onde eu vim. Esse foi um mico, todos olharam pra mim.
Concordo com a Re, essa professora deve ser a mais chata da escola! Ela meio que cismou comigo, porque eu não estava fazendo absolutamente nada e ela chama minha atenção, o mulher mais doida! Dei graças a Deus quando essa aula terminou.
Sai da sala junto de Rebecca.
- vem, agora é o intervalo – disse me puxando pro refeitório.
Nós nos sentamos em uma mesa bem no canto da sala, onde quase nem dava de ver a gente. Ficamos conversando sobre muitas coisas, quando vejo um garoto muito lindo entrar no refeitório, junto dele tinha mais 4 garotos.
- ... e então foi assim que eu vim morar aqui – disse Re, mas eu nem lembrei mais do que era – ei, ta me ouvindo? – perguntou estalando os dedos na minha frente, foi ai que eu acordei meio que do transe – o que você tanto olha? – perguntou olhando pra mesma direção em que eu olhava – ah, aquele ali. Se eu fosse você, não se metia com ele...
- por que? – perguntei agora curiosa.
- ele é má influencia. É o cara mais mulherengo desse colégio, e ainda anda com uns caras muito estranhos... eles dão até medo quando passam pela gente.
- nossa. Mais ele é tão lindo – eu disse ainda o admirando.
- as aparência enganam Polly – disse – é sério estou só te avisando, ele é má influencia se eu fosse você não me metia com ele.
- tudo bem, não vou fazer isso – eu acho, pensei.
Confesso que ele é o cara mais lindo que eu já vi. Ele tinha um jeito que, meu Deus ele ta olhando pra mim, acho que vou morrer com esses olhos castanhos intensos. Ele tinha um piercing no lábio inferior, isso o deixava com ar sexy, e também usava umas roupas que pareciam que cabiam dois dele lá dentro, mais esse estilo combinava com ele, e também tinha tranças negras na cabeça.
Ele era perfeito.
Agora ele estava indo se sentar numa mesa, que ficava do outro canto da sala, bem longe da nossa, mais ainda dava de vê-lo.
Teve uma hora em que ele me encarou e não parou mais, apenas parou quando seus amigos chamaram sua atenção.
Não sei o que ta acontecendo comigo, mais eu acho que coisa boa não é não! Esse garoto mexe de um jeito estranho comigo, não sei nem como explicar... será? Não pode ser isso que eu to pensando... não pode ser... amor, ou pode?

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3 Re: Change My Life em Ter Out 02, 2012 12:07 am

Ahh, eu adoro essa fic, tanto que também estou lendo ela no Nyah (destruidor de sonhos, Ah tri)
Bom vou começar a ler ela desde o começo aqui.
Kusses

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4 2º Capitulo - Neighbor em Dom Out 07, 2012 7:10 pm

Eu e Rebecca fomos para a nossa próxima aula, que era álgebra, depois dessa aula, as outras duas aulas que a gente tinha passaram muito rápido. Quando percebi, já tinha batido o sinal pra gente poder ir embora.
Sai da escola sozinha e fui caminhando lentamente até a minha casa. Eu estava muito cansada, entrei em casa e logo já subi pro meu quarto. Eu estava sozinha em casa, pois meu pai estava trabalhando e ele só volta à meia-noite. Joguei minha mochila num canto do quarto, e fui abrir a janela pra poder entrar algum ar fresco.
Quando abro minha janela, olho pra fora e vejo que a janela da outra casa ficava bem à frente da minha. Fiquei pensando, quem poderia morar ali. Até que alguém abre a janela, foi ai que tomei um susto. Era o mesmo garoto do refeitório, aquele que a Re falou que era má influencia. Então quer dizer que ele é meu vizinho? Ha-ha-há, que legal...
Quando ele me viu, ficou me encarando por algum tempo, até que eu desviei meu olhar e voltei pro meu quarto. Meu Deus! Aquele garoto é meu vizinho! Fiquei chocada.
Me sentei na cama até eu retomar meu fôlego. Assim que o retomei, descia as escadas e fui até a cozinha, e preparei um lanche pra mim, que era meu almoço de hoje. Eu falei que a minha dieta era rigorosa...
Terminei meu lanche. Fiquei sentada um tempo na bancada pensando no que eu poderia fazer agora, bom... eu... poderia tomar um banho de piscinha, como agora fazia calor mesmo. Ótima idéia, banho de piscina.
Subi até o meu quarto, e procurei meu biquíni no closet, o coloquei e peguei meus óculos de sol, o protetor e uma toalha de banho.
Cheguei lá e passei o protetor pelo corpo, e logo em seguida já mergulhei. Fiquei nadando um tempo, até que tive uma leve sensação de estar sendo observada, abro os olhos e olho ao meu redor, mas não vejo ninguém.
Nossa que estranho! Essa sensação veio de novo, então abri rapidamente os olhos e olhei ao meu redor. Foi ai que o vi de novo, mais dessa vez eu o vi me observando tomar banho de piscina, isso me incomodou um pouco pois ele estava me olhando bem do outro lado da cerca, e ainda parecia que ia me comer com os olhos...
- ah, com licença – eu disse tentando ser educada – mais perdeu alguma coisa aqui? – perguntei.
- ah nada não – disse já se virando pra voltar pra dentro da casa.
- ei, espera – gritei pra ele que se virou novamente e me olhou com as sobrancelhas erguidas.
- o que foi? – perguntou.
- qual é o seu nome? É que eu sou nova aqui... e...
- me chamo Tom Kaulitz e você? – disse se aproximando de novo da cerca.
- sou Polliany, mas pode me chamar de Polly – eu disse simpaticamente.
- hum... eu vi você hoje na escola... percebi que você era nova. Então veio da onde?
- Brasil – eu disse sorrindo.
- sério? – perguntou meio surpreso – você parece ser mesmo de lá...
- por que?
- porque todas as garotas brasileiras são lindas, e você é... então por isso você parece ser dela – confesso, agora fiquei um pouco corada.
- ah, obrigada – eu disse olhando pra baixo.
- sabe, eu gostei de você – disse sorrindo – você parece ser divertida.
- ah depende, as vezes...
- então... será que eu posso ir ai? – perguntou.
- ah claro – eu disse sorrindo e saindo da água. Ta agora ele me comeu mesmo com o olhar, peguei minha toalha e comecei a me secar.
- tudo bem, estou indo – disse saindo da cerca e desaparecendo.
Terminei de me secar e corri pro meu quarto, colocando um short jeans, até que a campainha toca, desci e fui atender e era Tom.
- oi – disse.
- oi, vem entra – eu disse dano espaço pra que ele passasse.
- casa bonita – disse olhando a casa.
- obrigada, então quer fazer o que? – perguntei me sentando no sofá e o olhando.
- a qualquer coisa – disse – que tal, apenas conversar? – perguntou se sentando num outro sofá.
- pode ser, e sobre o que você quer conversar? – perguntei.
- você...
- ah eu?! Tudo bem então, faça as perguntas – eu disse cruzando minhas pernas em cima do sofá.
- por que você veio morar aqui? O Brasil fica tão longe daqui...
- é que a empresa onde meu trabalha, construiu uma filial aqui, e mandaram ele para vir pra cá comandar essa filial e então eu tive que vir junto, pois no Brasil eu morava com ele.
- e o que aconteceu com a sua mãe?
- bom, ela e meu pai se separaram quando eu tinha 8 anos e a minha guarda ficou com meu pai, porque ele tinha mais condições para cuidar de mim.
- hum... meus pais também são separados, eles se separaram quando eu meu irmão tínhamos 6 anos.
- hum... nossa... – eu disse – e onde está seu irmão agora? – perguntei.
- ah, ele ta pregado dentro do quarto, ele não sai de lá pra quase nada! Bom, ele é meu irmão gêmeo.
- sério? Nossa, deve ser legal ter um irmão gêmeo – eu disse sorrindo.
- depende as vezes é, mais as vezes não... ainda mais quando eles nos confundem e nos chamam um do nome do outro, eu odeio quando fazem isso – disse.
- é, isso deve ser chato mesmo...
- bom, Polly, eu sei que você chegou a poucos dias, mais um amigo meu vai fazer uma festa hoje a noite e eu queria te convidar pra ir comigo.
- um festa? Hoje? Eu não sei, eu não gosto muito de festas...
- ah, vem vai ser legal, e eu também não aceito não como resposta – disse rindo.
- ai tudo bem entoa, eu vou nessa festa com você, mais esse seu amigo mora muito longe? – perguntei.
- não, ele mora a três quadras daqui.
- hum, que bom.
- então passo aqui as 18:00h pode ser? – perguntou se levantando.
- claro, as 18:00h está ótimo – eu disse também me levantando.
- bom, eu tenho que ir agora, foi um prazer te conhecer Polly – disse beijando minha bochecha.
- eu prazer foi todo meu
- tchau então, até hoje a noite – disse saindo.
Nossa, uma festa logo hoje, e ainda mais com o garoto que dizer ser a má influencia... tomara que essa festa seja legal.

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5 3º Capitulo - Party em Sab Nov 17, 2012 1:00 pm

18:00h em ponto, e a minha campainha acaba de tocar. Vou atender a porta e lá encontro Tom muito lindo me esperando.
- oi, você está linda – disse me olhando.
- obrigada, você também está – eu estava usando um vestido tomara que caia não muito curto, era um palmo acima do joelho e nos pés eu estava usando uma sapatilha bege.
- podemos ir então? – perguntou.
- claro - eu disse saindo e trancando a porta.
- vem, meu carro ta parado ali – disse apontando pra um carro preto que estava parado bem em frente da minha casa, era um Audi R8. Lindo.
Entramos no carro, e fomos conversando até a casa do amigo do Tom, tinha muitos carros parado em frente da casa e um som alto vindo de dentro dela. É, parece que a festa está bom-bando. Saímos do carro e Tom pegou na minha me puxando pra dentro da casa.
Tinha muito gente lá dentro, e também o som estava muito alto.
- por favor, não solta a minha mão – disse Tom em meu ouvido por causa da musica alta, assenti com a cabeça e o segui casa adentro.
A casa estava realmente cheia, tinha gente pra lá e gente pra cá, em alguns cantos já tinha uns se beijando, e olha que a festa mal começou! Tom foi até a sala, onde estavam sentados alguns rapazes com algumas garotas.
- e aí galera – gritou Tom cumprimentando os garotos.
- oi Tom, e aí garota nova? – perguntou um praticamente me comendo com os olhos.
- não, apenas amiga... por enquanto – disse me olhando.
- senta ai cara – disse um outro.
Tom se sentou no sofá e eu sentei ao seu lado. Ficamos conversando sobre várias coisas, os amigos do Tom até que pareciam ser legais.
Me levantei pra ir ao banheiro e comecei a procurá-lo. Não o achei no andar de baixo então resolvi subir pro andar de cima, o corredor estava escuro, quase não dava de enxergar nada, de repente sinto alguém puxar o meu braço e me empurrar pra dentro de um quarto.
Tento enxergar quem é o cara, mais eu sei que o Tom não.
- e aí gatinha – disse o tal cara começando a cheirar meu pescoço e dando elve mordidas.
- me solta – eu disse tento empurrá-lo mais meu movimento foi em vão, ele era muito mais forte que eu, então uma hora percebo que era um dos amigos que estavam junto de mim e de Tom lá na sala.
- ah, gata, vamos se divertir um pouco – disse me jogando na cama. Tentei fugir mais ele me alcançou e me jogou com força em cima da cama, fazendo com que eu batesse a cabeça na cabeceira atrás de mim, e de repente tudo fica escuro, minha cabeça começa a girar, e então desmaio.
Quando acordei, ainda estava dentro daquele quarto, mais agora acho que estava sozinha. Tentei me levantar mais minha cabeça ainda doía muito. Senti uma tontura e me deitei novamente na cama. Olho minha roupas e percebo que estou apenas de calçinha e sutiã, me sento na cama tentando pensar que a dor em minha cabeça não existia, então comecei a procurar minhas roupas no chão.
As acho rapidamente e logo as visto, a única coisa que eu queria fazer era sair daquela casa agora. Sai do quarto e a festa ainda rolava solta, não conseguia andar direito, meu corpo doía por inteiro, então fui andando me encostando na parede, então uma pessoa sobe as escadas e percebo que é o Tom, ele parecia estar me procurando.
- Polly? – perguntou assim que me viu – o que aconteceu com você? – disse vindo em minha direção e me segurando em seus braços, então eu começo a chorar e me abraço a ele – calma, calma, vai ficar tudo bem – disse tentando me acalmar – por favor me diz quem fez isso com você...
- eu não sei Tom – eu disse em meio a soluços – eu estava procurando o banheiro quando alguém me puxou pra dentro de um quarto, mais eu desmaiei e não sei de mais nada – eu disse tentando me acalmar.
- tenta se lembrar do rosto do cara – disse.
- ãhn, eu acho... que ele era moreno... – enquanto eu falava mais alguma pessoa sobe as escadas, e quando o vejo, percebo que é ele, o cara me fez aquilo – Tom... é ele... é ele Tom, me ajuda – eu disse me segurando forte em Tom.
- foi ele? – sussurrou em meu ouvido e eu afirmei – tudo bem, ele vai se arrepender de ter nascido – disse me soltando dele – fica aqui, quietinha, por favor – disse pra mim e eu afirmei.
- e aí Tom – disse o tal cara cumprimentando Tom.
Mais Tom foi mais radical, chegou perto do cara e lhe deu soco na cara, fazendo com que o cara caísse no chão e Tom sobe em cima dele começando a dar mais e mais socos, um atrás do outro, foi quando percebi que Tom estava quase matando ele.
- Tom, para, você vai matar ele – eu gritei tentando puxá-lo, mas ele não me ouviu, continuou a bate-lo – Tom, por favor, para – gritei começando a chorar, e então ele parou e saiu de cima dele vindo em minha direção – Tom, você quase o matou – eu disse o abraçando.
- só di a ele o que ele merecia, ele pagou pelo que fez. Olha só, me escuta, eu vou te proteger de tudo, custe o que custar – disse segurando meu rosto com as duas mãos.
- por que? O que ta acontecendo? – perguntei confusa – porque você vai me proteger? A gente mal se conhece...
- porque eu te amo, dês da primeira vez em que te vi, você me encantou. Eu te amo Polly, é por isso que quero te proteger, e eu vou fazer isso, nem que custe a minha vida...
- não fala isso – eu disse colocando meu dedo na frente da boca dele pra ele ficar quieto – eu não quero que isso aconteça a você, porque... acho que também te amo...

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