Tokio Hotel Fanfictions
Hello Alien!

Seja bem-vindo ao Fórum dedicado somente a Fanfictions dos Tokio Hotel.

Não estás conectado, por isso faz login ou regista-te!

Estamos à tua espera. Aproveita ao máximo o fórum ;-)

Destinado a Fanfics sobre a banda Tokio Hotel. Os leitores poderão expor as suas fics como também poderão somente ler.


Você não está conectado. Conecte-se ou registre-se

The pain never goes

Ir em baixo  Mensagem [Página 1 de 1]

1 The pain never goes em Sex Out 05, 2012 12:30 am


Autora: Nanda Kaulitz
Genero: Yaoi, k'cest


[justify]

Avisos antes da leitura^^:




“Se vocês não entenderem, aqui vai uma explicação rápida e resumida do que o Bill vai falar a seguir: Ele amou Tom por um tempo, ate seu irmão se apaixonar por uma garota que não estava interessada nele e o faz sofrer, então Bill resolve matar seus sentimentos por Tom mantendo apenas a amizade que tinha com o irmão. Tom finalmente abre os olhos para o que seu irmão sentia por ele, infelizmente já era tarde de mais. Bill passa por alguns momentos difíceis pela vida, preconceito principalmente, e isso o fez chorar muito, e Tom não fez nada por ele, o deixando irado, porque ele sempre esteve ao lado de Tom, enquanto ele apenas assistiu seu irmão mais novo chorar.”





***

(Pov. Bill)

Eu não sei por que me limitei a sentir aquilo, eu deveria estar louco! Se eu soubesse os problemas que me acarretariam isso, nunca teria despertado tal sentimento, que agora é insignificante. É realmente insignificante, porque não sinto mais nada. E juro, se agora ele senti algo por mim, eu jogaria na cara dele: “Você teve as suas chances e as tocou fora, agora é tarde de mais maninho, PORQUE NÃO SINTO MAIS NADA POR VOCÊ”! Eu queria jogar isso na cara dele...







Rude? Insensível? Podem achar o que quiserem de mim, mas quando ele me viu chorar, ele não moveu um dedo pra me consolar ou dizer “vai ficar tudo bem”. Ele apenas assistiu minhas lágrimas caírem, e sinceramente, era somente eu que secava as dele.







Quando ele finalmente soube, quando ele realmente abriu os olhos para o que eu sentia, já era tarde...





Nunca houve toques, meus sentimentos por Tom era em total sigilo dentro de mim, e quando pensei que ele nunca retribuiria isso, eu apenas desisti como já fiz tantas vezes (outras vezes por garotas). Eu nunca pensei em garotos, ou ficar com eles, mas o Tom conseguiu essa infernal façanha de despertar isso em mim.






Mas eu não o culpo...







O coração não escolhe quem ama, quando você menos espera, você está apaixonado. O problema é quando é pela pessoa errada... E eu acho que tenho algum radar pra isso, porque sinto que a melhor coisa que faço nesse mundo, é me foder!






Agora tomando medicamentos, eu nem sei o que se passa dentro de meu irmão. Ele parece triste ou com algo dentro dele incomodando, mas às vezes ele disfarça muito bem o que senti, mas será que ele senti algo?







Digo isso porque ele parece tão feliz, mas o conheço muito bem, as vezes ele fala coisas que me deixam confuso, e eu evito ao máximo pensar que agora pode ser ele quem está no meu lugar. Se agora ele me ama como UM DIA eu o amei, ele vai sofrer tudo que eu sofri, não digo por mal, mas ele me decepcionou...







Eu tentei de tudo para deixar transparente, ele era cego ou se fazia. Eu era seu anjo da guarda, por mais que ele errasse as vezes, eu sempre estava lá para puxar suas orelhas e dizer para se cuidar e não cometer os mesmos erros novamente. Eis o burro aqui!







Eu o amava, das duas formas: Como o meu irmão que sempre foi, e infelizmente sentia algo mais. Não devia...







Eu fiquei perturbado, noites chorando por estar cometendo tal pecado e pensando: Vou ser jogado no inferno por isso. Eu não queria aceitar, pensei que precisava de um médico, ou até me distanciar. Mas se eu o fizesse, talvez ele sofreria. Eu acho...







Nossa amizade era pura, sem segredos, exceto pela minha parte, eu sempre deixei claro que tinha, e que não estava preparado pra contar. Até ai ele era compreensivo, ele se colocava no meu lugar, pelo menos eu sempre achei isso.







Eu gostaria de dizer a ele o que passei por ama-lo da forma errada, das vezes que queria que ele retribuísse isso, que ele enxergasse. Eu tentei de tudo, por mais que eu estivesse sofrendo, eu tinha medo de falar pra ele o que eu sentia, medo de ser rejeitado pelo meu próprio sangue.






Tinha medo dele se afastar de mim, de me ignorar ou sentir nojo. Por isso resolvi manter isso pra mim, mas depois de tantas tentativas de faze-lo enxergar, ele ainda sim fez questão de ficar com garotas na minha frente, garotas que só estavam interessadas no seu dinheiro, e ele em sexo. ¬¬






Eu me perguntava o que o levava a fazer isso, beijar alguém pelo qual não se senti nada...

Mas o pior aconteceu, ele tinha se apaixonado...







Eu já estava conformado, ele me ouviu chorar na noite que ele me contou que estava apaixonado, eu tive que aturar ele falando dela quase todo dia, mas o pior de tudo, é que ela não gostava dele, e ele estava sofrendo por ela.








Eu ainda o amava, não mais com outra intenção, mas mantive a nossa amizade, o que era realmente importante para mim.







A cima de tudo, ele ainda era o meu irmão... Ele era o meu Tom, era tudo que eu amava e tudo que tinha na vida. Se eu o perdesse, eu morreria.






Me lembro de tudo que passamos juntos, cada sorriso compartilhado, cada abraço e gestos de carinho que ele só tinha comigo... Era puro e inocente. Inocente sim! Eu não queria transar com ele ou coisa do tipo, eu apenas o amava e era só isso! Eu queria poder beija-lo, e sentir uma vez na vida, o significado de beijar alguém que se ama de verdade.







Mas até hoje não tive essa oportunidade... Nem com o Tom, nem com ninguém...







Agora posso dizer, que a dor do amor dói muito mais do que muitos pensam, principalmente quando se ama seu próprio irmão. Muitas vezes eu queria saber o que ele pensava, ele sabia? Ele desconfiava? Ele enxergava algo?







Será que ele, em algum momento sentiu algo por mim? Agora sinceramente, não importa mais...

Eu fiquei tão cego por ele, que nem percebi no que estava me metendo. Eu me cortei, eu pensei na morte como remédio, eu pensava que seria o único capaz de fazê-lo feliz, de retribuir tudo o que ele já fez por mim, por mais que fosse pouco. Porque eu era o mais devoto, era eu quem cuidava dele, e eu nunca me cansei disso...







Eu só queria vê-lo feliz... O resto não importava. Nem que ele estivesse com outra pessoa que não fosse eu, se ele estivesse feliz. Eu também estaria...






Eu me lembro quando ele veio até mim, se sentar do meu lado e dizer: “Eu sei o que você senti”. Eu não estava acreditando, meus olhos se arregalaram, eu nunca havia contado para ninguém, como ele soube? Ele finalmente havia enxergado? Ou resolveu enxergar...?






Eu ainda duvidei, esperava que ele não estivesse falando do que eu tinha sentido por ele, foi uma surpresa, eu havia esquecido... Estava me recuperando de tudo aquilo que eu tinha passado por ele... Os cortes haviam desaparecido, mas as cicatrizes ainda eram fortes e sensíveis, como eu...






Por fim, eu lhe perguntei: ”Você sabe?”, ele assentiu, desde então, ficou difícil olhar nos olhos dele, e não desde aquele dia que havia surgido um abismo entre a gente, foi quando eu vi que ele não me amava, quando ele resolveu se apaixonar também.






Ele estava sabendo, e eu não sabia como reagir. Mas a resposta dele ao meu silencio foi o que me deu mais raiva, e até hoje quando me lembro, tenho vontade de falar aquela frase do inicio... Ele disse: “Isso não vai mudar nada Bill, a não ser que você queira”.






Aquilo pra mim foi o fim! Eu queria xinga-lo, jogar na cara dele tudo que eu sentia por dentro, a minha visão real daquela situação. “A não ser que eu queira”, eu queria soltar aquela frase novamente no tom mais arrogante possível, ele só podia estar brincando! Eu esperasse que aquele dia não chegasse...






Eu passava horas, perdia noites sonhando, imaginando, calculando as possíveis reações de Tom ao ouvir eu dizer: “Eu te amo da forma errada, me perdoe.” Porque a primeira coisa que eu sempre pensei em fazer, era pedir desculpas por ter deixado aquilo florescer dentro de mim.







Eu comecei a agir friamente com ele, e ele notou esse meu comportamento, isso começou quando ele resolveu se apaixonar pela tal Débora. Eu não sabia se lhe dava broncas ou conselhos, mas acabei aceitando o fato que todos aqueles meus sentimentos nunca seriam retribuídos, eu tinha me conformado. Mas a ferida ainda doía, ainda dói...







Ele se dizia louco por ela, sentia a falta dela e isso me dava nojo. Era o que mais me machucava, o fato de eu saber que isso nunca daria certo. O Tom e ela. Eu sabia que ela nunca seria capaz de corresponder Tom, ele estava cada dia mais cego por ela eu apenas dando os meus conselhos como um idiota.








Eu sempre lhe perguntei: “Ela realmente te ama Tom?”, ele nunca soube responder. Ela era realmente capaz de retribuir tudo aquilo que ele, surpreendentemente, estava sentindo? Tom nunca havia se apaixonado, não daquela forma. E quando o vi chorar...







Ouve raiva e tristeza dentro de mim...






Raiva dele por ter sido tão burro, por não ter me ouvido, raiva de mim mesmo por não tê-lo detido antes, eu as vezes sei quando as coisas não vão dar certo, eu queria que desse... Eu queria vê-lo feliz, mesmo que não fosse ao meu lado.







Ela praticamente o esqueceu, e ele ali, comigo... Sofrendo, e mais uma vez eu era sua cura, era nos meus braços que ele se jogou quando se sentiu rejeitado e sem valor, sei dessas coisas porque ele mesmo falou. Falou enquanto eu beijava o topo de sua testa e dizia: “Vai ficar tudo bem Tomy”. Era o que eu queria ouvir dele quando era eu chorando, quando era eu quem precisava de um mero abraço dele, de uma segurança que eu sabia que só com ele eu sentia...






Mas não...






E as vezes me pego pensando, o quanto burro sou, por amar tanto e nunca ser recompensado pelos meus atos. Eu lhe cercava de presentes, eu lhe dava carinho e toda a atenção do mundo. Fazia-lhe sorrir quando estava mal, fingia estar feliz quando estava triste só para vê-lo ficar melhor...







Eu o amava tanto... Que sacrifiquei meus sentimentos para mantê-lo comigo.







Mas agora eu não sei dizer como as coisas estão, as vezes ele diz coisas, diz que foi idiota no passado, fala que foi burro, o que ele quer dizer com isso? Que queria voltar no tempo para ficar comigo? Agora ele enxerga que somente eu lhe faria feliz? Que eu sempre fui o único que o amei de verdade, que estava disposto a tudo por ele?







Eu não sei o que ele senti agora, eu não sei se perdi tudo aquilo que um dia eu senti por ele, mas nós continuamos a nos falar normalmente. Mas nós dois sentimos, que desde o dia que ele resolveu dizer que sabia dos meus sentimentos... Um abismo se abriu entre nós, e nenhuma parte queria reconhecer isso.









Mas tudo bem, estamos levando nossas vidas numa boa. Ainda saímos sorrimos um para o outro, ainda nos abraçamos, por mais que eu me sinta estranho com seus toques. Ainda saímos, damos risadas juntos, como se nada tivesse acontecido... Mas nós sabemos que aconteceu, e isso nunca vai ficar apagado na nossa mente, apenas... Talvez esquecido, mas nunca apagado.








Eu comecei a frequentar um psicólogo, e depois um terapeuta... Ando tomando remédios, dois, antes eram três. Ante depressivos, calmantes, eu não sabia nem mais para que serviam, mas eles nunca me aliviaram dor nenhuma, afinal, a ciência não criou remédio para a dor do amor...







Não que eu ainda sofra com isso, mas já me sinto melhor, eu gostaria que as coisas não tivessem mudado, queria abraça-lo como eu fazia antes, mas nunca mais vai ser a mesma coisa. Tom disse várias vezes que não era necessário eu ir a médicos, que ele cuidaria de mim.







Até quando? Até ele se apaixonar de novo? Ele disse que nunca me deixaria, eu sempre quis acreditar, mas com ele, agora, só há dúvidas...







Eu não consigo mais confiar em ninguém, por causa dele também tenho medo de me apaixonar de novo... Ele me fez ter medo de algo belo: O amor. Eu nunca o culpei, ao contrário, eu mesmo me culpava por sentir isso por ele, por quere-lo de forma diferente e me fazer alto sofrer por isso.







Mas agora, depois disso tudo, estamos levando as coisas normalmente. Claro! Aquele abismo ainda existe entre nós, mas eu ainda tenho esperanças que isso um dia se feche, ou que a gente possa construir uma ponte de um até o outro. Ele é meu irmão, é tudo que tenho. É o sangue que corre em minhas veias...







Mas eu ainda tenho dúvidas...






Medo...




Medo de mim, espero ter apagado todos os meus sentimentos por ele... Tenho dúvidas do que devo sentir... Medo de que isso ainda esteja acesso aqui dentro e que se torne a mesma chama que um dia já esteve acessa. Mas eu não sei o que esperar do amanha, além das minhas consultas. Eu não sei o que esperar do Tom, mas seja como for, eu vou estar pronto para derramar mais lágrimas, ou talvez compartilhar um sorriso com o meu maninho...







“Eu estou aqui, sempre que quiser é a mim que vai ver. Não importa, longe ou perto, eu vou te apoiar quando me procurar... Eu não quero te causar problemas, eu só vim te dizer...




Que estou ao seu lado...”




♥Ich Liebe Dich, mein kleiner Bruder ♥

Ver perfil do usuário

2 Re: The pain never goes em Seg Out 08, 2012 3:22 pm

Puxa!!!
Tipo assim, senti meu coração pulsar numa adrenalina... sei lá!!
Muito boa!!!!
Muito fofa!!!
Amei!!!

Ver perfil do usuário http://cms.fanfiction-love-sisters.webnode.com/?aw=1

Voltar ao Topo  Mensagem [Página 1 de 1]

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum