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Pra Você Guardei O Amor

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1 Pra Você Guardei O Amor em Sex Out 05, 2012 10:30 pm

Olá gente! Bom vou ser bem direta, estou com um pouco de dificuldade em escrever "A Rosa Vermelha", pois é a criatividade tirou férias e não quer me dizer qndo volta rsrsrs. Enfim eu tenho essa fic, foi a 1ª que eu escrevi inteira, vou postar aqui pra vcs. Espero que gostem e desculpem os erros rs. Vou colocar aqui exatamente como postei no Nyah, na vdd essa historia era pra ser uma mini fic com no maximo 5 capitulos, mas fui escrevendo escrevendo e deu em uma longfic rsrs.


Título: Pra Você Gurdei O Amor
Autora: Rafaela Saraiva
Gênero: Romance, Amizade
Personagens: Tom Kaulitz, Bill Kaulitz, Georg Listing, Gustav Schäfer, Hayley, Peter D'Arc entre outros que aparecerão ao longo da fic.







Sipnose: O que acontece com duas pessoas que mostram não acreditar no amor? O que acontece se essas duas pessoas se encontram e descobrem que o amor sempre existiu, que o amor fora apenas guardado?

E então posto? Rolling Eyes

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2 Re: Pra Você Guardei O Amor em Sex Out 05, 2012 10:52 pm

Anny V.

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Moderadora
Posta sim! Eu quero ler Rolling Eyes

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3 Re: Pra Você Guardei O Amor em Dom Out 07, 2012 10:39 am

Apesar de ser curtinha, a sinopse está perfeita. Gostei bastante! Smile
Poste Rafaaa, eu leio \o/

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4 Re: Pra Você Guardei O Amor em Seg Out 08, 2012 1:54 pm

Obg meninas! Bom vou postar o 1º cap pra vcs e espero que agrade eu realmente amei escrever essa fic! Smile







1º Capitulo: Estranhos




POV'S Hayley



– Kiraaa!...Não, não, não entra ai não... Kiraaa! - Eu gritava enquanto corria atrás de minha cadela da raça Collie, sem maiores sucessos, ela era rápida isso era bem óbvio, mas isso não importava no momento.

Estávamos caminhando pelas ruas do condomínio fechado onde minha mãe mora em Los Angeles, quando Kira avistou não sei onde algum tipo de animal parecido com um esquilo, e saiu em disparada em direção ao mesmo, sem ter tempo de entender o que havia acontecido, corri o mais rápido que pude, antes de ver Kira entrar em um buraco que dava acesso a uma das casas ali próxima de onde estávamos.

– Ah meu Deus! - Foi tudo o que disse. Muito bom agora alem de louca, minha cachorra é intrusa, ótimo não há outro jeito a não ser chamar por alguém.

Parei em frente ao grande portão marrom e logo vi ao lado o interfone, respirei fundo torcendo para que não fosse a casa de um casal de velhos rabugentos, e que quisesse matar tanto a mim quanto a minha cadela, mas antes mesmo que pudesse pensar em mais alguma coisa, o portão foi aberto, e a primeira coisa que vi foi um par de olhos amendoados me encarando assustado, passei meus olhos rapidamente pelo conjunto todo, pisquei algumas vezes, afinal eu também havia me assustado, fitei o rapaz de tranças ate os ombros novamente e lembrei o que fazia ali.

– Hãan...Oi! - Disse timidamente.

– Oi! Posso ajudá-la em algo? - Disse desconfiado.

– Bom... Na verdade pode sim, eu estava caminhando aqui com a minha cadela, quando ela viu, acho que um esquilo não sei, o seguiu ate aqui e entrou por um buraco que tem logo ali do lado - Apontei para o lugar onde Kira havia entrado a poucos minutos atrás. - foi quando vim ate aqui pra ver se havia alguém que pudesse encontrá-la ai dentro. - O rapaz me encarou desconfiado ainda e quando fez menção de falar, ouvimos outra voz de dentro da casa chamando.

– Tooom! Tom corre aqui... - O rapaz de tranças, que pelo jeito chama-se Tom, me olhou, não pensei duas vezes antes de dizer.

– Kira.

– Vem comigo. - Ele disse, entrei pelo portão marrom, passamos pelo enorme jardim e fomos em direção, ao que eu deduzi ser a piscina, logo avistei Kira sentada e a seu lado um rapaz, mesmo que abaixado notava-se que era alto.

– Kiraaa! - Gritei e minha cadela veio correndo ate mim, ficando assim de pé a minha frente e lambendo meu rosto todo.

– Tudo bem garota, agora já chega. Sentada! - Disse e imediatamente Kira sentou-se ficando ao meu lado. - Nem sei o que dizer me desculpem. Disse baixando um olhar reprovador a minha cadela que pareceu entender o recado e logo baixou suas orelhas. - Isso não vai se repetir, certo Kira? Um latido forte saiu dela, fazendo com que as duas pessoas que me acompanhavam, ou seja, os donos da casa olhassem espantados de mim para a cadela, o que me fez rir internamente, até que um deles se manifestou.

– Não, não tem que se desculpar. Ela é tão fofa, e inteligente também! – Disse o rapaz alto e loiro.

– Obrigada! Bom acho que já tomei muito o tempo de vocês. - Disse já me dirigindo ao portão, quando o tal Tom disse.

– Eu acompanho você. - Fiz que sim com a cabeça e saindo me virei para agradecê-lo.

– Bom obrigado mais uma vez. - Dei-lhe um aperto de mão, senti uma corrente elétrica passar pelo meu corpo, assim como também senti a mão dele tremer ao meu toque.

– Não foi nada.

– Tchau! - Sorri fraco já puxando Kira comigo.

– Tchau!...Ahh espera... Você nem me disse seu nome. - Parei e me virei para ele.

– Hayley.

– Tom. - Ele me deu um sorriso de canto que logo foi retribuído por um meu, puxei novamente Kira comigo, seguindo-me direção a casa de minha mãe.

Cheguei em casa, soltei Kira da coleira e entrei em casa quando ouvi um barulho vindo da cozinha, fui me aproximando da mesma sentindo um cheiro maravilhosamente bom, entrei e vi minha mãe de costas para a porta e de frente para o fogão, em cima da bancada, havia vários ingredientes e ao que parecia e pelo cheiro que estava reconhecendo, minha mãe estava preparando sua famosa torta de amoras, claro minha preferida. Andei até ela, a fim de assustá-la, eu adorava fazer isso. Principalmente quando estava fazendo algo que a deixasse concentrada e assim também distraída, cheguei por trás dela e abraçando sua cintura fazendo-a assustar, deixando cair dentro da pia a bandeja com as amoras. Soltei-a em meio a risadas e me sentando no banquinho, onde a bancada ficava de frente para o fogão, ela se virou para mim.

– Quer me matar de susto menina? – Entre uma gargalhada e outra consegui falar.

– Claro que não mãe, afinal eu ainda quero comer muitas tortas de amora.

– Interesseira.

– Eeeu? – Coloquei a mão no peito, fingindo indignação.

– Não seja sínica. – Minha mãe apontava a colher de pau, a mesma que espalhava o recheio de amoras na massa da torta, que já estava na fôrma.

– Tudo bem parei por aqui, antes que você me coloque dentro do forno junto com a torta.

– Acho bom. – Disse empinando o nariz, colocando a torta dentro do forno elétrico. – Agora me diga onde esteve à tarde toda, que só voltou agora?

– Resgatando Kira na casa do vizinho aqui ao lado.

– Resgatando? Como assim? – Encarou-me de sobrancelhas arqueadas, indicando sua duvida.

Acabei por contar toda a historia a minha mãe, que ria imaginando a cena, após isso subi para o quarto, entrei no meu closet e separei uma roupa confortável para ficar em casa, já que hoje não estava com vontade de sair, entrei no banheiro e tomei um banho demorado, quando sai, reparei que em cima da minha mesa de estudos havia um pratinho com um pedaço de torta e um copo de leite morno, peguei meu notebook e fui ate a varanda do meu quarto, pensando, principalmente no tal rapaz cujo nome é Tom, não sei mais algo nele me chamou a atenção, deixa de besteira Hayley, nada de namorados agora e muito menos ficadas. Permaneci ali na varanda perdida em pensamentos, na esperança de encontrá-lo novamente.

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5 Re: Pra Você Guardei O Amor em Ter Out 09, 2012 9:29 am

Adoreeeeeeeeeeei o primeiro cáp!!!
Foi um ótimo jeito, deles fazerem um primeiro contato: o cachorro, claro! Smile
Rolou um clima no ar, que até eu fiquei nervosa aqui em casa lendo Razz

Continuaaaa moça...

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6 Re: Pra Você Guardei O Amor em Ter Out 09, 2012 6:36 pm

Oeee leitora nova.
Adoooooooooooooooooooorei o primeiro capítulo. Tão espontâneo *-*
Gostei do ar duvidosoo do Tom, combinou com ele Razz
Kira sua esperta haha essa rça é muito linda ^^
continua

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7 Re: Pra Você Guardei O Amor em Qua Out 10, 2012 8:16 pm

Own gente que bom que gostaram do 1º cap, fico mega contente com isso.... Aqui vai o 2º pra vcs Razz




2º Capitulo: Sentimentos



POV’ Tom


Esperei até que não pudesse mais vê-la, não entendi essa minha atitude, afinal não a conhecia, nunca a tinha visto no condomínio, assim que meus olhos não a enxergavam mais, pois, já devia ter entrado em casa, fiz o mesmo. Entrei pela porta da sala e encontrei Bill sentado na poltrona ao lado da lareira na sala de estar, assim que me viu deu um sorriso e disse:

– Nossa levou a garota até em casa? – Sorriu de forma irônica.

– Não, apenas até o portão. – Devolvi o mesmo sorriso a ele.

– Hum. – Continuou o que estava fazendo e eu subindo as escadas fui para o meu quarto.

Adentrei o quarto e fui direto para o banho, o motivo eu desconhecia mais não iria sair hoje, sai do banho com a toalha enrolada na cintura, fui ate o closet e peguei uma bermuda leve, já que a noite estava fresca e não exigia o uso de muitas peças, afinal era sempre muito quente em LA, peguei meu Ipod e fui para a sacada em meu quarto apreciar a noite, eu sei é estranho isso partir de mim, mas vai entender.
Estava tão inerte em meus pensamentos que nem vi quando Bill entrou e se sentou ao meu lado.

– Está tudo bem Tom? – Disse encarando a frente sem olhar diretamente para mim.

– Sim está por quê? - Fitei sua face.

– Nada só estou achando você um pouco pensativo demais, nunca o vi assim.

– Impressão sua, estou bem não se preocupe. – Disse dando um sorriso de canto.

– Se você esta dizendo, eu é que não vou discordar. – Falou já se levantando e saindo, mas antes de chegar à porta do quarto, virou-se para mim. – Mas uma coisa eu posso dizer, afinal não deixei de ser seu irmão, e esta na cara, acredito que só você ainda não percebeu que aquela garota mexeu de algum jeito com você. – E sem nem me dar chance de falar mais alguma coisa, saiu e fechou a porta atrás de si.

Que diabos aquele sem noção estava dizendo? Isso não tinha nada a ver com aquela garota, mas que idéia? Claro que não... Ou tinha? Agora uma coisa que havia muito tempo que comigo não acontecia era estar confuso, e eu estava. Mais não podia negar aquela garota realmente mexeu comigo, não só por sua beleza, mas algo em sua maneira de ser, simples, porem forte, e me fez tão bem a presença dela mesmo que por apenas alguns minutos, levantei-me para entrar, quando olhei para frente e semicerrei os olhos a fim de tentar enxergar melhor em meio a escuridão e algumas arvores que atrapalhavam um pouco a visão, mas não o suficiente para que pudesse vê-la, não podia acreditar que o meu quarto dava de frente para o de Hayley, não pude deixar de sorrir com isso, ela estava sentada na sacada com seu notebook em seu colo e muito concentrada no que fazia, mas num impulso ela se levantou, e virou-se na minha direção, eu não me movi e por um momento pensei que tivesse me visto, mas acho que não, ela entrou em seu quarto e fechou a porta, e eu fiquei ali, provavelmente com cara de bobo.

– Tom, Tom o que esta acontecendo com você? – Balancei a cabeça afastando tais pensamentos e cai na cama, achei que estivesse sem sono, mas não levou muito tempo para que adormecesse.

O sol já estava alto quando abri os olhos e a claridade incomodou-os, espreguicei-me e fui ate o banheiro e fiz minha higiene pessoal, eram 09h00min da manhã, um verdadeiro milagre levantar a essa hora. Cheguei na cozinha e Bill já estava lá tomando seu café, o que também era estranho, em dias normais passávamos a maior parte do tempo me casa dormindo.

– Está passando bem Bill? – Perguntei a ele pegando um pouco de suco de laranja na geladeira.

– Eu estou essa pergunta eu faço a você também. Tão cedo e já de pé? – Rimos juntos.

– Acordei por mim mesmo, também estranhei, mas não consegui ficar mais na cama e resolvi levantar. E você por que levantou agora? – Perguntei mesmo já sabendo a resposta, afinal ele estava todo arrumado, era obvio que sairia.

– Vou até o estúdio. – Arqueei a sobrancelha.

– Por quê? Não estamos de férias?

– Sim estamos, mas preciso pegar umas letras que deixei lá, estou com umas idéias e já quero organizar algumas coisas.

– Hum, depois quero saber que idéias são essas.

– Pode deixar conto pra você. – E dando palmadinhas em minhas costas, pegou as chaves do carro. – Vai ficar em casa?

– Acho que sim, aproveitar o sol e dar uma volta com Scott. – Bill sorriu pra mim e saiu.

Terminei meu café, subi coloquei uma calça de moletom e uma camiseta e fui ao quintal chamando por Scott, coloquei a coleira nele e saímos, caminhando pelas ruas tranqüilas do condomínio. Decidi por soltá-lo e deixar que corresse um pouco, mas logo escutei um grito e assustado corri em direção ao grito, quando viro a esquina vejo Scott em cima de alguém.

– Scott, Scott saia já daí. – Quando me aproximei minha surpresa foi maior. – Oh meu Deus! Hayley! – Ajudei-a a levantar-se e olhei reprovador para Scott que como se nada tivesse acontecido continuou a pular e correr em volta de nós todo animado.

– Hayley, por favor, me desculpa por Scott, nem sei o que dizer. Você se machucou?

Ela olhou pra mim e depois começou a rir uma risada que involuntariamente me contagiou.

– Desculpe não queria rir, não, eu não me machuquei, é que ele me pegou tão de surpresa que eu me assustei só isso. – Encarou-me com seus olhos verdes esmeralda que chagavam a doer os meus olhos, sorriu tímida e desviou o olhar.

– Menos mal, não me perdoaria se tivesse se machucado. – Novamente ela me encarou e juntando suas sobrancelhas formando um semblante de duvida com o que eu acabara de falar, porem foi desfeito e um novo sorriso se formou em seus lábios.

– Não se preocupe, não iria te processar caso tivesse me machucado. – Apenas ficamos nos encarando, ate que o silencio se tornou incomodo, mas antes que pudesse falar algo, foi ela quem disse.

– Está caminhando? – Levantei meu olhar para ela.

– Sim, estou de férias, mas como não fui viajar nem nada, e hoje o dia está tão bonito resolvi fazer uma caminhada.

– Isso é bom, ainda mais nessa parte a cidade que parece nunca deixar de ter sol.

– Você não mora aqui, certo? Nunca a vi por aqui. – Disse quando começamos a caminhar.

– Não, não moro. Minha mãe que mora aqui, eu vivo atualmente na França.

– Nossa tão longe assim. – Falei arrancando um sorriso de canto dela.

– Pois é, trabalho com moda e como lá é o cartão postal pra esse tipo de coisa, e as novidades nasce lá e em Milão, estou sempre na Europa, pra mim é mais fácil. – Deu de ombros. Apenas afirmei e continuamos a conversar, contei que fazia parte de uma banda que ela logo se lembrou, tanto que disse que estava no desfile em que Bill participara.

Andamos tanto e conversamos tanto que nem vimos a hora passar, quando percebemos estávamos novamente em frente a sua casa.

– Bom Tom obrigado pela companhia, foi muito agradável, mas agora preciso entrar.

– Eu que agradeço, sua companhia é realmente ótima, espero que se repita. – Ela apenas sorriu e me dando um beijo na bochecha entrou em sua casa.

Fiquei parado alguns segundos ainda em frente a sua porta e por impulso toquei a campainha e imediatamente o portão foi aberto, Hayley me olhou confusa.

– Tom? Tudo bem aconteceu alguma coisa?

– Ta tudo bem, é que eu só queria saber se não gostaria de fazer alguma coisa hoje à noite, podíamos ir ate a praia caminhar um pouco e tomar um sorvete, o que acha? – Ela levou alguns segundos ate me responder, mas antes que fizesse novamente a pergunta com medo de ter falado rápido demais ela se pronunciou.

– Seria ótimo, não preciso aturar as amigas da minha mãe, sua companhia é bem melhor.

Sorri satisfeito, confesso que tive medo de receber uma resposta negativa da parte dela.

– Então passo aqui pra te pegar às 19h.

– Perfeito. Estarei de esperando. – E despedindo-se de mim novamente fechou o portão.

Uma alegria tomava conta de mim, se não estivesse consciente, teria começado a cantarolar pela rua. Cheguei em casa e fui preparar o almoço, logo Bill estaria de volta e poderia contar a novidade a ele, e tirar algumas duvidas, precisa da ajuda dele pra tentar entender o que estava acontecendo comigo.

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8 Re: Pra Você Guardei O Amor em Sex Out 12, 2012 6:35 pm

Owwn *-* Que fofo esse cap, esse Tom..
A cena da varanda, na minha cabeça, foi tão perfeita *-*
Eu gosto quando as escritores fazem um Tom mais sério (mesmo que ele seja bem brincalhão) acho que combina muito com ele! Quero ver no que vai dar esse encontro Smile

Rafa, continuaa moça!!

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9 Re: Pra Você Guardei O Amor em Sex Out 12, 2012 11:50 pm

Anny V.

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Moderadora
Eu sempre chego atrasada pra comentar as fics, incrível.

Como comentaram ali em cima, Kira sua espertinha! Olha justo na casa de quem ela foi entrar.
Sortuda é a Hayley por ter uma cadelinha dessas. E mas sortuda ainda pelo Tom ter gostado dela.

Esperando pelos próximos capítulos. Razz

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10 Re: Pra Você Guardei O Amor em Sab Out 13, 2012 4:01 pm

Ahh meninas muito obg por acompanharem a fic, avisando pra quem ja vui aqui tbm a fic "A Rosa Vermelha" ...gente não sei o que me acontece, mas nao estou inspirada e nada me vem a cabeça pra continuá-la entao peço paciencia e assim que possivel vou atualizá-la. Küsse Wink





3º Capitulo: Praia... Risadas... e o Beijo!






POV’S Tom (continuação)


Estava em meu quarto quando ouço a porta do quarto de Bill ser fechada.

“Nossa finalmente!” Pensei.

Sai, e entrei em seu quarto que estava com a porta apenas encostada, chamei-o já que não o via em parte alguma, provavelmente estava no banheiro.

– Bill? – Chamei e ele logo saiu do banheiro com a escova de dente enfiada em sua boca.

– Humm?

– Queria falar com você, será... – Antes que pudesse continuar, Bill fez um gesto com a mão indicando que esperasse um minuto, entrou novamente no banheiro e
voltou secando as mãos.

– Agora posso falar. Aconteceu algo? – Falou com os olhos ligeiramente preocupados.

– Não, bom pelo menos não fisicamente. – Falei não o encarando diretamente.

– Desculpe, mas eu não entendi. Como assim ‘pelo menos não fisicamente’? – Bill estava mais confuso, então sem mais enrolar fui direto ao assunto, quer dizer, eu tentei.

– Bill eu chamei Hayley pra sair hoje... A garota de ontem. – Disse já que a cara de duvida do meu irmão estava cada vez mais evidente e me irritando profundamente.

– Ah sim! Agora me lembro, ta mais por que esta me falando isso? Nunca me disse com quem sai ou deixa de sair. – Isso era verdade o que me fez rir internamente, estava me sentindo um tanto idiota, mas precisava compartilhar isso com ele, uma por ele ser meu irmão e sempre contava tudo a ele, e outra eu não tinha idéia do que estava sentindo.

– É eu sei, mas é que... Bill eu... Eu... – Estava me enrolando nas palavras, Bill apenas me encarava de forma a me incentivar a continuar falando, pelo menos tentar. – É... Olha isso é complicado pra mim...

– Tom você quer ser só um pouquinho mais direto, por que sinceramente eu não estou entendendo nada do que esta tentando me dizer. – Soltei um suspiro pesado.

– O que estou tentando dizer não só a você, mas a mim também é que... Bill o que fazemos quando sentimos que uma pessoa é especial? – Meu Deus eu estava complicando cada vez mais, porem Bill pensou por alguns instantes antes de falar.

– Olha Tom mesmo não entendendo o que esta querendo dizer especificamente, depende do especial que você quer dizer.

– Não entendi. – Eu sei quando eu quero, consigo ser mais complicado que uma mulher em frente a uma prateleira de sapatos.

– Tom, depende por que, por exemplo, você e a mamãe são especiais pra mim, por serem tudo na minha vida, Georg e Gustav também são especiais para mim, pois são meus amigos há muito tempo, entende? Ou outro exemplo... Se eu me apaixonasse, a garota obviamente também seria muito especial pra mim, pois a amaria. -

Ouvia cada palavra de Bill atentamente, até que seu ultimo exemplo fez com que meu coração acelerasse um pouco. – Entendeu Tom? – E saindo de meus pensamentos, olhei meu irmão.

– Acho que sim.

– Hayley é assim pra você? Especial? – O estranho era que às vezes essa conexão que tinha com Bill me assustava um pouco.

– Aham. – Não havia motivo pra esconder, e se ele deduzisse sozinho, pra mim seria melhor não precisaria tentar me explicar tanto.

– Acha que pode estar se apaixonando? – Essa pergunta me pegou de surpresa.

– Sinceramente não sei Bill, e tenho medo de descobrir. É possível tão rápido assim? – Ele apenas sorriu e sentando ao meu lado, abraçou meus ombros.

– Possível é sim, mas não se preocupe na hora certa você vai descobrir. – Bill se levantou e saiu de seu quarto me deixando ali, perdido em pensamentos.




POV’S Hayley




Estava dando o ultimo retoque no batom quando ouço meu celular tocar, fui ate o criado-mudo e vi na tela de identificação o nome do meu chefe, eu estranhei e não hesitei em atender, afinal algo poderia ter acontecido.

– Peter? Aconteceu alguma coisa? – Fale assim que o atendi.

Oi pra você também meu amor. – Peter disse do outro lado da linha o que me fez rir.

– Me desculpe. – Falei envergonhada. – Oi! Como você está?

Ah bem melhor. Eu estou ótimo e você? Aproveitando as férias e o colo da mamãe? – Ri com seu comentário.

– Sim muito, aproveitando muito. Mais eu tenho certeza que não foi pra isso que me ligou, anda fala logo, eu agüento a bomba. – Ele soltou uma gargalhada.

Que juízo você faz de mim Hay. – Ouvi sua voz sair como a de um menino que acabou de fazer algo errado.

– Conheço você e suas artimanhas. Fala logo Peter, ou você vai fazer com que eu me atrase.

Humm, parece que alguém tem um encontro hoje. – Revirei os olhos.

– Ah pelo amor de Deus, se vai ficar tirando uma com a minha cara, vou desligar. – Falei em tom de ameaça.

Okay, okay... Parei. – Falou soltando altas gargalhadas. – Então o motivo da minha ilustríssima ligação, é que tenho novidade, é boa, mas também ruim. Depende do seu ponto de vista.

– Ta legal, eu não entendi nada. – Essa conversa já estava me irritando pra ser sincera.

Bom vou ser direto.

– Puxa ate que em fim. – Falei.

Quer parar de fazer gracinha. – Apenas ri e deixei que ele continuasse. – O que acontece é que as coleções já chegaram, e preciso de você aqui daqui a duas semanas.

– Ta brincando. Como assim já chegaram? Esperava que viesse somente no começo do próximo mês. – Fiquei incrédula com a noticia, porem fiquei feliz, pelo menos adiantaria muito o meu trabalho, teria mais tempo de aturar os outros estilistas dramáticos a quem patrocinava.

Eu sei Hay, tambem fui pego de surpresa, mas infelizmente não tenho alternativa a não ser pedir que volte mais cedo do que o combinado.

Pensei por longos minutos a respeito do que ele acabara de me dizer, era boa a noticia, era sim, mas por lado não queria voltar agora, fazia tanto tempo que não vinha ver minha mãe, e triste por Tom, acabei de conhecê-lo, não tínhamos nada, mas via nele um ótimo amigo, sua companhia era tão boa pra mim, fazia tempo que não me sentia tão bem. Meus pensamentos foram interrompidos por Peter.

Hayley ainda esta ai? – Sua voz parecia longe, de tão distraída que estava.

– Sim amor, ainda estou aqui.

Desculpe sei que deve ter se decepcionado, mas não terá opção. – Sua voz era triste, mas que bobagem a culpa não era dele.

– Peter, não precisa se desculpar, e não se preocupe, daqui a duas semanas estarei ai e vemos arrasar como sempre. – O ouvi sorrir abafado e um alívio se fez em sua voz.

Que bom, fico feliz em saber que não ficou chateada.

– Jamais. – Rimos e logo em seguida nos despedimos.

Nesse meio tempo, minha mãe entrou no quarto e contei minha conversa com Peter, e ela como sempre tão compreensiva não fez objeção quanto a ter que ir embora mais cedo.

– Se não há outro jeito minha filha, a única solução que vejo é aproveitarmos essas duas semanas que nos restam. – Sorriu pra mim e eu apenas a abracei, e logo em seguida desci e fiquei na sala esperando por Tom, outra pessoa, que por motivo desconhecido merecia saber da minha partida.

Estava rindo com as historias da minha mãe e suas amigas que já estavam em casa, para o seu semanal “encontro”, quando ouço uma buzina, levantei-me rápido e me despedindo de todas, as quais ficavam assobiando e eu apenas rindo de tudo, sai em direção ao portão, quando o abri, lá estava ele, com seu sorriso mais lindo e perfeito que contagiava qualquer pessoa.

– Oi! – Disse ele quando me aproximei e nos cumprimentamos com um beijo no rosto.

– Oi! – Sorri. – Vamos?

– Vamos. – Ele gentilmente abriu a porta de seu Audi para que entrasse e dando a volta entrou no mesmo, ligando-o.

– Está linda! – Disse assim que deu a partida.

– Obrigada! Digo o mesmo a você. – Ele sorriu de canto e seguimos em direção a saída do condomínio.

Chegamos à praia, e fomos em direção a um quiosque, nos sentamos e pedimos nossos sorvetes, como sempre nossas conversas rendiam muito, falando sobre diversos assuntos e ele sempre me fazendo rir. Quando ele me olhou.

– Quer caminhar? Faz muito tempo que não venho à praia e queria caminhar sob a areia. – Sorri para ele de forma que meus olhos se fechassem como de um oriental.

– Adoro esse sorriso seu. – Falou de fôrma com que risse ainda mais.

– Obrigada! Caminhar seria ótimo. – Nos levantamos após ele pagar pelos sorvetes.

Tirei minhas sandálias e ele tirou seus tênis e suspendeu a barra da calça e caminhamos rente a água para que molhássemos os pés, continuamos a conversar, até que me lembrei da conversa de mais cedo com Peter, o que me fez ficar seria.

– Está tudo bem Hayley? – Ouvi sua voz me tirando de meus pensamentos.

– O quê? – Ele riu e repetiu a pergunta.

– Eu perguntei se esta tudo bem? Você ficou seria de repente.

– Oh... É... Desculpe-me Tom, estava realmente distraída.

– Algo que eu possa ajudar? – Apenas o olhei, eu me encantava a cada minuto.

– Infelizmente não, mas isso foi bom, pois tenho que te falar uma coisa. – Ele nada disse apenas me encarava com curiosidade. – Recebi uma ligação hoje do meu chefe na França e terei que voltar mais cedo para lá, as novas coleções chegaram e o trabalho foi antecipado. – Ele baixou o olhar e sem me encarar disse.

– Cedo quanto? – Continuava com o olhar baixo.

– Duas semanas.

– Só isso? – Falou me olhando.

– Sim. – Dessa vez eu que baixei o olhar.

– Não teremos muito tempo então. – Ele pareceu falar mais para ele, o olhei curiosa.

– Como? – Ele retribuiu o olhar sorrindo em seguida.

– Não teremos muito tempo para passarmos juntos. – Juro que não era a intenção, mas comecei a rir e ele me olhava com uma das sobrancelhas erguidas, o olhei e desfiz o riso.

– Me desculpe. – Mais ainda prendia o riso.

– O quê? Não entendi o motivo da risada. – Mais ele próprio começou a rir também.

Começamos a rir igual a duas crianças, que não tive tempo de pensar quando senti Tom me puxar e eu cair por cima dele, o mundo parecia ter parado e única coisa que prendia eram seus olhos em mim, nossas risadas foram cessando à medida que a intensidade dos olhares aumentava.

– Desculpa, eu tropecei e me segurei em você. – Ele disse sem desviar seu olhar do meu.

– Tudo bem, vou fingir que acredito. – Ele riu, mas parou no mesmo instante em que começou, era como se não conseguíssemos parar de olhar um para o outro.

Quando tentei desviar o olhar, foi no mesmo momento em que tentei me levantar, porem Tom não me soltou e eu voltei a encará-lo, tentando entender o porquê não me soltava, foi quando ele se aproximou mais de mim.

– Acredita que os seres humanos são capazes de amar a primeira vista? – Continuei apenas o encarando e nada falei, foi quando ele aproveitou que nossos rostos já próximos e acabou por selar nossos lábios, um beijo doce sem urgência apenas sentindo um ao outro, sem malicia, sem segundas intenções, ficamos assim até que o ar nos faltou, fazendo com que nos separássemos mais não muito.

– Acho que é possível sim. – Eu falei e ele apenas afirmou também. – Melhor irmos embora já está tarde.

– Mas já? – Fez bico.

– Sim e nem adianta fazer essa cara porque dificilmente sou comprada com bicos baratos. – Ri da cara que ele fez.

– Ah o Bill sempre cai nessa.

– Mas eu não... Tom é serio vamos embora.

– Só se prometer que amanha vai jantar comigo. – Olhei pra ele com cara de ‘não acredito, chantagem. ’, ele pareceu entender e riu vitorioso.

– Te pego às 18h. – Nos levantamos e ele segurou minha cintura e me beijou novamente, depois de muito custo consegui desfazer o beijo.

– Tom mais que coisa! – Falei em tom de repreensão.

– Tudo bem parei. – Falou levantando as mãos em forma de rendição.

Chegamos a minha casa, e antes que pudesse abrir a porta do carro, Tom segurou meu pulso.

– Hayley tem algo que quero te falar e gostaria que não se esquecesse. – Assenti e ele continuou. – Não me peça pra explicar o que houve agora a pouco, mas a única coisa que sei é que sinto algo muito especial por você, não sei se me apaixonei a primeira vista, eu não sei e espero saber em breve, mas quero que saiba que hoje foi maravilhoso, senti uma felicidade que nunca senti antes, espero que tenha significado pra você, tanto quanto significou pra mim. – Passei minha mão por seu rosto e sorrindo pra ele disse.

– Tudo foi perfeito, não se preocupe, estou tão confusa quanto você esta e juntos vamos descobrir, sem cobranças. – Ele afagou minha mão em seu rosto e de olhos fechados falou.

– Tenho medo de que minha fama atrapalhe, nem tudo o que dizem sobre mim é verdade, e... – Não deixei que continuasse.

– Isso é o menos importante Tom, não quero que se sinta cobrado, por que pra falar a verdade não nos conhecemos, vamos com calma, certo? – Ele abriu os olhos e sorriu pra mim, dei um selinho nele e sai do carro.

– Boa noite Tom!

– Boa noite Hayley!

Ele esperou que entrasse em casa e pude ouvir o som do carro se distanciando. Entrei em casa e me joguei no sofá, pensando no que havia acabado de acontecer.

– Hayley onde foi que você se meteu? – Disse pra mim mesma em voz alta, quando a cena se repetia varias e varias vezes em minha mente.

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11 Re: Pra Você Guardei O Amor em Sab Out 13, 2012 6:28 pm

Eu já tinha gostado pelo título, mas depois que li o resto amei de vez Very Happy
A conversa do Bill com o Tom foi tão madura e fofa ao mesmo tempo, gostei!
Foi tudo tão perfeito,a praia,a noite...amei (ainda mais eu, que amo praia tongue )

Mas essa parte que eu dei o quote me derreteu muito. Muito fofo, muito bem descrito, muito romântico...

Raafa_22 escreveu:

Chegamos a minha casa, e antes que pudesse abrir a porta do carro, Tom segurou meu pulso.

– Hayley tem algo que quero te falar e gostaria que não se esquecesse. – Assenti e ele continuou. – Não me peça pra explicar o que houve agora a pouco, mas a única coisa que sei é que sinto algo muito especial por você, não sei se me apaixonei a primeira vista, eu não sei e espero saber em breve, mas quero que saiba que hoje foi maravilhoso, senti uma felicidade que nunca senti antes, espero que tenha significado pra você, tanto quanto significou pra mim. – Passei minha mão por seu rosto e sorrindo pra ele disse.

– Tudo foi perfeito, não se preocupe, estou tão confusa quanto você esta e juntos vamos descobrir, sem cobranças. – Ele afagou minha mão em seu rosto e de olhos fechados falou.

– Tenho medo de que minha fama atrapalhe, nem tudo o que dizem sobre mim é verdade, e... – Não deixei que continuasse.

– Isso é o menos importante Tom, não quero que se sinta cobrado, por que pra falar a verdade não nos conhecemos, vamos com calma, certo? – Ele abriu os olhos e sorriu pra mim, dei um selinho nele e sai do carro.

Amei tudo \o/ Esperando pelo próximo, anciosa. (foi mal pelo comentario ser muito grande, mas não me aguentei Razz)

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12 Re: Pra Você Guardei O Amor em Dom Out 14, 2012 7:14 pm

Olha a leitora atrasada aqui o/
cheguei tarde, mas cheguei :p
Lindoooo o jeito dos dois, principalmente do Tom, todo bobo com os sentimentos
´Pena que a Hayley vai ter que ir em duas semanas :[
continuaa

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13 Re: Pra Você Guardei O Amor em Qua Out 17, 2012 12:45 pm

Obg os comentários de s2 .... Estou sem pc esses dias, entao to aqui rapidinho pra postar mais um cap. Espero que gostem! Küsse






5º Capitulo: Um Jantar Agradável







POV’S Tom





Sai do banho e pegando um cigarro, fui até a varanda, traguei uma única vez, mas acabei por jogar o cigarro fora quando lembrei que tiraria o gosto de Hayley de minha boca, e isso era a ultima coisa que queria. Tudo isso que havia acontecido, todo esse sentimento que estava descobrindo, que nunca imaginei que sentiria um dia, tinha sim chegado a minha vez, ainda não tinha certeza se estava amando, iria com calma como Hayley havia falado, assim seriam menores as chances de nos magoar.
Sentei na mureta da varanda apreciando a noite, quando me lembrei que meu quarto dava de frente para o quarto de Hayley, e foi nesse exato momento que a vejo sair na varanda e sentar-se também na mureta, ela estava linda, seus cabelos molhados, olhava para o céu tão intensamente que cheguei a sentir uma pontada de ciúmes, ri desse meu pensamento e entrei novamente em meu quarto pegando rapidamente meu celular em cima do criado-mudo, voltei para onde estava minutos atrás e mandei uma mensagem para ela:

“O que tem nesse céu, que você não tira os olhos dele?” – Enviei a mensagem e minutos depois ela me respondeu:

“Tem tudo que me faz lembrar você!” – Li a mensagem com um sorriso bobo na cara isso eu tinha certeza:

“Não vai esquecer o nosso jantar amanhã.” – Mandei a mensagem, e logo em seguida veio uma sua.

“Nem se eu quisesse. Boa noite Tom!” – Olhei em direção a casa de Hayley e ela estava olhando em minha direção.

“Boa noite Hay!” – Vi que ela leu a mensagem que havia mandado e entrou em seguida, fechando a porta e a luz foi apagada.

Quando entrei vi que Bill estava parado à porta me observando, olhei para ele e apenas sorri quando ele veio em minha direção e também sorriu para mim.

– Não precisa nem me dizer nada, só pela sua cara e esse sorriso bobo, já sei que o passeio foi bom. – Os olhos de Bill brilhavam tamanha era sua felicidade por mim.

– Foi incrível Bill, nunca tinha me sentido assim, nunca nenhuma outra garota havia me encantado da forma como Hayley me encantou, chega a ser fora do normal. – Falava enquanto arrumava minha cama pra me deitar.

– Eu disse a você que descobriria logo o que estava sentindo em relação a ela. – Bill já estava novamente em frente à porta.

– Mas ainda é cedo pra dizer que a amo ou qualquer coisa do tipo, ainda estou um pouco confuso e também não quero assustá-la e nem me assustar. –
Ri abafado acompanhado de Bill.

– Sim precisam ir com calma mesmo, afinal acabaram de se conhecer ainda tem muito que rolar. – Foi ai que me lembrei que ela voltaria dali a duas semanas para Paris.

– Em partes. – Disse.

– Não entendi? – Bill fez uma careta denunciando sua duvida. Acabei por contar sobre a volta de Hayley à França, e depois de ouvir e responder os porquês de Bill, este saiu em direção a seu quarto, me deixando com meus pensamentos e “planos” para aproveitar mais essas duas semanas que ainda tinha Hayley.

Acordei no dia seguinte muito bem disposto, fiz tudo que havia pra fazer no dia, o que não era muita coisa, Bill me mostrou suas novas idéias e tentamos organizar algumas letras e acordes, para depois mostrar a Gustav e Georg e até mesmo para David.
Para a minha imensa felicidade a hora e o dia passaram rápidos e quando vi já estava na hora de me arrumar e buscar Hayley para o nosso jantar. Estava terminado de vestir uma camiseta, quando recebo uma mensagem de Hayley:

“Mudanças de plano, minha mãe fez um jantar incrível aqui em casa e quer que você e seu irmão venham pra cá!”

Confesso que fiquei um tanto decepcionado com isso, mas pensando bem seria bom, sei lá, e Bill também estava doido pra conhecê-la melhor, então juntaria o útil ao agradável. Respondi a mensagem de Hayley confirmando nossa presença e corri a procura de Bill pela casa para informá-lo dos planos para a noite daquele sábado.





POV’S Hayley





– Mãe! – Chamei- a assim que entrei na cozinha, e ela saindo da dispensa com uma garrafa de vinho tinto. – Tom e Bill vão vir.

– Isso é ótimo, já está tudo pronto querida, pode só me ajudar a colocar a mesa? – Disse entrando na sala de jantar.

– Claro. – Fui ate o armário pegando a louça e os talheres e colocando na mesa, logo minha mãe apareceu com as travessas com as saladas e prato principal, quando ouço a campainha tocar.

– Devem ser eles. – Corri em direção à porta de entrada e abrindo vejo dois pares de olhos amendoados totalmente iguais e sorrisos abertos para mim.

– Oi! Entrem por favor. – Bill foi o primeiro a entrar e me dando um abraço apertado que logo retribui.

– Oi Hayley! A casa é encantadora, assim como você. – Bill disse recebendo uma cotolevada de Tom em seguida. – Awn!

– Tom não precisa disso, e Bill obrigada quero que se sinta em casa. – Disse assim que fechei a porta. – Vamos minha mãe já esta nos esperando na sala de jantar. – Disse, mas antes que continuasse meu caminho ate a sala de jantar, dois braços apertaram minha cintura me virando, e Tom com aquele sorriso aberto que só ele tinha depositou um beijo demorado em mim e sussurrou em meu ouvido.

– Esta linda como sempre! – Apenas o olhei e mais um beijo foi dado.

Roupa Hayley: http://www.polyvore.com/hayley/set?id=42229040

– Tom pelo amor de Deus chega antes que minha boca suma. – Ele riu de mim e minha cara assustada e seguimos para a sala de jantar onde Bill e minha mãe já nos esperavam.

– Até que em fim né, já estava falando para a Sra. Fontaine que começaríamos sem vocês. – Bill falou assim que eu e Tom nos juntamos a eles.

– Nossa Bill só estava esperando Hayley fechar a porta, nem demoramos tanto assim. – Tom revirou olhos.

– Bom! Mãe já que conheceu Bill, esse é o Tom, e Tom essa é minha mãe.

– Prazer em conhecê-la. Sra. Fontaine? – Disse Tom quando cumprimentou minha mãe.

– Ora querido não há necessidade de ser tão formal e nem você Bill, podem me chamar de Annelise, ou simplesmente Anne. – Sorriu abertamente para os meninos que retribuíram. – Agora chega de falatório e vamos nos sentar para jantar.

Sentamos todos a mesa, e o jantar estava muito animado, riamos das historias dos meninos, minha mãe também contava suas aventuras e eu falava sobre minha vida na Europa.

– Nossa a hora passa realmente rápido quando estamos nos divertindo. - Minha mãe olhou para o relógio. – Meus queridos a companhia esta muito boa, mas vou ser mal-educada e me retirar aos meus aposentos. – Ri da forma com que minha falou acompanhada dos meninos. – O quê? Do que estão rindo?

– Nada não mãe, só achei engraçado o jeito que você esta falando.

– Ah se é só por isso, queiram me dar licença. – Ela riu e todos nós também. – Estou brincando, preciso me deitar mesmo, meninos fiquem a vontade, o jantar foi muito agradável na companhia de vocês. – Despediu-se dos meninos e foi para seu quarto.

– Sua mãe é muito engraçada Hayley. – Bill comentou ainda em meio a risos.

– Sim ela é realmente incrível, confesso que está bem melhor agora que se separou de papai. – Falei.

– Deve ter sido difícil pra você. – Bill comentou tomando um gole de seu vinho.

– Nem tanto, eu acabei por sugerir isso a eles, as brigas estavam constantes, acho que por isso que decidi me mudar, fugir de tudo aquilo, mas não passou muito tempo que havia me mudado e eles se separaram.

– Por mais triste que seja às vezes o jeito errado também é o certo. – Tom disse.

– Sim, é verdade.

– Bom acho que já vou indo. – Disse Bill se levantando.

– Mais já Bill, ainda esta cedo. – Falei me levantando também.

– Sim esta cedo, mas não curto esse lance de ser vela de ninguém. – Rimos juntos do comentário de Bill.

– Então vai logo Bill! – Tom disse e recebendo um olhar reprovador de minha parte. – Que foi? – Revirei os olhos e fui abrir a porta para Bill.

– Obrigado por ter vindo. – Disse a ele quando nos despedimos.

– Eu que agradeço. – E seguiu em direção a sua casa. Me virei e Tom estava me encarando.

– O quê foi? – Falei arqueando uma sobrancelha.

– Nada apenas te olhando, não pode? – E vindo em minha direção contornou seus braços em minha cintura.

– Pode. – Disse e baixei meu olhar.

– O que foi? – Tom pegou em queixo erguendo meu rosto a fim de que o encarasse.

– Nada, só estava pensando sobre nós.

– E isso é ruim? Por que pela cara que você fez. – Olhei para ele.

– Claro que não, mas não podemos esquecer que daqui a duas semanas eu vou embora e não sei se volto tão cedo. – Tom bufou. – Não adianta fazer cara feia você sabe que é verdade.

– Eu sei, mas não precisa ficar lembrando, faz dois dias que estamos juntos e vamos ficar mais essas duas semanas. – Ri da cara de menino bravo que Tom fez.

– Tudo bem não esta mais aqui quem falou. – E quando menos espero ele me beijou, aquele beijo suave, que foi ganhando forma e se tornou um beijo quente, como se não fossemos mais fazer isso nunca em nossas vidas.

Ficamos no jardim de minha casa, minha mãe tinha uma espécie de mini coreto e ficamos sentados abraçados, era estranho tudo isso, mesmo não conhecendo Tom, era difícil de acreditar nessas “novas” atitudes dele, havia pesquisado na internet, vendo entrevistas e declarações suas e em todas, ele não se mostrava nem um pouco romântico, mas estava disposta a correr o risco, havia sim o medo de sair machucada, mas não me importava muito com isso, o importante era aproveitar o momento e estar com ele mesmo que por poucos dias.

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14 Re: Pra Você Guardei O Amor em Qua Out 17, 2012 9:22 pm

AH Que lindoooo *-* Razz
Eu ri com o Bill, querendo não segurar a vela e com a Anne, realmente o jeito que ela falou foi bem engraçado :p
Tom não é de falar é de fazer mesmo KKKK Como é apressado esse guri hein.
Pena que eles só tem mais 2 semanas :/
continuaaa

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15 Re: Pra Você Guardei O Amor em Qui Out 18, 2012 6:32 pm

Que jantar mais animado hahahahaha!
O Bill se deu bem com a Anne Razz
Eo Tom e a Hayley, só no love kkkkkkk
Eles vão ter que aproveitar bem essas duas semanas Smile

Continue

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16 Re: Pra Você Guardei O Amor em Dom Out 21, 2012 7:05 am

Heeey mais um capitulo pra vcs! Obg os coments Very Happy





5º Capitulo: Not Back, please...







POV’S Hayley





Era difícil de acreditar que essas duas semanas haviam passado tão rapidamente, difícil de acreditar em como o tempo passa rápido quando estamos aproveitando a vida, aproveitando a vida como queremos, sem medos ou receios, sem hora para acertos ou erros, apenas vivendo-a. Essas duas semanas que passei ao lado da pessoa mais incrível, o presente fora da data especial, o presente que nem sabia se merecia, sempre subestimamos nossa capacidade de ser feliz, é natural do ser humano, chega a ser imaturo pensar dessa forma, mas quem nunca pensou assim, por favor atire a primeira pedra. De que vale ter sucesso? De que vale ser uma grande estilista ou astro do rock? Ou uma simples dona de casa, um medico, de que vale se não há com quem compartilhar a quem abraçar quando objetivos e metas são alcançadas? O homem não nasceu pra ficar sozinho, e eu acredito no amor, e quem diz que não acredita é por que não o merece e não sabe usá-lo, eu tenho o meu amor e eu o guardo, o guardo para aquele que o espera. Como eu sei? Essa é a graça, eu simplesmente não sei.
Iria embora dali a dois dias, apenas mais dois dias para aproveitar o colo de minha mãe amada, dois dias para aproveitar a calorosa LA, dois dias para aproveitar... Tom. A tristeza de deixar tudo isso e voltar para a França era imensa, mas essa era a minha escolha, arriscar não seria o correto e mais uma vez meu bom senso e minha razão gritavam ecoando em minha cabeça, mostrando-me o correto, e como estava a odiando por isso, opções e escolhas não me pertenciam, pois a única opção e escolha era a volta palavra essa que evitava lembrar e usar: Voltar.
Estava em meu quarto, já organizando as minhas coisas quando ouço baterem na porta estranhei, pois minha mãe havia saído e fazia pouco tempo, não poderia estar de volta.

– Pode entrar esta aberta! – Disse de costas para a entrada do quarto. Ouvi a porta sendo aberta e quando me virei para saber de quem se tratava, levei um baita susto.

– Oh meu Deus! – Disse com a mão direita em meu peito. – Tom!

– Oi! – Disse com um enorme sorriso no rosto. – Desculpe te assustei? – Falou quando percebeu minha cara de espanto.

– Mais é claro que assustou. O que faz aqui? – Falei por fim.

– Vim ajudá-la, e outra o Bill não esta em casa não queria ficar só. – Deu de ombros.

– Tudo bem, mas como entrou? Minha mãe não esta em casa. – Falei curiosa.

– Na verdade eu a encontrei saindo e ficamos um tempo conversando, então ela saiu e eu entrei. – Disse quando já estava parado em minha frente. Rodeou seus braços em volta de minha cintura e encostou sua testa a minha.

– Precisa realmente voltar? – Fechei meus olhos, desde que contei a ele que precisaria voltar era essa pergunta que fazia a mim, sempre da mesma forma, sempre com o mesmo timbre de voz, o som da tristeza, isso me matava por dentro.

– Tom já conversamos tanto sobre isso, pra que insistir no que já esta decidido. – Disse o encarando, ele por sua vez desviou-se de mim e indo para a varanda, ficou olhando o nada por um tempo até virar-se novamente.

– Eu sei, mas... Hayley me perdoe sei que estou sendo egoísta, você não me pertence e não posso... Não tenho o direito de te prender aqui, de te prender a mim. – Escutava tudo não desviando meus olhos dos seus, o que ele dizia entrava em mim e era como se uma faca muito afiada tirasse lascas de meu coração, fazendo-o sangrar de tal forma, que seria menos dolorido se arrancassem ele de uma só vez.

– Tom. – Andei até ele e coloquei minha mão em seu rosto acariciando a barba por fazer e ele automaticamente fechou os olhos e pôs sua mão sobre a minha. – Tudo o que vivemos essas duas semanas, que para mim foram como se fosse vinte anos, ficará guardado em mim para sempre... – Iria continuar se ele não tivesse me interrompido.

– Eu achava que nunca sentiria o que sinto por você Hayley, achei que nunca fosse um direito meu sentir isso que sinto essa dor em meu peito, essa alegria, esse arrepio na espinha, essa vontade de chorar quando você sorri para mim, esse pedaço que me falta quando você não esta comigo. – Suspirou pesado e continuou. – Não estou falando isso para que tenha pena, ou de alguma forma se sinta culpada por ter que partir, mas não consigo mais segurar e este é o momento de você saber... – Suspirou mais uma vez e abrindo os olhos, olhou tão profundamente nos meus que poderia ver sua alma. – O momento de você saber que eu te amo, eu te amo mais que minha própria vida, que sem você não sou nada, que eu quero ser seu, seu único, acordar todas as manhas mesmo que não estando ao meu lado que eu saiba que eu tenho você comigo que vivo para amar você, foi você que eu esperava... que... que... – Ele falava rápido, gaguejava, e foi quando começou a chorar, Tom estava chorando como uma criança, seus soluços ecoavam pelo quarto, e eu não tinha reação, não sabia o que fazer, tudo o que ele havia acabado se dizer, todas as sua declarações, era como se ele estivesse lendo minha mente, dizendo tudo o que estava em mim, tudo o que queria dizer a ele, mas o medo de não ser recíproco falara alto e eu guardava somente para mim. E ainda sem saber o que dizer a ele, o abracei, o mais forte que pude, ele retribuiu me apertando junto a ele, como se fosse nos fundir em um só, após alguns segundos consegui falar em seu ouvido, mas minha voz saia em um sussurro.

– O meu coração já é seu, nada eu pude fazer pra evitar, pensei em me afastar para que não nos envolvêssemos tanto, mas nada fazia sentido, só de pensar em minha vida sem você a dor só aumentaria, já não vejo minha felicidade sem que você faça parte dela. – Tom foi se acalmando e me olhava sereno, ouvindo atentamente o que dizia e o sorriso já era impossível de esconder em seus lábios perfeitos, sorri para ele também e continuei. – É exatamente isso que quero ver todos os dias, esse sorriso, esse rosto, esses olhos, esses olhos que se fecham quando dá aquela risada travessa que eu tanto amo... – Não terminei de falar, Tom beijou-me, um beijo urgente, abraçava-me fortemente, não deixando nenhum centímetro nos separando, ali eu sabia que já pertencia a ele e ele a mim.

Fomos ainda sem separar do beijo ate a cama ali próxima, Tom deitou-me cuidadosamente nela e ainda sobre mim, começava a explorar com suas mãos o meu corpo, as lagrimas ainda estavam em seu rosto, já que o gosto salgado se fazia presente. Minhas mãos passeavam por dentro de sua camiseta não muito larga, sentindo cada parte de seu corpo definido. Paramos o beijo, Tom me olhava intensamente.

– Deixe-me ser seu, seu único. – Deu-me um selinho. – Seja minha única.

– Você é meu único. – Falei e voltei a beijá-lo.

Nada mais importava somente Tom e eu naquele quarto, naquela cama. Trocamos as posições, retirei a camisa se Tom e enquanto baixava meus beijos ate seu abdômen, ele puxou minha blusa juntamente com meu sutiã, puxou-me pelos braços fazendo com que o choque de nossa pele provocasse um arrepio delirante, voltou a me beijar e agora por cima de mim e com minha ajuda retirou minha calça e eu retirando a sua ficando assim com as ultimas peças que nos impediam de pertencer um ao outro da maneira mais prazerosa que poderia existir. Tom ajoelhou sobre a cama e retirou minha ultima peça e a sua também, pegando em seguida no bolso da calça a camisinha. Deitou-se e olhando para mim de uma maneira a pedir permissão, selei nossos lábios, e com cuidado ele me penetrou, gemi baixo, os movimentos eram calmos, sem pressa, mas o prazer aumentava a cada estocada, Tom aumentou a velocidade dos movimentos, gemíamos um ao ouvido do outro e não havia beijo forte o suficiente que acalmasse aquela sensação de absoluto prazer. Minhas unhas pareciam rasgar a pele de suas costas, enquanto Tom baixou seu rosto dando atenção para meu pescoço, dando leves mordidas e descendo mais, encontrou meus seios que subiam e desciam por conta da respiração acelerada, ele me levantou fazendo com que me sentasse em seu colo, mas sem interromper o contato de nossas intimidades, segurava minha cintura ajudando-me nos movimentos, sabíamos que não agüentaríamos por muito tempo, chegaríamos juntos ao ápice. As respirações aceleradas, e uma onda de calor tomavam conta, acelerando ainda mais o contato de nossos corpos, não demorou muito e um gemido alto de ambas as partes indicavam que havíamos chegado ao clímax juntos, desabei na cama e Tom caiu ao meu lado, tentávamos recuperar o ritmo de nossas respirações sem grandes sucessos, Tom puxou-me para mais perto de si, e com a cabeça em seu peito acariciava seu peito nu e suado, e ele envolvendo em seus braços, beijou o topo de minha cabeça.

– Eu vou te esperar. – Levantei meu rosto para ele.

– Como é? – Não havia entendido.

– Eu vou te esperar, sei que vai voltar, e caso não volte eu vou atrás de você. – Rimos juntos.

– Você é louco!

– Você me deixa assim, não há muito que fazer. – Fez cara de obvio.

– E se eu não voltar? Tom temos rotinas diferentes, não posso abandonar o meu trabalho assim e nem você pode largar a banda. – Falava para ele. – Eu vou voltar, pretendo voltar, mas não sei quando.

– Daremos um jeito. – Ele parecia tão convencido de que tudo seria simples e fácil, mas sabíamos que não seria assim.

Continuamos ali conversando, quando o sono já estava tomando conta e manter os olhos abertos estava cada vez mais difícil.

– Hayley? – Tom chamou e consegui apenas murmurar.

– Hum. – Falei de olhos fechados, ouvindo a voz de Tom ao longe.

– Não se esqueça que eu te amo, não importa o que aconteça, eu sempre vou estar aqui pra você.

– Não. Não vou esquecer. Mas por que esta falando isso? – Disse ainda com os olhos fechados.

– Não sei. – Ouvi-o dizer.

– Vai dar tudo certo. – Abri os olhos e o encarei. – Eu te amo e estou aqui entregue a você, como você mesmo disse daremos um
jeito. – O abracei mais forte.

– Não volte, por favor.

– Isso eu não posso fazer Tom, tenho responsabilidades peça o que quiser menos isso, sabe que lutei tanto por esse trabalho, por essa carreira, não me faça escolher.

– Só tenho medo de que quando voltar se esqueça de mim. – Seus olhos estavam presos aos meus.

– A ultima coisa que irá acontecer é me esquecer de você, você diz que vai esperar, mas e se quando voltar não te encontrar, nossas carreiras são imprevisíveis Tom, temos que ser realistas. – Falava de maneira que fizesse Tom entender, não estava falando de propósito isso era uma realidade, dura, mas uma realidade e tínhamos que entender por mais difícil que fosse.

Nada mais foi dito, afundei no mais profundo sono, sonhei com cada palavra dita, com cada momento daquela tarde, estava tudo ali, como em uma tatuagem, nada iria lavar seu perfume impregnado em mim, o medo ainda era evidente, o medo de não conseguir voltar para ele, não sabia o que a vida nos havia reservado, era um tiro no escuro, mas estava disposta a lutar por ele, por esse amor, esse amor que estava guardado a tanto tempo e que agora sabia quem era o dono.

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17 Re: Pra Você Guardei O Amor em Dom Out 21, 2012 4:47 pm

Ah eu quase chorei junto com o Tom aqui ><
Ah coitadinho, apesar dos dois estarem sofrendo né, mas ele parece mais frágil.. homem né..
E agora? Espero que eles não se esqueçam quando eles se separarem x.x
Tão lindo o momento de entrega dos dois, tou apaixonada aqui <3 haha continuaa
Lindo lindo lindo e escrita maravilhosa :}

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18 Re: Pra Você Guardei O Amor em Dom Out 28, 2012 6:37 am

Ooooooi galerinha td bem????
Desculpa a demora gente...ai esta mais um capitulo pra vcs Laughing







6º Capitulo: Tarde Demais






Liguei uma, duas, três... Havia perdido a conta de quantas vezes liguei para Tom, não entendia o porquê de não atender, o pior é que dali a três horas tinha que estar no aeroporto, meu vôo saia às vinte e três horas e ele prometeu ir comigo para se despedir, já que a ultima vez que havíamos nos visto foi a dois dias na tarde em passamos juntos.
Liguei no celular de Bill, afinal já estava ficando preocupada com essa ausência sem retornos, bastaram dois toques para que Bill me atendesse.

Oi Heyley! – Disse Bill assim que atendeu.

– Oi Bill. – Falei.

Esta tudo bem? Esta com uma voz. – Bill perguntou percebendo o tom de minha voz.

– Sim e não. – Falei soltando um riso abafado.

Aconteceu alguma coisa? – Falou preocupado.

– Espero que não, é que não consigo falar com Tom, não sei se você se lembra mais hoje vou embarcar para Paris, e eu e Tom tínhamos combinado de ele me acompanhar até o aeroporto, mas até agora nada dele. – Falei por fim.

Caramba é verdade, pra ser sincero não sei do Tom desde cedo Hay, mas não se preocupe vou tentar achá-lo. – Bill disse, estava prestes a me despedir quando ele ainda continuou. – Hay a propósito a que horas vai sair de casa?

– Às oito horas, mas por quê? – Perguntei desconfiada.

Vou com você, afinal quero me despedir de minha cunhadinha. – Falou soltando uma gargalhada após pronunciar a palavra “cunhadinha”.

– Eu vou ficar muito feliz Bill, então as oito estarei saindo de casa. – Falei rindo.

E eu estarei ai na sua casa para irmos juntos, mas antes tenho que achar o sem noção do meu irmão, até mais tarde Hay! – Bill disse se despedindo.

– Tudo bem Bill ate mais tarde! – Falei desligando o celular.

Não sei, mas estava com um pressentimento nada bom, mas optei por ignorar essa sensação.

– Você só esta ansiosa por ter que voltar Hayley é só isso. – Falei pra mim mesma.

Fechei a ultima mala, e sai do meu quarto em direção as escadas, desci e coloquei essa ultima mala ao lado das outras, quando minha mãe vinda da cozinha, parou e ficou me observando.

– O que? – Falei a ela assim que percebi que me observava.

– Essa casa vai ficar tão vazia sem você, já estava acostumada em tê-la aqui tão perto de mim. – Falou-me já com lagrimas nos olhos.

– Ah mãe, por favor, não me faça chorar, não sabe a falta que irá me fazer quando eu chegar em Paris e ver que aquele apartamento vai estar vazio, que não vou encontrá-la também. – Disse indo em sua direção e a abraçando forte.

– Começo a concordar com Tom por pedir que fique e que não volte. – Ri de seu comentário. – E por falar em Tom, onde é que ele esta, não tinham combinado que ele a levaria ate o aeroporto? – Desvencilhei-me do abraço e a encarando disse.

– Tínhamos, mas não consigo falar com ele, só com Bill que ficou de achá-lo e depois virá pra cá e ir ate o aeroporto comigo também. – Falei e minha mãe fazendo sinal positivo apenas concordou e completando disse.

– Tudo bem então vamos esperá-los e enquanto isso venha, fiz torta de amoras, imaginei que quisesse comer sua ultima torta antes de voltar. – Falou ela me puxando.

– Não recusaria nem se estivesse bêbada. – Rimos juntas e fomos para a cozinha.

Estávamos sentadas na bancada uma de frente pra outra, iria sentir falta das tortas de amora da minha mãe e dela também é claro, meu porto seguro, quantas vezes ligava chorando da França, pedindo, implorando que ela fosse o mais rápido possível para lá, quando muitas das vezes por conta do stress do trabalho e toda a maluca rotina que levava me fazia querer desistir, e minha mãe, minha doce Annelise sempre me incentivava a continuar, mostrando que não importava o que os outros achavam ou pensavam a meu respeito, pois tudo o que havia conquistado todo o meu status na mídia e mundo da moda, era meu e somente meu, mas nunca permitiu que me tornasse egoísta e arrogante, isso jamais, devo tudo o que sou a ela, e cada vez que precisava partir eram uma tortura para ambas as partes, por que sempre vinha a cada cinco ou seis meses, era tempo demais, isso quando nem o Natal conseguia vir para LA, era realmente um preço muito grande. E não bastando minha mãe, agora Tom fazia parte da minha vida, ainda era muito estranho, tudo aconteceu de maneira estranha, engraçada e apaixonante possível, duas semanas para eu me apaixonar, eu que sempre me machucava, e sempre tranquei meu coração para o amor, agora estava me entregando novamente, me permitindo sentir todas as sensações desse sentimento. Eu o amava e já não era mais possível desfazer isso, já havia tentado e todas as tentativas foram fracassadas tentando afastá-lo de mim. Foi quando minha mãe quebrou o silencio que havia tirando-me de meus devaneios.

– Eu só queria dizer antes que partisse... – Acabei por interrompê-la.

– Mãe, por favor, sabe que vou voltar, é demorado, sim é mais eu vou voltar, sabe que não gosto quando fala dessa forma até parece que estou indo pra um sacrifício de morte. – Disse de cabeça baixa.

– Pra mim Hayley quando você parte é sim um sacrifício de morte, você pode ter crescido, conquistado sua liberdade, mas não deixou de ser minha filha, a filha que sempre vou querer por perto, e é por isso quero que saiba... Esse seu envolvimento com Tom tem seu lado ruim e seu lado bom, não é segredo pra ninguém que estão apaixonados um pelo outro, estou muito, mas muito feliz por isso. – Ela falava e minhas lágrimas já se formavam em meus olhos, lembrando-me o quão duro seria despedir-me dele. – Mas não deve deixar de pensar que a vida de ambos é cheia de compromissos, e se querem levar isso adiante precisam conversar e ter os pés no chão para que seja um relacionamento sadio. – Ela falava de forma preocupada.

– Mãe não se preocupe, eu sinceramente não sei se isso vai dar certo, mas vamos tentar. – Falei de modo que a confortasse.

– Sim filha eu sei, confio em você, só não quero que se decepcione e acabe como eu e seu pai, desculpe a comparação, mas a frustração é inevitável. – Disse.

– Tudo bem mãe eu sei que fala assim para o meu bem, e agradeço a preocupação, mas vou arriscar. – Falei segurando sua mão.

– Não se esqueça que estarei sempre aqui para o que precisar.

– Claro que sim. Te amo! – Falei contornando a mesa e indo abraçá-la.

– Também te amo! – Falou retribuindo meu abraço.

Foi quando escutamos a companhia, com certeza era Bill, pois quando olhei no relógio faltavam cinco para as oito, corri ate a porta principal da casa e abrindo a mesma encontro Bill sorrindo para mim.

– Oi! – Disse. – Espero não estar atrasado.

– Chegou bem na hora. Como está? – Perguntei a ele.

– Estou bem. Posso entrar? – Falou, mas que mal educada eu sou.

– Claro! Desculpe. – Falei dando passagem a ele nesse momento minha mãe já estava na sala também e foi em direção a Bill cumprimentando-o.

– Olá Bill, como esta querido? – Falou a ele dando um forte abraço.

– Olá Anne estou ótimo, triste por ter que ver Hayley ir embora, - Ele me olhou de forma triste, mas não tirando seu sorriso do rosto, olhei para ele e dei um meio sorriso, minha mãe havia se retirado da sala para buscar a bolsa em seu quarto, deixando eu e Bill sozinhos, essa era a oportunidade que tinha para perguntar sobre Tom.

– É... Bill... – Mas antes que eu pudesse concluir minha pergunta, Bill já estava me respondendo.

– Nada Hay, não consigo falar com ele, e nem faço idéia de onde esteja, sinto muito. – Falou triste, mas nada respondi apenas peguei minha bolsa e quando fiz menção de ir chamar minha mãe para que fossemos para o aeroporto ela já havia chegado ao cômodo.

– Bom filha se já estiver pronta, acho que podemos ir. – Falou para mim.

Pensei por alguns instantes, era como se tivesse bloqueado a minha mente, estava chateada, poxa já estava tudo combinado com Tom, ele iria comigo, agora a chance de dizer mais uma vez que o amava se fora, a chance de ouvi-lo dizer que me esperaria, a chance de eu falar para ele que voltaria, todas elas se foram e trouxeram a decepção, só procurava entender o por que de ele ter sumido assim e procurava em meio a tantas perguntas a resposta, mas para minha surpresa não havia resposta, Tom era o único que poderia me responder e ele não estava ali.

– Hayley? – Ouvi a voz de Bill ao longe chamar por meu nome, olhei para ele e sorri.

– Estou completamente pronta. Vamos? – Minha mãe sorriu para mim e Bill me encarava de forma curiosa e ao mesmo tempo assustada, certamente se perguntando sobre meu silencio ao falar que não encontrara Tom. Passei por ele e antes de sair encarei seus olhos tão idênticos aos de Tom e apenas disse.

– Esta tudo bem, vou sobreviver a isso, não se preocupe, ele não é o primeiro e nem será o ultimo. – Falei. Soou de modo frio essa minha declaração, mas era assim que me sentia.

– Se você esta dizendo, não posso ir contra isso, certo?

– Exatamente. – Falei sorrindo, confesso que essa minha reação havia assustado ate a mim. – Agora vamos, não quero perder meu vôo.

Saímos de casa e Bill fez questão que fossemos em seu carro que já estava em frente a minha casa. O caminho não foi silencioso como achei que seria minha mãe não parava de falar e Bill também não, fizeram-me rir o caminho todo o que foi ótimo assim minha mente se distraia e evitava pensar em Tom.
Chegamos ao aeroporto ainda com uma folga de trinta minutos para fazer o check-in, mas resolvi já fazê-lo, fui ate o guichê fiz o check-in, e como ainda tínhamos um pouco mais de uma hora para embarcar, resolvemos tomar um café para passar o tempo.
Quando a hora de embarcar chegou, pois haviam começado a anunciar o meu vôo, fomos para o portão de embarque. A emoção era evidente e já havia modo de esconder e o choro preso ate àquela hora, e tudo foi liberado, abracei minha mãe muito forte e deixei que a tristeza de estar partindo e de deixá-la saísse por meus olhos em litros. Bill assistia a tudo com emoção também em seus olhos, e quando o abracei chorei ainda mais, tentando liberar a frustração e decepção por Tom não estar ali.

– Leve esse abraço a ele Bill, diga a ele que o amo muito. – Falava em meio ao choro constante.

– Pode deixar Hay, eu falo. – Bill afagava meus cabelos e me abraçava forte desfiz o mesmo e encarando as duas pessoas que estavam comigo sorri.

– Vou sentir falta de vocês.

– Nós também minha filha irá fazer muita falta. – Minha mãe passava suas mãos por meu rosto molhado de lagrimas.

Abracei mais uma vez cada um e fui a caminho do portão de embarque, entreguei minha passagem à aeromoça e esta me entregou novamente, olhei para trás para ver mais uma vez minha mãe e Bill, e me virando para o portão novamente ouço alguém gritar meu nome virei-me para ver, e Tom corria em direção a mim, mas ainda estava longe, minha vontade era de correr para ele e o abraçar, beijar e pedir que me tirasse dali que me levasse com ele, mas minhas pernas não obedeciam e por incrível que pareça a minha atitude foi a mais inesperada possível, olhei para ele que continuava correndo em minha direção, olhei para Bill e voltando o olhar para Tom sorri, mas ao invés de esperá-lo continuei meu caminho dando as costas e entrando pelo portão seguindo para o corredor que dava acesso aos aviões.

– HAYLEY! HAYLEY ESPERAAA... – Tom gritou mais uma vez e pude ver através do vidro que tinha no corredor seu rosto desesperado, mas continuei meu caminho até que o corredor acabasse e já não podia ver mais ninguém. Entrei no avião, minha poltrona era a da janela e por sorte podia ver a sala de embarque, vi Tom com as duas mãos espalmadas no vidro, olhava para o avião não sei se chorava, mas não havia o que fazer, estava partindo e já era tarde demais para voltar atrás.

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19 Re: Pra Você Guardei O Amor em Dom Out 28, 2012 4:01 pm

:O =/ Por que a Hayley fez isso?
Se fosse eu faria qualquer outra coisa que nao fosse ir embora sem uma ultima despedida x.x
Talvez ela não quisesse sofrer por ter que lembrar mais uma vez que iria ficar longe dele e aí quis acabar com o sofrimento de uma vez. Mas coitado..
continuaaa Raafa ^^

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20 Re: Pra Você Guardei O Amor em Dom Out 28, 2012 9:09 pm

Nossa que triste :/
O Tom está completamente apaixonado! O que será que ele vai fazer depois, de ter ido sem se despedir.

Continua rafa...

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21 Re: Pra Você Guardei O Amor em Sab Nov 03, 2012 7:43 pm

Mil desculpas pela demora "/ ..... Porem aqui esta mais um capitulo






7º Capítulo: Próximo Passo Reconquistar



– Eu a perdi Bill... A perdi para sempre... Eu... – Eu chorava tanto, que meu peito doía tamanha era a força que eu fazia, tentava me controlar, mas não conseguia. Bill e Anne mãe de Hayley tentavam me acalmar, mas nada adiantava, estávamos ainda no aeroporto, fazia uns vinte minutos que ela havia ido embora e ainda estávamos lá.

– Calma Tom! Oh meu irmão não sabe como meu coração dói em ver você assim, mas tente se acalmar. – Bill tentava em vão fazer com que parasse de chorar.

– Isso mesmo Tom, querido tente se acalmar, Hayley te ama, não gostaria de ver assim. – Anne me dizia de maneira terna.

– Ela me odeia, qualquer um me odiaria, eu não vim como havia prometido, eu sou um irresponsável mesmo... – Não conseguia terminar nenhuma de minhas frases.

– Não seja tão duro consigo mesmo Tom, isso não irá adiantar em nada. – Bill falou. – Mas uma coisa eu preciso saber e Hayley deverá saber também... Por que não apareceu e nem atendeu nenhuma de nossas ligações? – Bill perguntou-me.

– Lembra o comercial pra marca Audi que tinha que fazer para promover o novo Audi R8? – Bill fez que sim com a cabeça. – Então... Acabei por esquecer completamente que a gravação era hoje, acordei hoje cedo com meu celular tocando e era David avisando-me que já estava atrasado, sai feito um doido e esqueci meu celular em meu quarto. – Falei de cabeça baixa.

– Mas por que não ligou para avisar, eu nem me lembrava desse comercial mais, e outra não só Hayley ficou preocupada com sua ausência, mas eu também. – Bill disse em tom decepcionado.

– Eu sei, e eu tentei Bill juro que tentei, mas não me deixaram, sabe que quando tratasse de algo que leve a banda a mídia David se transforma, disse a ele que precisava fazer uma ligação, pois você e Hayley deveriam estar preocupados e falei sobre a volta dela à França, mas ele nem quis me ouvir, disse que não, que deveríamos terminar e depois eu faria as ligações que quisesse. – Respirei fundo. – Não tive argumentos e não queria discutir com ele na frente do pessoal, ate o presidente da Audi estava lá, não pegaria bem. – Falei e as lagrimas voltaram quando isso me fez lembrar que cheguei tarde demais.

– Tudo bem Tom, eu entendo, sei como David é quando se trata sobre a banda. – Bill disse. Olhei para Anne tentando mesmo que pelo olhar que ela me desculpasse.

– Tom esta tudo bem, eu conheço minha filha e ela não o odeia, ela vai te ouvir disso eu tenho certeza, agora vá para casa com seu irmão, tente descansar e com a cabeça mais calma, você liga pra ela e explica o que aconteceu. – Ela falava e logo depois me abraçou. – Vai ficar tudo bem.

– Obrigado Anne, não sei se mereço tanta compreensão assim. – Falei em meio ao abraço.

– Não seja tão pessimista querido. – Disse-me ela.

– Não liga não Anne, esse é só um dos defeitos do Tom, otimismo nunca foi seu forte, nós é que temos que ser otimistas por ele. – Bill falou quando eu e Anne desfizemos nosso abraço, rimos de seu comentário e depois disso Anne foi embora, o que não demorou muito eu e Bill seguimos para casa também.

Cheguei a casa e desabei no sofá, não conseguia pensar em nada a não ser em Hayley, em como ela deveria ter ficado decepcionada comigo, pensava em como iria falar com ela, se ela realmente iria me ouvir, confesso que estava com medo, de uma rejeição de sua parte, não sabia o quanto seu coração estaria partido e magoado, acredito que muito. Já pertencia a ela de tal forma que se a perdesse, seria capaz de morrer, pois nada mais faria sentido, minha vida dependia da vida dela, tudo o que eu era naquele momento dependia dela, e agora o que mais me importava era em reconquistá-la, desculpar-me e torcer para que fosse perdoado, mesmo que não tivéssemos mais nada, que Hayley terminasse tudo o que havíamos começado, precisaria do seu perdão, nunca me importei em saber se magoaria alguém, em minhas aventuras de uma noite nunca soube se as mulheres estavam comigo, por simples desejo, paixão, dinheiro, ou sei lá mais o que se puder classificar, afinal pra mim o importante era o sexo, nada mais do que uma boa noite de sexo. Agora me perguntava quantos corações, quantos sonhos eu destruí, por conta desse capricho, por conta da satisfação de meu ego? E quando ela apareceu, mudando todo esse meu modo de agir, mudando-me de maneira tão natural que ate eu mesmo demorei dias a notar, fazendo-me ver o verdadeiro motivo da palavra amar, o motivo pelo qual eu sempre fugi e sempre fiz questão de esconder que pudesse sentir um dia. Agora veja só que ironia, estou eu aqui, amando e sofrendo por esse amor.

Acordei de meus devaneios com Bill me chamando para que fosse tomar um banho, pois ele estava preparando algo para comermos. Subi as escadas em passos largos e cansados, entrei em meu quarto e fui direto para o banheiro, tomei um banho demorado, coloquei uma roupa confortável e desci ate a cozinha onde Bill estava terminado de colocar a mesa.

– Venha Tom acabei de terminar, come alguma coisa e vá descansar hoje o dia foi cheio para todos nós. – Falou me servindo o espaguete.

– Obrigado Bill. – Falei.

Comi um pouco, desejei boa noite a Bill e subi para o quarto, desabei em minha cama, estava perdido em meus pensamentos quando meu celular começou a tocar, ignorei as chamadas ate que este parou, estava quase pegando no sono quando novamente o celular voltou a tocar insistentemente, acabei por me irritar e peguei o aparelho em cima da cômoda, olhei o identificador e não reconheci o numero, pra falar a verdade nem de LA o numero parecia ser, atendi meio receoso.

– Alô. – Falei sem nenhuma cordialidade na voz.

Oi Tom. – Falou a voz do outro lado da linha.

Meus olhos se arregalaram e minha boca abriu de espanto, aquela voz era a ultima que pensei em ouvir naquele momento, não depois de tudo o que havia acontecido.

– Hayley? – Falei tentando acreditar de que era ela que havia ligado.

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22 Re: Pra Você Guardei O Amor em Dom Nov 04, 2012 4:11 pm

Nossa o Tom ficou arrasado mesmo, nunca imaginei ele assim!
E, ele é pessimista mesmo, Ôô teimoso, não escuta o Bill!
Mas e a Hayley? Espero que ela não esteja mesmo com raiva dele como ele acha que ela ta!
Continuaa Rafa

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23 Re: Pra Você Guardei O Amor em Ter Nov 06, 2012 8:41 am

Paloma Oliveira escreveu:Nossa o Tom ficou arrasado mesmo, nunca imaginei ele assim!
E, ele é pessimista mesmo, Ôô teimoso, não escuta o Bill!
Mas e a Hayley? Espero que ela não esteja mesmo com raiva dele como ele acha que ela ta!
Continuaa Rafa

Eu nunca iria imaginar que o Tom ficaria assim. A culpa é triste Mad
Ele ta realmente apaixonado , tadinho.
Tomara que a Hayley pegue leve com ele e deixe ele se explicar.
Cooooontinua Raafa

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24 Re: Pra Você Guardei O Amor em Dom Nov 11, 2012 6:43 pm

Não me matem, mas eu realmente esqueci de postar aqui =O Sorry =/ ..... Aqui está o proximo Wink




8º Capitulo: Ainda Vale à Pena






Minha volta à França nunca foi tão longa como estava sendo, tentei me distrair durante a viagem mais de nada adiantava, a cena de Tom correndo em minha direção e chamando por mim, para que eu esperasse por ele latejava em minha mente como uma dor insuportável, que nenhum remédio seria capaz de fazer passar. Ainda me perguntava o porquê daquela minha reação, acredito que qualquer outra pessoa iria parar e esperar, mas eu não fiz isso e já estava começando a me arrepender de tê-lo feito, mas no momento parecia certo, estava tão magoada e decepcionada que foi a primeira coisa em que pensei e para mim era o correto, sem nem ao menos ouvi-lo, procurar saber o que havia acontecido.
Cheguei à França e já era bem tarde, mas estava decidido, iria ligar para Tom, essa angustia me matava e precisava ouvir sua voz, precisava saber o que o levou a isso, não era de minha índole não ouvir as pessoas e julgá-las, claro que não, ouviria e tentaria entender seu lado, com certeza haveria uma boa explicação, e Tom teria essa explicação, afinal por mais que ainda estivéssemos há pouco tempo juntos, já o conhecia e ele não era da forma como a mídia dizia que ele era, eu Hayley Fontaine conhecia Tom Kaulitz no seu mais intimo, nada faria com que o odiasse, por mais que quisesse isso, o amor que sentia por ele passava dos limites e não o perderia por nada, pois esse amor ainda vale à pena.
Entrei em meu apartamento que ficava no centro de Paris, por mais que não desejasse a minha volta, esse era meu cantinho e senti muita falta, coloquei minhas malas em meu quarto, e estava prestes a entrar no banho, quando meu celular começou a tocar, pensei ser meu chefe, mas era minha mãe, não hesitei em atender.

– Oi mãe! – Falei com a voz embargada. – Já estou morrendo de saudades.

Oi querida, eu também estou morrendo de saudades. – Falou.

– Ia tomar um banho agora e depois ligar pra você, mas já que ligou antes. – Disse tentando sorrir sabia que havia ligado para saber como estava e o porquê da minha “fuga” de Tom no aeroporto.

Filha esta tudo bem? Confesso que não entendi aquela sua atitude, praticamente fugiu de Tom. – Não disse que era isso.

– Eu não sei mãe, juro que não sei o porquê daquela minha atitude, eu só não consegui encará-lo, já não havia mais tempo para escutá-lo... Eu... – Já não suportei e comecei a chorar quando o arrependimento voltou.

Filha me escuta você o ama e esse amor é tão lindo não pode deixar que uma coisa tão insignificante atrapalhe isso, ele esta sofrendo tanto quando você, ele acha que a perdeu e que você o odeia, não jogue isso fora filha, não cometa esse erro, ouça o que ele tem a dizer, e saberá que o motivo nem é assim pra tanto, nunca interferi em seus relacionamentos, mas te peço que não deixe Tom sair de sua vida. – Escutava o que minha mãe dizia e isso só fazia com que chorasse mais e mais, um desespero tomou conta de mim, uma vontade de sair e pegar o primeiro avião de volta era imensa, minha mãe falava com tanta convicção que só aumentava minha vontade de ligar para ele e conversar, acertar de vez as coisas entre nós. – Hayley prometa que vai conversar com ele?

– Sim mãe eu vou ligar para ele e vou fazer isso agora mesmo. – Despedi-me de minha mãe e tomei um banho rápido, peguei o telefone e disquei o numero de Tom, tocou algumas vezes e nada dele atender, achei que já estivesse dormindo ou que não quisesse atender, já que não estava ligando do meu celular e o numero de meu apartamento ele não conhecia, mas resolvi insistir novamente ate que me atendesse foi quando por fim ele me atendeu, sua voz era triste e nem um pouco cordial.

Alô. – Disse ele do outro lado.

– Oi Tom. – Falei tentando parecer tranqüila.

Hayley? – O espanto em sua voz era evidente, certamente não esperava minha ligação.

– Oi... É... Tudo bem? – Meu Deus realmente não sabia o que dizer a ele.

Sim, acho que sim. – Ele estava tão perdido quanto eu estava, houve um silencio relativamente longo ate que algum de nós tomasse a iniciativa de falar, porem foi ele quem quebrou o silencio que já se tornava constrangedor. – Fez uma boa viagem?

– Sim foi tranqüila. – Houve mais silencio, mas não deixei que se prolongasse. – Tom... Bom eu vou ser bem direta. – Disse e ele permaneceu calado. – Primeiro me perdoa, não queria ter fugido daquela maneira, eu simplesmente não sei o que me deu, só não queria falar com você, pelo simples fato de não saber o que dizer... – As palavras saiam de uma rapidez que me perdia no meio delas, foi quando ele me interrompeu.

Heyley?... Me escuta. – Parei de falar na mesma hora. – Hayley, você não tem que me pedir perdão de nada, eu é que tenho que pedir perdão a você, confesso que não esperava essa sua ligação, mas peço que me ouça e que me dê a chance de explicar o que aconteceu. – Escutava tudo o que ele me dizia atentamente e senti-me uma completa idiota, e ate senti raiva de
David quando Tom disse-me que ele não havia o deixado fazer a ligação, não só pra mim, mas para Bill também que estava preocupado com seu sumiço. – Você entendeu Hayley?

Demorei a responder meu Deus que tola eu fui é isso o que acontece quando deixamos as emoções tomarem conta, nunca pensamos racionalmente, um motivo tão superficial, sem importância colocou em risco um relacionamento, como eu me odiava naquele momento. Despertei-me e respondi quando ouvia Tom ao longe chamar por mim.

– Sim eu entendi, mas mesmo assim preciso que me desculpe, não pergunte o que achei que tivesse acontecido, pois não vou saber te responder, eu só fiquei chateada, decepcionada com você, achei que não me amasse mais. – Ele riu abafado. – O que foi?

Que não a amasse mais? – Disse e eu apenas esperei que concluísse. – Você ainda não entendeu não é?

– Não entendi o que?

O quanto eu te amo. O quanto você é importante pra mim, o quanto eu dependo de você pra viver, sei que é estranho ouvir isso ainda mais de mim, não sei se você sabe mais eu sempre fui um canalha. – Rimos desse seu comentário. – Mas esse canalha aqui se apaixonou, e sofreu quando magoou a mulher que mudou sua vida, sua maneira de pensar a respeito do amor, a respeito de viver pra amar e ser amado, só de pensar que você estava sofrendo por mais que o motivo fosse pequeno, já foi capaz de me tirar à paz.

– Eu também te amo Tom, sabe disso, minha atitude foi exagerada e é por isso que preciso que me desculpe, estou há tanto tempo sem me apaixonar, e sempre sofri tanto que generalizei e achei que fosse ser da mesma forma, mas hoje eu entendo que não é assim, que com você é diferente, você entrou na minha vida e não tem mais jeito de te tirar dela, já tentei mais não consigo, não quero mais você longe de mim. – Comecei a chorar.

Não chora meu amor, eu te desculpo okay, mas agora pare de chorar, o importante é que esclarecemos as coisas e tudo esta bem. – Tom falava tentando me acalmar. – Isso é motivo para alegrias, certo?

– É exatamente por isso que estou chorando. – Ri fraco e suspirei. – Como queria você aqui.

Eu também, eu também. – Conversamos mais um pouco e antes de desligarmos eu disse.

– Ainda vai me esperar? – Perguntei com certo receio.

Sempre. – Ele disse. Desliguei o telefone e fui me deitar, no dia seguinte bem cedo deveria ir ate meu ateliê, Peter estaria me esperando para começarmos a decidir as novas coleções, mas agora tudo estava perfeito, e nada atrapalharia a felicidade que estava sentindo naquele momento.

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25 Re: Pra Você Guardei O Amor em Ter Nov 13, 2012 4:01 pm

Aeeeee tá tudo explicado ^^ Isso aí
Agora eles só tem que manter esse namoro à distância o que eu acho um pouco dificil, mas claro, nada impossivel :}
A Hayley tá sofrendo tanto :/ o Tom também, mas acho que a Hayley mais
E agora o que vai acontecer? Pooosta

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