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Pra Você Guardei O Amor

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26 Re: Pra Você Guardei O Amor em Dom Nov 18, 2012 6:58 am

Bom dia meninas! Capitulo 9 pra vcs =D ... Espero que todas tenham tido um ótimo feriado ^^





9º Capitulo: Surprises




O despertador tocou, eram 07h30min da manhã, enrolei um pouquinho para levantar, mas não me demorei e logo fui tomar meu banho e fazer minha higiene matinal, abri as janelas de meu quarto e senti a brisa leve de Paris, que pra dizer a verdade senti muita falta, falta de ver os primeiros raios de sol, e hoje o dia estava perfeito, tinha me acertado com Tom e isso era só o começo. Arrumei-me rapidamente, tinha que impressionar e hoje estava inspirada, desci as escadas, meu apartamento tinha dois andares, às vezes me arrependia, pois o tornava enorme para apenas uma pessoa ocupá-lo. Cheguei à cozinha e tomei um café rápido, lavei a louça que havia sujado e sai em disparada ate o hall do prédio, hoje teria que pegar um taxi já que meu carro tinha ficado na casa de Peter meu chefe, quando saísse do trabalho no final do dia iria até sua casa para buscá-lo.
Não demorou muito e eu já estava em frente ao ateliê, o grande e famoso Édouard Manet, muito conceituado no mundo da moda, mesmo seu nome sendo de um grande artista plástico isso trouxe ao ateliê um grande reconhecimento onde atendíamos muitos estilistas e chegávamos a patrocinar alguns deles.
Entrei e fui em direção ao salão principal onde se concentravam a maioria do material que recebíamos para as coleções, e onde os estilistas trabalhavam Peter certamente estaria lá. Quando adentrei, nem tive tempo de analisar o ambiente, dois braços rodearam-me e levantaram-me do chão com muita facilidade, assim que voltei ao chão vi dois olhos me encarando, dois olhos que senti muita falta também, Peter que alem de meu chefe era um amigo muito querido, sempre estava ao meu lado e juntos éramos uma dupla e tanto, ele não era velho mais também não era novo, tinha seus quase trinta anos, mas isso não impedia que seu charme e beleza chamassem a atenção.

– Eu não estou acreditando você voltou mesmo? – Peter me olhava sorrindo como uma criança que acaba de ganhar o presente de natal.

– Mais é claro que eu voltei, eu não disse que voltaria? – Falei achando graça de sua surpresa, Peter continuou sorrindo e me abraçou mais uma vez, até que fomos interrompidos por Juliette nossa recepcionista e grande amiga também.

– Será que eu posso cumprimentar minha chefe e amiga? – Falou.

– Claro que pode Juli, não sabe a falta que me fez nesse quase um mês que estive fora. – Falei indo em sua direção e abraçando.

– Você também Hay fez uma falta danada, já não agüentava mais o Peter na minha orelha. – Rimos quando Juliette lançou um olhar bravo a Peter que retribuiu mostrando-lhe a língua.

– Certo, mas agora estou de volta e a paz entre vocês também. – Ria da expressão daquelas duas faces que tanto me alegravam, e assim passou-se o dia, nos divertindo e matando as saudades, contei a eles a respeito de Tom o que causou certo arrependimento de minha parte mais tarde, pois não paravam de ‘tirar’ uma com a minha cara, falando que estava apaixonadinha o que me fazia rir muito.
Estávamos fechando a ateliê quando Juliette deu a seguinte idéia.

– Que tal se fossemos no Bistrô Crepe estou louca pra comer um crepe de chocolate com morango. – Disse com os olhinhos brilhando, Peter assim como eu reviramos os olhos, porem era uma boa idéia.

– Bom eu gostei da sugestão, vai ser bom matar a saudade da noite de Paris. – Falei assim que Peter terminou de trancar a porta.

– Sim por mim também podemos ir, o dia foi muito produtivo e ainda aproveitamos pra comemorar sua volta a Paris Hay. – Todos concordaram e fomos a caminho do restaurante, o que não era muito longe dali, então decidimos ir caminhando mesmo.

Saímos do Bistrô já era um pouco mais que onze da noite, nos despedimos de Juliette e logo após seguimos ate o condomínio de Peter para que pudesse pegar meu carro.

– Não quer entrar? – Perguntou-me Peter assim que chegamos à garagem e já estava ao lado de meu carro.

– Obrigada Pet, mas estou cansada prefiro ir pra casa. – Disse não querendo ser indelicada.

– Tudo bem outro dia então. – Apenas concordei e dando-lhe um beijo na bochecha, entrei em meu carro e sai do condomínio.

Larguei as chaves de casa e do carro em cima da mesa ao lado do sofá, e fui ate a cozinha pegar um copo de água, havia exagerado nos crepes doces, foi quando o telefone começa a tocar, fui ate onde estava e olhando o identificador não reconheci o numero, então não poderia ser minha mãe ou ate mesmo Tom.

– Alôôô! – Minha voz saiu mais animada do que pensei que sairia.

Nossa adorei a recepção. – A voz grave do outro lado falou fazendo com que um enorme sorriso se formasse em meus lábios.

– Oi lindo! Nossa que surpresa não esperava que me ligasse hoje. – Falei fazendo Tom rir.

E porque não ligaria pra namorada mais linda. – Calma ai ele disse isso mesmo que eu acabei de ouvir? Demorei a responder o que fez Tom chamar por mim algumas vezes. – Hayley? Amor ainda esta ai?

– O que? Você disse alguma coisa? – Disse após voltar à realidade.

Sim eu disse varias coisas, o que você perdeu? Ou será que foi a palavra n-a-m-o-r-a-d-a que te fez viajar pra fora da Terra. – Riu abafado após dizer isso o que me fez lembrar o motivo de meu espanto.

– Foi isso o que ouvi mesmo? Namorada? Tom você esta passando bem?

Nossa eu devo ta sem moral mesmo, o Bill perguntou a mesma coisa quando disse que ia ligar pra minha namorada, agora ate você. Poxa esperava no mínimo um grito de felicidade da sua parte. – Falou com certo desapontamento na voz.

– Desculpa é que não sabia que era sua namorada, você nem me avisa como é que posso adivinhar. – Falei rindo.

Tudo bem eu acho que começamos de forma errada. – Fez uma pausa e continuou. – Hayley você quer ser minha namorada?

– Oficial? – Falei rindo de novo e já esperando a bronca.

Eu vou fingir que nem ouvi isso. – Era capaz de imaginar sua cara naquele momento, com certeza uma de suas sobrancelhas estavam arqueadas.

– Estou brincando, mas é necessário responder já não é bem obvia a resposta. – Falei, mas estamos falando de Tom Kaulitz perfeccionista ate na hora de pedir alguém em namoro.

Você vai estragar mesmo? Olha que não é todo dia que eu estou com esse romantismo todo, melhor aproveitar. – Isso era verdade o que me fez rir internamente.

– Tudo bem, tudo bem se é para o bem da nação... Sim eu aceito ser sua namorada.

Não sabe como isso me deixa feliz e ao mesmo tempo estranho. – Eu também me sentia estanha e feliz quem diria a menina ‘fechada’ para o amor, namorando e ainda por cima com Tom Kaulitz, chega a ser insano.

– Sim estranho e feliz... – Parei um instante e continuei. – Bom... Então... Parabéns pra nós. – Tom riu de meu comentário, conversamos mais um pouco e nos despedimos.

Linda agora preciso desligar, vou editar algumas demos aqui, o que vai durar a noite toda... Ah e a propósito esse numero é o do estúdio.

– Ah sim, eu também preciso desligar amanha bem cedo preciso estar no ateliê. Boa noite lindo, te amo! – Falei já bocejando.

Boa noite, também te amo! – Nos despedimos, não demorei muito e fui pra cama, e perdida em pensamentos lembrando-me de toda a conversa com

Tom, ainda não estava acreditando que ele havia me pedido em namoro, já não queria mais nada da vida, pois ela já estava completa, deitada em minha cama, mas ainda acordada, ouço o interfone.

– Meu Deus quem pode ser? – Falei assustando-me, corri ate a cozinha e pegando o interfone, falei com o porteiro.

– O que? Não, não tudo bem pode mandar subir. – Fui ate a sala, e logo a companhia soou por todo o ambiente, abri a mesma e encarei espantada a pessoa a minha frente, sinceramente não esperava vê-lo de novo hoje.

– Oi! – Falou.

– Oi! – Respondi a ele. – Aconteceu alguma coisa?

– Bom... – Riu sem graça pra mim. – Na verdade queria saber se posso dormir aqui essa noite? – Arregalei meus olhos.

– O quê?...

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27 Re: Pra Você Guardei O Amor em Dom Nov 18, 2012 5:39 pm

Tom e Hayley, só no love *-* Eu ri na parte que a Hayley perguntou se ele tava bem quando ele a pediu em namoro kkkkkkkkkkk. Até eu fiquei surpresa Razz
Mas quem será que foi lá. Pela reação dela acho que não era o Tom, não! Então quem é?

Continuaaaaaaa

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28 Re: Pra Você Guardei O Amor em Seg Nov 26, 2012 5:37 pm

Vamos a mais um capitulo pra vcs, esse é a continuação do capitulo anterior =D.... Boa leitura!






10º Capitulo: Surprises II



– Bom... – Riu sem graça pra mim. – Na verdade queria saber se posso dormir aqui essa noite? – Arregalei meus olhos.

– O quê?...




Acredito que foram longos os minutos que levei até entender que quem estava a minha frente era quem estava vendo e ainda entender o que havia escutado.

– Você ta falando serio Peter? – Ainda custava a acreditar, mas que diabos ele veio ate aqui, pode ser rude de minha parte, mas por que não foi para um hotel?

– Desculpe não queria ir para um hotel, e desculpas ainda por vir perturbá-la, mas houve um problema de vazamento de gás lá no prédio e todos precisaram sair... Mas se vai atrapalhar, não tem problema, eu posso... – Ele não parava de falar e fui obrigada a interrompê-lo.

– Peter? – Ainda falava quando falei um pouco mais alto. – PETER? Pare de falar um minuto. – Ele parou e me olhou assustado, ri de sua expressão, por sua vez ele baixou a cabeça envergonhado.

– Desculpe.

– E pare de pedir desculpas por tudo. – Isso estava me irritando de verdade.

– Desculpe. – Falou mais uma vez.

– Ahh pelo amor de Deus Peter entre logo... – Sim isso já havia me irritado.

Peter entrou e deixou sua pequena mala no sofá da sala de estar, paramos por um instante e ele me olhou sorrindo fraco retribui o gesto e como o silencio já estava um tanto constrangedor, procurei algo pra falar.

– Bom... Vou arrumar o quarto de hospedes pra você. Esta com fome? – Perguntei a ele, Peter sorriu gentilmente negando.

– Não, obrigado Hay... Não prefere que me acomode aqui mesmo no sofá? – Olhei-o de forma ofendida.

– Mas é claro que não, isso não faz sentido sendo que tenho um quarto vago. – Ele apenas deu de ombros, pedi que me acompanhasse ate o andar de cima, entramos no quarto que ficava de frente para o meu, arrumei a cama com lençóis limpos.

– Bom no closet tem toalhas de banho limpas, o banheiro tem o básico que você precisa também, mas qualquer coisa que precise é só me chamar, meu quarto é o daqui da frente. – Peter ajeitava suas coisas no quarto, não pude deixar de me incomodar com essa situação de certa forma, mas não havia nada demais, poderia ser eu na mesma situação e tenho certeza de que ele não me negaria ajuda.

– Tudo está perfeito Hay... Obrigado! – Falou, percebi que ele estava tão desconfortável quanto eu então resolvi deixá-lo terminar suas coisas, mas antes que saísse lembrei-me de que precisava fazer uma pequena pergunta.

– Hann... Peter? – Disse me virando para ele novamente, Peter levantou seu olhar para mim e fez sinal para que continuasse. – Ficará somente essa noite?

– Bom não sei se vou voltar para meu apartamento amanha mesmo, os bombeiros nada falaram a respeito do problema do vazamento. – Murmurei apenas um ‘hum’ quase inaudível, Peter pareceu perceber. – Hayley tem certeza que posso ficar mesmo, não quero causar nenhum tipo de constrangimento a você. – A verdade era que estava sim constrangida, na verdade antes de sair de férias Peter e eu quase tivemos um pequeno romance, ele sempre fora muito atencioso e sempre deixou claro que entre eu e ele não deveria haver uma simples amizade e principalmente odiava que o chamava de ‘chefe’, mas ele era e nunca permiti que fosse alem, não podia negar Peter era um homem muito atraente, mas não queria misturar amor com profissionalismo.

– Não, claro que não, constrangimento nenhum. – Corei levemente.

– Não parece. – Eu realmente não era muito boa em disfarçar, e me odiava por isso. – Se for por causa do que aconteceu antes, e você sabe do que estou falando, saiba que entendi o motivo, não seria bom para nossa carreira... – Acabei interrompendo não queria falar sobre aquilo de novo.

– Peter desculpe, mas não tem muito a ver com o que houve antes, sei que não teve nada concreto entre nós, mas só a nossa ultima conversa foi suficiente pra mostrar que não daria certo. – O rumo dessa conversa estava indo para um que não queria.

– Eu sei que tem outra pessoa, percebi quando nos falamos quando ainda estava em LA, não quero deixá-la confusa, mas nada mudou em relação ao que sinto por você, infelizmente não é uma coisa simples que possa arrancar do peito.

Sinceramente a minha vontade era de expulsá-lo de lá. Não queria me confundir? Nem precisa fazer esforço, não que estivesse confusa afinal era Tom que eu amava e isso já estava mais do que claro, mas confesso que isso iria novamente atrapalhar a minha relação com Peter não só pessoal como profissional e isso era fato. Decidi parar com aquela conversa desagradável e ir dormir.

– Okay Peter, melhor deixarmos essa conversa repetida para amanha, estou cansada. – Disse já a porta do quarto.

– Tudo bem... Mas antes posso fazer uma pergunta? – Por Deus qual a parte do ‘estou cansada’ ele não havia entendido? Voltei a encará-lo.

– Pode perguntar. – Limitei-me a falar.

– Posso saber quem conseguiu roubar seu coração? – Não ele não estava me perguntando isso.

– Peter, por favor... – Claro que ele não desistiria ate que eu falasse.

– Eu é que peço, por favor. – Encarei Peter de forma que mostrasse que isso não me agradava nem um pouco, isso não era de sua conta, poderia muito bem não falar nada, mas pensei melhor e seria bom sim, só assim para colocá-lo em seu lugar.

– Como sei que não irá me deixar em paz por conta disso, eu vou contar quem é. – Parei por alguns segundos, e Peter apenas me encarava ate que continuei. – Tom Kaulitz.

Ele abriu a boca de forma pasma, sabia que ele conhecia afinal ele havia ajudado no desfile em que Bill desfilara.

– Tom... Tom Kaulitz o guitarrista da banda Tókio Hotel? – Apenas fiz que sim com a cabeça, será que isso ia demorar muito? – Bom... Realmente estou sem palavras, nunca pensei... Caramba!

– Já que as coisas estão esclarecidas. Boa noite Peter! – Ele mal conseguiu falar, estava mesmo pasmo com a revelação o que me fez rir muito mais quando entrei em meu quarto. Sabia que isso ainda seriam motivo de perguntas e mais perguntas da parte dele, mas daria um jeito de cortá-lo rapidinho.

Uma semana havia se passado e Peter tinha ficado apenas aquela noite em meu apartamento, depois disso ele ficou em um hotel. Tudo estava indo muito bem, o trabalho estava agitado do jeito que eu gostava, os desfiles já estava marcados, o ateliê vivia cheia de clientes particulares e estilistas anônimos e famosos, minha relação com Tom estava cada vez mais forte, mesmo que distantes um do outro, nos falávamos todos os dias e como era maravilhoso ouvir o seu ‘Eu Te Amo’ na despedida de cada ligação. Nada poderia atrapalhar minha felicidade, mas imprevistos e inconvenientes aconteciam e nunca eram previstos.

Mais uma semana se passava e havia três dias que não falava com Tom achei estranho no começo, mas achei melhor não insistir nas ligações ele também estava ocupado com o novo cd. Eu estava no ateliê, e já era na hora de encerrar o expediente, eu e Juliette estávamos fechando as janelas e portas, quando Peter chegou.

– Olá mulheres da minha vida! – Dizia todo animado.

– Meu Deus quem foi que você seqüestrou e abusou descaradamente em sua cama Peter? – Disse Juliette, não resisti e cai na risada, Peter fez uma cara mais engraçada ainda tentando mostrar sua irritação com o comentário.

– Ninguém Juliette, deixa de tirar uma com a minha cara, apenas estou animado e de bom-humor hoje. – Disse terminando de nos ajudar a fechar o ateliê.

– Se você diz vamos fingir que acreditamos. – Juliette piscou para mim que apenas ria, divertindo-me com a forma com que ela irritava Peter.

Estávamos indo para a garagem quando Peter chamou minha atenção.

– Hay? – Falou e eu o olhei enquanto fechava a porta traseira do carro onde tinha colocado minha bolsa.

– Sim?

– Então será que posso pegar hoje as roupas que ainda ficaram no seu apartamento? – Tinha me esquecido completamente desse detalhe.

– Ah claro Pet, esqueci de trazer hoje para o ateliê. – Ele concordou e fomos a caminho do meu apartamento.

Adentramos e fui direto para o quarto de hospedes, onde estava a sacola com as roupas. Nesse instante ouvi a campainha, estranhei o porteiro não havia ligado para anunciar quem quer que fosse apenas sai na porta e gritei para que Peter abrisse a porta para mim.

– Pet pode atender, por favor?

– Tudo bem. – Escutei ele falar.

POV’S Tom

Seria uma surpresa, ela não estava me esperando, não havia falado com Hayley nesses últimos três dias, a saudade era imensa, não via a hora poder beijá-la e abraçá-la. Deixei Bill no hotel e segui para o endereço que Anne, mãe de Hayley tinha me passado.

Cheguei ao edifício luxuoso, diga-se de passagem, chamei a atenção do porteiro que me olhava desconfiado, mas por um milagre divino expliquei-lhe sobre a surpresa que queria fazer a Hayley, que permitiu que subisse sem que me anunciasse. O elevador chegou ao 15º andar e parei em frente à porta do apartamento 1501 tocando a campanhia.

Alguns segundos se passaram, pode ter sido impressão, mas ouvi uma voz nada feminina dentro do apartamento. Não tive muito tempo para pensar em qualquer outra coisa a porta no mesmo instante foi aberta e definitivamente ‘ele’ não era Hayley. Tinha uma expressão assustada e surpresa tanto quanto a minha, olhei-o de cima a baixo, esperando que o ser se pronunciasse, mas antes que qualquer reação pudesse ser tomada por ambas as partes, Hayley descia as escadas e quando me viu abriu aquele sorriso misturado com surpresa que eu tanto amava e senti falta.

– Tom! – Disse vindo em minha direção, porem sua feição mudou quando me viu encarar o rapaz que estava ali também.

– Oi amor! – Disse quando Hayley me abraçou rápido, claro que não estava bravo com ela, primeiro saberia quem era o ser ate que bem aparentável a minha frente, mas o meu ciúme já estava presente e minha cara não deveria estar nada agradável. – E quem é você? – Falei encarando-o.

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29 Re: Pra Você Guardei O Amor em Ter Nov 27, 2012 9:54 pm

Eeeeeeeeepa. Por que eu sabia que ia dar treta..
Mas que bom que o Tom confia na Hayley né ^^
coooontinua porque acho que a cobra vai fumar.

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30 Re: Pra Você Guardei O Amor em Qui Nov 29, 2012 1:09 pm

Ui senti um frio na barriga agora. Pensei até que ia rolar briga kkkkkkkkkk.
Mas o que será que aconteceu entre a Hayley e o Peter? Aquela conversa deles foi estranha.
E o que o Tom deve ter pensado?

Continuaa

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31 Re: Pra Você Guardei O Amor em Sex Nov 30, 2012 8:13 pm

Heey aqui estou para mais um cap.....Esse vai especialmente para a Pâmee Wink
Boa leitura!
!!!




11º Capitulo: É Você Que Eu Amo




O clima estava realmente desagradável, e eu não sabia o que falar o medo de que Tom pensasse algo que não existia estava me deixando mais apavorada só de imaginar na confusão que poderia ser, decidi então me pronunciar antes.

– Hann... Tom esse é Peter meu chefe, Peter esse é Tom meu namorado. – A espera da reação das duas pessoas a minha frente era cada vez mais agonizante do que pensei que seria porem foi Tom quem disse estendendo a mão em direção a Peter e dando um sorriso que eu sabia ser um tanto irônico.

– Prazer Peter, Hayley já me falou muito de você. – Peter por sua vez pareceu hesitar antes de pegar na mão de Tom para cumprimentá-lo, mas logo o fez com o mesmo sorriso irônico.

– O prazer é meu, é bom finalmente conhecer o cara que conseguiu conquistar o coração da Hayley. – Tom me olhou rapidamente e eu encarei Peter de forma indiferente, mas que diabos ele queria dizer com aquilo? Aquela “brincadeira” já estava passando dos limites e decidi cortar o mal pela raiz se é que você me entende.

– Bom... A conversa esta realmente muito animada, mas Peter não querendo ser indelicada mais já sendo aqui está suas roupas. – Nesse momento o arrependimento de ter falado tais palavras foi grande, a cara que Tom fez quando falei isso foi indecifrável entre raiva e espanto. – Amanha nos vemos no trabalho.

– Claro... E obrigado pelas roupas realmente esqueci completamente de pegá-las depois que dormi aqui. – Não ele não fez isso, não tive coragem nem de olhar pra Tom, apenas abri a porta e falei da forma mais seca e fria que consegui.

– Ate amanha Peter. – Peter apenas seguiu ate a porta e nem esperei que ele se despedisse de mim e fechei a porta, minutos de silencio e eu encarava minha mão que ainda segurava a maçaneta da porta. Por que Peter falou daquela maneira? Eu conhecia Tom, mas no quesito “ciúmes” sinceramente eu não sabia qual era seu comportamento, ele sempre me falava que sim, que era ciumento, mas isso não amenizava a minha preocupação. Continuei do mesmo jeito, na mesma posição evitando qualquer tipo de contato visual com ele, ate que suas mãos seguraram meus ombros e me viraram de frente pra ele, não era motivo eu sabia disso, mas as lagrimas começavam a rolar por meu rosto de forma involuntária, não havia maneira de controlar, não era um choro desesperador, mas sim um choro silencioso misturado a medo, insegurança e... Saudade.

As mãos de Tom subiram de meus ombros para meu rosto, apenas fazendo carinho e isso fez com que as teimosas lágrimas silenciosas aumentassem, ele limpava meu rosto em vão e seu toque fazia-me arrepiar, coloquei minhas mãos por cima das suas e automaticamente fechei meus olhos na tentativa de me acalmar, acredito que essa foi à brecha que Tom esperava, quando me dei conta seus lábios já estavam nos meus, mesmo a saudade sendo imensa, nos beijávamos de maneira calma, a fim de sentir um ao outro apenas, sem pressa, quando sua língua pediu passagem para se encontrar a minha, a dança que ambas faziam era perfeito, poderia ficar assim para sempre que não me importaria.

O ar nos faltou e nos afastamos em uma distancia considerável, abri meus olhos e Tom me encarava sereno com seu sorriso mais que perfeito.

– Você não imagina a falta que me fez. – Sorri pra ele. – Principalmente por não poder ver esse sorriso todos os dias.

– Se for do tamanho da falta que você me fez, acho que consigo imaginar sim. – Em nenhum momento ele disse algo sobre o episodio de minutos atrás.

– Tenho outra surpresa pra você. – Arqueei uma das sobrancelhas, mas nada falei esperando que ele continuasse. – Onde fica a cozinha?

Continuei encarando-o, peguei em sua mão e puxei-o junto a mim seguindo ate a cozinha, ele olhava curioso por cada canto que passávamos como se quisesse decorar o caminho, adentramos o cômodo e logo fez com que pegasse um prato e talheres, não entendi muito bem, mas fiz o que ele havia me pedido. Tom pegou o pacote que estava em uma sacola, a qual nem havia reparado e de dentro do pacote tirou uma torta, assim que olhei direito pude reconhecer que era a torta de amoras de minha mãe. Mas como ele trouxe? Ele percebeu a minha pergunta interna e riu.

– Realmente foi difícil convencer as autoridades de deixar que embarcasse com essa torta e mais difícil ainda para Bill e eu de não comê-la. – Olhei-o espantada, não esperava esse tipo de atitude de sua parte, mas essa era a segunda maior surpresa da noite. Pegamos os pratos e talheres, um bom vinho que encontrei em minha pequena adega e voltamos pra a sala, nos sentamos no carpete e acendemos a lareira, ficamos ali saboreando a torta e o vinho e namorando. Não conseguia esquecer o episodio com Peter e precisava saber o que Tom pensou a respeito, não conseguia esperar ate outra oportunidade.

– Tom? – Chamei sua atenção, estava de costas pra ele encostada com a cabeça em seu peito.

– Hum. – Foi tudo o que disse, pois estava com a boca cheia de torta, sentei-me de frente para ele que apenas me encarou.

– Sobre o que houve mais cedo com Peter... Só queria explicar que... – Não terminei de falar ele me interrompera.

– Hay, não há o que explicar eu não sou idiota, esse Peter pode achar eu sou, mas não, e eu entendi a intenção dele, não fique assim que não pensei nada de errado, apesar de ter ficado um bocado com ciúmes, mas sei me comportar e não iria te expor a tal situação. – Espantei-me com tal resposta.

– Quem é você e o que fez com meu namorado? – Rimos juntos e ele continuou.

– Sou o mesmo Tom de sempre só que apaixonado. – Fez uma pausa e sabia que queria me perguntar algo.

– E essa pergunta que esta escrita bem aqui... – Toquei sua testa com meu indicador. – É o porquê ele dormiu aqui, certo? – Tom sorriu abafado, contei-lhe o que havia acontecido, o real motivo por Peter ter passado a noite em meu apartamento e ele pareceu entender, mas ainda havia mais isso eu pude perceber.

– Ele gosta de você não é? – Eu já esperava por essa, mas fiz como quem não havia entendido.

– Gosta, ele não é só meu chefe é também um grande amigo, me deu todas as oportunidades e grande parte do que sou hoje devo a ele. – Disse olhando fixamente para Tom.

– Não era esse sentido de gostar que eu estava falando. – É eu sei disso amor. – Ele é apaixonado por você, não adianta negar eu vi, eu percebi.

Eu não consegui falar nada, eu sabia que o que ele falava era verdade, mas era uma verdade que eu queria esconder de mim também, porem contei a ele sobre Peter ser sim apaixonado por mim.

–... E é isso nunca dei a ele qualquer chance, eu o respeito muito ele é meu chefe e enquanto trabalhar com ele é assim que vai ser, tenho um grande carinho por ele, como eu disse antes devo muito do que sou a ele, não posso ignorá-lo quanto a isso.

Tom apenas me escutava com atenção e seu silencio não estava me agradando muito, mas não demorou muito e ele falou.

– Eu ate entendo, mas não vou ser hipócrita e quero que saiba que não gosto nenhum pouco dele, espero imensamente que ele tome vergonha naquela cara lavada e esqueça você, eu sei que você não é nenhuma propriedade minha Hayley, mas... – Dessa vez eu que o interrompi.

– Eu sei Tom, acredito que estaria da mesma forma se fosse eu na sua situação, mas só coloca uma coisa nessa sua cabeça cheia de tranças... – Ele apenas me olhava. – É você que eu amo!

Depois de dizer isso Tom me tomou os lábios carregou-me ate o quarto, e tudo aconteceu da mais perfeita forma, tivemos a noite mais linda e prazerosa cheia de saudades e desejos. Não queria mais nada somente estar ao lado dele sempre, ate que meu coração parasse de bater em meu peito.

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32 Re: Pra Você Guardei O Amor em Sex Nov 30, 2012 8:39 pm

*-----------* Onde tem o endereço da loja pra mim comprar um Tom assim?
Homem assim controlado quanto a ciúmes é raridade. Não mosqueia Hayley u.u
Esse capítulo me lembrou uma entrevista que o Tom disse que ele não tinha ciúmes da namorada porque ele se garante e porque se ele ta com ela é porque ele confia. E é assim que ele tá fazendo *-* Lindo HAHA Ele ama a Hayley pra valer e creio que ela também ^^ Mas esse Peter me intriga. Ele não é flor que se cheire u.u Quanto tempo o Tom vai ficar?E o Bill vai ficar solteirão? Razz Tadinho.
AAAH dedicado pra mim o cap. \oooo/
Continuaaaaa Rafa

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33 Re: Pra Você Guardei O Amor em Qui Dez 06, 2012 4:46 pm

Maaais um capitulo pra vcs...espero que estejam gostando da fic ^^
Boa leitu
ra!



12º Capitulo: Não Me Obrigue a Gostar Dele



POV’s Tom

Os raios de sol invadiram o quarto incomodando meus olhos, remexi-me na cama e a vi ali dormindo serena e tranqüila, linda, linda demais, às vezes chegava a me perguntar se merecia tanto, se nos merecíamos tanto. Fiquei ali por longos minutos olhando-a dormir, ate que ela se moveu na cama e fez uma careta engraçada por conta da luz do sol que bateu em seu rosto, não resisti e ri abafado, ela pareceu me ouvir e foi abrindo os olhos lentamente, aqueles olhos verdes que tanto amava e adorava olhar, sorriu pra mim.

– Bom dia linda! - Disse me aproximando de seus lábios.

– Bom dia! – Disse ainda com a voz rouca por recém acordar. – Há quanto tempo está acordado?

– A um tempinho. – Falei ainda com ela em meus braços. – Fome?

– Uhum. – Falou manhosa.

– Mais que preguiça hein? – Disse fazendo-lhe cócegas, e ela rindo.

– Não, não Tom pode parar. – Falava entre uma gargalhada e outra. – Por favor, amor.

Parei de fazer-lhe cócegas e levantei indo ate o banheiro, tomei um banho rápido e quando sai Hayley ainda estava deitada, me aproximei dela e como ainda estava com o corpo molhado apenas com uma toalha envolvendo minha cintura, deitei por cima dela, Hayley por sua vez reclamou.

– Ah Tom você esta todo molhado, me deixa aqui dormindo mais um pouquinho vai. – Ela resmungava enquanto eu passava meu rosto molhado pelo seu.

– Então levanta já dessa cama, vai tomar um banho que eu vou preparar nosso café da manha. – Abriu um dos olhos arqueando-os.

– Com direito a waffles e torta de amoras da mamãe. – Ri de seu comentário parecia uma criança que pedia algo em troca depois de ter ido levar o lixo.

– Sim, satisfeita senhorita? – Abriu-me um imenso sorriso e pulou da cama indo para o banheiro.

Ainda fiquei ali sentado olhando a porta do banheiro por onde Hay havia entrado, lembrando-me da noite anterior e todos os outros momentos que passei ao lado dela, tudo parecia um grande sonho do qual não queria acordar tão cedo, ou nunca.

Estávamos na cozinha tomando nosso café da manha, não falávamos nada mais era impossível nossos olhares se desgrudarem. Ajudei Hayley a limpar a cozinha e voltamos para o quarto, ela ainda tinha que ir para o ateliê e a deixaria lá.

– Não acha que esta muito arrumada? – Perguntei reparando em sua skinning justa, ela revirou os olhos e riu de mim.

– Tom não vai começar a implicar ate com que eu visto né? – Apenas a olhei, ela se aproximou de mim e deu-me um selinho. – Você sabe que tudo isso é só pra você. – Piscou pra mim e eu dei-lhe um sorriso malicioso.

– A que horas vai sair hoje?

– As 20h00min por quê? – Virou-se para mim ainda passando o blush em suas bochechas.

– Bill quer vê-la podíamos ir a um bom restaurante, nós três o que acha? – Falei esperando por sua resposta.

– Ótima idéia. – Sorriu pra mim confirmando meu pedido.

– Então passamos lá pra te buscar. - Ela apenas afirmou que sim e sai do quarto indo ate o andar de baixo para pegar as chaves do carro.

Saímos do condomínio e fomos no carro que havia alugado, já que iria buscá-la não era necessário que fosse no seu. Paramos em frente ao ateliê, sai do carro abrindo a porta do carro para ela, rodeei sua cintura e dei-lhe mais um beijo demorado, ate que fomos interrompidos por uma suposta tossinha separamo-nos e olhamos em direção a porta de entrada, estava parada ali uma moça loira e de olhos cor de mel, bonita e sorria para nós muito simpática, Hayley soltou-se de meus braços e foi ao encontro da tal garota puxando-a ate mim, ela a conhecia e pelo jeito iria me apresentar.

– Tom essa é Juliette a recepcionista do nosso ateliê e também uma grande amiga minha. – Sorri para ela que também sorriu para mim.

– É um grande prazer conhecer Tom Kaulitz. – Ri de seu comentário acompanhado dela mesma, enquanto Hayley revirava os olhos e ria.

– Prazer conhecê-la também. – Apertamos as mãos, quando Hayley arregalando os olhos por um instante antes de soltar.

– Caramba tive uma idéia e ótima por sinal. – Eu e Juliette a olhamos confusos e ela logo se explicou. – Juliette você podia ir com a gente ao jantar!

– O que? – Disse ela confusa olhando de mim para Hayley.

– Não seria nada mal, ate por que Bill teria uma companhia. – Dessa vez fui eu quem disse.

– Tudo bem estão falando de mim nem sei do que se trata. – Juliette fez uma cara mais confusa ainda arrancando risadas de mim e Hayley.

– É que o Tom me chamou para um jantar e Bill é irmão do Tom você sabe quem é. – Juliette fez que sim e Hay continuou. – E ai que você podia ir também.

– Ah Hay não sei... – Hayley olhou-a.

– O que? Como assim não sabe? É claro que você vai e não se atreva recusar. – Disse autoritária, Juliette virou-se para mim.

– Você estava bêbado quando pediu ela em namoro né? – Hayley abriu a boca em forma de espanto, e eu ri.

– Eu acho que sim. – Recebi um tapa em meu ombro e todos riamos.

– Bom já que todos estão de acordo, Juli Tom vem nos buscar as 20h00min.

– Eu não disse que iria mais pelo jeito não há outra saída a não ser aceitar, certo? – Olhava pra Hayley que sorria feito criança o que fez com que Juliette suspirasse e saísse despedindo-se de mim e entrando para o ateliê.

– Você é impossível. – Falava segurando-a novamente.

– Só um pouquinho, mas agora preciso ir. – E dando-me mais um beijo entrou no ateliê e eu voltei para o hotel.

As horas passaram rápidas e logo estava novamente em frente ao ateliê de Hayley.

– Gostei da fachada. – Bill falava enquanto olhava curioso em direção a entrada.

– Sim e é muito bem localizado. – Disse em seguida, foi quando a porta foi aberta e de lá saíram três pessoas que logo reconheci. Hayley, Juliette e... Ele.

Minha reação foi a mais automática possível, como num salto sai de dentro do carro, deixando um Bill totalmente confuso dentro dele, Hayley logo me viu e sorriu amarelo olhando rapidamente para Peter e depois para mim andei ate à calçada e com as mãos nos bolsos esperei por Hayley que logo estava do meu lado dei-lhe um beijo rápido. Peter por sua vez e com toda a sua ironia ainda veio me cumprimentar, já não estava obvio que eu não gostava dele?

– Boa noite Tom! – Disse direto para mim e eu apenas fiz sinal com a cabeça sem me dar o trabalho de responder de volta. – Bom... Ate amanha meninas.

– Ate amanha. – Disseram Juliette e Hayley ao mesmo tempo, Peter saiu sem dizer mais nada.

– Tom. – Hayley me olhava.

–O que? – Olhei-a inocente, mas sabia o que era e ela apenas me olhava. – Ah amor sabe que não gosto dele desculpe sei que é seu chefe, mas não vai me abrigar a tratá-lo bem uma coisa que não sou é falso. – Ela apenas suspirou.

– Adorei seu namorado Hayley. – Juliette disse e Hayley riu.

– Pelo jeito arranjou mais alguém que não gosta de Peter. – Disse pra mim e apenas ri abafado.

– Hein vocês três vão ficar ai ate que horas? Eu estou com fome. – Bill disse já impaciente saindo do carro.

– Oh Bill que saudades. – Disse Heyley indo a sua direção abraçando-o.

– Ah Hay também estava morrendo de saudades.

– Oh deixe-me apresentar- Ela disse virando-se para Juliette. – Bill esta é Juliette que trabalha comigo no ateliê.

– Olá! É um prazer conhecê-lo. – Disse Juliette gentil e não sei se foi impressão minha mais os olhinhos do meu irmão brilharam de um jeito diferente.

– É um prazer conhecê-la também Juliette. – Não foi impressão e Hayley também havia percebido e riu pra mim apontando os dois.

– Vamos? – Eu disse.

– Sim. – Todos disseram juntos.

Saímos em direção ao restaurante sugerido por Juliette, o caminho foi tranqüilo e cheio de risadas e olhares entre Bill e Juliette enquanto eu e Hayley apenas disfarçávamos porem rindo de toda a situação.

É parece que mais um coração se apaixonou!

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34 Re: Pra Você Guardei O Amor em Qui Dez 06, 2012 6:13 pm

Tom tããããão fofo demonstrando ciumes seu lindoo HAHA
Mas confesso que esse o chefe dela tambem nao me inspira confiança aquele ali é esperto u.u
eu sinto -q
bill se arranjando tambem . Que milagre boom >< hehe
continuaaaaaaaa rafaa

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35 Re: Pra Você Guardei O Amor em Sex Dez 07, 2012 6:21 pm

Promessa feita e promessa cumprida ^^ .....Mais um aqui pra vcs \O
Boa leitura!
!!!





13º Capitulo: Passion




Estava correndo tudo as mil maravilhas, riamos e há muito tempo não me divertia tanto, o jantar estava realmente agradável, como Tom e Bill são vegetarianos optamos por um restaurante escolhido por Juliette que coincidentemente também é vegetariana, o mais engraçado foi a cara de feliz do Bill quando ela disse isso.

Eu e Tom apenas observávamos os dois e riamos internamente, mas ambos estavam se dando super bem e ate formavam um belo casal por sinal, Tom já havia me falado que Bill sentia-se muito só e melhor companhia do que Juliette não conhecia sempre alegre, bem resolvida, compreensiva, comunicativa, esperta e uma ótima amiga sempre esteve ao meu lado quando precisei tomar as mais difíceis decisões não só profissional, mas como pessoal também, não vejo minha vida sem que ela esteja presente, e se caso ela e Bill viessem a ter algo junto teria meu total apoio. Foi quando Juliette se manifestou.

– Hãn... Se me dão licença eu vou ao banheiro. – Quando disse isso e se levantou Bill automaticamente se levantou também se não fosse apaixonada por Tom, Bill já teria meu coração ali. Juliette olhou para Bill e corou levemente e olhando pra mim como se pedisse por ajuda.

– Éhhh... Eu vou com você Juli. – Disse e pisquei pra Tom que me encarou com duvida, enquanto assentiu com a cabeça e Bill sentando-se novamente ainda encarando Juliette.

Chegamos ao banheiro e eu entrei em uma das cabines, estava apenas esperando o momento que Juliette falaria algo a respeito de Bill, sai da cabine e ela estava debruçada na pia fui a sua direção e toquei seu ombro, ela virou-se para mim e me abraçou muito forte, sorri de leve afagando seus cabelos.

– Você esta tremendo. – Falei quando ela me apertou mais. – O que você tem? Parece desconfortável, é por causa do Bill? – Ela finalmente me encarou.

– Totalmente... Hayley eu não sei explicar mais o efeito que ele tem sob mim, só de olhar... Eu... – Gaguejava.

– Juli você gostou do Bill admita.

– Claro que gostei, ele é lindo, meigo, gentil, atraente, atencioso, lindo. – Não resisti e comecei a rir. – Hayley! Vai ficar rindo de mim?

– Desculpa amore, mas você devia ver como esta agora. – Juliette revirou os olhos e me encarou. – Desculpe!

– Hayley é serio não sei o que fazer. – Passava as mãos pelos cabelos ela parecia mesmo perdida.

– Calma! Seja você mesma não há realmente muito que fazer dê tempo ao tempo.

– Mas... Eu nem sei como agir, nunca fiquei assim antes... Isso ta me assustando. – Era inevitável não rir dela.

– Ai Juliette deixa de drama! Vai anima essa cara de espanto e vamos voltar. – Puxava-a pelo pulso enquanto ela fazia uma careta em reprovação.

– E se eu for embora?

– Nem precisa mais falar comigo, você vai voltar lá e agir normalmente e ponto final. – Juliette se deu por vencida e voltamos para mesa.

– Poxa ate que em fim, já ia desistir das sobremesas. – Tom falou assim que nos sentamos.

– Desculpe alguém aqui se enrolou no retoque da maquiagem. – Olhei rápido para Juliette que riu sem graça.

– Que seja... Bom o que vão querer de sobremesa? – Tom perguntou.

– Pra mim salada de fruta. – Disse sem demora.

– Juliette?

– Pode ser o mesmo. – Deu de ombros.

– Bill?

– Sorvete de limão. – Falou olhando o irmão. Tom chamou o garçom.

– Bom são duas saladas de fruta e dois sorvetes de limão, por favor. – Disse ao garçom que logo se retirou.

Comemos nossas sobremesas, conversamos mais um pouco ate que eu e Juliette achamos melhor irmos embora, afinal iríamos trabalhar no dia seguinte, os meninos concordaram e chamou novamente o garçom para acertar a conta, eles não deixaram que ajudássemos a pagar, então decidi não discutir já que Tom me olhou bravo por conta disso o que fez rir dele, era tão fofo quando ficava bravo. Estávamos no estacionamento quando Juliette pediu ao chofer um taxi, rapidamente ela recebeu um olhar de reprovação de minha parte, mas foi Bill quem falou.

– Juliette nós te deixamos em casa, não há necessidade de chamar taxi. – Disse.

– Não quero incomodar Bill, mas realmente prefiro ir de taxi. – Eu apenas a olhei e assenti.

– Tudo bem Juli, se prefere assim não podemos fazer com que venha a força. - Falei indo em sua direção para me despedir.

– Mas Juliette... – Tom interrompeu o irmão.

– Bill se ela não quer não insista. – Um breve silencio tomou conta do ambiente, mas logo foi desfeito quando Tom foi se despedir de Juli.

– Ate mais Juli. – Disse dando-lhe um abraço.

– Ate outro dia Tom, agradeço o convite foi realmente muito agradável. – Tom sorriu e foi em direção ao carro puxando-me com ele, entramos no carro e ficamos esperando por Bill.

– Eles são mais complicados que nós. – Tom disse.

– Verdade. – Sorri de canto.

– Mas sinceramente espero que dêem certo, eles formam um belo casal, e já esta na cara que se interessaram um pelo outro.

– Vamos torcer que dê certo sim. – Falei apoiando minha cabeça no ombro de Tom que me abraçou em seguida.







POV’s Bill


Será que ela era quem eu procurei a minha vida toda? Mas eu a conheci hoje? Sempre quis me apaixonar a primeira vista, mas confesso que não é tão agradável assim como parece ser, minha cabeça esta uma confusão sem tamanho.

Tom despediu-se de Juliette e foi em direção ao carro junto com Hayley, eu ainda fiquei ali a encarando esperando o taxi chegar e assim poder ir para o hotel. Juliette tinha me conquistado com seu jeito simples, mesmo sendo dona de uma personalidade forte e presente, era decidida e determinada isso deu pra notar ao desenrolar de nossas conversas durante o jantar, ela era linda e seu olhar me prendia de tal forma que chegava a me assustar um pouco, foi quando o barulho do taxi e o chofer que veio nos avisar que este já havia chegado tirando-me de meus pensamentos.

Sorri tímido para Juliette e ela sorriu de volta vinda em minha direção para se despedir.

– Ate outro dia Bill, obrigada pelo jantar tudo foi maravilhoso. – E dando-me um abraço relativamente apertado senti meu corpo tremer em contato com sua pele.

– Ate outro dia, também adorei que tenha aceitado o convite. – Falei a ela que sorriu.

Virou-se em direção ao taxi, parei por alguns segundos, segundos estes que foram rápidos no momento em que puxei Juliette novamente e sem deixar que entendêssemos nada a beijei, a apertei em meus braços como se minha vida dependesse disso, o choque de nossas línguas deu um toque especial ao beijo suave, mas ao mesmo tempo cheio de paixão, o ar logo nos faltou e por incrível que pareça ambas as partes não sentiram vergonha alguma, tudo foi de maneira natural, apenas nos encaramos e ela sorrindo pra mim deu-me mais um selinho e dirigiu-se ate o taxi. Andei em direção o carro e comecei a rir não só da situação, mas também da reação das duas pessoas que me esperavam dentro do carro. Tom ria feito um retardado, enquanto Hayley com a mão na boca e olhos arregalados na certa tentava entender o que acabara de acontecer.

Assim que entrei fechando a porta e Tom deu a partida no carro, ele me olhou pelo retrovisor e Hay virou-se para me encarar, senti minhas bochechas esquentarem e não hesitei em dizer.

– Não me façam falar sobre o que houve a pouco, por favor. – Falei timidamente, os dois apenas se entreolharam e seguimos em direção a casa de Hayley.

Meu Deus como vou encarar Juliette depois disso? Estaria eu finalmente apaixonado?

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36 Re: Pra Você Guardei O Amor em Sab Dez 08, 2012 7:14 pm

AAAAAAAIN *-----* Bill você existe? HAHAH
Eu iria me sentir muito constrangida se ele levantasse na mesma hora que eu pedisse pra ir ao banheiro. Eu imaginando a cena aqui foi um barato kkkkkk
Tom pára de ser abobado kkkkkkkkkk
continuaaaaaa Rafaa

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37 Re: Pra Você Guardei O Amor em Dom Dez 09, 2012 7:18 pm

Oiiii aqui esta mais um ^^




14º Capitulo: Papéis Trocados




Paramos em frente ao meu apartamento, ainda estávamos em silencio desde que deixamos o restaurante, meio que de esgoela olhava Bill, mas ele ainda parecia muito constrangido mesmo que não quisesse demonstrar por conta do beijo entre ele e Juliette. Desci do carro e os gêmeos me acompanharam, Bill despediu-se de mim e entrou no carro ocupando o lado de Tom onde eu estava minutos antes, já Tom levou-me até a entrada do condomínio.

– Adorei o passeio! – Disse contornando o pescoço de Tom.

– Que bom! – Parou por alguns segundos. – Se quiser podemos continuar lá em cima. – Disse mirando o prédio revirei meus olhos e ri.

– É realmente um convite tentador, mas amanhã eu ainda trabalho e preciso estar inteira. – Falei enquanto Tom fazia bico.

– Tudo bem né. – Já disse que ele é dramático?

– Desmancha essa cara vai. – Falei roçando meu nariz no dele, ele por sua vez abriu um sorriso e beijou-me. – Boa noite! – Disse o abraçando após o beijo.

– Boa noite linda! Te amo! – Sussurrou em meu ouvido.

– Também amo você! – Falei e fui em direção ao portão que já estava aberto, virei-me e acenei para Bill que retribuiu o gesto.

Entrei em meu apartamento e fui direto para o quarto largando a bolsa em cima da poltrona ao lado da cama, tomei um banho e coloquei meu pijama mais confortável, desci até a cozinha para tomar um copo de água, foi nesse momento que o telefone tocou como tinha identificador logo apareceu o numero de Juliette, rapidamente atendi.

– Oi Juli! Ta tudo bem? – Falei assim que atendi.

– Oi esta sim Hay... Quer dizer... Acho que sim. – Falou um tanto confusa. – Você deve ter visto o beijo.

– Sim. – Não era hora para piadas então apenas confirmei.

– Não sei com que cara eu vou olhar pra ele, isso se voltar a vê-lo. – Juliette às vezes era bem pessimista.

– Juliette... Isso não é o fim do mundo sabia? – Falei a ela que suspirou do outro lado.

– Sim eu sei, mas estou tão confusa, ele mexeu comigo de tal forma que não tem explicação.

– Você conhece minha historia com Tom, foi exatamente assim e ficamos tão confusos quanto você e Bill devem estar. – Disse tentando mostrar que poderia ser simples. – Espere um pouco e depois procure Bill e tentem conversar pra saber o que sentem realmente.

– Sim pode ser.

– Pode ser não, vai ser assim. – Disse rindo abafado.

– Okay Hay vou esperar uns dois dias e procuro por ele. – Fez uma pausa. – Mas e se ele me procurar antes?

– Vão conversar do mesmo jeito... Juliette pare de complicar onde é simples. – Disse a ela.

– Eu estou sendo idiota né? – Perguntou-me.

– É pra responder mesmo ou nossa amizade ainda é importante. – Ri do que eu mesma falei acompanhada de Juliette.

– Nossa amizade ainda é importante. – Rimos e logo depois nos despedimos.

Voltei para o quarto ainda me lembrando de tudo e rindo, mas logo peguei no sono.

POV’s Tom

Chegamos ao hotel e Bill ainda estava em silencio o que já estava me deixando um tanto intrigado ele nunca agiu assim, entramos cada um em seu quarto, mas não passou cinco minutos e escuto batendo na porta abri e o ser dez minutos mais novo que eu estava a minha frente sorrindo fraco, achei a cena bem cômica mais optei por não fazer piadas ele poderia ter vindo para conversar, dei um passo para o lado dando-lhe passagem e assim que entrou sentou-se na poltrona ao lado da cama, como estava indo escovar os dentes continuei e esperei que ele se manifestasse.

– Tom? – Chamou por mim, sai de dentro do banheiro com a escova de dente na boca o que me fez lembrar quando fui contar a ele sobre Hayley.

– Pode falar Bill. – Disse quando voltei de dentro do banheiro sentando na beirada da cama, Bill fez silencio e eu o encarando, mas ele parecia não saber o que falar. – Bill não sinta vergonha ou medo por ter beijado a Juliette, esta na cara que se gostaram e não há mal algum nisso.

– Mas é que tenho medo de ela tenha correspondido apenas pra não me deixar mal... Sei lá... – Ri de canto.

– Bill isso você só vai saber conversando com ela. – Parei. – Você se lembra do que disse pra mim quando ainda não sabia o que sentia por Hayley?

– Que se era algo especial na hora certa vocês iriam descobrir. – Falou e sorrimos um para o outro.

– Então, pra que se cobrar agora, vocês ainda nem conversaram e esse beijo não foi o casamento de vocês, Bill pare de complicar, poxa logo agora que finalmente você pode ter encontrado sua cara metade, seu amor verdadeiro, desse jeito vai espantá-la. – Bill me encarava.

– Em pensar que eu te dei esse conselho. – Baixei a cabeça e ri.

– Verdade... Mas pelo visto os papeis foram trocados e eu estou adorando dar um de conselheiro amoroso.

Conversamos mais um pouco e Bill voltou para o seu quarto, coloquei meu pijama e logo adormeci.

No dia seguinte acordei cedo, me arrumei e bati no quarto de Bill que abriu a porta pra mim assustando-me, pois havia acabado de acordar.

– Tom são 08h00min da manhã ainda, o que quer? – Falou esfregando os olhos.

– Vamos Bill arrume-se e vamos comigo a uma joalheria, quero comprar um presente a Hayley. – Disse animado recebendo um olhar mortal da parte do meu irmão.

– E você quer que eu vá com você. – Falou e eu afirmei. – Pra quê?

– Nossa Bill como você é chato, pra me ajudar a escolher oras. – Disse revirando os olhos como se fosse obvio. – Nem adianta dizer que não, você não vai ficar enfiado nesse quarto o dia todo... Vamos trate de se arrumar logo, vai vai vai.

– Mas Tom... – Tentava me convencer a deixá-lo no hotel.

– Mas Tom nada vamos Bill, por favor, o que te custa. – Ele se deu por vencido e entrou no quarto pra se arrumar.

Saímos do hotel e seguimos em direção a uma joalheria que ficava no centro mesmo, iria fazer uma surpresa a Hayley, compraria a jóia e iria ate seu trabalho lhe entregar, não agüentaria esperar ate a noite quando fosse vê-la.

A vendedora havia trazido as mais variadas jóias e eu e Bill olhávamos para todas elas com o maior ponto de interrogação na cara, o que fazia a própria vendedora rir de nós também.

– Tem que ser uma gargantilha Tom, é mais delicado o que combina mais com a Hay. – Bill dizia enquanto analisava uma das gargantilhas que havia na bancada.

– Sim tem razão e acabei de encontrar uma perfeita. – Falei mostrando-lhe uma gargantilha com um pingente em formato de coração detalhado com cristais azuis, perfeito para Hayley, com certeza ela iria adorar.

Presente da Hayley: http://www.polyvore.com/presente_hayley/set?id=44092603

Já estava no caixa pagando, quando ao longe ouvi uma voz um tanto familiar e que não me agradava nem um pouco, virei-me em direção a voz e dei de cara com a pessoa que menos queria encontrar, Bill olhou pra mim estreitando suas sobrancelhas em sinal de duvida.

– O que foi To... – Mas parou no instante que viu a mesma pessoa que eu.

– Comprando jóias para Hayley, Tom? – Peter disse vindo em minha direção, eu nada falei apenas ignorei-o e voltei minha atenção à moça do caixa para finalizar minha compra. – Bela jóia, Hayley vai adorar!

– Obrigado! – Disse para a vendedora que me atendeu e virei-me para a saída com Bill ao meu lado, mas Peter ainda veio falar comigo, mas será que vou ter que desenhar pra ele entender que não quero ser seu amiguinho.

– Tom o que eu fiz a você? Olha se foi por causa do dia em que... – Não deixei que terminasse.

– Olha aqui Peter... – Suspirei pesado. – Pra mim você é apenas o chefe da Hayley, só isso, não quero ser mal educado, mas não faço questão que uma amizade surja entre nós, ta legal.

Ele nada disse apenas saiu de minha vista e entrou na loja, olhei pra Bill que apenas indicou a saia, pedindo que fossemos embora.

– Não gostei desse cara. – Bill disse assim que entramos no carro.

– Também não gosto dele, e pode ser impressão minha, mas sinto um aperto no coração cada vez que encontro com ele, e não foram muitas vezes.

Bill apenas me olhou assustado, liguei o carro sem encará-lo e segui em direção ao trabalho de Hay, iria entregar seu presente e precisava conversar com ela a respeito de Peter e essa angustia que estava em meu peito. Temia que algo nos separasse e não deixaria isso acontecer.

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38 Re: Pra Você Guardei O Amor em Seg Dez 10, 2012 4:15 pm

Bill falava do Tom e agora tá na mesma situação kkkk É smp assim.
Achei lindo o colar. Não faz meu tipo, mas até que o Tom se saiu bem na compra kkk
Hmm agora me deu pena do Peter '-' Mas ainda sou desconfiada da pessoa dele.
continua

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39 Re: Pra Você Guardei O Amor em Sab Dez 15, 2012 9:45 am

Pam muito obrigado por ler e comentar a fic ^^ .....Aqui esta o cap que prometi a vc, espero que goste
Boa leitu
ra!






15º Capitulo: Imagina Se Nos Ouvem Aqui






POV’s Tom (continuação)



– Tom, por favor, ela vai estar lá e não sei com que cara eu vou olhar pra ela, custa você me deixar no hotel ou aqui mesmo pra eu pega um taxi. – Bill tentava me convencer a levá-lo de volta ao hotel, apenas para não ver Juliette, mas estávamos tão perto já do trabalho da Hayley que eu não ia voltar, mas não mesmo. – TOM! Quer parar de me ignorar e dê meia volta com esse carro... AGORA!

Freei bruscamente o carro fazendo com que nossos corpos fossem para frente e batesse com certa força no banco, Bill olhou-me de olhos arregalados e a boca aberta demonstrando todo seu espanto com minha atitude... Como posso dizer sem assustá-las... Sem noção? É acho que essa pode ser uma boa definição, uma atitude sem noção, afinal não é muito legal você estar dirigindo com alguém “buzinando” na sua orelha. (¬¬’ irritante), mas enfim... Bill ainda me olhava, eu o encarei com a minha melhor cara de ‘Tem sorte por ser meu irmão”, por que minha vontade era de matá-lo ali mesmo.

– A próxima vez que você gritar comigo, juro que esqueço que é meu irmão Bill, porra para de ser criança eu não voltar para o hotel só pra deixar você lá por que não quer encarar a garota que você beijou. – Falava enquanto tirava o cinto de segurança, ele nem havia percebido que estávamos já parados em frente ao ateliê, olhou para o lado e de volta pra mim, parecia que ia arrancar minha cabeça fora só com o poder do pensamento. – Não adianta olhar assim pra mim, não vou voltar e você vai entrar ali comigo.

– Você não pode me obrigar. – Falou cruzando os braços.

– Ah não? – Falei a ele que sabia que eu odiava ser desafiado, sai de dentro do carro contornando-o e abri a porta, literalmente eu o arranquei de dentro do carro passei meu braço por cima dos ombros dele e sorri fraco, já que havia ali perto algumas pessoas que nos encaravam, certamente tentando entender o que se passava. – Ainda quer voltar?

Bill ainda tinha uma cara de poucos amigos, mas apenas disse que não com a cabeça, paramos em frente à porta de entrada do ateliê e quando abri a mesma não podia estar outra pessoa na recepção a não ser Juliette, assim que seu olhar e o de Bill se cruzaram não dava pra saber quem é que estava mais constrangido, se bem que sabia sim e esse alguém era eu, segurar vela não dá, cumprimentei Juli rapidamente.

– Oi Juli! – Falei abraçando-a.

– Oi Tom! – Respondeu-me correspondendo ao abraço. – Aconteceu algo? Não sabia que viria Hayley não me disse nada.

– Na verdade ela não sabe que estou aqui. – Falei mostrando a ela a caixinha de presente e ela logo entendeu o motivo da minha ida ate lá. – Pode avisá-la que estou aqui?

– Claro. – Falou e olhando para Bill foi ate ele cumprimentá-lo. – Tudo bem Bill?

– Tudo sim e você como está? – Falou assim que desfizeram o abraço.

“É eles estavam indo muito bem.” – Pensei.

Juliette entrou em outra sala para chamar Hayley, ficamos na recepção que era muito bem decorada, com varias fotos de estilistas famosos e modelos espalhados pelas paredes, havia ate uma de Dean e Dan Caten junto com Bill que abriu um sorriso quando a viu, estávamos distraídos olhando as fotos quando Hayley entrou na recepção.

– Essa foto é minha preferida, eu mesma tirei. – Viramos automaticamente e um sorriso enorme se formou em meu rosto que logo contagiou Hayley que sorriu pra mim também vindo em minha direção abraçando-me, ela estava linda. – Achei que nos veríamos mais tarde.

http://www.polyvore.com/hayley/set?id=44137097&.locale=pt-br

– Queria fazer uma surpresa. – Falei rodeando sua cintura, tirando-a do chão com meu abraço e beijando de leve seu pescoço.

– E conseguiu realmente não esperava, mas adorei a surpresa. – Falou diretamente para mim e depois de ter visto Bill, olhou pra mim que logo entendi sua duvida.

– Já se viram e apenas bochechas coradas, nada demais. – Disse o que fez Hayley rir. – Mas tenho outra surpresa pra você.

Ela apenas juntou as sobrancelhas me encarando curiosa, mas nada disse apenas ficou esperando que eu continuasse, eu por minha vez apenas tirei do bolso de meu blazer a caixinha de cor alaranjada com a fita branca em um perfeito laço na parte de cima do embrulho entregando a Hayley, que olhava da caixinha para mim, mas logo sorriu.

– Abra! – Falei incentivando-a.

Ela puxou a fita desfazendo o laço e quando tirou à tampa da caixinha sua cara não poderia ser outra a não ser surpresa e claro uma cara de quem havia gostado.

– Tom... – Falava enquanto tinha a gargantilha em mãos. – Ela é linda!

– Que bom que gostou. – Eu também tinha um sorriso bobo no rosto, ainda não sabia o motivo de ter dado esse presente a ela, apenas me deu vontade.

– Não é que tenha gostado. – Agora ela olhava pra mim. – Eu simplesmente amei, ela é perfeita. Obrigada! – Disse me abraçando.

– Uma gargantilha perfeita, pra minha namorada perfeita. – Quando disse isso ela me olhou revirando os olhos e rindo.

– Desse jeito vou ficar mal acostumada.

– Não tem problema, te deixando feliz pra mim é tudo. – Hayley deu-me um selinho.

– Mais uma vez obrigada! Agora tenho que te dar um presente a altura também.

– Já tenho tudo o que preciso. – Ela apenas sorriu, olhei para o lado e Bill e Juliette estavam conversando, olhei para Hayley que também havia visto. – Espero que se acertem.

– Sim, também espero. – Fez uma pausa. – Quer conhecer o ateliê?

– Seria ótimo. – Quando falei isso me lembrei de Peter e nosso constrangedor encontro na joalheria. – Peter esta ai?

– Não hoje ele não vem. – Disse. – Por quê?

Olhei em volta e aquele dia parecia que só havia Hayley e Juliette no ateliê, estávamos indo em direção a um corredor com varias portas, quando resolvi falar para Hayley do meu encontro por acaso com Peter.

– Hoje cedo quando fui ate a joalheria comprar seu presente encontrei com ele e não foi muito agradável. – Hayley apenas me encarava. – Não brigamos se é o que esta pensando. – Era exatamente o que ela estava pensando, pois sua cara de alivio depois que disse isso era bem obvia.

– Tom você tem mais alguma coisa pra me dizer, só esse encontro assim por acaso não ia te deixar assim tão desconfortável como você esta. – Ela já me conhecia mais do que imaginava que pudesse, ri abafado.

– Hayley não sei se isso é coisa da minha cabeça, mas meu coração fica tão apertado cada vez que encontro com Peter.

– Mas por que Tom? – Ela não estava entendo e não sabia como explicar a ela. – Amor desculpa mais não estou te entendo.

– Que eu tenho ciúmes dele isso já esta mais do que claro, mas é que... Não sei depois daquele episodio na sua casa no dia que eu cheguei não me sai da cabeça de que ele pode tentar fazer alguma coisa pra nos separar. – Podia sim ser exagero meu, mas era o que estava sentindo, e Hayley sempre tão perfeita tentava me entender.

– Amor... – Pegou minhas mãos. – Mesmo que isso passe pela cabeça dele, não vamos ser hipócritas, nós sabemos o que ele ainda sente por mim, mesmo que ele tente nada vai mudar, eu te amo mais que tudo, e se depender de mim esse amor vai durar pra sempre, por que você me conquistou e não precisou fazer nada pra forçar isso, e pra mim é o que importa você do meu lado e mais ninguém, você entendeu?

Não falei nada de momento só a abracei forte e depois a beijei como se nunca mais fossemos fazer isso de novo, era um beijo suave e lento, minha língua pediu passagem e

O beijo tomou uma forma mais quente e desesperada, só o que me importava era eu e ela ali, minhas mãos acariciam suas costas por dentro da sua blusa e hora ou outra apertava sua cintura junto a minha, a intenção que aquilo tudo estava nos levando já era bem obvia, isso era totalmente errado, mas precisamos um do outro ali naquele momento.

Ameacei tirar sua blusa e pra minha surpresa ela não me impediu, beijei seu pescoço e ela já estava tirando meu blazer também, nossas respirações já estavam um tanto aceleradas, peguei-a no colo e suas pernas rodearam minha cintura, deitamos em uma espécie de divã que havia na sala e assim retiramos o restante de nossas roupas, apenas nos olhávamos intensamente.

– Isso é loucura Tom, imagina se alguém ouve a gente aqui. – Sorri maliciosamente pra ela.

– Essa é a graça, esquece lá fora e seja só minha. – Não deu tempo de dizer mais nada Hayley me tomou os lábios.

Já estávamos sem fôlego e não tinha mais como esperar, foi quando e penetrei calmo, abafamos os primeiros gemidos nos beijando, mas sabíamos que não seria possível por muito tempo, ela arranhava de leve minhas costas e eu beijava seu ombro descendo meus beijos encontrando seus seios, mas logo decidi me concentrar nas estocadas acelerando o ritmo. Hayley gemia leve e baixo o que me deixava ainda mais excitado aumentando ainda mais o ritmo de nossos quadris, já estávamos chegando aonde queríamos, foi necessárias mais algumas estocadas e gemíamos juntos para logo chegarmos ao clímax.

Joguei meu peso por cima do corpo de Hayley, ainda tínhamos nossas respirações aceleradas, tentando em vão normalizá-las.

– Isso... Foi incrível. – Hayley disse olhando pra mim.

– Sim. – Foi tudo o que consegui dizer.

Levantamos-nos, nos vestimos e seguimos de volta a recepção onde Bill e Juliette estavam.

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40 Re: Pra Você Guardei O Amor em Sab Dez 15, 2012 1:21 pm

Esse foi o capítulo maaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiissssssss divertido da fic até agora.
A.M.E.I É bem essa relação de irmãos que implicam um com o outro. Claro, todos os irmãos implicam um com o outros, mas a cena do carro ficou TÃÃÃÃÃO ELES *--* :p
Tom tá tãão.. apertável ? amável? afofável? tudo ável? kkkk
Nossa lindo lindo, essa entrega no meio do trabalho dela, adorei kkkkkk
Dúvido o Bill e a Juliette não terem percebido depois :p Esses dois se merecem. Tom é dos meus: só nas provocações kkkk
Bill e Juliette se entendam u.u
Continuaa Rafa \o/

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41 Re: Pra Você Guardei O Amor em Qua Dez 19, 2012 11:14 am

Continuaa pelo amor de Deeus, essa fic está demais

OhannaAlien;3

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42 Re: Pra Você Guardei O Amor em Sab Dez 22, 2012 2:33 pm

Olá, desculpem a demora aqui esta mais um cap pra vcs
Boa leitur
a!



16º Capitulo: Vamos Lá Hayley é Hora do Show!





POV’s Hayley

– Se veste logo Tom! – Falava pra ele enquanto ria ao ver que estava todo atrapalhado com suas calças. – Ate parece que é a primeira vez faz isso em lugar publico.

– Não deixa de ser minha primeira vez, afinal não é todo dia que se faz amor em um ateliê. – Olhou pra mim de forma debochada o que me fez rir.

Saímos da sala, tentando parecer normal e acho que funcionou por que nem Bill e nem Juli pareceram notar algo de diferente em nossas feições, o que me fez suspirar de alivio. Assim que entramos de volta na recepção, encontramos um Bill totalmente gargalhante na certa ouvindo as loucas historias de Juliette, nos juntamos a eles que quando nos viram abriram um enorme sorriso.

– Vejo que esta tudo bem por aqui. – Tom disse corando as duas figuras a nossa frente, e minha atitude não poderia ser outra a não ser lançar-lhe um olhar reprovador que apenas o fez rir.

– Sim Tom esta tudo bem. – Bill limitou-se a dizer ao irmão mais velho.

Nesse instante Juliette tinha em mãos um envelope branco com uma fita dourada em volta o que me lembrava vagamente um convite, mas não um de casamento como pensava que era, mas sim um simples convite, ela percebeu que eu notara.

– Hayley acabou de chegar esse convite pra você e tem outro direcionado a Peter. – Estendi minha mão para pegar o envelope, estreitando minha sobrancelha totalmente confusa, pois não estava esperando convite nenhum e nem tinha conhecimento de algum evento, pelo menos não por ora, não hesitei e abri-o logo.

– E então do que se trata? – Juliette perguntou-me, levantei meu olhar para ela.

– É um convite para um almoço amanha com alguns organizadores do desfile que vai acontecer em Milão no próximo mês. – Disse enquanto fitava o papel em minhas mãos.

– Só isso?

– Sim. Aqui diz também que é um almoço formal. – Dei de ombros, modéstia parte já estava acostumada com esses tipos de almoços de negócios poderia se dizer.

– Então é bem obvio que esse outro convite em nome de Peter seja a mesma coisa, não? – Juliette disse segurando o outro envelope.

– Acredito que sim, afinal nós sempre representamos o ateliê. – Falei encarando a todos, quando percebi a cara de poucos amigos que meu namorado fazia, olhei-o intensamente na esperança que entendesse o que se passava em minha cabeça sem ter que lhe dizer nada. Antes que o silencio tomasse conta do ambiente a porta se abriu e Peter surgiu também com cara de poucos amigos, ele olhou em volta apenas acenou de forma a cumprimentar todos de uma só vez, afinal Tom estava lá e tenho certeza que não faziam questão nenhuma de serem educados mesmo que na nossa frente.

– Peter que bom que chegou. – Juliette falo tentando quebrar o clima pesado que se formara por ali, mostrando-lhe o convite, ele apenas olhou por cima e seguindo para sua sala, mas sem antes dizer.

– Ah já chegou então e que horas começa? – Perguntou.

– As 13h00min. – Respondeu Juliette verificando no papel.

– Ótimo. – Virou-se para mim. – Hayley 12h00min aqui no ateliê amanha e se não se importa pode vir ate minha sala, preciso lhe mostrar esses croquis é de extrema urgência que o aprovemos.

Olhei estranhando esse comportamento de Peter, nunca o vi agir dessa maneira, o que me fez desviar meu olhar para Tom, e sua cara estava pior que antes, mas nada disse o que me preocupou ainda mais.

– Bom... Tom é melhor irmos e deixar as meninas trabalharem. – Bill disse.

Tom ainda estava estático e seu olhar era penetrante junto ao meu, parecia que conversávamos e nos entendíamos, pois sabia exatamente no que estava pensando.

– Tom não leve para o lado pessoal pode não parecer, mas não é pra te atingir. – Dessa vez foi Juliette que se pronunciou Tom a olhou.

– Eu sei Juli. – Suspirou pesado. – Mas não tenho tanta certeza disso.

– Amor... – Quando ia falar ouvi Peter chamar por mim novamente e parecia impaciente, Tom esbravejou, mas consegui que prestasse a atenção em mim. – Tom só lembra do que te disse mais cedo e do que aconteceu mais cedo.

– Tom, por favor, é melhor irmos. – Bill mais uma vez o chamava-o porem ele ainda virou-se para mim.

– Posso te buscar em casa e trazê-la ate aqui?

– Vai te fazer se sentir melhor assim? – Ele apenas afirmou. – Então às 11h30min?

– Estarei te esperando. – Acompanhei-os ate a saída com Juliette ao meu lado e quando voltei para a recepção, Peter estava apoiado no batente da porta encarando-me, como não estava pra ataques de fúria de sua parte, decidi manter o bom humor.

– Esta com fome Peter? – Ele apenas continuou me encarando com duvida.

– Por quê?

– Nada é que com essa sua cara feia deve ser. – Dei de ombros e passei por ele entrando em sua sala, deixando Juliette rindo na recepção e Peter a fuzilando.

Alguns minutos foram necessários para que deixássemos tudo decidido, os croquis eram realmente fantásticos e com certeza iríamos usá-los no desfile em Milão, estava prestes a sair quando Peter disse.

– Seu namorado vai ficar vindo aqui no horário do seu trabalho? – Apenas o olhei indiferente, ele estava sendo tão infantil.

– Não Peter meu namorado não vai ficar vindo aqui, ele sabe o lugar dele. – E sem dar chance de resposta sai da sala.

Passei em minha sala peguei minhas coisas, ajudei Juliette a terminar de fechar o ateliê e fomos para casa, hoje não queria mais nada a não ser minha cama e dormir pra tentar esquecer todo o desconforto de horas atrás.

No dia seguinte acordei cedo, fiz minha higiene matinal e decidi tentar relaxar na parte da manha para enfrentar esse almoço, mesmo que fosse sempre à mesma coisa, agora parecia diferente, o que não adiantou muito já que as horas estavam contra mim e passaram rápido demais, quando vi já estava me arrumando e faltavam apenas quinze minutos para Tom me buscar.

Borrifei o perfume no exato momento que o interfone tocou e o porteiro avisou que Tom já me aguardava, tranquei o apartamento e desci, passei pela portaria e lá estava ele sempre do mesmo jeito sedutor de braços cruzado e recostado em seu Audi, assim que me viu abriu seu sorriso que tanto amo e retirando seus óculos escuros vindo em minha direção.

Roupa: http://www.polyvore.com/hayley/set?id=44373961

– Meu Deus você esta maravilhosa! – Falou dando-me um abraço apertado.

– Obrigada!

– Pena que não é para ir a um almoço nosso. – Falou fazendo seu típico bico. – Ainda a tempo de desistir. – Ri.

– Já disse a você uma vez que não me convence com esse bico barato. – Ele riu.

– É verdade, vou ter que inventar outra coisa pra te chantagear. – Revirei os olhos e entramos logo em seguida no carro seguindo para o ateliê.

Quando paramos Tom apenas desligou o carro e encarava as próprias mãos segurando ainda o volante com certa força, olhava-o tentando de alguma forma decifrar seu semblante preocupado, sabia que estava apreensivo com esse almoço ele não confiava em Peter e isso já estava claro para ambas as partes e ate mesmo para o próprio Peter, mas ele tinha que confiar em mim, sabia me defender e também conhecia muito bem meu chefe e do que era capaz de fazer.

– Amor? – Chamei sua atenção que logo obtive. – Confia em mim?

– Claro que sim Hayley, eu não confio nele... – Segurou meu rosto entre suas mãos. – Promete que se ele insinuar qualquer coisa, tentar beijá-la, Hayley qualquer coisa você vai me contar. – Essa paranóia dele estava demais.

– Tom pelo amor de Deus, agora você esta exagerando, não? – Olhei-o espantada.

– Realista, estou sendo realista.

– Que seja... Nada vai acontecer isso já esta ficando doentio de todas as partes, eu não quero que isso fique entre nós Tom, por favor, vamos tentar esquecer Peter, tirar ele de nossas vidas? – Tentei convencê-lo.

– Prometo tentar. – Dei-lhe um beijo calmo. – Posso vir te buscar?

– Claro. – Sorri de forma terna para ele. – Te ligo quando estiver saindo de lá.

– Tudo bem. – Nos beijamos mais uma vez e sai do carro vendo ao longe o Audi desaparecendo de vista.

– Vamos lá Hayley é hora do show! – Disse para mim mesma a fim de me incentivar de que tudo daria certo, afinal era um almoço de negócios, apenas negócios.

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43 Re: Pra Você Guardei O Amor em Ter Dez 25, 2012 8:34 pm

Será que o Tom tá ficando paranoico na Hayley? Agora eu fiquei receosa, porque talvez ele esteja fissurado nela porque ela é o primeiro amor verdadeiro dele. Então ele está apostando as fichas nela. Só que também é chato ficar toda hora perguntando, de cara fechada e enciumado.
Ninguém aguenta tanto tempo.
Mas porque estou pressentindo que o Peter vai aprontar alguma coisa nesse jantar???? Espero que seja só negócios mesmo. Coisa chata conflito entre romance e trabalho. É complicado...
continuaaaaaaaaa jetzt

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44 Re: Pra Você Guardei O Amor em Qua Dez 26, 2012 9:35 am

Opaa cap novo aqui... Obg as leitoras \0
Boa leitu
ra!






17º Capitulo: Ironias





Chegamos ao restaurante que havia no endereço do convite, era o restaurante mais badalado de Paris, muitas celebridades vinham aqui e sempre estava estampado nos jornais sendo o mais bem criticado, Le Restaurant, esse era o nome do restaurante aonde eu e Peter iríamos almoçar com os organizadores do desfile em Milão que aconteceria no próximo mês.

Entramos e fomos recebidos pelos próprios organizadores, havia dois homens e uma mulher, todos muito elegantes e simpáticos realmente nos receberam muito bem, nada daquela famosa risada forçada, nada de falsidade como sabia que existia dentre esse meio da moda.

– E então o que me dizem, estão dispostos a assumir um evento tão grande? – Perguntou-nos Samuel o representante do presidente do evento, eu e Peter apenas nos entreolhamos, o tal Samuel queria nada mais de que fossemos para Milão por um mês, o que acarretaria por dois meses na Itália, já que o próprio evento que nada mais era que uma Fashion Week, começaria dali um mês.

– Bom... – Começou Peter sempre atento a mim e minhas reações. – É muito tentadora para nós essa proposta, realmente muito tentadora, mas precisamos pensar, é uma decisão difícil envolve não só a mim e Hayley, mas toda uma equipe que trabalha junto a nós, é claro que é sempre bom saber que nosso trabalho esta sendo reconhecido por gigantes nesse mundo da moda, mas precisamos pensar.

As três pessoas a nossa frente, pareceram entender e assentiram concordando com nosso pedido. Meu Deus, isso só podia ser brincadeira, isso era incrível, imagina Milão, esse mundo muitas vezes me questionei se me pertencia, sempre amei tudo o que envolvia moda, e eu sempre estava atualizada com que o mercado oferecia de novo, minha mãe incentivando e quando conheci Peter e a chance de tudo tornar-se real finalmente aconteceu. O grande problema agora era Tom, como vou contar a ele caso a decisão seja de ir para Milão e passar um pouco mais de dois meses lá, com certeza ele iria pirar, achar que tudo não passava de uma armação de Peter em nos separar, mas isso não era uma questão de poder recusar sem ter suas conseqüências, não era só minha carreira que estava em jogo, mas também o nome do ateliê e tudo o que tínhamos conquistado ao longo desse tempo, eu precisava conversar com ele e fazer com que entendesse de uma forma que ninguém saísse chateado. Samuel apenas disse antes de irem embora.

– É claro que podem pensar na proposta sabemos da importância que o ateliê tem para o centro de Paris e todos que os freqüentam, mas não se esqueçam que não estão se desfazendo dele e muito menos de suas vidas aqui em Paris, são apenas dois meses em Milão, pode parecer muito tempo, mas verão que passará rápido. – Sorrimos para ele e nos despedimos de todos, porem eu e Peter ainda permanecemos por mais alguns minutos no restaurante, analisando e discutindo uma melhor decisão para a proposta.

– Quer que eu te leve pra casa? – Peter perguntou-me.

– Ah... Não será necessário Peter agradeço, mas Tom acabou de me mandar uma mensagem e já esta aqui na frente do restaurante me esperando. – Respondi enquanto pegava minha bolsa e me levantava sendo imitada por Peter.

– Bom já que é assim, nos vemos na segunda no ateliê, prefiro que você saia antes, não é bom que Tom nos veja pode ter uma impressão errada. – Eu apenas assenti e me despedi de Peter saindo do restaurante logo em seguida.

Tom estava com o carro estacionado do outro lado da rua, segui ate lá e quando entrei no fui recebida por ele com um beijo e um abraço apertado o que me fez rir dessa sua atitude.

– O que é isso? Até parece que não vê há meses. – Falei em meio a risos abafados.

– Eu sei estou agindo como um perfeito idiota paranóico. – Falou rindo também.

– Não idiota não, mas paranóico isso já esta ficando um tanto preocupante. – Falei e me aproximando dele completei. – Mas ainda assim eu sou completamente apaixonada por esse idiota paranóico. – Ri e dei-lhe um selinho.

– Você é bem engraçadinha quando quer. – Fingiu estar ofendido e bravo comigo.

– E você ainda finge muito mal. – Falei e Tom apenas revirou os olhos.

– E então para onde vamos?

– Pra casa precisamos conversar e serio. – Tom me olhou percebendo que falava serio.

– Aconteceu alguma coisa? – Sua voz saiu preocupada.

– Na verdade sim, mas prefiro conversar em casa. – Ele ligou o carro e seguimos para meu apartamento.

Adentramos o condomínio e entramos em meu apartamento, fui direto para o quarto trocar de roupa e quando voltei para a sala encontrei Tom na sacada, olhando literalmente o nada, aproximei-me dele e abraçando sua cintura e encostando meu queixo em seu ombro tinha a sorte de ser um tanto alta, mas mesmo assim Tom ainda era mais alto do que eu, foi quando ele se virou para mim e via em seus olhos uma preocupação que eu tanto temia, passando suas mãos em meu rosto colocando uma mecha de meu cabelo atrás da orelha me olhava fixo.

– É sobre nós essa conversa? – Baixai meu olhar por alguns segundos, mas voltei a encará-lo, não havia motivos para esconder ou omitir o assunto.

– Sim. – Respondi de imediato. – Tom... Espero realmente que compreenda não esta nada decidido ainda, mas quero contar isso a você antes que chegue da forma errada. – Ele apenas me encarava confuso.

– Hayley seja direta, por favor. – Respirei fundo e tentei falar de uma só vez.

– Tom... Sendo direta e resumindo, os tais organizadores com quem almoçamos... Eles... – Tentava falar, mas som algum saia o que fez Tom ficar apreensivo.

– Eles quem Hayley? Fala de uma vez. – Falou um pouco irritado.

– Eles querem que eu e Peter viajemos para Milão daqui a alguns dias para ajudar na organização dos desfiles do próximo mês. – Pensei ter falado rápido demais a cara de Tom não era a das melhores dele.

– Viajar daqui a alguns dias? Quantos dias? Por quanto tempo? – Falou atropelando as palavras, deixando-me um pouco tonta com tantas perguntas.

– Viajar na próxima semana, por um pouco mais de dois meses. – Disse sem encará-lo.

– DOIS MESES?!? – Tom praticamente gritou o que me fez assustar. – Você ta de brincadeira?

– Claro que não. – Disse tentando manter a calma. – Não tem nada decidido há mais pessoas envolvidas nisso toda a equipe... – Ele me interrompeu.

– O seu namorado. – E sorrindo irônico, foi o limite pra mim.

– Olha Tom eu estou tentando esclarecer as coisas, achei que era minha obrigação de contar, e esperava sinceramente que me entendesse e que não viesse com ironias, e só pra você saber... – Ele não me olhava. – Você não é o centro das atenções. – Dessa vez ele me olhou.

– Você esta querendo insinuar o que com isso Hayley? Que eu sou um insensível que não te compreendo ou não quero te compreender. – Ótimo uma discussão era tudo o que eu queria naquele momento.

– Eu não quero insinuar nada, entenda como quiser. – Virei para entrar na sala quando Tom segurou meu pulso.

– Hayley, por favor, não quero discutir com você. – Encarei Tom tristemente.

– E você acha que eu quero? Tom eu só achei que seria o certo te contar, que você pudesse me ajudar a decidir, pra que não atrapalhasse nosso namoro, mas eu estou vendo que foi um erro. – Minha vontade era chorar, mas consegui segurar.

– Me desculpa... – Não deixei que terminasse.

– Tom... Melhor você ir.

– Hayley...

– Tom, por favor, eu quero ficar sozinha amanha conversamos. – Tom apenas me olhava, fui em direção a porta abrindo-a. – Por favor.

Ele passou por mim sem nem olhar pra trás, e eu fechando a porta ficando de costas deslizei ate cair no chão, e deixando que as lagrimas finalmente rolassem por meus olhos.

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45 Re: Pra Você Guardei O Amor em Sex Dez 28, 2012 10:20 pm

O Tom foi insensível agora. Que possessão é essa meu Deus?
Se ele continuar assim vai perder a Hayley :/
O Peter até que tá melhor agora, mas ainda tenho o pé atrás com ele. Não confio muito não.Tom tá precisando conversar com o Bill u.u
E agora o que a Hayley vai fazer? '-'
continuaaaa Raafa

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46 Re: Pra Você Guardei O Amor em Sab Dez 29, 2012 12:46 pm

Coontinuaa tá Perfeitaa a Fic:)

OhannaAlien;3

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47 Re: Pra Você Guardei O Amor em Qua Jan 02, 2013 6:22 pm

Descuuuulpem a demora D:
Obg ao pessoal novo que vi comentar =D .... Aqui esta o cap. irritantemente dramatico, porem foi preciso rsrsrsrs
Boa leitu
ra!


18º Capitulo: Pra Você Guardei o Amor



Minha tristeza me levava ao fundo de um poço tão profundo que me sufocava como se estivesse imersa em água e não conseguisse voltar à superfície junto com o oxigênio ausente de meus pulmões, o choro e a dor que fazia meu peito doer profunda e constante não me deixava. Tudo rodava em minha mente, não conseguia pensar em nada só em como estava me sentindo sozinha como se algo, algum pedaço já não fizesse mais parte de mim, algum pedaço tivesse sido arrancado a sangue frio, me deixando ao relento e sangrando.

A luz do sol incomodou-me os olhos, o estranho é que não me lembrava de ter ido para minha cama na noite anterior, fui abrindo os olhos lentamente para me acostumar com a luz do dia que já invadia o meu quarto, e quando consegui me deparei com mais dois pares de olhos me encarando, estampando alivio e preocupação, apenas fiquei os encarando tentando me lembrar do que havia acontecido de como fui parar em minha cama. Juliette e Bill se entreolhavam e nada diziam acredito que por não saberem o que dizer naquele momento. Foi como um baque em minha mente e tudo me veio claramente, relembrando do almoço, da proposta e do que eu mais temia lembrar... A discussão com Tom.

Eu comecei a chorar, soluçando desesperada sentei-me rapidamente em minha cama, e olhava para os lados como se procurasse alguma coisa que havia perdido, Juliette veio ate mim e me abraçou forte, Bill também veio e sentou-se ao meu lado segurando minhas mãos, nem eles e muito menos eu conseguíamos falar, eu só queria que aquela dor desaparecesse e que tudo não passasse de um sonho ruim, muito ruim.

Juliette passou suas mãos em meu rosto, tentando em vão secar minhas lagrimas, porem foi Bill quem disse antes me olhando preocupado.

– Hayley? O que houve? Tom chegou ao hotel chorando, vocês discutiram? – Eu o encarei e me acalmando aos poucos consegui apenas afirmar positivamente com a cabeça.

– Mas por que Hay? – Juliette me encarava serena me passando uma tranqüilidade imensa respirei fundo e contei-lhes sobre o convite para Milão e sobre a discussão quando contei a Tom.

– Mas se nada está decidido ainda, por que Tom teve essa reação? – Juliette me questionava, mas Bill quem disse.

– Insegurança Juli. – Encaramos o gêmeo mais novo. – Tom nunca teve alguém tão próximo a ele, ninguém que o amasse de verdade e que ele amasse de verdade do sexo oposto, o medo de te perder Hayley é grande e isso eu sei por que conheço o meu irmão. – Eu o interrompi.

– Mas Bill ele não vai me perder, eu o amo tanto quanto ele me ama. – Falava com a voz embargada.

– Eu sei Hay, mas ele não sabe como lidar com isso... E outra ele agora acha que Peter esta tentando de tudo pra separar vocês dois. – Essa historia já estava tão desgastada, mas eu sabia que nada tiraria isso da cabeça de Tom.

– Eu sinceramente não sei como fazer com que ele acredite que nada vai nos separar, que nada e nem ninguém vai nos separar. – Falei.

– Hayley, eu ate concordo que Tom esteja exagerando, mas involuntariamente Peter esta colaborando com isso, mesmo ele não fazendo nada para separar vocês, ao contrario são vocês que estão colocando Peter entre vocês o tempo todo, esse ‘eu acho que Peter quer nos separar’ esta acabando com o namoro de vocês.

– Eu já cansei de falar isso pra ele, mas é ele mesmo que faz isso Juli, eu concordo com tudo isso que você esta me dizendo, mas eu não sei mais o que fazer. – As lagrimas voltaram a escorrer por meu rosto em silencio.

Juliette e Bill nada disseram apenas me fizeram levantar para tomar um banho enquanto foram para a cozinha preparar o café da manhã, mas algo me dizia que eles estavam me escondendo algo, a forma como se entreolhavam estava diferente, como se me escondessem uma noticia ruim e eu estava começando a ficar preocupada mesmo não fazendo idéia do que quer que fosse.

Cheguei à cozinha e sentei-me na bancada junto a Bill e Juliette, estávamos tomando nosso café ate que não agüentei e perguntei.

– Tudo bem eu sei que vocês estão me escondendo algo e eu quero saber o que é. – Disse encarando-os eles se entreolharam de novo e Bill suspirou pesado me encarando de volta.

– Hayley... Bom eu vou ser direto é que... – Eu só encarava para que falasse de uma vez. – Eu e Tom estamos voltando hoje mesmo para LA.

Meu olhar paralisou e minha cabeça estava vazia, as duas pessoas a minha frente apenas observavam tentando adivinhar qual seria minha reação, mas nem eu mesma sabia qual era a melhor reação, foi quando a lembrança do dia em que fui embora e Tom correndo chegando tarde demais ao aeroporto me veio à cabeça, só que agora era ao contrario.

– E ele não iria me contar? – Foi o que consegui dizer.

– Nem ele sabia Hay, eu contei assim que ele chegou ao hotel ontem. – Eu me levantei de uma vez.

– Aonde vai Hayley? – Juliette levantou-se ao mesmo tempo que eu.

– Conversar com Tom. – Disse indo para meu quarto me arrumar.

Quando voltei à sala eles me esperavam, Bill disse que me levaria ate o hotel e que ele e Juliette estariam lá o tempo todo caso precisássemos deles. Chegamos ao hotel e Bill autorizou minha subida ate o quarto, falou-me o numero do apartamento que Tom estaria e eu seguindo para o elevador que não demorou muito chegou ao andar, parei em frente à porta e bati de leve, foi mais rápido do que pensei que seria e logo Tom abriu-me a porta assustado com minha presença com certeza não esperava me encontrar.

– Podemos conversar? – Disse a ele que apenas me deu passagem para que passasse e entrasse no quarto. Entrei e sentei-me na poltrona que estava ao lado da cama enquanto Tom sentou-se na cama. – Tom eu só queria dizer... – Ele me interrompeu.

– Eu vou embora hoje? – Baixou a cabeça em seguida.

– Eu sei. – Ele me encarou, mas sabia que poderia ter sido Bill que me contara. – Eu vim aqui pra... Na verdade eu não sei o que eu vim fazer aqui. – Minha voz já estava tremula.

Tom se levantou e abaixou em minha frente colocando suas mãos sob as minhas, e me encarando suspirou pesado, como se estivesse juntando suas forças para me dizer algo ruim.

– Hayley... Eu te amo e nunca vou deixar de te amar... E é por isso que essa minha decisão foi a mais difícil de todas em minha vida. – Eu apenas o olhava. – Não sei se essa é a decisão certa se vou me arrepender de fazê-la, mas eu só estou te fazendo sofrer e você merece alguém melhor do que eu e... – Não deixei que terminasse, pois sabia exatamente o que iria fazer e não aceitaria.

– Tom... – Fechei meus olhos ao falar. – Se terminar e fugir dos problemas foi a melhor opção que você encontrou, eu não vou aceitar.

– Mas Hayley...

– É isso mesmo que você quer? Você ainda não percebeu que a culpa disso tudo não é do Peter e sim nossa de sempre colocá-lo entre nós. – Ele se levantou e caminhou pelo quarto com as mãos na cabeça eu me levantei observando seus movimentos. – Por favor, Tom não faz isso com a gente.

Ele se virou e me encarou, percebi que ele chorava silencioso como se não quisesse que percebesse, parei de frente a ele e passei minhas mãos em seu rosto.

– Eu preciso de um tempo Hayley, de um tempo pra amadurecer, nem adianta dizer que não, mas minhas atitudes infantis também estão atrapalhando muito nosso relacionamento. – Me olhava triste.

– Eu ajudo você Tom, não me peça pra me afastar agora, juntos vamos encarar tudo isso. – Isso não estava acontecendo, por favor, eu quero acordar desse pesadelo.

– Amor, me perdoa pode não parecer, mas nada vai mudar minha decisão, você pode não me perdoar por isso, mas é um risco que vou correr. – Eu não agüentei e o choro que segurei ate ali já não fiz questão de guardá-lo mais. – Não chora... Hayley tudo o que eu mais prezo é a sua felicidade, eu preciso que você fique bem, eu sei que foi você que eu esperei a minha vida toda, mesmo que sejamos novos, eu sei que é você, que foi pra você que guardei o amor que sempre morou em mim, o amor que me faz viver cada dia, não posso ir e saber que vai sofrer.

Eu não sabia mais o que estava acontecendo, minha cabeça estava entorpecida, uma pressão que não me deixava pensar direito, eu encarava a pessoa que mais amava no mundo tentando de alguma forma aceitar o que estava me pedindo.

– Se é isso mesmo o que você quer não tenho muito que fazer a não ser aceitar por mais difícil que isso vá ser pra mim. – Ele me abraçou forte. – Eu prometo ficar bem.

Nesse momento, Tom me puxou para um beijo cheio de paixão, mas que ao mesmo era doce, eu podia sentir toda a doçura de Tom nesse beijo que foi completamente diferente pra mim, nossas bocas estavam em perfeita sincronia, os carinhos eram como se quiséssemos decorar cada detalhe para não nos esquecermos um do outro, diminuímos o ritmo do beijo e terminando-o com selinhos rápidos e nos abraçando em seguida.

– Eu queria poder esquecer tudo e ficar aqui com você pra sempre. – Tom me dizia enquanto me beijava de novo e não me soltava de seus braços.

– Eu vou te esperar sempre nunca se esqueça disso. – Olhei-o serena.

– Eu sei... – Foi quando bateram na porta, olhamos em direção a mesma, mas antes Tom completou colocando minha mão no lado esquerdo do seu peito. – Cuida dele, ele sempre foi seu.

– Ele vai ficar aqui esperando você voltar trazendo o meu também.

Sorrimos um para o outro e quando Tom abriu a porta Bill e Juliette estavam mais brancos que giz, contamos o que havíamos decidido e a reação não podia ser outra, eles tentavam em vão nos fazer mudar de idéia, mas sem sucesso algum.

– Eu desisto, só espero que percebam logo a loucura que fizeram. – Bill dizia. – Tom já esta na hora o taxi já nos espera.

– Você vem? – Tom perguntou-me, eu queria muito ir, mas não conseguia e ficar seria o melhor.

– Não vou conseguir. – Baixei minha cabeça e ele veio ate mim e me beijou novamente.

– Eu entendo... Eu te amo!

– Eu te amo mais. – Ele riu de canto e pegando suas malas fomos para o hall do hotel.

O mais engraçado é que em meio disso tudo, não tinha percebido que Bill e Juliette estavam muito juntos, mas nada foi preciso ser dito para entender que tinham finalmente se acertado, pois assim que chegamos onde o taxi estava esperando me virei para me despedir de Bill e este estava aos beijos com Juliette, sorri ao ver os dois e senti Tom abraçar minha cintura.

– Vai passar logo, prometo. – Fiquei de frente pra ele. – Vou fazer você se orgulhar de mim.

– Eu me orgulho de você. – Ele acariciou meu rosto e beijou minha testa.

Despedi-me de Bill e assistindo-os ir embora percebi o quanto amava Tom, era como se um buraco fundo e vazio estivesse aberto em meu peito e nada fosse preenchê-lo. Juliette abraçou meus ombros e víamos juntas o taxi se distanciar aos poucos.

– Vai dar tudo certo Hay eu vou estar aqui com você. – Olhei-a e sorri.

– É só isso que eu quero... Que tudo dê certo.

“Fechei os olhos para não te ver
e a minha boca para não dizer...
E dos meus olhos fechados desceram lágrimas que não enxuguei,
e da minha boca fechada nasceram sussurros
e palavras mudas que te dediquei...”




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48 Re: Pra Você Guardei O Amor em Dom Jan 06, 2013 12:37 pm

Cap 19 \0
Boa leitura!




19º Capitulo: Nada Vai Fazer Eu Mudar de Ideia



Dois meses depois...

Será que ele estava bem? Será que ainda pensava em mim como eu pensava nele todos os dias? Perguntava-me se acordava de bom humor e se ainda tinha aquela velha mania de se espreguiçar ainda de olhos fechados e depois um sorriso aparecer em seu rosto como se ainda estivesse sonhando com algo bom, se arqueava as sobrancelhas quando era contrariado, e se ria de suas próprias piadas mesmo que essas fossem as mais sem graças que só ele mesmo poderia rir. Essas e outras perguntas sempre rondavam minha mente desde o momento em que acordava ate a hora que deitava em minha cama, tentando de alguma forma dormir e esquecer tudo o que me preocupava. Era fato de que Tom não sairia da minha cabeça assim do nada, afinal eu o amo e longe dele parece que o dia é um tremendo fardo pesado que tenho que carregar, mas que eu carrego junto a esperança de que vamos nos ver de novo e viver a vida que tanto merecemos e esperamos viver um ao lado do outro.

Deve estar se perguntando se fui para Milão? Bom depois de tudo o que aconteceu até seria bem obvio que não iria, mas não foi isso o que fiz, seria muito mais difícil ficar e lembrar e viver cada momento, cada lembrança, então não via o porquê de não ir, o trabalho muitas vezes pode ser uma boa fuga dos problemas, e esta era, pois estava fazendo o que amava fazer e isso iria me ocupar pelo menos por grande parte do tempo.

Mas sempre que me encontrava sozinha, as lembranças vinham e a luta por não chorar era um enorme desafio para mim, mas não iria cair, seria forte, Tom iria querer me ver forte e faria o que prometi a ele, eu ficaria bem e esperaria por ele e daria a chance ao tempo de curar e tentar cicatrizar toda a tristeza que andava comigo e com certeza tinha a companhia de Tom também.

Quando voltei para a França, para minha casa, tive uma surpresa que me fez cair no chão da minha sala e despejar tudo o que segurei durante os dias em que estive fora. Minha mãe correu ate mim e me abraçou forte, seu aconchego era tudo o que precisava, era como se ela preenchesse mesmo que um pequeno pedaço do vazio que morava em meu peito, ela mais do que ninguém sabia de meus medos, sabia como me erguer de novo e buscar na vida que tinha conquistado toda a beleza de volta clareando a escuridão que eu insistia em querer ver, como se isso fosse a única coisa a qual eu me agarrava com todas as forças não querendo enxergar que isso só me levaria a um buraco negro e sem fim.

– Hayley... – Minha mãe tentava mais não havia palavra certa para tal momento.

– Só me abraça forte mãe, eu só quero esquecer tudo. – Eu começava a me acalmar.

– Eu estou aqui. – Ela me balançava em seu colo como fazia quando era pequena sempre que acordava no meio da noite com medo dos trovões em uma noite de tempestade.

Ficamos ainda alguns minutos sentados no chão da sala, ate que minha mãe me levou ate o quarto para que pudesse tomar um banho enquanto ela prepararia nosso jantar. Entrei embaixo do chuveiro e deixei que a água morna caísse por meu corpo relaxando todos os meus músculos, esvaziando minha mente e apenas me lembrando de que tinha minha Anne em casa de novo.

Cheguei à cozinha e o cheiro do espaguete ao molho sugo que por sinal era a especialidade da minha mãe já tomava conta de todo o cômodo. Ajudei-a terminar de preparar o jantar e enquanto o fazia decidi contar-lhe sobre minha decisão, que não importava quantos argumentos minha mãe acharia para me fazer mudar de idéia, pois nada mudaria.

– Como é que é? – Disse minha mãe assim que terminou de colocar o molho na massa em nossos pratos. – Desistir?

– Mãe você fala como se isso fosse o fim de tudo como se não fosse ter mais nenhuma oportunidade no mercado da moda. – Disse me sentando e pegando o garfo.

– Mas Hayley convenhamos que essa notícia me pegou totalmente de surpresa. – Falou imitando-me e sentando-se para começar a comer. – Nem sei o que falar filha.

– E nem precisa me dizer nada, minha decisão esta tomada e nada vai me fazer mudar de idéia. – Falei dando de ombros.

– Certo, mas e se eu te falar que eu concordo com essa decisão? – Deixei o garfo cair no prato com o susto.

– O que? – Falei de olhos arregalados. – Eu ouvi direito, você concorda comigo mãe?

– Sim. – Dessa vez foi ela quem deu de ombros como se o que havia acabado de falar fosse à coisa mais normal do mundo.

– Agora você que me pegou de surpresa, já estava esperando que fosse tentar de mil e um jeitos mudar essa idéia. – Disse encarando-a.

– Filha você acha mesmo que eu iria discordar disso, sendo que essa situação esta fazendo mal não só a você como para Tom também. – Falou seria. – Qual mãe que gosta de ver o filho sofrer? Por favor, me apresenta que quero dar-lhe os parabéns. – Disse o que me fez rir abafado e quando ela tocou no nome de Tom estremeci.

– Você falou com ele esses dias? O viu em algum momento? – Falei com curiosidade, pois às vezes minha mãe falava com ele ou Bill e sempre me dava noticias.

– Ate vi sim filha, mas sempre esta do mesmo jeito, triste e calado. – Falou o que me deixou mal também muito mais do que já estava. – Bill sempre me liga pra perguntar de você, isso quando não fala com Juliette e aproveito para perguntar por Tom.

Eu apenas afirmei positivamente com a cabeça, isso era mais uma motivo para que minha decisão não fosse errada, iria desistir do meu trabalho, da minha vida na França de tudo o que havia conquistado aqui na Europa, era loucura eu sei que era, mas já não podia viver sem Tom do meu lado e já estava certa do que faria a seguir. Peter ainda não sabia de nada e sabia que seria muito mais difícil fazer com que concordasse, mas não estaria lhe pedindo permissão, eu apenas o avisaria, a vida era minha e somente eu tinha o controle e mais ninguém.

Ajudei minha mãe a arrumar a cozinha, e enquanto ela foi para o quarto de hospedes ajeitar suas coisas, aproveitei e peguei o telefone e disquei numero de Peter. Era agora ou nunca, não queria fazer isso por telefone, mas estava ansiosa demais. Só bastaram três toques para que ele me atendesse.

– Hayley? Esta tudo bem? – Peter atendeu preocupado, exagerado como sempre.

– Oi, sim esta tudo bem. – Falei. – Esta ocupado?

– Não estava só analisando uns croquis aqui, mas pode falar. – Falou-me.

– Bom o que tenho pra te falar é rápido e não quis esperar ate amanha por que não vou conseguir. – Falei apresada.

– Então fala logo esta me deixando mais preocupado. – Sua voz estava elevada.

– Peter eu... – Respirei fundo e falei de uma vez. – Peter eu estou desistindo do ateliê, estou desfazendo nossa sociedade e semana que vem estou embarcando para LA.

– O que... Hayley... O que? – Peter gaguejava.

– É isso mesmo que você ouviu. – Disse mais segura. – Eu estou indo embora para LA na semana que vem e não será para passear... é definitivo.

– Você não esta falando serio Hayley.

– Eu nunca falei tão serio na minha vida, e é bom que você compreenda, pois estou apenas te avisando.

O silencio nunca foi tão agonizante para mim como estava sendo ao esperar que Peter tivesse algum tipo de reação, seja qual fosse sua resposta não seria importante, afinal para mim somente importava a minha volta para LA, à volta para o meu Tom.

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49 Re: Pra Você Guardei O Amor em Seg Jan 07, 2013 5:26 pm

Bom de volta do meu recesso, estou aqui finalmente \o/
Confesso que até eu fiquei surpresa com essa decisão da Hayley eu achei meio precipitada sim, porque ela construiu tudo isso e agora ela vai largar tudo. Pra eu fazer isso eu teria que tem 100% MEEEESMO de certeza que a pessoa me ama e que não iria me abandonar e olha é praticamente impossível isso hoje kkkkk . Seila agr tou meio com o pé atrás com o Tom HAHA
E o silêncio do Peter? Hmm..
Que bom que a mãe dela apoio pelo menos. Tem uma aliada qualquer coisa :}
continua Rafaaaaaaaaaa xD

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50 Re: Pra Você Guardei O Amor em Sab Jan 12, 2013 2:00 pm

Mil perdões pela demora....Pam não me mateeee D: kkkkkkkk
Boa leitura!





20º Capitulo: Back To me




POV’s Tom

Esses dois meses foram os mais tediosos que eu vivi, sem animo pra nada, sem o prazer de fazer as coisas que já estava acostumado e que eu amava fazer, nada ficava de meu agrado, Bill realmente é o irmão mais paciente do mundo por que agüentar minhas mudanças de humor não foi pra qualquer um, ate minha mãe desistiu de vir pra LA já foi o bastante me agüentar por telefone mesmo que conversássemos por apenas alguns minutos.

Já não estava suportando mais essa situação, a minha imensa vontade era de ligar para Hayley ou ate mesmo pegar o primeiro avião para Paris e Edir que esquecesse o que havia lhe pedido e que voltássemos ao que éramos a falta que ela me fazia não havia palavras para descrever, quando não estava de mau humor, não estava com humor nenhum estava sempre calado enfiado em meu quarto no escuro olhando o nada, me afogando cada vez mais nas lembranças, tentando imaginar como Hayley estaria se estava bem ou sofrendo tanto quanto eu. As poucas vezes em que saia de casa, isso eram no quintal de casa mesmo por que minha rotina era do estúdio pra casa sempre, não tinha vontade de ir a um restaurante com os amigos, às vezes acabava indo por que não tinha paciência para aturar Bill e pra não brigar com ele resolvia ceder, mas sempre que saia na rua ficava horas sentado na calçada em frente de casa, via Annelise mãe de Hayley, sempre estava preocupada comigo por me ver sempre tão calado e triste, dizia que não deveria ficar desse jeito que tudo se resolveria, mas é difícil quando você abre mão do amor da sua vida, não que tivéssemos terminado em definitivo, mas era como se fosse por que nem por telefone ou e-mail nos falávamos e isso me matava a cada dia ao invés de me ajudar a entender qual era a minha verdadeira intenção ao que sentia por Hayley mesmo já sabendo de cor que a amava mais que a mim mesmo.

E foi em um desses encontros com Anne que descobri que Hay havia ido para Milão, no começo achei que ela tivesse me esquecido, mas quando Anne me explicou que foi apenas por ela também não suportar viver sem mim e com toda a situação em que nos encontrávamos, ela achou que no trabalho seria mais fácil de esquecer por algum momento tudo isso. É minha vida estava mais complicada do que se pode imaginar em uma vida complicada de verdade.

Não vi Anne esses dias, achei estranho por que ela costumava passar aqui em casa uma vez por semana e deixar sua famosa torta de amoras, ela sabia que depois de começar a namorar Hayley esse era um de meus pratos preferidos, mas Bill disse-me que ela havia viajado no começo da semana para Paris.



– Aconteceu alguma coisa com a Hayley? – Havia desespero em minha voz se ela estivesse mal não me perdoaria nunca.

– Calma Tom. – Bill disse me tranqüilizando. – Hayley esta ótima segundo Anne nada aconteceu, mas ela esta preocupada o que é normal é a mãe dela então resolveu ir para Paris.


Mais uma semana de tudo esta na mesma nada havia mudado se passou, eu passava a maior parte do tempo no estúdio só ia para casa dormir e tomar banho, já não fazia questão nem de fazer a barba, se antes a usava por simples charme e para mudar o visual, hoje já não a fazia por simples preguiça mesmo. Eu não sabia como explicar, mas naquela manhã de sábado havia acordado com uma pontada de animo que chegava a me assustar, parecia mais com esperança, um frio na barriga, uma ansiedade que não sabia explicar o porquê de estar sentindo sendo que minha vida estava mais sem graça que mingau de aveia sem aveia, decidi apenas ignorar isso e viver na minha rotina monótona, afinal não me restavam muitas opções.

Cheguei ao estúdio, sim eu sei que era sábado, mas como havia mencionado antes vivia para trabalhar e isso incluía os finais de semana também, cheguei e fui direto pegar minha guitarra teria algumas sessões, testar alguns acordes e formatos para as musicas do novo álbum, entrei em uma sala onde só havia um suporte para meus fones de ouvidos e um banquinho para que me sentasse e ali era onde eu me transportava para uma espécie de mundo paralelo em que somente eu existia, eu e o som de minha guitarra em meus ouvidos preenchendo-os com a melodia que meus dedos reproduziam em suas cordas. Fechei meus olhos e esquecendo-me do mundo lá fora, me concentrava apenas no que tocava, mas sabia que do lado de fora Bill e os nossos produtores estavam observando não só a mim, mas como também na musica, provavelmente analisando a melhor forma de encaixar a letra, e foi nessa de esquecer esse mundo chamado planeta Terra que não vi o momento em que ela entrou no estúdio.

Abri meus olhos quando terminei de tocar e passei os mesmos a procura de Bill para que me fizesse um gesto dizendo-me se a musica era boa ou não, eu o encontrei e paralisei no momento que reconheci quem estava em seu lado, não conseguia acreditar, meu rosto provavelmente estava uma mistura de surpresa, alegria, confusão e mais uma porrada de sentimentos que não fazia questão de querer saber quais eram.

Eu me levantei e sai da sala, fiquei parado na porta apenas a encarando, estava linda como sempre, seu rosto esbanjava beleza no sorriso que eu mais amava mesmo seu rosto estando com a aparência cansada ainda assim era o mais lindo que qualquer pessoa pudesse ter a chance de apreciar, ela foi se aproximando de mim devagar parou em minha frente, eu não tinha reação ficava apenas encarando-a, ela por sua vez passou suas mãos por meu rosto fechei os olhos e sem perceber já estava chorando, Hayley limpava minhas lagrimas e logo em seguida me abraçou foi a sensação mais maravilhosa que eu podia sentir, foi como se toda a escuridão tivesse se dissipado e as cores voltavam a seus devidos lugares trazendo toda a alegria de volta, desfizemos o abraço e nos encarávamos com sorrisos bobos no rosto.

– Eu não estou acreditando que você esta aqui mesmo. – Falei e ela sorriu.

– Pois é... – Deu de ombros. – Vim buscar meu coração e trazer o seu já esta mais do que na hora dos dois voltarem para seus donos.

– Só pra buscar o seu coração e trazer o meu que você veio? – Fiz de cara de indignado.

– Não só isso, mas pra dizer ao dono dele que eu desisti de tudo em Paris. – Olhei-a confuso. Como assim havia desistido de tudo em Paris?

– Não entendi. – Falei.

– O que eu quero dizer é que eu desfiz a sociedade com o Peter no ateliê, desisti de toda a minha carreira na Europa para vir morar aqui em LA com você.

Som algum saia de minha boca, eu tentei raciocinar organizando minhas idéias, por que ela havia feito isso? Uma carreira brilhante na Europa, tudo o que ela mais amava na vida era aquele ateliê, me sentia culpado de certa forma, mas também feliz, tanto que minha reação foi a mais inesperada.

– Você é louca? – Falei a ela, que me olhava de forma espantada, mas antes que entendesse da forma errada eu a beijei, por Deus como senti falta de seus lábios nos meus. – Por... Que... Fez isso? – Dizia não desgrudando nossos lábios, o que a fez rir, mas não deixei que falasse, ficamos assim matando as saudades sem nem nos importar com o que acontecia a nossa volta, eu tinha a mulher que mais amava de volta, eu tinha a minha Hayley de volta pra mim.

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