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Pra Você Guardei O Amor

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51 Re: Pra Você Guardei O Amor em Sab Jan 12, 2013 5:18 pm

AAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHH *----------------------------*
Esse capítulo foi o mais fofo de TOOODA a fic até agora.
Bem na parte boa tu pára DDD:
Sabe apesar de tudo eu consigo imaginar esse Tom sensível e romântico nas fics, as vezes muito mais que o próprio Bill xD É lindo <3
obs: cap pequeno viu u.u estou de olho.
continuaaa

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52 Re: Pra Você Guardei O Amor em Dom Jan 13, 2013 2:14 pm

Olha eu fui praticamente obrigada a postar esse cap kkkkkkk Mas aqui está \0
Boa leitura!





21º Capitulo: Nós Somos de Verdade




Minha vida havia mudado tanto em tão pouco tempo, ate ontem eu era apenas uma simples garota, mas não tão simples assim, estilista que havia conquistado o mundo da moda com apenas seus 22 anos, e agora tudo o que tinha conquistado estava deixando grande parte para trás em nome de um amor, em nome de um homem, em nome de Tom Kauliz. Ainda soava muito estranho tudo isso, a forma como havíamos nos apaixonado, mas foi tudo tão louco e repentino que não tivemos tempo de pensar se havia sido rápido ou não, se daria certo ou não, apenas nos deixamos levar pelo momento e, no entanto quando nos demos conta já estávamos perdidamente apaixonados um pelo outro. Se eu me arrependo? Não, e sabe por quê? Se não tivesse arriscado não estaria com ele hoje, e resistir ao que era certo foi tão bom que me arrepender seria a ultima coisa que sentiria.

Estava tão ansiosa, não fazia idéia de como Tom me receberia, afinal aqui estou eu sentada em uma poltrona de aeroporto esperando meu vôo, minha mãe esta aqui do meu lado sorrindo me passando todas as suas energias pra mim, numa tentativa de me dizer que devo ficar calma e que tudo dará certo, e Juliette também estava comigo como havia me prometido e fiquei feliz por tê-las aqui. Olhava as horas de minuto em minuto, será que demoraria muito meu Deus? Só quero chegar a LA logo e abraçá-lo e dizer o quanto o amo, mas foi nessa de me perder em meus pensamentos que ouvi alguém gritar meu nome, e quando me virei avistei Peter correndo em minha direção, parecia desesperado levantei-me de um salto.

Sim uma semana havia se passado e Peter não aceitou muito bem a minha decisão, exatamente como eu esperava, mas nada do que ele tentou argumentar apelando para o lado profissional me faria mudar de opinião, mas agora com ele vindo ate o aeroporto confesso que tive certo medo, afinal o que o traria aqui?

– Mas que diabos esse idiota veio fazer aqui? – Disse Juliette de cara feia.

– Não faço idéia. – Falei apenas.

– Seja o que for escute-o antes de qualquer coisa filha. – Minha mãe me disse tocando meu ombro assenti e esperei que Peter se aproximasse de nós.

– Oi... Hay... Hayley! – Peter chegou ate onde estávamos e sua respiração era ofegante por ter corrido rápido para me alcançar.

– Oi. – Respondi confusa ainda não fazia idéia do por que tinha vindo. – Aconteceu alguma coisa?

– Eu só queria dizer que... – Parou um instante como se estivesse escolhendo as palavras certas. – Só queria dizer... Boa sorte!

– Ahnn... Obrigada Peter. – falei confusa. Seria mesmo só pra me desejar boa sorte? – Era somente isso?

– Juliette pode vir comigo até a lanchonete. – Minha mãe falou olhando para mim e depois para Juliette.

– Pode ser. – Disse seca olhando com indiferença para Peter, assim que nos deixaram a sós ele me encarou com um sorriso de canto.

– Ela me odeia né? – Disse olhando na direção de Juliette e depois para mim novamente.

– Sim. – Disse sinceramente.

– Eu já sabia. – Falou-me baixando a cabeça em seguida.

– Peter será que poderia me dizer agora o real motivo de ter vindo ate aqui? – Já estava impaciente, afinal sabia que tinha alguma coisa alem de sua “Boa sorte”. Ele ainda demorou um pouco ate que finalmente me olhou nos olhos.

– Hayley... Hayley não vá embora. – Encarei-o.

– Como é? – Disse com as sobrancelhas franzidas em sinal de confusão, mas que absurdo é esse que ele esta me dizendo?

– Hayley eu te amo, esquece o Tom e fica aqui comigo sua vida já esta feita aqui já tem tudo o que precisa, tem a sua própria casa, seu carro, sua carreira brilhante e... – Falou se aproximando mais alguns passos ate mim. – A mim também.

Eu não tive reação, pisquei freneticamente tentando organizar as informações em minha cabeça, mas estava difícil sinceramente.

– Eu... Peter... – Minha cara devia estar muito engraçada nesse momento, já que uma mistura de surpresa junto com pequenas risadas abafadas. – Isso esta fora de cogitação... é... é absurdo o que esta me dizendo.

– Só me dê a chance de provar que pode ser diferente.

– Diferente? Você fala como se já tivéssemos tido algo e que pudéssemos ter uma segunda chance. – Falei seria, ou ele entendia do jeito bom ou entenderia do jeito ruim. – Coloca uma coisa na sua cabeça... Você me desculpa a forma como vão sair essas palavras, mas é único jeito de te fazer entender... Eu não te amo Peter, não sinto nada por você, você é ou era um amigo, apenas isso, me esquece e segue com sua vida, nunca vamos ficar juntos, por favor, entenda isso, a ultima coisa que eu queria era te magoar e iludir, mas você se iludiu sabe que nunca te dei esperanças, mas você as alimentou e não posso fazer nada pra diminuir essa dor que esta em seu peito.

Eu joguei as palavras nele que cheguei a sentir pena por um momento, mas que logo passou, Peter tinha que entender de uma vez por todas que não o amava que o que sentia por ele era apenas um carinho que sentia por qualquer outro amigo que tinha. Ele por sua vez fitou-me de maneira triste, mas que depois se transformou em um sorriso tímido.

– Por um momento pensei que conseguiria te fazer esquecê-lo, mas não posso te tirar dele. – Aproximou de mim e pegou minhas mãos envolvendo-as nas suas. – A maneira como seus olhos brilham ao falar dele, a maneira doce como olha para ele, eu queria tudo isso pra mim, mas não posso, não tenho esse direito.

– Peter... – Ele me interrompeu.

– Eu só quero que saiba que vou me esforçar pra te esquecer, arrancar esse amor que esta aqui em meu peito, e dizer que desejo de coração que seja feliz ao lado de Tom, se ao lado dele que é o seu destino, que pelo menos seja feliz, que ele a faça feliz. – Nos olhávamos e não consegui dizer nada, murmurei apenas um obrigado e logo em seguida o abracei, de forma a mostrar a Peter que independente de tudo ainda tinha um grande apreço por sua amizade.

– Vamos filha já anunciaram nosso vôo. – Minha mãe disse quando desfiz o meu abraço com Peter.

– Vamos. – Respondi e encarei Peter mais uma vez sorrindo ternamente. – Se cuida!

– Pode deixar. – Sorriu sem graça e sem dizer mais nada deu as costas e foi embora sem nem olhar pra trás.

Nem Juliette e nem minha mãe disseram uma só palavra sobre a conversa que tive com Peter, o que agradeci por não querer falar sobre isso tão cedo. Despedimos-nos de Juliette que chorava feito criança o que me fazia rir.

– Oh minha amiga não chora, logo nos veremos ou acha que Bill vai te deixar sozinha aqui por muito tempo. – Rimos e nos abraçamos mais uma vez.

– Vão ser os piores dias aqui sem você. – Olhava-me com seus olhos vermelhos por conta do choro.

– Vai passar rápido você vai ver.

O vôo foi entediante, mas com a minha Annelise não havia maneira de nenhuma viagem tornar-se chata, já que não parou de falar um segundo sequer. Quando chegamos a LA, não quis ir para casa, peguei o primeiro taxi e segui para o estúdio já que havia ligado para Bill e este me disse que estariam lá, pois Tom teria algumas sessões de guitarra para as gravações do novo cd. Não demorei muito a chegar, Bendito seja o sábado sem transito em LA!

– Hayley! - Bill veio em minha direção assim que adentrei a recepção do estúdio.

– Oi Bill que saudades! – Abracei-o forte.

– Eu também. – Sorriu para mim. – Como foi à viagem?

– Lenta. – Falei fazendo Bill rir. – Onde ele esta?

– Lá dentro. – Disse pegando em minha mão. – Vamos vou te levar ate lá.

Cheguei à sala de gravações, tinham mais umas três pessoas incluindo David, nos cumprimentamos e Bill apontou aonde Tom estava, meu Deus como estava lindo mesmo com sua barba por fazer e expressão cansada, a saudade que senti dele tomava conta de mim e minha vontade era de ir ate ele e abraçá-lo eternamente. Ele tocava concentrado estava de olhos fechados e só os abriu quando terminou de tocar, buscou por toda a sala com os olhos ate pousar em Bill e depois em mim, sua expressão estava entre surpresa, confusão e diria ate mesmo medo.

Levantou-se e parou na porta apenas me encarando sem dizer nada, não agüentei e caminhei em sua direção e parei em sua frente enquanto ele continuava a me olhar, passei minhas mãos em seu rosto e Tom chorou, limpava em vão suas lagrimas ate que o abracei forte, envolveu minha cintura trazendo-me para ele para que nenhum espaço ficasse entre nós como era inexplicável a alegria que sentia.

– Eu não estou acreditando que você esta aqui mesmo. – Tom me disse fazendo-me rir.

– Pois é... – Falei dando de ombros. - Vim buscar meu coração e trazer o seu já esta mais do que na hora dos dois voltarem para seus donos.

– Só pra buscar o seu coração e trazer o meu que você veio? – Fez cara de indignado.

– Não só isso, mas pra dizer ao dono dele que eu desisti de tudo em Paris. – Me encarou confuso.

– Não entendi. – Falou.

– O que eu quero dizer é que eu desfiz a sociedade com o Peter no ateliê, desisti de toda a minha carreira na Europa para vir morar aqui em LA com você.

Tom franziu o cenho destacando toda a confusão que estava em seu semblante, nenhuma palavra saiu de sua boca por longos minutos o que estava me deixando impaciente.

– Você é louca? – Foi o que ele disse em seguida deixando totalmente espantada com tais palavras, mas antes que pensasse em algo ele me beijou, foi ai que o mundo parou e só o que me importava era Tom, eu e aquele beijo que tanto senti falta, do toque de seu piercing gelado me causando arrepios.

– Ran ran – Ouvimos um pigarro e paramos o beijo era Bill, tínhamos nos esquecido que estávamos em uma sala com mais pessoas e não sozinhos.

Esperei ate que Bill e Tom terminassem o que tinham que terminar no estúdio, fomos ate um restaurante de frente para a praia e depois seguimos ao condomínio.

Paramos em frente à casa dos gêmeos e Bill saiu logo, pois iria ligar para Juliette e avisar que já tinha chegado, eu e Tom também saímos do carro, ele me segurou pela cintura e não parava de me encarar.

– O que foi? – Perguntei-lhe.

– Você é real? – Ri da pergunta que ele havia me feito.

– Nós somos de verdade. – Respondi enquanto Tom passava a ponta do nariz em minhas bochechas contornando perfeitamente meus lábios. – Para de me provocar. - Minha voz saiu em um sussurro baixo.

– Eu não estou te provocando. – A voz dele também era baixa fazendo sua respiração bater de encontro com meu rosto.

– Mas esta conseguindo. – Disse encarando-o fazendo um riso abafado sair de seus lábios.

Ficamos mais um tempo ali ate que entrei em casa e Tom foi para sua, claro que contra a sua vontade. Entrei em meu quarto e fui direto para o banho, a água morna caia em minhas costas relaxando todos os meus músculos, estava tão concentrada e de certa forma distraída que nem dei importância a um barulho que escutei vindo de dentro do quarto, poderia ser minha mãe então não havia com que me preocupar.

Enquanto lavava meus cabelos e de olhos fechados por conta da espuma, senti dois braços me rodeando e fazendo me soltar um grito que foi abafado por uma mão. Foi difícil, mas consegui me virar e não estava acreditando no que via em quem eu via.

– TOM! – Minha voz saiu elevada com o susto.

– Oi! – Lançou-me um sorriso aberto com um toque malicioso, foi quando reparei que estava nu.

– Você enlouqueceu? O que faz aqui? – Disse incrédula.

Ele nada disse apenas aproximou-se de mim tomando meus lábios contra o seus.

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53 Re: Pra Você Guardei O Amor em Dom Jan 13, 2013 3:41 pm

Aeeee esse cap. foi maior \O/ Acho que posso te perdoar pelo ante penúltimo que tu postastes u.u kkkkk
Ah o Tom é tão lindo. Confesso que fiquei com muuita mesmo pena do Peter. Acho que ela foi meio grossa com ele, mas depois pensei e se ela não fosse grossa talvez ele pensasse que teria uma chance com ela.
Fiquei muito sentida com o capítulo de verdade porque eu passei por uma cena parecida pra não dizer igual, ontem e imagina? Eu fiz o papel de Peter ¬¬ Enfim.. sem problemas pessoais kkkk Mas fiquei muito sentida :/ É um azarado coitado.
Boooom ADOREI O CAP. EEE tu não foi obrigada nada u.u foi uma troca tá bem? kkk
continuaaa dona Raafa

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54 Re: Pra Você Guardei O Amor em Ter Jan 15, 2013 5:26 pm

Aqui esta mais um capitulo \0 desculpe acho que não esta muito grande Pam D:
Boa leitura!



22º Capitulo: Completos?




– TOM! – Minha voz saiu elevada com o susto.

– Oi! – Lançou-me um sorriso aberto com um toque malicioso, foi quando reparei que estava nu.

– Você enlouqueceu? O que faz aqui? – Disse incrédula.

Ele nada disse apenas aproximou-se de mim tomando meus lábios contra o seus.



Quando Tom me atacou literalmente não houve tempo para pensar em nada, seus lábios viram urgentes de encontro aos meus depositando um selinho longo e que logo foi tomando a forma de um beijo cheio de paixão e saudade, sua língua logo me pediu passagem enquanto suas mãos exploravam cada parte do meu corpo, como já não havia modo de resistir a tudo aquilo retribui o beijo na mesma intensidade e segurei em seus ombros largos passando minhas mãos por suas costas e abdômen. Tom se afastou de mim e me encarou serio, acariciando meu rosto com as costas das mãos, a água quente caindo em nós.

– Prometa que nunca mais vamos nos separar? Prometa não deixar eu me afastar mais de você? – Eu o encarei e sorri ternamente para ele.

– Prometo. – Dei-lhe um selinho. – Não mais.

Voltamos a nos beijar ardentemente, Tom suspendeu uma de minhas pernas massageando-a descendo seus beijos ate meu pescoço ate encontrar meus seios, soltei um gemido abafado quando o senti me tocar. Afastou-se de mim novamente, mas apenas para me pegar no colo, enlacei minhas pernas em sua cintura, saímos do banho e ainda molhados fomos para o quarto, ele me deitou delicadamente na cama sem desgrudar nossos lábios, parecíamos que tínhamos cola, pois não nos afastávamos por nada, o prazer já era possível ver nos olhos de ambos, a respiração pesada e ofegante era cada vez mais forte e impossível de controlar, ele deitou por cima de mim já afastando minhas pernas.

Calmamente Tom me penetrou nos tornando somente um naquele momento tão intimo, tão nosso, arranhei de leve suas costas o fazendo gemer baixo em meu ouvido me deixando cada vez mais anestesiada pelo prazer que tomava conta de nossos corpos, assim que ele entrou completamente em mim, ficou alguns minutos parado beijando-me o pescoço, apertei-lhe os braços e logo ele começou com as investidas fazendo com que nos chocássemos a cada movimento.

Trocamos as posições e agora eu estava por cima, joguei minha cabeça pra trás enquanto Tom passava suas mãos desde o meu pescoço, passando por meus seios e parando em minha cintura ajudando-me com os movimentos que de lentos foram se tornando mais rápidos e precisos para atingirmos juntos o ápice. Olhei para Tom que tinha um sorriso em seus lábios misturado a satisfação e prazer, abaixei-me sem parar com os movimentos de meus quadris e com a ajuda de Tom que levantou um pouco o tronco demos um selinho, consegui puxá-lo a fim de que ficasse sentada em seu colo, abracei seu pescoço e Tom apoiou sua cabeça na curva do meu. Rodamos mais uma vez ficando por baixo novamente, ele voltou a dar investidas um pouco mais fortes e rápidas.

– Tom... eu... – Mas não consegui terminar quando o calor tomou conta de meu ventre fazendo com meu corpo inteiro tremesse e relaxasse, meu coração nessa hora batia freneticamente quase saltando do peito. Senti Tom também tremer e em seguida relaxar desabando em cima de mim, e logo depois deitar-se a meu lado me puxando para si e beijando o topo de minha cabeça apoiada em seu peito.

– Eu nunca senti isso antes. – Olhei-o um tanto confusa, afinal não era a primeira vez que transavamos, ele logo percebeu minha reação de duvida. – É como se nem isso fosse suficiente... é como se existisse uma forma mais forte pra amar você.

– Mas nós nos amamos de um modo completo. – Disse. – Não precisamos do sexo para provar isso.

– Justamente por isso, é mais forte do que só o sexo... hoje eu sei e entendo que eu a amo do jeito que é... que eu simplesmente a amo por inteiro. – Riu abafado. – Em pensar que pra mim o prazer sempre veio em primeiro lugar.

– Veja pelo lado bom você é a prova viva de que se pode mudar o modo de pensar, certo? – Disse beijando a ponta de seu nariz. – Tom você é a minha melhor parte agora, a parte que me faltava. – Falei e ele sorriu de volta.

– Completos então? – Perguntou-me.

– Até o ultimo fio de cabelo.

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55 Re: Pra Você Guardei O Amor em Qui Jan 17, 2013 4:47 pm

iiiiiiiiiiiiiaaaaaauuuuuuuu \O/
Que cap lindo , cara
Essa entrega tão pura e intensa ao mesmo tempo
Quero um Tom pra mim NOOOOOOOOW xD Só com fics assim pra se ter esperança em algo tão raro : o verdadeiro amor *clichê, eu sei* :p
continuaa Raafa
OBS: Ó eu só não falei nada porque tu me avisou que tava pequeno o cap antes, mas não pensa que vai ser mordomia assim não é a segunda vez que o cap é pequeno e eu tou anotando hein u.u
continua moça Very Happy

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56 Re: Pra Você Guardei O Amor em Sex Jan 18, 2013 9:20 pm

Aee mais uma aqui! Very Happy
Boa leitura!!!





23º Capitulo: Um Dia Só Nosso




POV’s Tom

Acordei no dia seguinte com a luz do sol que invadia o quarto de Hayley, passei minha mão do meu lado direito e não a encontrei, abri meus olhos e ela não estava em parte alguma do quarto, mas vi um pequeno papel em cima do travesseiro junto com uma pequena amora, lendo-o sorri de lado.


Bom dia lindo!

Que tal um belo café da manha?

Te amo!


P.S: Ah e não precisa de formalidades com seus trajes, estamos apenas eu e você hoje!



Levantei-me vesti minha boxer e fui ate o banheiro e fiz minha higiene matinal, quando sai do mesmo percebi que no caminho ate a porta havia mais amoras, peguei uma cestinha que encontrei em cima do criado mudo de Hay, que servia como enfeite e fui depositando dentro dele todas as amoras, sai do quarto e no corredor também encontrei muito mais, nas escadas também e foi assim ate chegar à cozinha onde encontrei Hayley vestida com minha camiseta e virada para o fogão preparando waffles. Andei devagar ate ela sem que percebesse e deixei as cestinhas com as amoras em cima da bancada, mas antes que pudesse assustá-la com um beijo em seu pescoço ela percebeu minha presença e ouvi sua risada abafada.

– Eu sei que está ai. – Disse.

– Ah não isso não vale, poxa Hayley você também é uma estraga prazeres. – Falei quando ela se virou pra mim rindo da minha cara de frustração. – Chata! – Mostrei a língua.

– Oh lindo desculpa, prometo que na próxima eu deixo você me assustar. – Veio ate mim me dando um beijo. – Bom dia pra você também.

– Bom dia! – Respondi-lhe beijando-a novamente. – Tudo isso pra mim?

– Uhum. – Falou sorrindo feito boba. – Com fome?

– Muita. – Disse me sentando de frente a bancada me servindo dos waffles já prontos. – Adorei a idéia das amoras. – Ela apenas sorriu pra mim.

Hayley logo se sentou também e assim tomamos nosso café da manhã. Ela me contou que sua mãe estava em Las Vegas a trabalho, mas que estava cheia de mistérios a respeito de alguma coisa sobre um trabalho para ela.

– Mas em Vegas? – Disse quando estávamos na varanda admirando aquela manha de sol fraco já que estávamos nos aproximando do outono.

– Não. – Falou o que deu certo alivio. – Pelo o que ela me disse é aqui em LA mesmo, parece que uma amiga vai abrir um ateliê por aqui e precisa que alguém o gerencie é algo assim. – Deu de ombros ao falar.

– Isso seria muito bom, primeiro por que você é experiente e segundo e não menos importe de todas as facilidades. – Pausei e obtive seus olhos verdes azulados me encarando atentos e curiosos. – É aqui em LA. – Hay revirou os olhos e riu.

– E o que vamos fazer hoje Sr. Kaulitz? – Ri da forma como disse.

– Não faço idéia. – Fiz cara de pensativo. – O que gostaria de fazer hoje?

– Qualquer coisa desde que esteja com você. – Falou objetiva.

– Qualquer coisa? – Lancei um olhar malicioso em direção a ela.

– Tooom. – Riu. – Acabo de desconsiderar o que me disse ontem à noite.

– Eu juro que tentei resistir. – Ela me olhou de canto e quando menos espero livrou-se de meus braços e parou de pé perto da porta de entrada para a sala de estar. – Aonde pensa que vai?

– Por que não me segue pra descobrir? – Sorriu de canto pra mim e lançou um olhar sedutor sumindo de minhas vistas.

Levantei devagar seguindo ate onde Hayley havia entrado e quando olhei lá estava ela parada ao pé da escada, fez sinal com seu indicador para que a seguisse, comecei a caminhar em sua direção e rapidamente ela subiu as escadas correndo, ria de toda aquela situação engraçadíssima por sinal. Subi ate o andar de cima e seguindo pelo corredor entrando em seu quarto, ela estava parada olhando pra mim com seu sorriso perfeito, fui me aproximando dela que dava um passo para trás a cada avanço meu em sua direção, riamos e quando parei a sua frente ela retirou a camiseta deixando seu corpo à mostra para mim, sorrimos um para o outro e não me contive e começamos a nos beijar com intensidade.

Fomos a passos lentos ate a cama e Hayley deitou-se por cima de mim, nos olhávamos fixamente e sem mais demorar repetimos tudo o que havia acontecido na noite anterior, tinha esquecido o mundo lá fora e tudo o que importava era estar ao lado da mulher que amava e todo esse tempo longe dela só me fez ter a certeza de que é ao lado de Hayley que meu destino foi traçado e que a quero em minha vida por muitos e muitos anos.

Levantamos-nos e tomamos banho juntos, assim que sai antes de Hayley ouvi meu celular tocar, corri para atendê-lo e logo vi de quem se tratava. Era Bill.

– Oi Bill! – Disse com normalidade.

Oi! – Falou. – Você esta na casa da Hay?

– Sim. – Disse desconfiado. – Aconteceu algo?

Não nada de muito importante. – Respondeu e pude ouvir uma voz feminina a seu lado.

– Quem esta com você? Não posso sair um minuto que você já agarra a primeira que encontra. – Rimos juntos, nesse instante Hayley saiu do banheiro e passou para o closet.

Não vai acreditar. – Falou rindo.

– Ah não, não me vai dizer que é a Jessica Alba? Caramba pegou antes de mim. – Hayley colocou a cabeça para fora do closet me lançando um olhar nada bom o que me fez gargalhar. - Ops acho que falei alto demais a patroa escutou. – Falei e Bill ria do outro lado da linha e eu e Hayley também riamos.

Okay agora você que se entenda com ela irmão. – E ainda rindo completou. – Bom como sei que não vai adivinhar eu vou contar. – Ouvia atento ao que Bill falava e tinha sob mim a atenção de Hayley que já estava vestida e parada a minha frente.

– Conta logo quem esta ai com você Bill. – Disse impaciente.

Juliette! - Falou meu irmão.

– Juliette? – Falei e Hayley olhou-me espantada.

– A Juliette aqui em LA? - Hayley repetiu o que havia dito e eu apenas confirmei em sinal positivo.

Estamos indo ate ai, ela esta aqui em casa. – Falou Bill e logo nos despedimos desligando o celular em seguida olhei para Hayley que tinha uma expressão feliz em seu rosto.

– Eles estão vindo para cá. – Disse indo me vestir.

– Aquela vaquinha nem me ligou pra dizer que vinha. – Ri da forma como falou. – Não ri não, eu fiquei brava de verdade. – Fez cara de emburrada.

– Amor vai ver ela queria te fazer uma surpresa. – Abracei sua cintura. – Desmancha essa cara emburrada e vamos esperá-los lá na sala.

– Okay. – Falou e seguimos para sala de estar.

Estávamos vendo TV quando a campainha tocou, Hayley se levantou e foi ate a porta abrindo-a em seguida, eu sabia que ela não estava brava de verdade, Juliette era uma de suas melhores amigas, a única que realmente esteve a seu lado quando tínhamos nos separado.

– Oi! – Disse Juliette parada do lado de fora e Bill estava junto dela.

– Oi! – Respondeu Hayley já indo abraçá-la. – Por que não me disse que viria depois de mim podíamos ter vindo juntas.

– Queria fazer surpresa, que achasse que ainda ficaria por lá. – Juliette disse assim que desfez o abraço, Hayley apenas revirou os olhos e logo se virou para Bill cumprimentando-o.

– Bill!

– Oi Hay! – Abraçaram-se e entraram.

Cumprimentei Juliette e ficamos conversando por um tempo, ate que tive a idéia de ir para a praia.

– Que tal irmos para praia, nós podíamos almoçar por lá também. – Falei esperando a resposta dos demais.

– Por mim seria ótimo. – Hayley logo respondeu seguida por Bill e Juliette que também assentiram concordando.

Peguei as chaves do carro de Hayley e seguimos os quatro para o nosso almoço na praia.

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57 Re: Pra Você Guardei O Amor em Sab Jan 19, 2013 7:49 pm

O Tom e a Hayley junto é tão *--------------*
Dupla perfeita. Agora estão todos com par HAHA Bill não vai ficar mais alone :p
Olha a mãe da Hay se dando bem. Ela pode se envolver nesse negócio ae né. Parece ser uma boa pra ela como o Tom disse ^^
Vamos ver como será esse almoço? Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim ><
Continua Raafa

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58 Re: Pra Você Guardei O Amor em Qua Jan 23, 2013 5:26 pm

Mil desculpas a demora D: ....Cap 24 aqui fresquinho pra vcs \0
Boa leitura!




24° Capitulo: Por Que... Por Que Ainda Te Amo




– Mãe já estou pronta! – Gritei do alto da escada descendo os degraus sem muita pressa quando minha Anne aparece vinda da cozinha.


Roupa da Hayley: http://www.polyvore.com/hayley/set?id=45917156


– Que bom Hay também já estou pronta. – Falou para mim. – Vamos então?

– Sim. – Disse a ela seguindo-a até a saída de casa para a garagem.

Iríamos a um almoço com sua amiga Corine, amiga essa que era uma grande influencia no mundo da moda e que particularmente eu admirava por sua essência e bom caráter, ela e minha mãe são amigas de longa data, e também a conhecia muito, sempre nos esbarrávamos nos desfiles e eventos de moda que aconteciam por todo o mundo, e agora ela queria trazer sua marca definitivamente para LA abrindo mais um de seus ateliês por aqui. E adivinhem quem iria gerenciar esse ateliê? Sim. Eu mesma.

Já estava em LA fazia exato um mês e claro que me acostumei rápido a rotina de vida por aqui, fiquei um tempinho parado antes de aceitar o convite de Corine, tinha que aproveitar o restante das férias que tinha perdido por ter voltado a Paris antes do combinado na época em que conheci Tom.

Ah e claro tinha Tom também, minha relação com ele era a mais perfeita que eu poderia imaginar, tínhamos nossos desentendimentos, afinal todo casal normal que se preze tinha, desde brigas por ciúmes ate as brigas desnecessárias, como quando ele dormia em casa e esquecia a tampa da pasta de dentes aberta, isso me irritava profundamente e ele sabia disso. Por vezes passávamos alguns dias sem nos ver, já que tinha que finalizar o cd novo da banda, e isso fazia com que ele passasse a maior parte do tempo no estúdio, eu não me importava muito, tinha saudades dele claro, afinal três dias às vezes era demais, mas sentir saudades também tornava nossas noites mais atraentes e prazerosas como ele mesmo costuma dizer.

E agora aqui estou eu indo a um restaurante me encontrar com minha futura “chefe”, para acertarmos os últimos detalhes do meu novo emprego, Juliette viria trabalhar comigo o que me deixou muito satisfeita e aliviada, nada melhor do que ter alguém de confiança trabalhando com você e ainda mais sua melhor amiga, eu e Juliette éramos perfeitas juntas sempre elogiadas e bem vistas aos olhos dos outros estilistas e críticos da moda quando ainda estávamos em Paris.

Chegamos ao Figtree’s Café por volta das 11h30min da manhã como havíamos combinado com Corine que já nos esperava sentada a uma mesa do lado de fora que tinha uma vista privilegiada de frente para a praia.

– Minhas lindas que bom que chegaram! – Disse Corine se levantando e cumprimentando minha mãe, Juliette e por fim a mim.

– Espero não ter nos atrasado Cori. – Falou minha mãe assim que se sentou a mesa.

– De forma alguma Anne eu cheguei faz apenas alguns minutos. – Sorriu ao dizer, ela é encantadora. – Gostaram da vista? – Perguntou quando eu e Juliette olhávamos em direção a praia.

– Não podia ter escolhido melhor. – Disse sorrindo satisfeita, afinal aquela praia me trazia as melhores lembranças que vivi em LA.

– Que bom. – Corine dizia sorrindo para nós enquanto chamava atenção do garçom. – Acho que já poderíamos fazer os nossos pedidos, certo?

– Ah, por favor, eu sinceramente estou com fome. – Juliette disse despreocupada que nos fez rir.

– Verdade Juli eu também. – Concordou mamãe.

Fizemos nossos pedidos e acho que minha convivência com Tom me trouxe a consumir mais produtos naturais, pois nunca abria mão de comer um prato que contivesse carne, mas de uns tempos pra cá era raro quando consumia tal alimento.

– Não sabia que era vegetariana Hayley? – Corine disse a mim quando nossos pratos chegaram.

– Na verdade eu não sou. – Sorri.

– É a convivência com o namorado que a deixou com esses hábitos mais naturais. – Juli apressou-se a dizer.

– Ah sim sua mãe me disse mesmo que esta namorando... Tom Kaulitz, certo? – Afirmei positivamente concordando. – Eu não o conheço só a Bill que freqüenta uma de minhas lojas que tenho na Alemanha, claro quando ele ia com mais freqüência para lá.

– Que coincidentemente é namorado de Juliette. – Falei e Juliette sorriu de canto.

– Isso é ótimo, eles são muito talentosos já tive a oportunidade de conhecer seu trabalho, alem de serem realmente muito bonitos. – Falou e logo recebeu nossos sorrisos em aprovação.

O almoço estava muito agradável conversávamos sobre muitas coisas que envolviam moda, atualidade e ate a melhor maneira de se preparar um delicioso bolo de chocolate, ate que entramos no assunto que nos trouxe ao almoço e foi uma pergunta que Corine fez a mim e a Juliette que nos espantou de certa forma, nos deixando sem reação alguma.

– Desculpe Corine, mas você pode repetir a pergunta? Acho que não entendemos muito bem. – Quando Juliette pediu para que Corine repetisse a pergunta que havia acabado de nos fazer, esta soltou uma gargalhada relativamente alta.

– Ora minhas queridas acho que sim, que vocês entenderam muito bem a minha simples pergunta. – Falou nos encarando, mamãe apenas sorriu esperando assim como sua amiga por uma resposta. Juliette me encarou e era como se conversássemos apenas com o olhar, ate que assentimos uma para a outra e assim me virei para Corine respirando fundo antes de dizer qualquer coisa que fosse.

– Bom... é muita responsabilidade e agradecemos a confiança e tenho certeza de que vamos dar conta do trabalho, e não decepcioná-la é claro. – Falei e Corine sorriu satisfeita.

– Então sejam muito bem vindas Hayley e Juliette as minhas mais novas sócias. – Levantou-se e fizemos um brinde e apertamos as mãos como se selássemos a nossa nova sociedade. Estava tão feliz, finalmente voltaria à ativa e fazendo o que mais amava e ansiei por fazer em toda a minha vida, não via a hora de contar a Tom, foi quando fui novamente surpreendida.

– Mas isso eu devo a uma pessoa que me fez enxergar o quanto eu iria ganhar com essa escolha, se não fosse ele não teria a grande sorte de trabalhar com vocês. – Ele? Ele quem? Encerei confusa a mulher elegante que estava a minha frente naquela mesa acompanhada de Juliette, mamãe parecia já saber do que se tratava, mas sua expressão estava um tanto seria e receosa.

– Desculpe Cori eu não entendi o que... – Antes que pudesse continuar a falar ela me interrompeu.

– Acho que isso vai responder a sua pergunta Hayley. – Disse Corine apontando para algo ou alguém atrás de mim, e quando me virei a minha surpresa foi grande misturada a duvida também. Ele caminhava a passos lentos e acelerou um pouco quando viu Corine acenar para que viesse para onde estávamos.

– Me fala que isso é mentira. – Juliette murmurou para que somente eu escutasse.

Eu não conseguia dizer nada, estava extasiada com a tal noticia e única coisa que me vinha à cabeça era: Por que ele fez isso? Por que inda insistia em me ajudar mesmo depois de tê-lo magoado.

– Peter que bom que chegou a tempo querido. – Corine já estava de pé quando Peter se aproximou de nós e a cumprimentou com um abraço e logo em seguida virando-se para nós sorrindo fraco, parecia envergonhado.

– Olá! – Disse para nós.

– Olá! – Respondemos em uníssono.

– Bom como eu sei que já se conhecem, não poderia ter sido melhor pessoa para me mostrar de que essa seria uma ótima escolha para emplacar na carreira de minha marca de roupas e claro na carreira de vocês duas, afinal Peter trabalhou com as duas e conhece melhor do que ninguém as suas capacidades profissionais tão bem elogiadas por todos, o que me deixou muito satisfeita logo de cara, Peter foi só mais uma das confirmações de que precisei para decidir. – Falou. – Certo querido?

– Claro Corine, as duas são excelentes profissionais e verá como é gratificante trabalhar com ambas. – Peter falava diretamente para Corine e evitava principalmente encarar-me nos olhos. – Bom passei rapidamente por aqui já que não resisto aos pedidos e é sempre muito bom poder revê-la, mas preciso ir, ainda tenho uma reunião daqui à exatamente meia hora e não posso chegar atrasado. – Disse se despedindo de nós.

– Claro querido e eu também não quero que se atrase, e muito bom revê-lo também. – Depois de abraçar Corine, Peter despediu-se de nós novamente, mas precisava falar com ele entender o porquê de ter feito isso e não menos importante agradecê-lo por ter feito essa gentileza.

– PETER! – Gritei antes que ele entrasse em seu carro, ele se virou em minha direção e apenas me esperou aproximar. – Oi! – Disse bobamente.

– Oi! – Falou firme, mas com seu olhar visivelmente triste.

– Bom... – Tentava encontrar as palavras certas. – Só queria agradecer a você, por ter falado tão bem do meu trabalho e da Juliette para a Corine. – Peter apenas sorriu fraco.

– Eu não fiz nada alem de dizer a verdade. - Deu de ombros.

– Achei que tivesse raiva de mim... bom depois de tudo o que aconteceu. – Ele riu abafado.

– Hayley uma coisa não tem nada a ver com a outra. – Disse serio depois. – Já devia saber disso.

– Sim. – Baixei o olhar. – Mas por que fez isso? Mesmo depois de magoar você... eu...

– Você em nenhum momento me magoou Hayley, você foi sincera e nada do que aconteceu foi culpa sua, você não me ama e não posso mudar isso ninguém pode mudar o que o coração sente e eu já estou aprendendo que nada é como nós queremos, é um preço grande a pagar, mas não há alternativa a não ser dar ao tempo a chance de me fazer esquecer, de me permitir esquecê-la. – Disse isso e sorriu para mim ternamente.

– Obrigada mesmo assim. – Ele apenas assentiu e abriu a porta do carro para ir embora, mas antes de fazê-lo virou-se para mim mais uma vez.

– Ah e respondendo a sua pergunta. – Apenas esperei que continuasse. – Eu só fiz isso por que... por que ainda te amo! – Entrou no carro deu a partida e me deixou lá com cara de pateta.

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59 Re: Pra Você Guardei O Amor em Ter Jan 29, 2013 3:59 pm

Suuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuper atrasada ~chega correndo~ Mas aqui esta o capitulo \0
Boa leitura!




25º Capitulo: Confiança



Voltei para onde minha mãe, Juliette e Corine estavam me esperando, e minha cara de pateta ainda devia estar estampada em mim por que assim que voltei Juliette me encarou com duvida, mas de uma forma que sabia que a conversa com Peter poderia não ter sido fácil.

– Esta tudo bem? – Perguntou para que somente eu ouvisse.

– Sim. – Disse disfarçadamente. – Depois conversamos. - Ela apenas assentiu.

Minha mãe e Corine conversavam e nem se deram conta de nada, ate que minha mãe virou-se para nos encarar.

– Meninas melhor irmos, não? – Disse.

– Sim é melhor e esta ficando tarde. – Falei. – Tom deve estar me esperando, combinamos de sair.

– Ah esses jovens amando é tão lindo de se ver. – falou Corine fingindo suspirar, o que nos fez rir. – Espero que esse programa de hoje se repita por mais vezes.

– Certeza que sim Corine, afinal agora ficaremos mais próximas. – Juliette disse.

Assim que pagamos a conta nos despedimos de Corine peguei meu carro e fomos em direção a casa de Juliette para deixá-la em seu condomínio. Ela obviamente estava curiosa pra saber sobre a minha conversa com Peter, mas como minha mãe estava junto falei a ela que assentiu concordando que ligaria depois.

Cheguei a minha casa e fui direto para o meu quarto, deixei a bolsa em uma poltrona que havia em meu closet e fui direto para o banho demorando um pouco, mas não muito para que não me atrasasse, sai do banho enrolada em uma toalha indo novamente para o meu closet quando meu celular toca. Era Tom.

– Alô! – Disse normalmente apesar de saber que era ele.

Oi amor! – Falou do outro lado. – Esta tudo bem?

– Oi amor esta sim, por quê? – Falei tentando ser descontraída.

Não sei eu é que estou perguntando sua voz esta diferente. – Falou em tom desconfiado. – Correu tudo bem no almoço hoje?

– Sim tudo perfeito não aconteceu nada. – Falei sorrindo abafado.

Bom se não quer falar não vou forçar e eu liguei pra saber se esta pronta? – Disse.

– Ah pra ser sincera ainda não... Acabei de sair do banho. – Tom riu. – Mas fico pronta em dez minutos.

Uhum. – Falou em tom zombeteiro. – Certeza? Em dez minutos estou passando ai.

– E eu vou estar pronta te esperando. – Falei rindo.

Okay ate daqui a pouco. – Despediu-se.

– Ate. – Falei e desliguei.

Arrumei-me o mais rápido que pude com certeza bati o meu recorde, demoro mais que tudo pra me arrumar e sabia que era uma das coisas que meu namorado mais “odiava” em mim, ele detestava atrasos e eu não queria que isso fosse motivo para discussões, então fui o mais breve em me arrumar, acabei optando por algo mais simples e ao mesmo tempo elegante de certa forma.

Já estava pronta e tinha acabado de chegar à sala de estar quando a campainha toca.

– Mãe já estou indo! – Gritei em direção à cozinha onde ela com certeza estaria. Ouvi-a gritar de volta e daí porta afora.

Como de costume estava encostado em seu Audi e veio em minha direção para um abraço caloroso.

– Oi! – Disse ainda com meus braços em volta de seu pescoço e dando-lhe um selinho demorado.

– Oi! – Falou beijando a ponta de meu nariz costume que ele tinha toda vez que nos cumprimentávamos o que eu sempre achei fofo. – Esta linda!

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– Obrigada! Você também esta lindo. – Falei me soltando de seu abraço. – Aonde vamos? Por que pelo que me lembro ainda esta muito cedo para um suposto jantar. – Disse a ele o que era uma verdade, já que ainda eram pouco mais que quatro da tarde.

– Sim ainda é cedo, queria ir ate a praia sei que foi hoje ao restaurante que tem lá e... – Terminei antes dele.

– Adorei a idéia. – Disse beijando-o novamente. Tom apenas sorriu e abriu a porta do seu carro para que pudesse entrar, e assim que também entrou no carro deu a partida e fomos para a praia nosso lugar predileto o que já esta bem obvia de se notar eu diria.

Quando chegamos à praia o sol já estava se pondo o que dava um efeito totalmente lindo e perfeito ao ambiente em que estávamos, paramos o carro, retiramos nossos sapatos e seguimos para a areia sentando na mesma para apreciar o por do sol. Estava pensativa desde a conversa que tive com Peter, sentia-me culpada mesmo não sendo culpa minha pelo fato de que ele ainda é apaixonado por mim, mas isso não saia da minha cabeça e Tom pareceu perceber essa minha preocupação, aproximou-se de mim de forma que ficasse entre suas pernas e encostasse minha cabeça deitando na curva de seu pescoço, suspirei pesado relaxando o corpo enquanto ele afagava meus ombros e isso me transmitia segurança deixando-me mais tranqüila.

– O que você tem? Desde a hora em que nos falamos pelo telefone que esta assim estranha, perdida em outro mundo. – Falou fazendo carinho em meus cabelos.

– Nada. – Falei tentando passar indiferença, mas sabia que não funcionaria.

– Como nada? Esta ai toda distraída, desse jeito vou pensar que foi algo que disse ou fiz a você. – Falou de forma seria. – Não confia em mim?

Virei meu rosto para encará-lo, e tinha os olhos sobre mim esperando por alguma explicação, o que era justo afinal não éramos apenas namorados e sim amigos confidentes, nunca escondíamos nada um do outro depois de tantas coisas ruins que se passaram em nosso relacionamento prometemos sempre dividir os problemas por mais confusos e difíceis que pudessem ser. Encarei Tom mais uma vez e com muito custo, pois temia que isso pudesse trazer certo desconforto para nós dois decidi contar-lhe sobre o almoço e sobre Peter estar em LA e ter ajudado na nossa sociedade com a amiga de minha mãe.

– Bom o almoço hoje foi bem agradável, conversamos sobre muitas coisas e Corine nos chamou não só para trabalharmos gerenciando essa nova loja dela aqui em LA, mas também para que nos tornemos suas sócias. – Tom me encarou e logo depois sorriu radiante e feliz com a novidade.

– Meu amor isso é maravilhoso! – Disse ainda sorrindo. – Nunca pensei... Caramba isso mostra a confiança que ela depositou em vocês, ela deve saber as grandes profissionais que são. – Falou por fim, mas ainda tinha preocupação mistura a tristeza em meu rosto. – Por que ainda esta com essa cara Hayley? Esta me deixando preocupado.

– É que o motivo de estar assim foi à surpresa que tive com quem nos “ajudou” a ganhar essa total confiança de Corine em nosso trabalho bem visto na Europa. – Falei fazendo aspas quando mencionei o “ajudou”. Tom apenas esperou que concluísse, mas antes que pudesse dizer sua feição mudou de confuso para serio.

– Não vai me dizer que... – Eu apenas confirmei, pois sabia que ele havia entendido de quem se tratava. – Eu não acredito!

– Eu e Juliette ficamos tão surpresas quanto você. – Falei baixando o olhar e voltando a encarar o mar.

– Bom pelo menos ele sabe reconhecer o trabalho de vocês. – Admitiu. – Mas não é só por isso que esta assim aconteceu mais alguma coisa que te preocupa.

– Fui falar com ele quando estava indo embora. – Tom apenas me encarava atento ao que eu dizia. – Apenas para agradecer a gentileza de ter falado tão bem de nós para Corine e... – Demorei a concluir.

– E...? – Tom incentivou-me a continuar.

– E que achei que ele pudesse estar com raiva de mim e queria entender o porquê de ter feito isso por mim. – Respirei fundo antes de continuar. – Ele disse que uma coisa não tinha nada haver com a outra, mas que por outro lado também apenas fez isso por ainda estar apaixonado por mim.

Tom ficou em silencio e como não estava encarando-o enquanto contava tudo, fiquei curiosa e impaciente para que me dissesse algo ou ate mesmo que brigasse comigo por isso procurar por Peter, mas quando o olhei sua expressão era serena e tinha normalidade em seus olhos, mas ainda continuava em silencio ate que o quebrei.

– Tom fala alguma coisa? Vai ficar ai com esse ar de pateta ate que horas? Briga comigo... Fala qualquer coisa, mas não fica em silencio. – Disse rápido e ele começou a rir. – Vai rir agora? – Falei o olhando incrédula.

– Desculpe. – Disse desfazendo o riso. – O que você quer que eu fale?

– Qualquer coisa! – Falei elevando meu tom de voz, pois estava nervosa.

– Calma okay, não vou brigar com você nem tem motivo pra isso e pra falar a verdade eu sinceramente acharia estranho Peter já ter te esquecido, se ele a ama tanto como diz amar, não te esqueceria tão rápido. – Eu o olhava sem piscar. – Que foi?

– Você não esta me dizendo isso?

– Sim eu estou e Hayley o que Peter sente ou deixa de sentir não me interessa nem um pouco, isso pode soar convencido, mas eu sei que é a mim que você ama. – Falou de forma tranqüila. – E mais uma coisa ele já nos separou uma vez e pra mim já foi o suficiente, então o que mais quero é viver em paz com você e esquecer que ele existe.

Eu nada conseguia dizer, as palavras sumiram e tudo o que Tom me disse rodava em minha cabeça porem me mostrou de uma vez por todas que o que mais importa somos eu e ele juntos e nada mais, sim era uma pena que Peter estivesse sofrendo, mas nada eu poderia fazer se ele mesmo não se permitia esquecer desse amor que sentia por mim.

– É você tem razão, estou dando importância a uma coisa que não merece minha preocupação. – Ele sorriu e passou suas mãos por meu rosto.

– Não vou ser insensível e dizer que também não tenho pena por ele ainda alimentar esse sentimento que deve só estar lhe fazendo mal, mas eu tenho que pensar em nós dois. – Apenas assenti concordando. – Agora vamos esquecer esse assunto okay?

– Sim. – Disse suspirando. – Me beija?

Tom olhava intensamente em meus olhos e parecia que a qualquer momento enxergaríamos a alma um do outro, passou suas mãos contornando meu rosto, eu fazia o mesmo e fechei meus olhos e quando menos esperei já estava com seus lábios nos meus movendo-se de maneira calma e doce.

E assim ficamos por mais um bom tempo, apenas nós dois naquela praia que trazia e levava junto com suas ondas a nossa historia, o nosso amor.

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60 Re: Pra Você Guardei O Amor em Ter Fev 05, 2013 3:32 pm

Bem... Oi ? HAHA
Andei sumidona por um tempo daqui. Mera preguiça admito, mas é que ultimamente eu estou cansando muito a minha beleza -q aí eu estou cansando mesmo né, probleminhas pessoais, mas cá estou eu novamente.
Booooom: Eu ahei SUPER sincera e linda a declaração do Peter '-' - vai me entender viu- e por mais que ainda ache que eles está tramando pra cima do Tom e da Hayley eu gostei da atitude dele. Me pareceu verdadeira. Só nao consegui ainda me achar na atitude do Tom O.O Foi muito inesperado isso. Acho que nessa parte ele não iria agir tão calmamente assim '-' Com o geniozinho dele kkk Mas vamos ver o que vem a seguir sim ^^ Se essa calma vai continuar por muito tempo.
Continua Raafa

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61 Re: Pra Você Guardei O Amor em Qua Fev 06, 2013 1:04 pm

Capitulo pra vcs, desculpem de vdd a demora D:





26º Capitulo: Um Tanto Desconfortável




Dois dias depois



Hoje era um dia extremamente importante para mim, e para Juliette também era nada mais nada menos que o dia da inauguração da nossa loja em LA, estava tão ansiosa para tal evento que não havia nem dormido direito na noite anterior, Tom já estava quase perdendo a paciência comigo e esse meu nervosismo. O que estava acontecendo naquele exato momento, onde nos encontrávamos em meu quarto e estava me arrumando para o coquetel que teria para a inauguração da loja, não fazia idéia do que vestir havia tirado praticamente tudo de dentro do meu closet e sob os olhares de indignação de Tom que assistia a tudo deitado em minha cama com o celular em mãos, provavelmente atualizando o aplicativo que tinha com Bill.

– Desisto não sei o que vestir! – Falei derrotada jogando os braços para o alto e a peça de roupa que estava em minha mão no chão, Tom olhou para mim e rolou os olhos. – E você não faça essa cara. – Disse apontando-lhe o dedo e fazendo bico enquanto Tom ria.

– Linda você estava perfeita em todas as roupas que provou só nessa uma hora em que estamos aqui. – Disse despreocupado me encarando.

– Mas em nenhuma delas eu estava me sentindo bem, quero algo que não chame muita atenção. – Falei tristonha. Tom levantou-se da cama e veio em minha direção parando de frente pra mim.

– Eu sei que não sou tão bom quanto o Bill nessas questões de roupas e isso combina com aquilo, mas posso escolher sua roupa o que acha? – Arqueei minhas sobrancelhas, Tom nunca ligou muito pra esse lance de moda, mas nunca estava mal vestido acho que seria uma boa arriscar, e outra não era todo dia que se podia ver Tom Kaulitz ajudar a namorada a escolher o que vestir. Seria um tanto engraçado essa situação e pagaria o preço que fosse para presenciar tal momento.

– Bom se você quiser por mim tudo bem. – Dei de ombros, mas estava rindo por dentro. Ele sorriu para mim e depois juntou as sobrancelhas e tombou a cabeça de lado em duvida observando o enorme closet a nossa frente mexendo em algumas peças.

– Algo que não chame a atenção né? – Disse e fez uma carinha fofa levantando as duas sobrancelhas, assenti que sim e ele continuou concentrado olhando o closet. – Pode mostrar as pernas? – Falou sem me olhar.

– Bom pode, mas nada exagerado, por favor. – Falei e o ouvi sorrir abafado.

Tom ia mexendo em minhas roupas e pegava uma peça, quando não gostava colocava no lugar e assim foi por uns quinze minutos ate que finalmente virou-se para mim me entregando as peças de roupas em suas mãos.

– Pronto aqui esta sua roupa. – Falava enquanto eu pegava a roupa e analisava as peças. – Espero que meu gosto esteja de acordo, eu sinceramente acho que vai ficar linda nelas e não esta chamativa. – Falou esperando a minha opinião.

– Vou me arrumar e já vamos descobrir se seu gosto para roupas femininas estão ou não de acordo. – Disse dando-lhe um selinho e expulsando ele para fora do closet e fechando a porta em seguida.

Vesti-me e realmente Tom tinha acertado a roupa estava perfeita, nem chamativa e nem muito simples totalmente na medida certa. Aproveitei e já me maquiei ganhando tempo para não me atrasar, quando sai Tom estava novamente deitado na cama e assim que me viu arregalou os olhos e sorriu se levantando.

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– Caramba ficou melhor do que eu imaginava que ficaria. – Falou pegando em minha mão e me rodando em sua frente. – Amor você esta linda! – Agora de frente passou sua mão de leve em meu rosto, sorri de volta e dei-lhe um selinho demorado.

– Obrigada! E você esta de parabéns adorei sua escolha. – Ele sorriu e me abraçou.

– Mais agora estou começando a me arrepender. – Disse me olhando de novo. – Esta muito bonita não vou poder sair do seu lado nesse coquetel. – Bati de leve em seu ombro e rimos.

– Vamos logo se não vamos nos atrasar. – Falei pegando minha bolsa. – Bill e Juliette devem estar nos esperando.

– E sua mãe não vai com a gente?

– Ela ia com a Corine. – Falei fechando a janela do quarto e Tom parado a porta. – Já devem ate estar lá na loja.

Ele assentiu e saímos descendo rápido as escadas, Tom me ajudou a terminar de fechar a casa e fomos para a garagem onde estava seu carro.

Quando chegamos ate o local, já havia muitos fotógrafos e equipes de reportagens. Paramos o carro e logo uma espécie de chofer veio ate nós e Tom entregou-lhe a chave do carro, olhou para mim pegou em minha mão o fotógrafos tiravam muitas fotos nossas, isso ainda era estranho, já tínhamos assumido nosso namoro publicamente, mas não gostávamos muito dessa pressão da parte deles em querer sempre saber onde estávamos e o que fazíamos o tempo todo, a nossa sorte era que conseguíamos ser muito discretos e sempre dávamos um jeito de despintá-los em qualquer lugar que estivéssemos.

– Tudo bem? – Perguntou Tom.

– Sim. – Disse dando um meio sorriso

– Não vou soltar sua mão. – Olhei para ele e toda a segurança de que precisava eu tinha nele, sorri e apertei minha mão na dele.

– Obrigada! – Disse.

– Eu te amo! – Falou e beijou o topo de minha cabeça.

– Também te amo! – Falei.

Assim que entramos muitas pessoas vieram nos cumprimentar, muitas me dando os parabéns e outras ate dizendo terem ficado muito felizes por eu estar em LA e trazendo comigo a moda da Europa. Sorria agradecendo a toda a atenção e minha felicidade não havia medida naquele momento tudo estava perfeito. Foi quando senti Tom apertar de leve minha mão e quando o olhei ele estava olhando para a direção oposta a do meu rosto.

– O que foi Tom? – Chamei sua atenção.

– Sua mãe esta ali e esta nos chamando. – Disse e quando observei melhor pude ver minha mãe, Corine, Juliette, Bill e... Peter. – Acho melhor irmos ate lá.

– Tom... – Hesitei quando Tom andou e eu permaneci parada.

– Hayley esta tudo bem. – Falou tentando passar confiança, mas sabia que estava desconfortável.

Relaxei o corpo e respirei fundo e segui Tom que nos conduzia ate onde estavam todos. Corine assim que nos viu abriu um sorriso enorme.

– Meus queridos que bom que já chegaram! – Falou me abraçando e logo em seguida Tom.

– Olá! – Disse indo cumprimentar o restante. – Nossa esta tudo perfeito!

– Sim tudo esta lindo! – Bill disse.

O ambiente estava um tanto pesado, mas parecia que todos estavam empenhados em fazer com que ele ficasse o mais tranqüilo possível. Ate que um fotógrafo passava perto de nós e Corine chamou-o.

– Quero registrar o momento. – Falou me puxando e depois Juliette. – Venha Peter você também faz parte disso. – Isso não ia prestar.

– Corine acho melhor não eu... – Ela não deixou que ele terminasse e o puxou para perto.

– Não seja bobo querido! – Enquanto tirávamos as fotos eu tinha meus olhos atentos a Tom também que estava disfarçando muito bem seu desconforto. – Agora uma foto de Peter e Hayley, por favor! – O que?

Isso só pode ser o meu inferno astral. Procurei Tom novamente e não o encontrei, Corine estava tão empolgada pegou em minha mão e colocou Peter a meu lado e quando o fotografo bateu a primeira foto eu logo me desvencilhei e fui em direção a Tom. Isso só podia ser algum tipo de azar muito forte fui acompanhada sob o olhar dos demais só pude ouvir Corine se desculpar.

Cheguei a uma pequena varanda que tinha ao lado dos banheiros e lá estava Tom com os braços apoiados no parapeito.

– Tom? – Chamei-o em um sussurro ele apenas virou o rosto e me encarou. – Tom me desculpa eu... – Não sabia nem o que dizer.

– Esta tudo bem eu só não queria continuar lá. – falou virando de frente e se encostando à mureta.

– Mas você ficou chateado... Desculpe-me não devia ter aceitado tirar as fotos. – Falei.

– Não vamos discutir por causa de uma foto Hay, e ainda mais hoje uma noite tão especial. – falou abraçando minha cintura e encostando sua testa na minha.

– Mas Tom... – Ele me calou com um selinho.

– Vamos voltar os outros devem estar sentindo a nossa falta e achando que estamos discutindo. – Disse e eu assenti não era hora para argumentações.

Voltamos e Corine logo veio se desculpar pelo incidente eu e Tom apenas pedimos que não se preocupasse e que estava tudo bem, mas ainda sim ela parecia bastante envergonhada. Eu e Tom não nos desgrudávamos por nada a noite inteira ate que uma hora apenas eu e ele vimos Peter ir embora sem nem se despedir de ninguém, olhei para Tom e ele tambem havia visto.

– É melhor assim. – Me disse e eu assenti voltando a minha atenção para os convidados que vinham me parabenizar.


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62 Re: Pra Você Guardei O Amor em Dom Fev 10, 2013 3:19 pm

Desculpem mais uma vez a demora.... Espero que gostem, já estamos chegando no fim da fic ><
Boa leitura!





27º Capitulo: E ponto para Tom Kaulitz




POV’s Tom



– Tom já passou não tem o porquê você continuar nervoso assim. – Bill me dizia ao entrarmos em casa assim que chegamos do coquetel, me virei para encarar meu irmão e ainda podia sentir a raiva por meu rosto vermelho.

– Ele faz de propósito Bill... Ele... Ahhh ele é um idiota mal amado. – Bill rolou os olhos, podia estar exagerando, mas ele podia pelo menos tentar entender meu lado. – Não faça essa cara pra mim Bill, eu sei que não tenho que ficar assim que é a mim que a Hayley ama, mas... – Eu nem sabia o que estava falando mais.

– Tom... Você acabou de tirar as palavras da minha boca, é exatamente isso que tem que enfiar nessa sua cabeça teimosa caramba, a Hayley ama você mais do que tudo. – Bill se aproximou tocando meu ombro e me fazendo encará-lo. – Assim pode acabar perdendo-a novamente.

– Eu sei... Eu sei, mas se eu não resolver isso de uma vez por todas não vou conseguir tirar essa minha insegurança que esta me matando. – Disse me sentando e suspirando pesado.

– E o que pretende fazer a respeito? – Meu irmão me encarou serio e nesse instante Juliette entrou pela porta da sala, ela estava na casa de Hayley, mas iria dormir em casa.

– Oi! – Ela nos cumprimentou, mas logo notou o clima tenso. – Esta tudo bem por aqui?

– Sim esta! – Bill logo foi ao seu encontro a abraçando.

– Certeza? Tom esta tudo bem? – Ela ainda insistiu. Bill explicou o que tinha acontecido e Juliette tinha a mesma opinião que ele, mas uma idéia havia acabado de passar por minha cabeça e teria de ter paciência, pois os dois iriam tentar me fazer mudar de idéia, foi quando Juliette fez a mesma pergunta que Bill havia feito antes dela chegar. – E você esta pensando fazer algo a respeito disso?

– Sim e eu vou fazer isso agora mesmo. – Levantei rápido e fui acompanhado quase que na mesma hora por Bill e Juliette que ficaram me encarando enquanto eu pegava as chaves do carro.

– Posso saber aonde você vai Tom? – Bill já estava em minha frente.

– O obvio, não? Falar com Peter pessoalmente. – Disse despreocupado, afinal foi à única alternativa que via naquele momento.

– Esta louco! – Juliette disse espantada. – Vocês dois vão se matar!

– Claro que não Juli. – Falei fingindo estar ofendido. – Vou apenas conversar.

– Tom espere ate amanha pelo menos. – Bill tentou argumentar em vão minha decisão estava tomada.

– Eu vou conversar hoje e agora. – Disse já saindo. – Vocês concordando ou não.

Cheguei à garagem e entrei em meu carro, quando coloquei a chave na ignição e dei a partida ouvi a porta a meu lado abrir e Bill entrar por ela, olhei-o confuso e fiz um gesto com a cabeça indicando o que estava fazendo.

– O que? – Me perguntou e eu continuei encarando-o. – Vou com você.

– Bill... – Ele me interrompeu.

– Nem adianta tentar me impedir eu vou com você e ponto final. – Nesse instante ouvimos a porta de trás abrir e Juliette entrar no carro Bill e eu a encaramos e ela sorriu de leve.

– Ah gente não vou ficar sozinha nessa casa enorme. – Ri e Bill rolou os olhos e então seguimos ate o hotel em que Peter estava hospedado já que Juliette tinha o endereço e sua vinda foi uma ótima idéia no fim, pois foi um detalhe que havia me esquecido.

Quando paramos o carro em frente ao grande hotel de luxo localizado no centro de LA, antes de descer encarei as duas pessoas que estavam comigo, eu sinceramente não queria que viessem juntos, apenas concordei que viessem para não chateá-los, não estava ali para discussões só queria de uma vez por todas conversar com Peter e deixar claro que Hayley era minha namorada e que ela não queria nada com ele, que Peter deveria seguir sua vida e tentar ser feliz com quem o amasse de verdade, não era por que não gostava dele que deveria ter menos direito de ser feliz, acho que na verdade tinha pena desse amor não correspondido que ainda assolava seu coração, devia ser bem triste viver assim, amar e não ser amado e acredito que se passasse por isso certamente enlouqueceria.

– Bom eu deixei que viessem, mas vou entrar sozinho. – Disse olhando para eles diretamente. – Esperem aqui não vou demorar.

– Qualquer coisa ligue. – Bill disse e pude ver Juliette o olhar espantada.

– Bill! Como assim “qualquer coisa ligue” não acredito que vai deixar seu irmão ir sozinho. – Ela praticamente gritou.

– Juliette calma okay! – Ele falou olhando para ela e depois para mim. – Eu confio em Tom e se ele diz que só vai conversar é por que só vai conversar.

– Obrigado Bill! – Falei a meu irmão. – E Juliette fique tranqüila esta tudo bem ninguém vai brigar ou sequer discutir.

– Só estou preocupada Tom! – Falou sincera.

– Eu sei, mas se não aparecer em meia hora vocês podem mandar me chamar. – Ela apenas assentiu ao mesmo tempo em que Bill também concordou.

Sai do carro e segui em direção ao grande salão de entrada do hotel, cheguei à recepção e pedi ao rapaz que estava na mesma que chamasse por Peter, para ajudar disse seu sobrenome e logo o rapaz encontrou, mas ele não atendia ao telefone o que estranhei.

– Mas você sabe se ele saiu? – Perguntei ao recepcionista.

– Acredito que não senhor o tempo em que estou aqui ele não apareceu já que sempre deixa a chave de seu apartamento na recepção. – Falou.

– Será que posso subir? – Arrisquei.

– Não sem o consentimento do próprio Sr. Peter. – Mais que droga, mas eu iria subir de um jeito ou de outro, uma coisa que eu sabia ser era teimoso.

– Mas eu preciso falar com ele urgente. – Comecei. – Olha ele e minha irmã discutiram feio sabe, e estou preocupado, não sei do que é capaz, ele pode cometer uma loucura. – Agora eu apelei.

– Eu não sei se devo. – Mas que garoto chato! Custa liberar a minha entrada ate o apartamento do cara.

– Prometo não demorar e outra ninguém precisa saber. – Acho que agora eu consegui. – Por favor, cara realmente estou preocupado e você mesmo viu que nem atendendo o telefone ele esta. – O rapaz pareceu hesitar por mais algum tempo.

– Bom tudo bem, mas, por favor, não demore senhor. – E ponto para Tom Kaulitz!

– Pode deixar. – Sorri para o rapaz.

Assim que peguei a chave segui para o elevador que já estava no térreo, apertei o andar e mais do que depressa o elevador começou a subir. Cheguei ao andar e parei em frente a porta do apartamento em que Peter estava, bati uma vez... Nada. Bati uma segunda vez... Nada. Nossa o cara morreu ai dentro? Achei melhor entrar.

Abri a porta com cuidado e estava tudo muito escuro, isso não era tão estranho afinal ele poderia estar dormindo, mas estava sim estranho aquele quarto. Decidi então ir ate onde estava o quarto já que este tinha uma espécie de anti-sala e uma copa também, me aproximei mais e meus olhos e coração quase que saíram de mim. Isso só podia ser piada de mau gosto!

Peter estava caído ao lado da cama e muitas garrafas de bebidas estavam espalhados pelo quarto, o cheiro forte de álcool era quase que insuportável, cheguei perto dele que aparentemente estava desacordado, mas ele estava longe disso sua expressão era de um cadáver estava com os lábios roxos e pulso fraco, comecei a me desesperar. Peguei meu celular no bolso da blusa e disquei o numero de Bill, tremia tanto que não sei como consegui discar.

Oi! Já esta vindo? – Bill falou calmo.

– Bill... – Minha voz saiu falhada.

Tom que voz é essa? O que houve? – Sua voz estava elevada.

– Peter... Bill. – Tentava mais minha voz não saia por nada.

FALA TOM O QUE TEM PETER? – Bill gritou.

– Ele esta desmaiado e tem muita bebida aqui, acho que ele esta em coma alcoólico. – Falei rápido. – Vem ate aqui avisa lá na recepção e chama um medico rápido.

Desliguei o celular e tentava em vão chamar por Peter que nem respirava direito. Agora eu estava com medo, um medo que nunca havia sentido antes.

– Vamos lá Peter acorda cara! – E o que se ouvia era apenas o som de meus tapas em seu rosto e minha voz chamando por ele.

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63 Re: Pra Você Guardei O Amor em Ter Fev 12, 2013 1:34 am

Bom, voltei do além ^^ Eu sempre volto. Tava pulando o carnaval, por isso.. enfim vamos à fic: O.O Por que eu SABIA que ele ia tentar alguma coisa? ( O Peter) bem na hora que o Tom fosse falar com ele? Também depois de tanta rejeição, mas morte nunca é a resposta pra nada, só tá adiando um sofrimento tardio. Tou com receio de pensarem que foi o Tom que fez algo x.x Quando eu li que ele tava desmaiado no chão eu: iii vai sobrar pro Tom. Espero que nao seja nada do que eu esteja pensando. Mas deu pena do Peter :/ e do Tom porque afinal de contas ele só tava querendo ficar bem com ele. Coma alcoolico.. É por isso que eu não suporto bebida alcoolica. Nem sou acostumada a beber, primeiro por causa do gosto e outra por causa do estado em que deixa a pessoa. Claro que um energico e um champagne até vai né em festinhas familiares, mas nao gosto MESMO! Prefiro refri mesmo que só me da estria e celulite, mas isso não mata então.. u.u kkkkkkk ignora Rafa.
Reta final já? D= Nossa... D:
Continuaaaa

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64 Re: Pra Você Guardei O Amor em Seg Fev 18, 2013 4:31 pm

Sorry a demora meninas de novo rsrsrs.... Aqui esta o cap 28 \0
Küsse


P.S: Ah e só pra vcs saberem a música que me ajudou a escrever essa fic foram "The Message" Coldplay e "If I Had a Gun" do Noel Gallagher




28º Capitulo: Agora Tudo Vai Ser Diferente





POV's Hayley

– Mais que droga de telefone será que não se pode tomar mais banho em paz. – Falei brava quando sai do banheiro em direção a minha cama pegando o celular em cima da mesma que se matava de tanto tocar. – Alô! – Falei ríspida.

Hayley? – A voz de Tom estava estranha, tão estranha que não consegui identificar nenhum sentimento nela.

– Oi lindo! – Ele parecia aéreo acho que nem tinha me escutado. – Tom esta tudo bem?

Na verdade não. – Foi direto. – Estou no hospital com Peter, ele... – Eu ouvi bem? Com Peter? Mas que diabos Tom estava fazendo com Peter em um hospital?

– Como é? Hospital? Tom o que esta havendo? - Dizia rápido demais. – Você esta bem?

Hayley calma. – Tom tentava falar. – Eu estou bem Peter foi quem passou mal. – Ouvia atentamente ao que Tom me dizia, quando terminou de me contar o que havia acontecido e o porquê de ter ido ate o hotel para falar com Peter dei-lhe uma bronca.

– Mais que inferno Tom! – Gritei no telefone. – Isso já esta ficando doentio, já nos separamos por isso uma vez, quer que isso nos separe novamente? Pra que desenterrar isso estava indo tudo tão bem. – Disse.

Não acredito que vamos brigar tudo bem eu sei que não devia ter ido, mas só queria conversar com ele e tentar entender o porquê de viver assim, alimentando um amor que não é correspondido. – Tom suspirou pesado. – Mais quando eu entrei naquele quarto e o encontrei naquele estado... Hayley eu estou assustado nunca tinha visto nada igual, serio e olha que já vi coisas bem ruins nesses 22 anos de vida.

– Eu sei Tom me desculpe okay? – Falei arrependida. – Eu estou indo ai agora, mas e o estado de Peter é grave?

Os médicos disseram que não, só que terá que ficar um tempo em observação e esta tomando os medicamentos para o fígado que foi o mais afetado. – Falou. – Hayley vem logo preciso de você aqui.

Desligamos o telefone e eu fui logo colocar a primeira roupa que achei no guarda-roupa, sai apressada porta afora entrei em meu carro e segui para o hospital que ficava no centro de LA. Cheguei ao hospital e fui ate a recepção.

– Boa noite! – Disse à enfermeira que sorriu em resposta a mim. – Preciso ver um paciente que deu entrada agora a pouco aqui o nome é Peter D’Arc ele é francês. – Falei na esperança de facilitar na identificação.

– Sim ele esta no segundo andar no fim do corredor à direita. – Falou simpática a enfermeira, agradeci e entrei no elevador apertando o botão do segundo andar.

Assim que sai do elevador segui pelo corredor virando a direita como tinha orientado a enfermeira e logo avistei Juliette e Bill sentados em um dos sofás ali naquela sala de espera.

– Oi gente! – Falei chamando a atenção dos dois.

– Hayley! – Juliette veio ate mim me abraçando. – Que bom que esta aqui.

– Vim o mais rápido que consegui. – Sorri de leve quando Bill veio falar comigo também. - Onde esta Tom?

– Ali. – Bill apontou para a grande janela que havia no fim de pequeno corredor ao lado das salas dos enfermeiros e onde do outro lado ficavam os quartos dos pacientes. Andei ate ele que não me viu aproximar e o abracei pela cintura colocando meu queixo em seu ombro e beijando seu pescoço.

– Demorei muito? – Perguntei a ele que ainda estava virado em direção a janela.

– Ate que não. – Falou se virando para me encarar, seu rosto ainda estava bem assustado. Passei minhas mãos por seu rosto e logo ele me puxou para abraçá-lo. – Só o seu abraço pra me acalmar.

– Vai ficar tudo bem. – Falei acariciando suas tranças. – Estou aqui.

Estávamos assim abraçados sem nada dizer um para o outro ate por que não havia o que se dizer nessa hora, foi quando Bill apareceu.

– Gente o médico disse que Peter já pode receber visitas. – Nos viramos para Bill e apenas o seguimos de volta a sala de espera, o medico que atendera Peter estava lá nos esperando.

– Boa noite! - Disse tranqüilo o medico. – São amigos do Sr. D’Arc?

– Sim. – Respondemos em uníssono.

– Ótimo... Bom o Sr. D’Arc esta bem, apenas teve seu fígado um pouco fragilizado por conta do excesso de álcool que ingeriu, ele esta agora apenas tomando soro para a hidratação e assim que acabar poderá voltar para casa.

– Então ele não chegou a entrar em coma alcoólico? – Perguntou Tom.

– Não senhor, mas faltou pouco para isso acontecer devo admitir. – Falou. – Se demorasse mais um pouco para trazê-lo ate nós com certeza teria sido bem pior. – Tom apenas assentiu. – Por falar nisso ele disse que queria ver o Tom e a Hayley. - Olhei para Tom que também me encarou com duvida.

– Somos nós. – Tom disse para o médico.

– Ah sim queiram me acompanhar, por favor. – falou indo em direção ao corredor que tinham varias portas as quais indicavam os quartos dos pacientes.

Paramos em frente à porta esperando que o próprio médico abrisse a mesma para entrarmos, Tom estava a minha frente e entrou quando o médico já estava lá dentro.

– Bom Sr. D’Arc trouxe seus amigos como havia me pedido, só peço que poupe esforço para não se cansar muito já que ainda esta muito desidratado. – Disse diretamente para Peter e logo se virou para encarar a mim e a Tom. – Não demorem, por favor, ele ainda precisa descansar antes de receber alta, volto daqui uns vinte minutos. – Disse.

Assentimos e quando o médico saiu o silencio foi mais constrangedor do que esperava que fosse, mas não demorou muito para que Peter quebrasse-o.

– Tom muito obrigado por ter me socorrido, imagino qual seja o motivo por ter ido me procurar no hotel, mas mesmo assim quero te agradecer se não tivesse aparecido certamente ainda estaria lá desmaiado e sabe-se lá quando iriam notar. – Peter dizia encarando Tom nos olhos não piscava por nada.

– Não precisa agradecer não importa as nossas diferenças Peter acredito que faria a mesma coisa por mim. – Tom andou ate a cama em que Peter estava e tocou seu ombro, eu apenas assistia a tudo quieta e totalmente surpresa, parecia ate que eles sempre foram amigos, o que me deixava feliz, mas ao mesmo tempo tinha certo receio então preferi não dizer nada ate que fosse oportuno.

– Bom eu chamei vocês dois aqui pra agradecer e também por que queria pedir desculpas por tudo. – Peter começou. – Pedir desculpas por todos os desentendimentos que causei, pela separação de vocês, por indiretamente atrapalhar o amor sincero de vocês, eu... Eu fiz tudo errado. – Peter parecia se cansar ao falar e resolvi interferir.

– Peter você não pode se cansar. – Fui ate ele e segurei sua mão. – Eu já esqueci o que houve antes e certamente Tom também já esqueceu. – Olhei para Tom que sorriu de leve e assentiu concordando comigo e notei ser sincero. – O que passou ficou pra trás, vamos olhar pra frente e viver o agora.

– Mas Hayley... – Dessa vez foi Tom quem disse.

– Peter... – Começou devagar. – Você não foi o único responsável pelo que houve, na verdade nenhum de nós teve culpa, eu não sabia que iria me apaixonar por Hayley e nem ela por mim, não temos culpa por amar a mesma mulher... Eu não tenho que te desculpar por nada, sendo que a minha insegurança também colaborou por essa separação, eu só estava com ciúmes e você também. – Tom dizia na forma mais serena e cuidadosa que lhe permitia. – vamos encarar isso como uma grande confusão de sentimentos. – Riu fazendo eu e Peter também rir.

– Seria fácil se não me sentisse tão culpado por tudo – Peter disse triste.

– Não sinta. – Falei a ele que me encarou. – Faço das palavras de Tom as minhas não se culpe por algo que não vale a pena que só irá fazer mala vocês mesmo se alimentar isso aqui dentro. – Falei e toquei seu peito indicando o lado do coração.

– Tem mais uma coisa que quero falar. – Peter disse e eu e Tom apenas esperamos que continuasse. – Hoje eu entendo e posso dizer que já não amo mais você Hayley, acho que na verdade eu estava confundindo as coisas, que o carinho que você demonstrava por mim, era um carinho como você tem com seus amigos, acho que o desejo de tê-la comigo e por sua rejeição fez com que eu criasse uma esperança que não existia, a esperança que se apaixonasse por mim levasse o tempo que levasse.

– Eu entendo Peter deve ter sido difícil pra você, mas fico muito mais feliz que finalmente tenha compreendido e pode ter certeza que independente de qualquer coisa o meu carinho por você não mudou em nada. – Falei e Peter pareceu feliz com o que eu dizia o que não era nenhuma mentira. – Nossa amizade ainda é muito importante.

– Isso mesmo Peter. – Tom disse e eu o olhei. – Eu ainda não confio totalmente em você, mas sei que a amizade que construiu com Hayley é sincera e não seria justo com nenhum dos dois desfazer essa amizade. – Olhei para Tom e sorri murmurando um obrigado que foi correspondido por um sorriso de sua parte.

– Abrigado vocês dois por tudo mesmo. – Meu ex-chefe disse eu e Tom apenas assentimos.

A porta do quarto se abriu e o médico já estava de volta com os papeis da alta do Peter. Saímos do hospital e levamos Peter de volta ao hotel como ele tinha amigos em LA também, um deles já estava esperando no hall do hotel para que Peter fosse passar a noite em sua casa, pois no dia seguinte já embarcaria de volta a Paris.

– Peter tem certeza de que não prefere esperar mais um dia ate que esteja bem para voltar? – Juliette perguntou.

– Estou bem Juli. – Falou ele. – Não precisa se preocupar.

– Ligue pra nós quando desembarcar. – Falou Bill sorrindo de leve.

– Pode deixar eu aviso e mais uma vez obrigado por tudo. – Nos despedimos dele e fomos pra casa.

Tom havia ido comigo em meu carro e quando paramos em frente a minha casa ele desligou o carro e ficou encarando as mãos ainda apoiadas no volante, eu sinceramente não gostava quando ele fazia isso.

– Esta tudo bem? – Falei tocando seu ombro e fazendo com que me encarasse.

– Sim. – falou sorrindo de lado. – Só pensando.

– Em que?

– Em tudo isso que aconteceu nesses últimos meses. O quanto tudo isso de certa forma me ajudou a crescer a ver as coisas de forma diferente e a dar valor em outras que eu raramente me importaria. – Deu de ombros e sorriu olhando pra mim.

– E isso é bom, não? – Falei quando saímos do carro e ele parou em minha frente rodeando minha cintura.

– Sim. – Beijou a ponta do meu nariz. – Agora vai ser tudo diferente.

Eu o olhei e um filme começou a passar em minha mente, desde o dia em que o conheci quando minha cadela invadiu sua casa e vi sua figura assustada e desconfiada ao abrir o portão para mim.


Flash Back On




Parei em frente ao grande portão marrom e logo vi ao lado o interfone, respirei fundo torcendo para que não fosse a casa de um casal de velhos rabugentos, e que quisesse matar tanto a mim quanto a minha cadela, mas antes mesmo que pudesse pensar em mais alguma coisa, o portão foi aberto, e a primeira coisa que vi foi um par de olhos amendoados me encarando assustado, passei meus olhos rapidamente pelo conjunto todo, pisquei algumas vezes, afinal eu também havia me assustado, fitei o rapaz de tranças ate os ombros novamente e lembrei o que fazia ali.
– Hãan...Oi! Disse timidamente.
– Oi! Posso ajudá-la em algo? Disse desconfiado.



Flash Back Off



Todos os momentos em que passamos juntos, os beijos, as noites de amor tudo passava como um verdadeiro filme digno de Oscar, tantas desavenças e reconciliações, eu encarava a pessoa a minha frente e tentava entender em como era capaz de me fascinar a cada dia, me fazer apaixonar a cada minuto, tudo nele me chamava a amá-lo ainda mais.



Flash Back On



Fomos a passos lentos ate a cama e Hayley deitou-se por cima de mim, nos olhávamos fixamente e sem mais demorar repetimos tudo o que havia acontecido na noite anterior, tinha esquecido o mundo lá fora e tudo o que importava era estar ao lado da mulher que amava e todo esse tempo longe dela só me fez ter a certeza de que é ao lado de Hayley que meu destino foi traçado e que a quero em minha vida por muitos e muitos anos.



Flash Back Off

E em meio a essas lembranças tinha a mais absoluta certeza de que foi pra Tom que guardei o meu amor. O olhei sorrindo feito boba.

– Sim agora vai ser tudo diferente. – E sem mais demorar ele me tomou os lábios os quais já não conseguia viver sem.

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65 Re: Pra Você Guardei O Amor em Dom Mar 03, 2013 4:55 pm

Voltei das trevas -Q kkkk
Comentários para o maioria do capítulo: aaaaawwwwwnnnnn *-* haha
Cada gesto descrito é muito pessoal e singelo, aí seila xD
Ela e o Tom se conectam só com um toque, é tão magico digamos.. * pois é nesse tempo que fiquei fora aqui do fórum eu fiquei mais sentimental -q *
Que bom que o Peter não morreu. Acho que nenhum dos dois iam se perdoar. Que bom que tuudo se acertou e agora não precisa mais aquela "desconfiança" entre eles. Eu sou meio o Tom sabe, na base da conversa quando algo começa a me incomodar muito e então me identifiquei com a atitude dele, a preocupação, a aflição tuudo tudo. A Hayley foi nota 10 ajudando ele o/ uhul :p
Só pra consta: AMOOO flashback haha \o
próóximo cap por favor u.u

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66 Re: Pra Você Guardei O Amor em Qua Mar 13, 2013 8:12 pm

Cara nem sei qnto tempo faz que não posto kkkkkkk vou levar pedrada, mas aqui está a reta final não ficou grande e espero que as figuras apareçam, esqueci desse detalhe hehehehe não me matem.
Boa leitura!



29º Capitulo: 5 Anos Depois...




Os dias e meses foram passando e eu e Tom cada vez mais apaixonados, nossas vidas tinham tomado um rumo totalmente diferente, nada mais seria como antes, já estávamos presos uns aos outros e nada mudaria.

Não foi só a minha vida e da de Tom que mudou, Bill e Juliette estavam até de casamento marcado, isso mesmo casamento, mas não demoraria para que Tom e eu também marcássemos o nosso, só não nos casamos juntos os quatro, pois estava viajando sempre por conta das grifes e pequenas turnês que fazia juntamente com Corine, e Juliette não pode vir, pois sua imensa barriga não permitia. Sim muita coisa realmente tinha mudado em tão pouco tempo.

Eu e Tom ainda íamos muito a praia, afinal foi lá onde tudo começou.




Mais algum tempo se passou e quando notei estava entrando na igreja...


E uma noticia também trouxe mais mudanças, porem a felicidade que faltava para completar nossas vidas....





E os 9 meses mais longos em que esperei na minha vida...


E o momento em que Penny entrou em nossas vidas...


Se soubesse desde o inicio que esse ea meu destino e que encontraria a minha felicidade da forma mais linda e perfeita, não sei se teria valido a pena.


Mais eu sei que tudo se resume em uma unica palavra: Amor!


5 Anos Depois....


(continua)

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67 Re: Pra Você Guardei O Amor em Qui Mar 14, 2013 6:54 pm

Aaaaah cara, é covardia comigo isso D:
Amoleci o coração *-------------* Quero ver uma cena com a Penny, pleaseeeee <3 Essa criança vai nascer com muito amor ^^ Ah e quero saber da vida de casado do Bill e da dona Juliette também vissê? kkkkk
continua. Reta final? Buaaaaaa

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68 Re: Pra Você Guardei O Amor em Sab Mar 16, 2013 1:54 pm

Menina eu sei que estou atrasadíssima mas, AMEI a fic, chorei litros lendo:))
Continuaaa:))

OhannaAlien;3

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69 Re: Pra Você Guardei O Amor em Sab Abr 27, 2013 4:03 pm

Todos querendo me matar, Pam principalmente kkkk mas aqui está o capitulo final. Olha nunca achei que fosse capaz de escrever uma fic, mas eu nem sei como explicar o tamanho da alegria que senti ao terminar essa historia, algo que parecia tão dificil foi na vdd o mais facil, eu amei escrever... E agradeço quem leu de coração! Espero vcs na proxima, tenho planos de terminar "A Rosa Vermelha" e seria demais ter vcs acompanhando ^^ 483 beijos! \Õ

P.S: Ahh e claro leiam ao som do tema da fic: Noel Gallagher - If I had a gun..... https://www.youtube.com/watch?v=q0QMhSLg0t0




30º Capitulo: 5 Anos Depois... II (Capitulo Final)



– AHHHHH. – Pulei da cama no mesmo instante que ouvi seu grito. – PAPAAAAI! – Vestia rápido minha calça de moletom quando Hayley acordou assustada.

– Tom o que foi? É a Penny? – Falou se levantando meio sonolenta ainda.

– Ela mesma deve ter tido algum pesadelo. – Disse já de pé. – Amor fica ai pode deixar que eu vou ate lá.

Hayley apenas assentiu e voltou a se deitar, sai do quarto abrindo a outra porta a minha frente encontrando Penny sentada em sua cama chorando e passando suas mãozinhas em seus olhos secando em vão as lagrimas de seu rosto, assim que me viu esticou seus bracinhos e fez seu famoso bico, sorri e fui ate ela pegando-a no colo acalmando-a e acarinhando seus cabelos loiros.

– O que houve Pen? – Falei e seus soluços foram cessando aos poucos.

– Um monstro papai, muito, muito, muito grande queria me pegar. – Falava olhando pra mim e abrindo seus pequenos braços o máximo que lhe era permitido.

– Mais já passou foi só um sonho ruim ta bom. – Falei para ela que assentiu envolvendo meu pescoço em um abraço.

– Esta tudo bem por aqui? – Hayley entrou no quarto e Penny a olhou já pedindo para que ela a pegasse no colo.

– Um monstro queria me pegar mamãe. – Penny explicava a Hayley que olhava para mim e depois para Penny novamente. – Mais o papai já me acalmou e agora esta tudo bem era só um sonho ruim, não é papai? – Disse me olhando dessa vez.

– Isso mesmo querida só foi um sonho ruim. – Falei beijando a ponta de seu nariz miúdo.

Penny tinha apenas cinco anos, faria cinco na verdade dali a dois dias, mas isso não a impedia de ser uma garota muito esperta tinha resposta para tudo e sempre que não tinha suas perguntas precisas muitas das vezes nos deixavam impressionados por conta de sua pouca idade, todos falavam que se parecia comigo o que era meia verdade apenas seus cabelos louro escuro era exatamente iguais aos meus quando pequeno e sua personalidade era parecida comigo também, mas o jeito meigo, seus olhos perfeitamente azuis eram iguais aos de Hayley, pode parecer papo de pai coruja mais minha filha era a mais linda de todas, chamava a atenção aonde quer que fosse e tanto ela quanto Sam filho de Bill e Juliette eram os queridinhos de todos na família, por vezes brigávamos com Anne e minha mãe por mimarem demais os dois, deixando-os fazer o que quisessem, mas no fim era tão bom vê-los felizes e contentes lambuzando-se com as barras de chocolates que minha mãe dava a eles antes das refeições e mais engraçado ainda ver a reação furiosa de Juliette e Hayley. Muita coisa realmente havia mudado nesses últimos cinco anos, Hayley e Juliette cada vez mais envolvidas e bem reconhecidas com o tamanho sucesso que o ateliê estava fazendo em LA. Já a mim e a banda também com as turnês e grandes apresentações que fazíamos conquistando cada vez mais fãs, mesmo agora com meus vinte e sete anos estávamos no auge novamente o que me deixava com a felicidade completa, tinha mais que tudo para ser feliz. Uma família, com a mulher que tanto amo ao meu lado e a filha mais linda fruto desse amor.



POV’s Hayley

O dia do aniversario de Penny havia chegado e não sabia dizer quem era o mais ansioso, se a própria Penny ou Tom que estava quase tendo um colapso nervoso com os responsáveis pelo bife e decoradores, faríamos a festa em casa no grande jardim que tínhamos.

– Hey! Eu não vou repetir que isso tem que ficar do outro lado e alinhado. – Tom dizia aos rapazes que colocavam uma espécie de arco atrás da mesa onde ficaria o bolo.

– Ele vai enfartar daqui a pouco. – Juliette veio ate a mesa de doces para me ajudar a terminar de decorar.

– Eu já nem falo nada é capaz de sobrar ate pra mim. – Rimos e continuamos com os nossos afazeres.

Com o passar das horas tudo estava exatamente aonde deveria estar e aonde Tom havia mandado estar. Uma grande festa para os amiguinhos de Penny, para nossos amigos e familiares, até Georg e Gustav conseguiram estar presentes na festa, tudo muito infantil, contratamos dançarinos e atores para que se vestissem como os personagens da Disney e parecer que estávamos lá tudo muito perfeito, Penny claro adorou tudo, afinal foi sua a sugestão de fazer essa imitação da Disney.

– Mamãe! – Penny veio correndo pelo jardim com seu vestido de princesa como ela mesma disse quando fomos ate a loja comprá-lo. – Olha como eu estou parecida com uma princesa de verdade. – Falava e seus olhinhos brilhavam.

– Minha nossa Pen! – Disse quando a peguei no colo. – Esta uma verdadeira princesa mesmo. – Nesse momento Tom chegou ate onde estávamos.

– Mais quem é essa princesa com você Hayley? – Tom fingia não reconhecê-la.

– Sou eu papai a Penny. – Falava e ria.

– Nããão... Não pode ser a Penny. – Ele a pegou no colo e encarou com seus olhos castanhos os olhos azuis de nossa filha. – Será?

– Sou eu sim papai. – Ria ainda mais.

– Oh meu Deus é ela mesma. – Tom fingiu espanto. – Quase não reconheci você, esta tão parecida com uma princesa de verdade.

Penny apenas ria e logo pediu para descer do colo de Tom quando avistou Sam chegando com Bill.

– SAAAM! – Saiu correndo em sua direção. – Oi tio Bill!

– Oi minha linda! – Bill abaixou para que ficasse da mesma altura que Penny. – Parabéns!

– Obrigada tio Bill! – Falou envolvendo o pescoço de Bill em um abraço apertado.

– Parabéns Pen! – Sam filho de Bill e Juliette entregava um embrulho na cor rosa para Penny e a abraçou em seguida.

– Obrigada Sam! – Falou. – Vamos brincar logo. – Saíram correndo pelo jardim.

Bill veio ate onde eu e Tom estávamos e logo Juliette juntou-se a nos também. Entramos em casa e seguimos até a cozinha onde Tom serviu uma taça de vinho para cada um de nós e ficamos assim batendo papo até que aos poucos os convidados foram chegando e a casa enchendo, muitas crianças corriam pelo jardim e a musica tomava conta do ambiente.

Estava olhando de longe Penny brincar com as outras crianças quando senti braços rodearem minha cintura e lábios depositarem um beijo em meu pescoço.

– Vou te trazer um babador daqui a pouco. – Ri abafado acompanhada por Tom dei mais um gole do meu vinho enquanto ainda a olhava me lembrando de que tinha nela toda a certeza de que apesar dos altos e baixos que a vida tinha e ainda viriam muitos para enfrentar, ela era a certeza da vida perfeita que eu tinha.

– Às vezes me pergunto ainda se eu mereço tudo isso que a vida me deu. – Falei me virando de frente para Tom. – Se te mereço se mereço a filha linda que tivemos.

– Todos têm o direito de ser feliz Hay, e não sei se isso te alivia a consciência, mas o único aqui que tem motivos para se perguntar se merece ou não tudo isso que temos sou eu. – Tom falava e deu uma piscadela para mim.

– Que seja... Mas ainda sim é uma duvida que tenho. – Falei e recebi um selinho dele.

– Deixa de ser boba, eu te amo você me ama, formamos uma família linda, trabalhamos para isso, e esse tudo isso que temos do qual você esta falando se merece ou não, é apenas a recompensa dos nossos erros e acertos, de todas as falhas que cometemos.

– É você tem razão. – Falei.

– É claro que tenho. – Rolei os olhos e ri da cara de convencido que Tom fazia.

Nesse instante vi um carro entrar pelo portão principal e semicerrei os olhos a fim de enxergar melhor, e quando vi que de dentro do carro saiu Peter, assim que o viu também Penny foi logo ao seu encontro.

– Tio Peter! – Ele se abaixou e a abraçou depositando-lhe um beijo na testa.

Segui eu e Tom ate onde eles estavam e quando o mesmo nos viu logo se levantou com Penny em seu colo e abriu um de seus melhores sorrisos.

– Oi gente! – Falou nos cumprimentando.

– Olá! – Falei dando-lhe um abraço e Tom apertando-lhe a mão.

– Tudo bem Peter? – Tom disse.

– Sim estou bem. – Falou sorrindo para Penny que ainda estava em seu colo com um embrulho de presente nas mãos. – E você pequena como esta?

– Bem. – Minha filha disse sorrindo. – Agora tenho que ir brincar tio Peter obrigada pelo presente. – E mais uma vez lá se foi ela correndo para onde as outras crianças brincavam.

– Ela esta cada vez mais esperta. – Peter falava seguindo Penny com os olhos.

– Sim cada vez mais esperta e levada. – Disse e todos riram.

– E Lisa por que não veio? – Tom perguntou. Lisa é esposa de Peter se casaram uns dois anos depois que eu e Tom e estava grávida de oito meses.

– Ah ela não pode vir, esta com muita dor nas costas ficou em casa com a mãe, mas mandou muitos beijos para Penny e pra vocês também é claro. – Peter disse. Eles moravam agora em LA, Lisa era de LA então Peter veio, mas ainda tinha o ateliê em Paris que também estava indo muito bem obrigado.

– Diga a ela que irei vê-la antes que vá para o hospital, assim que tiver uma folguinha com os eventos do ateliê irei. – Falei e Peter apenas assentiu.

– Será bom ainda mais por você já ter passado por isso, sabe como ela é insegura e será bom para passar-lhe certa tranqüilidade. – Disse Peter.

– Melhor irmos Hay, daqui a pouco temos que cortar o bolo. – Tom disse. – Peter, por favor, sinta-se em casa.

– Obrigado. – Peter agradeceu já indo em direção a alguns amigos que tínhamos em comum.

– Mãe! – Fui ate onde minha Anne estava. – Já vamos cortar o bolo.

– Tudo bem! – Disse. – Simone pode me ajudar a chamar as crianças?

– Claro! – Simone disse e as duas saíram para o jardim.

Logo estavam todos reunidos na parte principal do jardim onde estava a mesa posta com o grande bolo em formato de castelo e os doces das mais diferentes formas, depois de cantarmos os parabéns e distribuirmos o bolo para todos com a ajuda dos garçons todos voltaram ao que estavam fazendo, uns brincando com as crianças e outros apenas conversando uns com os outros tomando seus drinks.

– Essa pode se dizer que é a festa de criança mais animada que eu já fui. – Georg que finalmente conseguiu vir falar conosco, pois as crianças não largavam de seu pé pedindo que brincasse com elas.

– Verdade esta realmente muito animada. – Concordou Gustav. – Mas infelizmente já temos que ir amanha embarcamos cedo de volta para Alemanha.

– Tem razão precisamos ir mesmo e terminar de arrumar nossas malas. – Georg falou já começando a se despedir. – Cadê os pestinhas da Penny e do Sam?

– Ali nos brinquedos. – Disse Juliette e Georg e Gustav a seguiram para poderem se despedir delas.

– A festa foi muito animada e estou quebrado. – Bill disse se largando em uma cadeira ao lado do irmão. – Se eu soubesse que ser pai era praticamente um emprego jamais teria filhos.

– E pense pelo lado pior. – Tom disse e Bill o olhou atento. – Não é remunerado.

– Meu Deus não tinha pensado nisso também. – Bill disse se afundando ainda mais na cadeira fazendo-me rir.

– Vocês dois são muito insensíveis. – Falei sentando-me no colo de Tom.

– Realistas meu amor... Realistas. – Rolei os olhos.

Aos poucos os convidados foram embora e as coisas eram sendo retiradas pela equipe do Buffet que era monitorada por minha mãe e por Simone. Eu, Tom, Juliette e Bill ainda estávamos sentados em uma das mesas conversando quando de longe vimos dois montinhos deitados no chão e quando fomos ver de perto eram nada mais nada menos do que Sam e Penny dormindo na grama do jardim.

– Own meu Deus que lindos! - Eu e Juliette dissemos ao mesmo tempo enquanto Bill e Tom pegavam os dois no colo.

– Melhor irmos Juli! – Bill disse. – Chame minha mãe, vamos deixá-la em casa.

Despedimos-nos de Bill, Juliette e Simone e de Sam que já dormia nos braços do gêmeo mais novo, acompanhando-os ate o carro e logo depois entramos em casa, ainda estava um pouco fora de ordem às coisas, mas terminaríamos de arrumar no dia seguinte. Tom subiu ate o quarto de Penny deitando-a na cama e assim me deixou trocar sua roupa por um pijama mais confortável. Fui ate meu quarto e Tom já estava no banho retirei minhas roupas e fui ate o banheiro e juntos terminamos de tomar banho, porem Tom saiu antes.

Quando eu sai do banheiro e fui ate o quarto não encontrei Tom, sai procurando por ele sabendo exatamente aonde estaria, e sim lá estava ele como sempre fazia todas as noites antes de dormir, sentado ao lado de Penny fazendo-lhe carinho. Caminhei ate ele e sentei-me do outro lado, Tom me olhou nos olhos e sorriu sendo retribuído por sorriso meu.

– Se eu morresse hoje com certeza morreria feliz e realizado. – Tom disse me encarando e depois voltou sua atenção para nossa filha.

– Mas como não irá morrer tão cedo mesmo que quisesse, pode ser feliz do jeito que esta vivo... Muito bem vivo. – Falei e Tom riu abafado e assim voltamos para o nosso quarto dormindo rapidamente.

O mar estava calmo e a brisa leve que as ondas traziam bagunçavam meus cabelos e por instinto fechei meus olhos a fim de sentir o ar salgado entrar por minhas narinas provocando-me cócegas na garganta. Via ao longe Tom correr atrás de Penny e ela rindo e acenando para mim, via Juliette ajudar Sam a se limpar, pois estava todo lambuzado de sorvete e Bill sujando-o novamente fazendo Juli se irritar e Sam gargalhar com as travessuras do pai, e em um quiosque não muito longe Simone e minha Anne conversavam despreocupas e felizes por assim dizer.

Acredito que não havia mais nada que pudesse me trazer tamanha felicidade do que estar e sentir minha família ao meu lado, toda a razão que tinha para viver cada dia, viver o ontem, o hoje e o amanha ao lado deles. Não! Eu acho que não e mesmo que tenha será vivido com a mesma intensidade que vivi todos os outros momentos. A historia da minha vida será guardada para todo sempre dentro de mim, desde o primeiro momento em que vi os meus pares de olhos castanhos muito bem abertos ligeiramente desconfiados em frente aquele portão não querendo acreditar na minha maluca historia de que minha cadela havia invadido sua casa, aquele dia será lembrado para todo o sempre, e que Deus me permita continuar a vê-los ate que os mesmos se fechem para sempre, que permita ver minha Penny crescer forte aos olhos dos outros e enfrentar de cabeça erguida assim como eu e o pai dela crescemos e enfrentamos todos os obstáculos difíceis que a vida nos deu.

Afinal o amor existe para todos nós, na verdade ele é apenas guardado... Para que você que viveu e se emocionou com essa historia um dia... Ah esse dia irá chegar que você possa dizer a pessoa que mais ama, dizer para os seus olhos castanhos, azuis, verdes, coloridos... Que foi por ele que você esperou, dizer...

“PRA VOCÊ GUARDEI O AMOR!”






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