Tokio Hotel Fanfictions
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Wenn Nichts Mehr Geht

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1 Wenn Nichts Mehr Geht em Sab Out 06, 2012 6:36 pm

Ella.McHoffen

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Autora: Billa Jumbie (Alessandra)
Gêneros: Comédia, Drama, Hentai, Romance
Sinopse: Camila uma menina tímida e romântica vê sua vida mudar radicalmente quando conhece um certo alguém...
Conhece o ditado: "Não julgue um livro pela sua capa?" nesse caso é "Não julgue a fic pela sua sinopse!!!"
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência

Notas da autora: Nenhum dos membros do Tokio Hotel me pertence [ao contrário eu que pertenço à eles ]. Já as outras personagens me pertencem.
Nessa fic o Tokio Hotel não é uma banda tão conhecida e Gustav e Georg não fazem parte da mesma.


Aviso: Está fanfic não me pertence, mas tenho a autorização da autora (Billa Jumbie) para postá-la no Tokio Hotel Fanfictions.

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2 1º Capítulo - O Reencontro em Sab Out 06, 2012 6:52 pm

Ella.McHoffen

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1º Capítulo - O Reencontro

Lá estava eu, sentada naquela mesa de boate, sozinha, com um copo de cerveja nas mãos, o quinto na verdade. Nunca fui muito de beber mas naquele momento eu precisava, foi o único modo que encontrei de esquecer os meus problemas e tudo o que aconteceu hoje.

Tarde da noite ao sair do trabalho encontrei meu ex-namorado, Gustav, um homem forte, loiro, sério e com um mistério no olhar que fascina qualquer mulher, e comigo não era diferente. Mas eu não podia demonstrar que ainda me interessava por ele, que ainda o desejava como homem. Mas todo o meu esforço foi em vão, meus olhos, minha respiração, minha boca me entregaram completamente. Ele estava com uma regata branca que deixava seus braços musculosos a mostra, sua pele branquinha era um charme a mais. Ele ao contrário de mim ainda não tinha notado a minha presença, e nem eu queria que isso acontecesse mas quando eu ia andar mais rápido, ele me chama:

–Camila! Camila!

Não pude bancar a mal educada ou desentendida, me virei imediatamente com um sorriso no rosto:

– Oi, como você está? Faz tempo que não nos vemos.- disse ele com aquela voz baixa porém grossa.

– Oi eu estou bem. Nem lembro quando foi a última vez que nos vimos.



Mas é claro que eu me lembrava, fazia três meses mas parecia que foi ontem. Gustav me ligou dizendo que queria conversar comigo um assunto importante. Marcamos de nos encontrar em minha casa, quando ele chegou logo corri para beija-lo, mas ele virou o rosto e seriamente me disse:

– Não podemos mais continuar com essa relação, eu não estou me sentindo bem. Não é mais a mesma coisa. O encanto acabou.

Fiquei sem reação diante daquelas palavras, nem chorar ou gritar eu consegui, apenas emudeci ouvindo aquelas palavras que magoavam profundamente o meu coração.

–Camila? Você vai ficar bem? – disse ele diante da minha expressão de total surpresa.

Foi aí então que tive forças e coragem de perguntar o porquê de tudo aquilo. Não entendia como um sentimento tão verdadeiro acabava assim da noite pro dia.

– Por que Gustav? Por quê? O que eu fiz de errado? Foi alguma coisa que te contaram? – perguntei aos prantos.

– Não, não é nada disso. Apenas não dá mais. Mas espero que ainda sejamos amigos.



Depois disso não nos falamos mais. E agora ele estava ali na minha frente.

– Bom eu tenho que ir, está tarde e estou muito cansada. – eu disse na tentativa de sair daquela situação tão desconfortável para mim.

– Ah tudo bem. Até a próxima!

– Até!

Continuei caminhando, e ao chegar na esquina resolvi voltar. A curiosidade era maior, queria perguntar se ele já tinha me esquecido, ou melhor se ele sentiu a minha falta.

Mas ao voltar o avistei com uma garota, uma bela garota por sinal. Alta, magra, seios fartos e com um corpo invejável. Ao contrário de mim, que sou magra e alta, porém com seios pequenos e um corpo comum. Enfim não teria nenhuma chance competindo com aquela garota que parecia ter saído de uma capa de revista.

No entanto apressei meus passos e consegui alcança-los..

Eles estavam caminhando de costas para mim, ainda não tinham percebido que eu estava atrás deles. Como pode eu ser tão desprezível assim, que até pareço invisível, ninguém me nota, ninguém me percebe?!

Mas o pouco tempo em que estive perto deles foi o suficiente para escutar um trecho da conversa:

– Foi aquela idiota que você largou pra ficar comigo?! Eu teria deixado ela há muito tempo, se é que um dia eu teria tido alguma coisa ela... Aff... toda certinha, com cara de nerd. Ta explicado porquê você veio procurar coisa melhor – disse às gargalhadas.



Não aguentei ouvir mais, e entrei no primeiro lugar que vi na minha frente. A minha vontade era de fugir, sumir dessa cidade, desse país, desaparecer da face da Terra. Mas infelizmente as coisas não são fáceis assim. Então a minha única saída é enfrentar esse problema de frente.

Mas hoje não. Hoje eu apenas quero esquecer de tudo que ouvi, esquecer que fui enganada, humilhada. Esquecer que fui idiota ao ponto de voltar pra perguntar se ele ainda gostava de mim

_______________
Aviso: Está fanfic não me pertence, mas tenho a autorização da autora (Billa Jumbie) para postá-la no Tokio Hotel Fanfictions.

Então meninas continuo a postar?

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3 Re: Wenn Nichts Mehr Geht em Dom Out 07, 2012 10:53 am

Aeeeeeeeeeee a fic está de volta \o/ A fic que me impressionou pra valer está de volta, que emoção. Essa fic faz parte da minha vida! Fico feliz de ver que ela está de volta.
Coitada da Camila, mas mais pra frente, ela vai ver o que distino reservou pra ela Razz

Continuaaaaaaaa!!

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4 Re: Wenn Nichts Mehr Geht em Dom Out 07, 2012 11:38 am

Anny V.

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Moderadora
Tadinha da Camila Sad
Pelo comentário da Paloma, coisas boas estão por vir.
Continua.

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5 2º Capítulo – O cara de Dreads em Dom Out 07, 2012 2:56 pm

Ella.McHoffen

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Administradora
2º Capítulo – O cara de Dreads


Não estou acostumada a beber, então um ou dois copos já são o suficiente pra me deixar mais “animada”... Porém nessa noite acho que nem se eu bebesse todo o estoque de bebidas ficaria animada. No máximo teria um coma alcoólico e acabaria logo com isso.

Todos a minha volta parecem tão felizes, dançam, se divertem... E eu aqui, nessa fossa.

Peço mais uma cerveja, e percebo alguém me olhando. Um homem alto, com umas roupas do estilo Hip-Hop, usando dreadlocks na cor castanho claro. Um homem definitivamente lindo.

Acho que as cervejas já estão começando a fazer efeito, como pode um homem lindo desse jeito estar olhando pra você Camila?! Só se estiver espantado com a sua feiúra. Ponha-se já no seu lugar!

Dou um gole em minha cerveja e logo me vem àquela imagem na cabeça, da loira “boazuda” rindo da minha cara. Se bem que ela não é a primeira e nem vai ser a última pessoa que faz isso... Desde os tempos do colégio é só isso que as pessoas fazem mesmo, já deveria ter me acostumado.

“Tempos do colégio” falando assim nem parece que terminei o Ensino Médio ano passado, parece que sou uma velha de 40 anos...

– Hei você, posso me sentar aqui ao seu lado?

Hã?! O cara dos dreads estava querendo se sentar do meu lado?! Não é possível, deve estar faltando lugar, e esse é o único desocupado...

– Posso ou não? – ele disse com um olhar extremamente sedutor.

– Po-po-de... Pode sim.

Além de feia, “despeitada”, desajeitada e muitas outras coisas mais... Agora fui inventar de bancar a gaga! É muito castigo pra uma pessoa só!

Agora mais de perto pude reparar que ele tem um pircing em seu lábio inferior, e bem no momento em que eu estava olhando ele resolve passar a língua sobre ele... Mas não foi uma simples passada de língua foi "A" passada de língua. Alguém devia proibi-lo de fazer isso em público, chega ser um “atentado ao pudor”.

Nesse momento ele olha pra mim de novo, eu rapidamente desvio o olhar.

Mas já era tarde demais, ele percebeu que eu o estava olhando, e dá um sorriso que consegue inexplicavelmente ser doce e sedutor ao mesmo tempo.

Quando fui dar mais um gole na cerveja, olhei para o meu pulso e reparei nas horas. Oh meu Deus já são 01h30min da manhã, minha mãe vai me matar!

Apesar de eu já ter 18 anos, minha mãe ainda acha que manda em mim, ela é super protetora e junto com o meu pai faz questão de querer que a minha vida seja mais chata do que ela já é. Eles têm um pensamento antiquado, e acham que esse mundo está perdido, e que os jovens de hoje em dia deveriam todos ser iguais a mim: estudiosos, esforçados, educados, indo à igreja todo santo Domingo, respeitando pai e mãe e sem vícios. Sem vícios? É melhor eu ir pra casa logo antes que notem minha ausência. Se minha mãe achar que sentiu cheiro de cerveja em mim, me manda exorcizar. Queria ter a minha própria casa, ter liberdade... Mas tenho que juntar dinheiro pra tão sonhada faculdade de Medicina...


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6 Re: Wenn Nichts Mehr Geht em Dom Out 07, 2012 8:21 pm

Convidad


Convidado
Leitora nova!!! Very Happy continue está muito boa e que encontro esse dela com o Tom Cool

7 Re: Wenn Nichts Mehr Geht em Ter Out 09, 2012 9:37 am

Camila, Camila...foi se meter justo com o Tom Razz

Continuaa...

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8 Re: Wenn Nichts Mehr Geht em Ter Out 09, 2012 9:30 pm

Anny V.

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Moderadora
E agora? Tom vai levar a Camila pra casa? Cool
Continua...

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9 3º Capitulo – O Desabafo em Sab Out 13, 2012 11:58 am

Ella.McHoffen

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Administradora
3º Capitulo – O Desabafo

Quando me levanto pra ir embora, consigo fazer a proeza de atropessar nas minhas próprias pernas e cair de cara no chão. Ainda bem que aqui é escuro, acho que ninguém viu. Apoio minhas mãos no chão e tento me levantar. Vejo uma mão estendida para mim, levanto minha cabeça para ver quem é a pessoa que teve a boa vontade de querer me ajudar, mas que, porém eu preferiria mil vezes que não tivesse visto nada.

– Quer uma ajudinha aí?

É o cara dos dreads! Não sei se me sinto lisonjeada ou extremamente envergonhada por justamente ele querer me ajudar.

Seguro sua mão e me levanto.

– Ah, obrigada. - respondo já com o rosto corado.

Porque eu não consigo disfarçar quando choro, ou fico com vergonha?! Tenho sempre que ficar vermelha!

– Eu já sabia que sou charmoso, mas não ao ponto das mulheres caírem literalmente aos meus pés!

Ah! Que cara mais convencido! Tava bom demais pra ser verdade...

Não queria ouvir mais nenhum tipo de gracinha, chega de ver os outros rirem da minha cara por hoje. Peguei minha bolsa e nem olhei pra cara dele, quando já estava indo embora sinto alguém segurando firmemente o meu braço.

– Hei, eu só estava brincando, não precisa levar tudo a sério também. Pode ficar tranqüila que você não é a primeira e nem vai ser a última mulher que cai aos meus pés. - diz ele as gargalhadas.

Embora eu achasse toda essa exibição dele extremamente ridícula e machista, tinha que concordar que esse jeito cafajeste dava à ele um charme a mais.

– Meu nome é Tom, e o seu?

– Camila.

– Camila, eu fiquei te observando a noite inteira sabia? Você tem um jeito diferente. O seu rosto é meio que... angelical. E se você tirasse esses óculos ficaria mais lindo ainda.

Como se já não bastasse terem me feito de chifruda, agora querem me fazer de idiota. Que dia maravilhoso!

– Olha eu tenho que ir tá... - eu disse já caminhando em direção a saída.

Mas para minha surpresa ele me segue:

– Eu te faço um elogio e você diz que tem que ir embora?

– É sério eu preciso ir embora agora!

E continuei andando em direção a saída.

Meu Deus já 02h00min da manhã e nenhuma porcaria de táxi passa nesse lugar!

– Você não tem carro?

Nem olhei pra trás para ver quem estava a me fazer pergunta tão idiota, estava muito nervosa pra manter a boa educação, e respondi:

– Você acha que se eu tivesse um carro eu estaria parada feito uma idiota aqui na calçada esperando um táxi?

Ao acabar olho para trás para ver a quem dei resposta tão mal educada. Era ele, Tom.

– Porra pelo visto você só tem carinha de anjo mesmo, eu só quis ajudar!

– Desculpa, mas eu estou muito nervosa hoje, e preciso ir pra casa. Já está muito tarde.

– Você por caso é a “Cinderela” dos tempos modernos é?

Não pude conter o riso e disse:

– Nem que eu fosse a Cinderela... já são 02:00... E se eu não chegar logo em casa minha mãe vai dar é com o sapatinho de cristal na minha cabeça!

– Vamos eu te levo pra casa no meu carro... - disse ele balançando as chaves do carro.

– Pode deixar, eu continuo aqui esperando o táxi.

– Táxi por aqui há essa hora?! É raro.

– Então eu vou de ônibus mesmo!

– A essa hora já não tá passando mais ônibus. Vamos logo! Eu não mordo! Quer dizer, a não ser que você peça.

Minha mãe sempre me alertou para nunca falar com estranhos e muito menos aceitar carona deles, pois eu corria muitos riscos fazendo isso. Mas risco maior eu corria ficando ali. Então resolvi aceitar a carona.

–Tá bom eu quero!

– As mordidas? Aê gata é assim que eu gosto!

– Claro que não! Eu quero a carona!

– Pow, me empolguei agora... aí você me joga esse balde de água fria.

– Vamos logo, antes que eu desista!

– É mole, eu nunca banco o cavalheiro, aí quando resolvo dar uma de bom moço, já querem abusar!

– O tempo tá passando!

– Calma, o meu carro está logo ali.

Quando eu percebo qual era o carro dele, quase me arrependo de ter aceitado a carona... Era um carrão! E digamos que a minha casa não seja uma das mais bonitas...

– Pra quem estava com tanta pressa você tá demorando muito pra entrar!

Assim que entrei no carro disse onde eu morava e ele pisou fundo no acelerador, eu rezei para que nada de mal me acontecesse, ao lado daquele pervertido. Gustav era tão fofo, tão carinhoso... ao lembrar dele inevitavelmente uma lágrima veio aos meus olhos e solitária escorreu pelo meu rosto. Aquelas cervejas podem ter aliviado a dor, mas não me fizeram esquecer o que ocorreu. Como ele pode me enganar dessa maneira? Porque não me disse que já não gostava mais de mim e sim de outra ao invez de me trair? A dor não seria menor, mas a raiva com certeza sim.

Eu inocentemente achando que eu era a única na vida dele, me culpando por não ter “o deixado avançar o sinal”, mas não foi por eu não querer, e sim por não me sentir preparada para um momento tão importante. Será que foi por isso que ele me traiu? Eu sei que muitas garotas até mais jovens do que eu já perderam a virgindade... Mas poxa... Eu sou diferente! Será que ninguém entende? Nesse momento não pude evitar que outras lágrimas de tristeza, dor e frustração escorressem pelo rosto.

– Por que você está chorando? Foi por alguma coisa que eu disse? Liga não eu sou assim com todo mundo!

– Não, me desculpe, não foi por nada que você tenha feito... Mas é que, hoje foi um dia muito difícil pra mim.

– Olha eu não sou muito bom para conselhos e tal... Mas dizem que desabafar sempre ajuda né?!

Desde que tudo aconteceu, eu ainda não havia conversado com ninguém, tudo estava ali guardado dentro de mim. E mesmo que ele não ouvisse sequer uma palavra do que eu dissesse talvez isso me fizesse sentir melhor.

Então eu contei sobre o meu namoro com o Gustav, sobre o nosso término e a conversa que acabei ouvindo. Durante todo o meu relato ele não comentou nada, não fez nenhuma pergunta, apenas escutou.

Quando eu acabei com todo o meu desabafo ele disse:

– Acho que você já percebeu que eu não sou o cara mais fiel do mundo. E pra te falar a verdade nem me lembro qual foi a última vez que tive um namoro sério com alguém. Sempre tenho romances de apenas uma noite. Mas com certeza se eu encontrar a mulher da minha vida, não vou te dizer que mudo completamente porque eu estaria mentindo, mas daria uma diminuída no ritmo. Talvez você não fosse a mulher da vida dele, e nem ele o seu par perfeito. Entende?

– Acho que sim.

Não sei dizer se aquelas palavras me confortaram ou me deixaram ainda mais pra baixo. Mas sem dúvida fiquei mais aliviada em ter desabafado. Geralmente eu sou uma pessoa muito discreta e reservada, mas com o Tom era diferente. No pouco tempo que passamos juntos ele conseguiu me fazer ficar bem a vontade. Coisa que algumas pessoas que eu já conheço há anos não conseguem fazer.

Chegamos ao meu bairro, e eu o indiquei como chegar a rua em que moro.


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10 Re: Wenn Nichts Mehr Geht em Sab Out 13, 2012 6:49 pm

Ae Tom, servindo de conselheiro kkkkkkk. Pelo menos foi sincero!
Continuaaa

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11 4º Capitulo – Em cima do muro em Dom Out 14, 2012 12:43 pm

Ella.McHoffen

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4º Capitulo – Em cima do muro

Chegamos a minha casa, ele não abriu a porta do carro pra mim como Gustav sempre fazia. Mas me levou até ao portão.
– Está entregue! Viu eu nem fui tão mal assim.
– Claro que não, você me ajudou muito nessa noite! Nem sei como lhe agradecer...
– Eu sei... Mas pelo que te conheci hoje, você não vai aceitar numa boa o meu modo de agradecimento... Então me conformo só com o seu telefone.

Mas afinal de contas, pra que ele queria meu telefone? Pra marcar um encontro comigo com certeza não era, é evidente que eu não faço o tipo dele. A “vadiazinha” do Gustav até que formaria um belo casal com ele, é claro que formaria, aquela mulher é o sonho de consumo de todo homem.
Dei o meu número de telefone pra ele, afinal o máximo que ele poderia fazer é me passar alguns trotes... Assim pelo menos eu faria alguém dar algumas risadas por alguns instantes.

– Okay então tchau, e muito obrigada por tudo. - disse tentando abrir o portão.
– Não comeu feijão hoje não? – disse ele tirando minha mão da maçaneta do portão.
– Será que está trancado? Esse portão é velho e às vezes emperra!
– Não tá emperrado não, trancaram mesmo!
– Ai meu Deus! Minha mãe me trancou do lado de fora! Ela deve estar pensando que eu estou lá dormindo a horas! Por isso ela não me ligou!
– Já são 03h30min, fica aqui fora e espera alguém abrir o portão! O dia já está amanhecendo mesmo...
– Você tá doido? Que desculpa eu iria dar? E além do mais 04h30min da manhã meu pai se levanta pra ir trabalhar e sempre passa na minha cama me dando um beijo de despedida.
– 04h30min da manhã?! Ele trabalha de que? Acordando o galo?
– Pára de brincadeira eu estou falando sério!
– O máximo que eu posso fazer é te ajudar a pular o muro.
– Pular o muro? Não tem como você arrombar o portão não?
– Tá me achando com cara de que? Ladrão de casas?
– Ai tá bom já que não tem outro jeito.
– Eu vou te levantar aí você põe os pés no muro, faz um impulso pra cima, senta no muro e depois pula pro outro lado.
– E se eu cair?
– Vai ser um tombo muito feio! Mas não liga não, no máximo você quebra uma perna, um braço... Nada que depois um médico não dê jeito!
– Isso não tem graça!
– Pra mim tem e muita. Anda logo, eu não tenho o dia todo!

Sem muita dificuldade Tom me levantou e eu consegui subir em cima do muro. O problema foi para descer:

– Aqui de cima parece mais alto ainda!
– Fecha os olhos e pula!
– Você tá brincando né?!
– Ué, então vai na fé!

O mais cuidadosamente possível eu pulei para o outro lado, só tive alguns arranhões mas ao olhar para a porta eu lembrei:

– Tom, você ainda está aí?
– Estou sim, você se machucou?!
– Não tá tudo bem só que eu lembrei de uma coisa.
– O que?!
– Se o portão estava fechado, provavelmente a porta de casa também vai estar!
– iiii caralho! Você já está me dando muita dor de cabeça!
– E agora? Não vai adiantar nada meu pai acordar e me ver no quintal!
– Vê se a janela está aberta!
– Eu vou lá ver, mas, por favor, não vai embora!
– Tá bom eu fico aqui, fazer o que né.
– Promete?
– Prometo, prometo... Agora vai logo.

Fui correndo ver se a janela estava aberta. E pra minha sorte ela estava. Então voltei para lhe agradecer.

– Tá aberta sim. Tom! Obrigada por tudo!
– De nada... Mas da próxima vez eu cobro! Pelo menos o suficiente pra pagar a massagista! Você acabou com as minhas costas!
– Tá me chamando de gorda?
– Osso também pesa, sabia não?
– E além do mais, pensei que você não precisasse pagar para ser massageado, afinal você tem milhares de mulheres caindo aos seus pés, você não disse?
– É, é verdade. Mas eu preciso pagar, por que quando estou com uma mulher a massagem é o de menos.

Fiquei corada e sem o que dizer devido a resposta tão audaciosa. Ainda bem que ele por estar do outro lado do muro não pode notar isso.

– Agora eu tenho que ir antes que me chamem de maluco por ficar aqui conversando com um muro. Tchau e bom dia!
– Bom dia Tom! Tchau!

Assim que entrei no meu quarto fui logo colocando o pijama, bagunçando o cabelo e me joguei na cama. Tudo com o maior cuidado pois eu divido o quarto com a minha irmã de 15 anos, e se ela desconfiar que eu cheguei uma hora dessas em casa não vai nem pensar duas vezes em me dedurar para os nossos pais. Respirei fundo por estar “salva”, mas aí lembrei do cheiro de cerveja em minha boca e fui correndo escovar os dentes.
Logo após ter me deitado novamente, ouço a porta se abrindo. É o meu pai para nos dar um beijo na testa antes de ir trabalhar.

– Minha filhinha trabalha tanto que até dormindo parece estar cansada...

Meu pai nunca poderia sequer desconfiar do que aconteceu nas últimas horas: das bebidas, da hora que eu cheguei em casa e principalmente de eu ter pegado carona com um estranho. Principalmente com um estranho que usa as calças quase abaixo dos joelhos. Meu pai achava que o modo como às pessoas se vestiam dizia muito sobre o caráter delas. O que ele pensaria se visse o Tom então?

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12 Re: Wenn Nichts Mehr Geht em Dom Out 14, 2012 7:16 pm

AEEEEEEEEEEEEW VOLTOU A FIC DE TODOS OS TEMPOS
Nunca me canso de ler essa fic :}
Logico que vou acompanhar de novo aqui. Nunca perde a raça <3

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13 5º Capitulo – É hora de mudanças em Sab Out 20, 2012 12:44 pm

Ella.McHoffen

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5º Capitulo – É hora de mudanças

Estava tão cansada que acabei acordando 13h00min da tarde minha mãe pensou até que eu estivesse doente:

– Milha filhinha você está bem?
– Tô sim mãe, só estou um pouco cansada. Ontem a D. Laura me deu um trabalhão.
Daqui a pouco eu me levanto tá bom?

Para poder juntar dinheiro pra pagar minha faculdade eu trabalhava cuidando de uma senhora. Porém ela não está doente, apenas quer alguém para lhe fazer companhia, já que seus filhos praticamente a abandonaram. Eles iam à casa dela apenas para lhe entregar sua recheada “mesada mensal” e o meu pagamento.
Embora ela fosse uns 20 anos mais velha que os meus pais, possuía uma mente completamente aberta. Chegando às vezes até causar estranheza entre as outras pessoas da sua idade. Ela falava palavrão, dançava no meio da casa, vestia roupas um pouco mais “ousadas”para a sua idade. Uma disposição de dar inveja a qualquer um.

Acordo com o meu celular tocando. Aff... para me acordar de um sono tão bom, tem que ser importante!

– Alô?!
– Oi Camila tudo bem?
– Tudo. Com quem eu falo? – perguntei com uma voz de sono.
– Puta merda, eu ajudo a garota a se livrar de uma surra, acabo com as minhas costas por causa dela, e ainda por cima ela não reconhece a minha voz!
– Tom! Me desculpa é que ainda “estou dormindo” sabe!
– Percebi pela sua voz.
– Mas e aí tudo bem com você?
– Sim, mas ficaria ainda melhor se você aceitasse o meu convite,
– Convite? Convite pra que?
– Vai rolar uma festa em uma boate bem legal aqui da cidade... Mas eu não queria ir sozinho
– Sabe o que é, eu não curto muito festas, ontem eu só estava naquela boate porquê eu queria esquecer meus problemas... Mas fora isso eu sou muito caseira.
– Vai ser uma festa legal. E ainda por cima... Você me deve uns favores.
– Favores? Eu pensei que o seu agradecimento fosse o meu número.
– Isso foi antes de eu ter que te ajudar a pular o muro. Esse favor ainda não foi pago.
– E quando será essa festa?
– Sexta a noite.
– Sexta a noite? Tá muito em cima da hora!
– Hoje ainda é Terça!
– Tá bom eu vou com você.
– Já que eu já sei onde você mora passo aí às 21h00min pra te buscar.
– Não, me diz onde é a festa que nós nos encontramos lá. É porque a noite eu não vou estar em casa.
– Depois ainda me diz que é caseira.

Na verdade eu ficarei em casa durante a noite, pois a essa hora já voltei do meu trabalho, mas o que eu diria aos meus pais? Que iria sair com um cara que conheci ontem? Ainda mais para uma festa? Eles nunca iriam aceitar, diriam que isso não é coisa de “moça de família”.
Se bem que eu não to nem aí, porque a “moça de família”, certinha e comportada só vem se ferrando esses anos todos. Ninguém leva a sério a menina educadinha, se acham no direito de falar e fazer o que bem querem da minha vida. Nunca fiz algo pensando no que eu realmente queria e sim, no que os outros iriam pensar.
E o que ganhei com isso? Nada! A não ser um belo par de chifres.
Não vou mais chorar pelo Gustav, ele não merece que eu derrame sequer uma lágrima por ele.
Nada que eu faço é o suficiente para os meus pais. Eu nunca sou boa o bastante para eles. Com o Gustav era a mesma coisa, não bastava eu ser uma namorada carinhosa, amiga, compreensiva e fiel, não, não foi o bastante.
Mesmo eu fazendo tudo o que querem, eles sempre me magoam. Enquanto eu dou tanto valor para o que eles pensam, eles não se importam para o que eu sinto.

Se eu sendo tudo o que os outros querem que eu seja, não está dando certo. Agora é hora de eu ser eu mesma! Fazer o que eu quiser fazer.

Mas tenho medo, medo de que não me aceitem como eu verdadeiramente sou. Medo que me critiquem ainda mais. Agora percebo que toda essa dor e angústia por causa do Gustav, não são porque eu ainda goste dele, afinal ele já terminou comigo faz três meses. E sim porque eu tenho medo de ficar sozinha pra sempre, que ninguém mais queira ficar comigo. Afinal porquê alguém se interessaria por mim? Estou inclusive com medo de ir a festa com o Tom, ele parece ser um cara legal. Mas é “muita coisa” pra mim. Ele é mais do que eu sonharia ter. Estou com medo que ele apenas esteja brincando com os meus sentimentos. Querendo se fazer de meu amigo pra depois rir ou me apunhalar pelas costas. Tenho medo de acabar me apaixonando por ele, o que não é difícil. Mas ele nunca iria querer algo comigo, nunca!

Se nada mais importa... De hoje em diante serei livre!

_______________
Nota da autora:
Wenn Nichts Mehr Geht = Se nada mais importa. Essa frase, creio eu, ainda vai aparecer muitas vezes nessa história xD
Nota Ella: Peço desculpa por estar toda a semana sem postar, mas para compensar ao fim de semana terá pelo menos 4 capítulos, 2 ao sábado e 2 ao domingo. Espero que gostem da fic e que me desculpem Wink
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14 6º Capitulo – A Festa em Sab Out 20, 2012 6:00 pm

Ella.McHoffen

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6º Capitulo – A Festa


Passei o dia todo pensando no Tom e como ele foi tão carinhoso comigo, então me lembrei da festa.
Qual desculpa eu vou dar para os meus pais dessa vez? Se ele virá me buscar as 21h00min, nós vamos voltar muito tarde.
Preciso pensar em alguma mentirinha pra contar aos meus pais! Resolvi então ir à casa da minha melhor amiga, Giselle, e pedir ajuda.

Giselle é uma garota totalmente diferente de mim, mas a nossa amizade é algo incrível. Parece que nós nos completamos. Nos conhecemos na escola, ela vivia me pedindo cola, e acabou que viramos amigas, super amigas!

Quando cheguei na casa da Giselle, percebi que como sempre ela estava sentada na calçada com um short minúsculo, conversando um garoto.
Pensei bem se interrompia ou não o assunto dos dois. Mas o meu caso era mais importante! Então me aproximei do casal.

– Oi Gi!!!
– Camila, tudo bem fofa?
– Não Gi não está tudo bem! Preciso da sua ajuda!!!
– Ajuda? O que houve?
– É particular... – eu disse olhando para o garoto que ela estava conversando.
– Então vamos entrar e ir para o meu quarto. – ela disse levantando-se e indo em direção ao portão de sua casa.
– Você não vai se despedir dele? – cochichei.
– É claro que não... Vou esperar ele dizer alguma coisa.

Assim que ela acaba de falar, o garoto grita:
– Ô Giselle, sua mal educada, não vai se despedir de mim não?!

Giselle se vira com a cara mais dissimulada do mundo e diz:
– Ah gato, mil desculpas... é que eu nem me liguei. – então volta para perto do garoto e recebe um caloroso beijo.

Fiquei sem entender nada, além de muita sem graça por estar ali “segurando vela”. Assim que terminou a sua “despedida”, fomos ao quarto dela. Giselle ao contrário de mim tinha um quarto só pra ela, então podíamos conversar a vontade.

– Vamos Ca, conte tudo e não me esconda nada!

Eu comecei a contar tudo o que me aconteceu na noite anterior, quando contei o que eu ouvi da garota que estava com o Gustav, ela logo se enfureceu:

– O quê? Não acredito que o Gustav fez isso! Ele era a última pessoa que eu esperava que fizesse isso. Homem, não se pode confiar em nenhum mesmo!

Então contei do Tom, das coisas que ele fez e da festa.

– Eu preciso da sua ajuda, Gi! Nós vamos nos encontrar às 21h00min Como eu vou escapar dos meus pais? Eu tenho que dar uma explicação pra sair a essa hora de casa. Eles vão querer saber pra onde eu vou!
– Fácil! Ca, você diz aos seus pais que vai dormir aqui em casa pra estudarmos juntas para o vestibular. Aí você aproveita e vem mais cedo e eu te ajudo a se arrumar... Porque essa boate que ele te convidou é bem maneira, não dá pra você ir assim, toda simples...
– Mas e quando eu voltar da festa?
– Você me liga aí eu desço e abro a porta pra você!
– Ótima idéia Gi! O que seria de mim sem você!

Será que os meus pais iriam acreditar nessa história?! Mas por que não acreditariam, eu sempre me comportei muito bem, nunca menti pra eles. Agora é torcer pra que tudo dê certo.
Quando cheguei em casa contei logo para minha mãe que iria dormir na casa da Giselle, gaguejei um pouco, mas ela estava tão concentrada na novela que nem percebeu.

– Mãe? Mãe eu posso ir?
– Pode, pode Camila! Agora me deixa ver a novela!

Minha vontade era gritar de alegria, mas tive que me controlar, afinal quem ficaria tão feliz por passar a noite estudando? Fui correndo para o meu quarto rindo à toa. Durante a semana toda Tom não saiu do meu pensamento, volta e meia me peguei pensando nas coisas que ele fez, rindo sozinha das suas piadinhas. E aquele pircing... aí aquele pircing...

Finalmente a Sexta – Feira chegou, estava super nervosa, e ainda por cima Tom não havia me ligado. Será que ele desistiu? Será que ele apenas estava brincando com os meus sentimentos como eu havia temido?
Não posso ficar pensando negativo, tenho que arriscar! Então peguei minhas coisas e fui para a casa da Gi.

Cheguei por volta das 18h30min na casa da minha amiga. Pra variar o ônibus atrasou, então precisaríamos ser rápidas.

– Olha a roupa que eu escolhi! O que você achou?
– Calça jeans e blusa branca? Ficou doida Camila?! Você vai pra uma festa e não pra Igreja! Vou te emprestar uma roupa que preste! – disse ela abrindo o seu guarda–roupa e jogando tudo em cima da cama.
– Essa blusa é legal Gi!
– Não, eu sei de uma melhor!
– Enquanto isso vou arrumando meu cabelo.
– Achei! Essa roupa é perfeita!

Ela me deu uma saia preta curta, e uma blusa branca com alguns detalhes prateados. Realmente bonita, mas será que iria ficar bem em mim?
Antes eu jamais vestiria um tipo de roupa assim, nem sequer experimentaria. Mas agora a “nova” Camila iria entrar em cena! E já que eu quero tanto mudar,o primeiro passo é mudar o visual!

Depois de maquiada e com o cabelo escovado pela Giselle já era hora de eu ir pra festa!

– E agora, como eu saio da sua casa sem seus pais me verem?
– Eu vou ver onde eles estão.

Giselle saiu correndo do quarto para ver se estava "tudo limpo", enquanto eu fiquei me admirando no espelho. Eu estava me sentindo tão linda.
– Eles estão na cozinha corre, corre! Que eu te dou cobertura.
– Tchau Gi! Valeu!
– Você está linda! Boa sorte! E bons beijos!
– Pára Gi, eu não vou ficar com ele.
– Tá... vai logo pra essa festa e depois me diz se ficou ou não com ele.

Depois de pegar um ônibus lotado finalmente cheguei na tal boate e fiquei na entrada esperando pelo Tom, será que cheguei cedo demais?
Olho para todos os lados e nem sinal do Tom. Já começo a me desesperar. Ao me convencer que definitivamente ele não viria resolvi voltar pra casa da Giselle, mas logo o avisto vindo em minha direção, mais lindo do que nunca, com uma camisa branca estampada combinando com o boné, e com uma calça que no mínimo caberia uns dois “Tom”. O sorriso que ele trazia em seu rosto o deixava mais encantador ainda.

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Aviso: Está fanfic não me pertence, mas tenho a autorização da autora (Billa Jumbie) para postá-la no Tokio Hotel Fanfictions.

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15 Re: Wenn Nichts Mehr Geht em Qui Out 25, 2012 9:19 pm

Tom tão sedutor como sempre HAHA
A Giselle é uma super amigona mesmo.
Continuaaa

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16 7º Capitulo – A Festa II em Dom Out 28, 2012 4:10 pm

Ella.McHoffen

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7º Capitulo – A Festa II


Estou aqui na porta da boate esperando pelo Tom, será que cheguei cedo demais?
Olho para todos os lados e nem sinal do Tom. Já começo a me desesperar. Ao me convencer que definitivamente ele não viria resolvi voltar pra casa da Giselle, mas logo o avisto vindo em minha direção, mais lindo do que nunca, com uma camisa branca estampada combinando com o boné, e com uma calça que no mínimo caberia uns dois “Tom”. O sorriso que ele trazia em seu rosto o deixava mais encantador ainda.

– Oi – ele disse se aproximando para me dar um beijo.
Por impulso me virei e acabei sendo beijada no rosto embora pudesse perceber que essa não era a intenção real do Tom. Mas pude sentir o seu cheiro. Não me parece ser um aroma de perfume, e sim um cheiro natural, típico de homem. Com certeza não conseguiria mais esquecer aquele cheiro.

– Vamos entrar logo! Não quero perder tempo! – disse ele puxando meu braço.

Creio que ele não tinha noção da força que possuía, pois com este gesto quase me derrubou no chão, se bem quem eu estava tão hipnotizada por aquele perfume que até mesmo uma leve brisa poderia me fazer ir ao chão. O fato de ele não fazer nenhum comentário sobre a minha aparência também me chamou atenção. Será que ele não notou nada de diferente em mim?

Dentro da boate estava muito escuro, e a música extremamente alta o que me incomodava um pouco. E de repente senti um cheiro, pelo qual eu não conhecia, mas que era muito desagradável, pela fumaça que conseguia ver em alguns lugares, já desconfiei do que se tratava.
Só eu parecia estar incomodada com aquilo tudo, as outras pessoas muito animadas, se divertiam, bebiam e dançavam.
Tom me levou para um canto da boate onde tinha um barzinho, e nos encostamos um do lado do outro no balcão. Tom não perguntou o que eu queria, pediu logo duas bebidas. Na verdade eu preferia beber um refrigerante, mas fiquei sem graça em dizer isso a ele, então peguei meu copo sem dizer nada.
Nesse momento Tom me disse alguma coisa, mas como a música estava muito alta não pude ouvi-lo.
Então ele se pôs na minha frente e imprensou minhas costas contra o balcão. Eu não esperava por toda aquela proximidade, ao sentir seu corpo tão perto do meu, minhas pernas estremeceram, senti um arrepio correr pela minha espinha, e aquele cheiro só piorava a minha situação.
Então ele falou no meu ouvido:

– Eu acho que estou gostando você.
– Eu também gosto muito de você Tom, acho que poderemos ser ótimos amigos.
– Mas eu não quero ser seu amigo – ele disse, dando beijos e leves chupões no meu pescoço.
Aquilo estava me deixando louca, a cada toque dos seus lábios em pescoço, eu sentia meu coração bater mais forte, minha respiração ficava mais rápida. E de repente sinto suas mãos entrarem por de baixo das minha saia e logo em seguida segurando firmemente em minha coxa.

Tom não sabia que eu era virgem, não lhe contei coisa tão íntima durante o meu desabafo no carro.

– Pára! Pára Tom! – disse o afastando de mim.
– Por quê?
– Alguém pode estar olhando.
– Assim é melhor ainda - ele disse se aproximando mais de mim.
– Não, e também eu não estou me sentindo bem, preciso ir pra casa.

A expressão no rosto do Tom me fez temer por qual seria a sua atitude, era um misto de raiva com decepção.
Ele terminou sua bebida e começou a andar se afastando de mim sem se quer olhar pra trás.

Ele iria me deixar ali sozinha? Será que eu havia estragado tudo? Fiquei desnorteada sem saber o que fazer.
Então vejo ele voltando em minha direção, já não tinha mais aquele jeito doce ou sedutor, estava assustadoramente sério. E então me falou:

– Você não queria ir embora? Tá esperando o quê? Vamos!

Eu estava preocupada pelo Tom e pelo fato de ele querer me levar pra casa! Ele não sabia que eu iria para casa de uma amiga. Ainda era cedo os pais da Gi deviam estar acordados, e então não teria como eu entrar escondido! E agora? Eu não posso nem voltar para minha casa e nem para a casa da Gi!

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17 8º Capitulo - Descobertas em Dom Out 28, 2012 4:48 pm

Ella.McHoffen

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8º Capitulo - Descobertas


Estava com uma dúvida que atormentava minha mente, mas que precisava ser solucionada o mais rápido possível. O que seria melhor: eu contar a verdade para o Tom, ou inventar uma história para os meus pais?
Desde que saímos da boate Tom não havia falado mais nada apenas continuava com aquela expressão que me causava ainda mais angústia. Antes que ele ligasse o motor do carro eu disse:

– Tom, eu não posso voltar pra casa.

Quando eu falei isso parecia que ele iria gritar comigo, antes que ele o fizesse eu continuei:

– Para sair com você eu tive que inventar uma história para os meus pais e se eu voltar agora pra casa eles vão descobrir tudo! – então eu contei todo o plano que eu e a Gi criamos. Não sabia o que ele iria fazer, ou falar. Talvez achasse que eu era uma menina completamente estranha e não querer me ver nunca mais.

Mas ele fez algo que eu não esperava. Ele deu aquele sorriso encantador e disse:
– Vamos para minha casa então. Eu moro perto daqui.

Aquilo fez com o carinho que eu sentia pelo Tom aumentasse ainda mais, porém depois dos beijos que ele me deu naquela boate eu já não tinha tanta certeza se o que eu sentia por ele era apenas carinho, confesso que no pouco tempo em que tivemos tão próximos eu senti algo diferente, algo que não era carinho, e sim uma coisa que eu nunca havia sentido antes. Não tão forte, não tão intensamente. É claro que eu sentia atração pelo Gustav, mas com o Tom era simplesmente diferente.
Como pode uma pessoa que eu conheci há tão pouco tempo mexer tanto comigo? Realmente me preocupou e muito a possibilidade dele não querer mais me ver.
E nesse instante meus pensamentos são interrompidos pela voz do Tom:

– Você ainda está passando mal? Tem uma farmácia logo ali.
– Não precisa. Já estou me sentindo melhor.

Chegamos na casa do Tom, ele morava em um apartamento, muito bonito por sinal. Após guardar o carro na garagem fomos ao elevador. Ele morava no sétimo andar. Ao abrir a porta me deparei com um local totalmente diferente do que eu esperava. Era tudo muito bagunçado, roupas jogadas por todos os lados, pizzas jogadas pelo chão. Não era um lugar sujo, apenas muito bagunçado.

– Vai ficar de pé aí?! Senta!
– Assim que eu achar o sofá eu faço isso.
– Sofá?! Eu não tenho sofá. As minhas visitas sempre estão mais interessadas na cama, se é que você me entende.
– E cadê ela?
– Tá por aí... – disse ele rindo.
Afastei as roupas que estavam em cima da cama e me sentei.

Ele tirou os tênis e as meias e logo após a camisa. Nesse momento pude ver o corpo perfeito que estava escondido naquelas roupas enormes. Tom tinha uma pele dourada e um abdome definido, não pude deixar de olhar para aquele corpo. Além do rosto, ele também tinha um corpo lindo!

– Como assim, você vai tirar toda a roupa? Desse jeito?!
– Você quer um strip-tease? Se quiser eu tiro com mais jeitinho...

Para aumentar ainda mais o meu “sofrimento” ele fez, fez aquilo que durante toda aquela semana eu fiquei lembrando e visualizando em minha mente, ele passou a língua no seu lábio inferior indo lentamente de um canto para o outro movimentado levemente o pircing e veio em minha direção, com aquele olhar sedutor.
Meu coração batia acelerado, não podia me controlar. Ele se sentou a meu lado e olhando sempre diretamente nos meus olhos, ele me beijou. Não tive forças para recuar, dessa vez não pude desviar o rosto. Aquele cheirinho dele entrava pelas minhas narinas e percorria todo o meu interior. Me sentia indefesa nos braços daquele homem que com a língua explorava toda a minha boca, ele mordia os meus lábios dando leves puxadas, o seu pircing não nos atrapalhava em nada, muito pelo contrário.
Ele fez com que eu me deitasse e logo após deitou sobre mim, o peso daquele corpo sobre o meu fez com que o ritmo da minha respiração aumentasse ainda mais, pude perceber que a sua respiração também estava alterada, mas ele não parecia estar tão nervoso quanto eu. Ele me beijava ferozmente e suas mãos que até ao momento estavam na minha nuca passaram a querer conhecer mais o corpo que já estava queimando de tanto prazer, e ao entrarem por debaixo de minha blusa, fez com que eu me lembrasse dos meus seios, meus minúsculos seios. Passei a imaginar a cara de decepção do Tom ao toca-los, ao vê-los. Então rapidamente tirei as mãos do local que estavam que para a minha sorte ainda não haviam tocado nos meus seios e o afastei para longe de mim.

– O que foi agora? Sinceramente eu não te entendo! – disse ele em voz alta.
– Eu ainda não posso fazer isso Tom.
– O que é, é por causa daquele cara? Se for esse é o melhor jeito de esquecer ele! – disse se aproximando de mim novamente.
– Tom eu sou virgem.

Ele ficou em silêncio por alguns segundos e então deu uma gargalhada.
– Virgem? Você está brincando comigo, não é mesmo? Pow gata brincadeira tem hora.
Dinheiro e mulher virgem é coisa rara de se encontrar por aí, só tendo muita sorte. Conta outra vai!

Aquilo me deixou tão magoada, ele realmente pensou que eu estivesse brincando! Me senti tão envergonhada, queria me esconder de algum jeito, ou então voltar no tempo e não deixar as coisas chegarem a tal ponto. Mas já era tarde demais.
Ao ver que eu estava completamente magoada e desconfortável com aquela situação, Tom finalmente percebeu que eu não estava brincando.

Então ele se aproximou de mim colocou uma das mãos sobre o meu rosto disse:
– Você estava falando sério, não é mesmo?

Não falei nada, apenas confirmei com a cabeça. E não pude evitar que lágrimas escorressem dos meus olhos.
Eu não sou do tipo de pessoa que consegue disfarçar o que se está sentindo. Não posso controlar minhas emoções. Nunca pude.

Tom apenas me abraçou, e assim ficamos por um bom tempo.
Mas eu sabia o tipo de cara que o Tom era, sabia que se eu quisesse ficar com ele, não bastava eu apenas mudar por fora. Eu tinha que mudar por dentro também. Sabia que se eu não fizesse isso logo, se eu não libertasse a Camila livre e desinibida de dentro de mim, aconteceria a mesma coisa que aconteceu com o Gustav, ou até mesmo pior.

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18 Re: Wenn Nichts Mehr Geht em Dom Out 28, 2012 8:40 pm

O Tom é um tarado mesmo! Ri muito em algumas partes kkkkkk
Bem pelo menos ele foi compreensivo no final.
Continuaa....

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19 9º Capitulo – A primeira vez de Camila em Qui Nov 01, 2012 4:24 pm

Ella.McHoffen

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9º Capitulo – A primeira vez de Camila


Tom e eu passamos a madrugada toda conversando sobre as nossas vidas, descobri que ele tem um irmão... gêmeo! Falamos abertamente sobre o que gostávamos e não gostávamos, sobre desejos sonhos. Tom é claro, sempre levando as coisas para o outro lado e me fazendo rir muito. Depois de nos conhecermos tanto ele me levou pra casa da Gi, tudo saiu como o combinado, mas naquela noite eu não consegui dormir.
Fiquei a noite toda pensando e cheguei a conclusão de que passei esse tempo todo me “guardando” para o Gustav. Mas o Tom em tão pouco tempo me fez sentir tantas coisas diferentes. Gustav nunca me deu um beijo daqueles, nunca me tocou daquele jeito.
Eu queria aquele homem, não sei como, mas eu sabia que ele era a pessoa certa. Talvez eu fosse me arrepender mais tarde, mas arrependimento maior eu teria se não fizesse isso. Então resolvi que pela primeira vez eu iria fazer o que o meu coração mandasse. E eu sabia muito bem o que ele queria.

No dia seguinte já na minha casa tomei coragem e decidi enfrentar os meus medos e ir viver o meu amor.
– Vai pra onde menina?
– Vou ali mãe! Vou ali...
– Ali aonde?

Mal pude ouvir o que minha mãe dizia já estava longe. Longe demais para me arrepender, longe demais para dar explicações a alguém.
Mesmo tendo ido apenas uma vez à casa do Tom, eu sabia onde ele morava afinal o seu prédio era muito conhecido na cidade.
Cheguei na portaria e informei ao porteiro que queria vê-lo. Quando minha entrada foi liberada corri direto para o corredor, cada segundo que o elevador demorava, para mim parecia uma eternidade.
Ao chegar em frente a porta do lugar que eu mais gostaria de estar naquele momento, uma enorme alegria e ansiedade tomou conta de mim. Apertei a campainha, e não demorou muito ele me abre a porta.
Não esperei ele dizer nada, imediatamente o abracei forte e lhe dei um beijo, um beijo que eu jamais dei em alguém. A princípio Tom pareceu estar meio assustado com a minha atitude mas logo depois entendeu o que estava acontecendo. Apagou a luz, fechou a porta e me imprensou sobre ela, fazendo assim que eu tivesse apoio para envolver as minhas pernas em sua cintura.
– Você me quer? – disse ele dando leves mordidas em minha orelha.
– Sim eu te quero Tom! Eu preciso de você Tom...

Ele não deixou que eu completasse minha declaração de amor pois me fez silenciar com um beijo, nossas línguas se tocavam em perfeita sintonia. Eu podia sentir cada pedacinho do corpo daquele homem encostado ao meu, eu queria aumentar essa proximidade queria sentir sua pele junto a minha, queria que nos tornássemos apenas um.
Caminhamos até a cama, e ele me deitou ali, sentando-se em cima de mim. Ele tirou a camisa, então novamente eu pude ver aqueles braços fortes, aquela barriga de tanquinho. Apenas com um puxão ele conseguiu desabotoar toda a minha blusa, um pouco selvagem demais, mas eu não poderia dizer que não estava gostando. Então ele começou a beijar o meu colo, me lambia, me mordia. Tirou suas calças e em seguida as minhas. Ao ver o volume em seus boxers, não pude deixar de comentar:

– Ele me parece ser grande demais.
– Está com medo que eu te machuque? – ele cochichou em meu ouvido.
– Um pouco.
– Não se preocupe, eu vou tentar ser o mais carinhoso possível.

Aquelas palavras de certa forma me acalmaram. Ele terminou de tirar minha blusa, indo direto ao meu sutiã.
Eles são pequenos, o avisei. E então ele disse:

– Ótimo! Assim cabem perfeitamente em minha boca.
Eles os segurava firme, e os chupava, dava leves mordidas em meus mamilos me fazendo delirar. Eu estava nervosa e sem saber o que fazer, mas ele me guiava. Naquele momento o mundo era só nós dois.
Eu sentia um desejo incontrolável, meus gemidos eram cada vez mais altos e mais freqüentes.
Então ele tirou os boxers e em seguida a minha calcinha. Agora estávamos completamente nus, ele estava vermelho assim como eu, mas logo depois eu ficaria com algumas marcas também, por causa das mordidas e dos chupões que ele me dava. Senti seus dedos invadirem a parte mais íntima do meu corpo. Nunca um homem me tocou daquele jeito, ele me acariciava levemente com seus dedos em quanto me beijava.
Então ele disse:
– Agora feche os olhos.
Fiquei com medo de que ele fosse fazer mas mesmo assim o obedeci e fechei meus olhos.

Então ele afastou minhas pernas e começou a me beijar, aquela sensação era inexplicável ele passava a língua por toda a minha vagina e mordiscava o meu clitóris. Eu gemia mais alto ainda inclinando minha cabeça para trás.
–Tom me faça mulher – gemi em seu ouvido
Então ele colocou o preservativo que estava na mesa de cabeceira, pude notar que a gaveta estava lotada com eles.
Ele deu uma leve mordida em meus lábios.
Com a ponta da língua circulou minha boca me dando um longo beijo.
Logo senti o seu membro sendo introduzido em minha vagina, senti uma dor muito forte.

– Tá doendo!
– Sempre dói um pouquinho, e só você relaxar e abrir bem as pernas.
– Tira Tom, tira! Tá doendo muito.
Ele tirou seu pênis de dentro de mim, e me deu mais alguns beijos e mordidas na orelha.
Então disse:
– Eu vou colocar só o comecinho e se doer eu tiro de novo, tá?
Eu confirmei com a cabeça, mas Tom mentiu pra mim ele entrelaçou seus dedos nos meus e introduziu todo o seu pênis de uma só vez . Dei um grito muito alto de dor soltei suas mãos e finquei minhas unhas em suas costas, pois pude sentir meu hímen sendo rompido.

Ele fechou os olhos e com a boca entre aberta gemia, gemia muito. Estávamos muito suados. E a dor que eu sentia deu espaço a um prazer indescritível, o qual eu jamais poderia imaginar sentir. Eu gritava pelo seu nome o que o deixava mais excitado.
Tom alternava os movimentos, aumentava o ritmo das penetrações e depois diminuía. Ficamos um bom tempo assim. E ao acabarmos ele disse:
– Você sempre será meu anjo. - e se deitou ao meu lado.

Eu repousei minha cabeça sobre o seu peito, e assim ficamos até nos recuperarmos de tudo o que aconteceu.

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20 Re: Wenn Nichts Mehr Geht em Sex Nov 02, 2012 9:23 pm

Eu simplesmente amo essa fic. Já li ela ni nyah e o que me fez ler ela foi que eu também me chamo Camila. Razz

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21 10º Capitulo – Uma noite mágica em Dom Nov 04, 2012 8:56 am

Ella.McHoffen

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10º Capitulo – Uma noite mágica

Aquela experiência foi tão mágica, tão perfeita, mas eu estava exausta. A minha vontade era passar o resto da noite ali com o meu amado. Mas infelizmente isso não seria possível. Eu tinha que voltar para casa e fingir que nada aconteceu, mesmo que a minha vontade fosse gritar para o mundo inteiro o quanto eu estava feliz, o quanto eu estava me sentindo mulher, e não mais aquela menina.
Porém eu tinha que voltar para casa, afinal sai sem avisar nada a ninguém.

– Tommy eu tenho que ir agora!
– Já? Fica mais um pouco... – disse ele ficando sobre o meu corpo novamente,
– Já anoiteceu, eu... – não consegui terminar a frase, pois Tom passava sua língua lentamente em meu pescoço.
– Você sabia que a segunda vez nem dói? – ele deu um sorrisinho safado e continuou me beijando.

Minha mente ordenava que eu saísse dali mas meu corpo implorava para ser possuído novamente por aquele homem, eu já não conseguia controlar meus pensamentos tudo o que eu queria era ser dele mais uma vez. Enquanto era beijada meu celular toca. Sabia que era minha mãe então fui levantar para pegar o celular que estava no bolso da minha calça jogada no chão. Mas Tom foi mais rápido que eu, e pegou o celular:

– Eu vou atender – disse ele quase abrindo o aparelho.
– Não! Deve ser a minha mãe!
– É ela mesmo – disse ele olhando para o visor.
– Me dá que eu atendo!
– Já que eu não posso atender, vou desligar essa porra – ele desligou o celular e em seguida o jogou contra a parede.
– Você vai me dar outro!
– Agora eu vou te dar uma coisa muito mais interessante...

Tom acariciava meus seios com suas mãos grossas e grandes e esfregava seu corpo no meu. Pude sentir que o seu pênis novamente estava ficando ereto, então ele pegou uma de minhas mãos e a conduziu até o seu membro. Eu sabia o que ele queria, mas não estava pronta pra aquilo. Já havia experimentado muitas coisas em apenas um dia. Então apenas lhe fiz um carinho singelo e logo retirei minha mão do local, voltando para as costas. Tom me pareceu um pouco decepcionado, mas segundos depois já estava me beijando ferozmente. Foi quando pude sentir seu membro me penetrando. Ele tinha razão, doeu bem menos do que da primeira vez assim o meu prazer foi maior ainda.
Tom me penetrava com mais força do que da primeira vez e não mais me beijava, apenas me possuía. Nós gemíamos alto e ele me dizia coisas picantes em meu ouvido.
Em certo momento senti um líquido quente escorrer por entre as minhas pernas, Tom parou com as penetrações voltou a se deitar do meu lado e ascendeu um cigarro. Aquele cheiro me incomodava imensamente então me enrolei em um lençol, peguei minhas roupas que estavam espalhadas por todo o quarto e fui em direção ao banheiro para tomar um banho e assim finalmente poder ir para casa.
Depois de devidamente recomposta voltei ao quarto, ele estava comendo um sanduíche.

– Estou recuperando minhas energias... Quer um? Sanduíche é a minha especialidade.

Apesar de estar morrendo de fome, precisava ir para casa então neguei.

– Não, muito obrigada eu tenho que ir pra casa.
– Tá bom. Se cuida hein.

Na verdade eu esperava que ele fosse me levar para casa, mas como ele não disse nada em relação a isso o jeito era eu pegar um ônibus mesmo.

Nem me importei com ônibus lotado, meus pensamentos não estavam ali. Eu apenas pensava nos momentos maravilhosos que eu havia acabado de passar junto ao meu Tommy.

Já era tarde da noite, porém minha mãe ainda estava acordada.
Entrei em casa e fui andando depressa para o meu quarto.
Ao passar pela sala minha mãe grita:

– Você estava onde mocinha? Isso são horas?
– Estava na casa da Giselle.
– Como você estava lá se a pouco tempo a Giselle me ligou perguntando por você.

Virei as csotas e continuei indo para o meu quarto, mas ainda pude ouvir ela dizer:

– Por que você não atendeu o telefone? E esse cabelo molhado menina? Se prepare que eu vou contar tudo para o seu pai dona Camila.

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22 Re: Wenn Nichts Mehr Geht em Dom Nov 04, 2012 4:51 pm

Eita, Tom safadinho! Depois dessa noite a Camila não vai ser mais a mesma kkkkkk
Continuaaa...

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23 Re: Wenn Nichts Mehr Geht em Qua Nov 07, 2012 4:48 pm

continueeeeeeeeee \o/

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24 11º Capitulo – A briga em Dom Nov 11, 2012 3:23 pm

Ella.McHoffen

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11º Capitulo – A Briga


Minha mãe apesar de ter ameaçado contar o ocorrido para o meu pai, ela não o fez, me deixando assim muito aliviada.
Depois disso me encontrei mais algumas vezes com o Tom, ele não era muito romântico, na realidade as vezes se tornava até demasiado rude. Mas todos os momentos que passamos juntos foram maravilhosos.
Porém nesses últimos dias Tom não tem me ligado, nem sequer para marcar encontros ou coisas assim. Ele me disse ter uma banda, ainda não muito conhecida mas que tomava muito do seu tempo, então penso que seja esse o motivo de seu distanciamento.

Ao voltar do trabalho descubro que minha mãe havia contado ao meu pai que ultimamente eu andava muito estranha. Meu pai quis saber o porquê da minha rebeldia, o que estava acontecendo comigo. Apesar de saber que ele iria ficar irritado, eu precisava contar a verdade, não podia ficar inventando mentiras para as pessoas que eu amava. Mesmo com todas as broncas e toda a pressão sobre mim, eu amava meus pais. Não me sentia bem em enganá-los. Minha mãe sempre foi minha amiga, sempre conversávamos bastante, claro que não contava para ela tudo sobre minha vida assim como fazia com a Gi, mas sempre tivemos uma relação muito boa.
Contei para eles que eu não estava satisfeita com a vida que estava levando, que precisava mudar.
Meus pais não entenderam a razão dessa mudança de comportamento, disseram que tudo em minha vida era perfeito, que eu devia me orgulhar do modo como era, e não querer mudá-lo. Eu expliquei que eu queria mudar, e já estava mudando apenas algumas coisas em mim, que apesar de parecerem não significar muito, para mim faziam uma grande diferença. Tive uma conversa que nunca havia tido com eles. Questionei os meus horários, a minha falta de liberdade, o preconceito besta que eles tinham em relação a algumas pessoas, enfim disse tudo o que queria dizer, mas por falta de coragem ou oportunidade nunca havia dito. Minha mãe tentava me fazer mudar de idéia, dizia que as coisas não eram bem assim. Enquanto meu pai ouvia a tudo calado, com sua expressão séria de sempre.
Falei também sobre o Tom, que nós estávamos nos conhecendo e que eu sentia um sentimento muito forte por ele e que era recíproco.
Eu queria ouvir o que o meu pai iria falar, queria saber qual era a opinião dele em relação as coisas que eu acabara de dizer. Então me silenciei eu olhei para ele. Minha mãe aparentemente também queria ouvi-lo então também se calou.
Diante do silêncio que pairava na sala, meu pai finalmente se pronunciou:

– O que essa garota está querendo é virar uma vadia! Uma qualquer, iguais à essas garotas que vemos por aí. É isso que ela quer! E a culpa de tudo isso é sua Lúcia, por deixar essa menina andar com más companhias.
– O que você está dizendo Paulo, como a culpa pode ser minha?
– Você que deveria estar cuidando da educação das nossas filhas justamente pra isso não acontecer, afinal você é a mãe!
– Mas eu sempre faço isso Paulo, a Camila sempre foi uma moça comportada, agora que ela está tendo essas idéias.
– Por que você se descuidou Lúcia. Não duvido muito que daqui a pouco a Caroline, seguindo os maus exemplos da irmã me venha com essa história também.
– Mas porque só eu que tenho que fazer isso?
– Eu já sustento essa casa e você ainda quer que eu faça o seu papel de mãe também?
– Se você não fosse um pai ausente nada disso estaria acontecendo, Paulo. A culpa também é sua!

Meus pais raramente brigavam e aquela parecia ser uma briga interminável. Problemas antigos vieram à tona. Me senti muito culpada de aquilo estar acontecendo por minha causa. Não queria chorar, queria ser forte para poder defender minha opinião, para que assim não houvesse como eles pensarem em tentar me obrigar a voltar atrás. Mas ao presenciar aquela cena dos dois discutindo agressivamente não foi possível me manter calma. Então para que eles não me vissem chorar decidi sair dali e ir para o meu quarto.

– Camila eu não terminei o que eu tinha pra te dizer. Volte aqui!
Obedeci a ordem do meu pai e voltei para a sala, tentando não chorar ainda mais. Pelo meu Tommy eu precisava ser forte o suficiente para convencer os meus pais que nada que eles pudessem dizer ou fazer iria me obrigar a mudar de idéia, que estava irredutível.

– Não pense que só por que você tem 18 anos você pode fazer o quiser. Não é bem assim não! Enquanto você estiver sob o meu teto você terá que me obedecer.
– Mas pai...
– Cala a boca, que eu ainda não terminei.

Minha mãe sentada no sofá também chorava, mas não dizia nada.

– Se você acha que eu vou permitir você ficar por aí se esfregando com qualquer um, está muito enganada! Vai já para o seu quarto e não me volte mais com esse assunto. E aí de você se eu souber que você andou se encontrando com essa tal de Tom de novo, Você sabe que de um jeito ou de outro eu descubro!

Achei melhor não discutir com o meu pai, e tentar conversar com ele outro dia, quando estivesse mais calmo, então subi as escadas em direção ao meu quarto.

– Ta vendo Lúcia, foi por isso que o Gustav terminou o namoro com ela. Ele viu no que ela estava se transformando e percebeu que ela não era moça pra ele. Tá vendo?!

Minha vontade era voltar e contar toda a verdade, contar que o Gustav não era tão perfeito como ele imaginava. Mas sabia que isso não iria me ajudar em nada, talvez até pelo contrário. Era capaz de naquele momento meu pai não acreditar em mim e ficar a favor do Gustav.

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25 12º Capitulo – Por onde andará Tom? em Dom Nov 11, 2012 3:27 pm

Ella.McHoffen

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12º Capitulo – Por onde andará Tom?


Essa semana foi tudo tão triste aqui em casa, meus pais mal falavam comigo, parecia até que eu havia cometido algum crime. Eu tentava ‘puxar’ algum assunto para amenizar o clima pesado que dominava todos os momentos em que a família estava junta, mas recebia apenas comentários sarcásticos e respostas frias.

Por que eles não me aceitam do jeito que eu quero ser? Por que eles estão me tratando assim? Eu nunca dei motivos para que se decepcionassem comigo, ou para envergonhá-los como tanto temiam. Isso não era justo.

Quando eu não estava no trabalho ia para casa da Gi e ficávamos jogando conversa fora, contei a ela sobre o Tom e as coisas que havíamos feito, me sentia muito a vontade para conversar sobre esses assuntos com minha amiga, apesar de ela querer sempre saber de tudo nos mínimos detalhes.
Perguntei sobre George, o cara que ela estava namorando. Fiquei surpresa ao saber que ela havia terminado tudo quando descobriu que ele estava envolvido com coisas erradas, chegando a quase ser preso por assalto a mão armada.

Eu evitava o máximo que podia ficar em casa, pois os poucos momentos ao lado de minha família eram tensos e me entristeciam muito.

Queria contar tudo o que estava acontecendo em minha casa para o Tom, mas ele não me ligava. Eu até pensei em ligar para ele, mas ele poderia achar que eu sou muito grudenta ou então que estava querendo controlá-lo, então achei melhor esperar que ele entrasse em contato comigo.

Como se passaram dias e nem sinal do Tom, comecei a ficar preocupada. Teria acontecido alguma coisa com ele?

Eu não podia ficar sem notícias dele e com toda essa aflição. Já bastavam os problemas que tinha em casa.

Então quando sai do trabalho fui até o prédio onde ele morava, mas fui informada pelo porteiro que ele não estava em casa. Cheguei até ligar para o seu celular, mas estava fora de área.

Já estava no caminho do ponto de ônibus, quando me lembrei que uma vez Tom havia me dito que sempre ficava em um barzinho bem perto dali. Boêmio do jeito que Tom era talvez ele estivesse lá.

Comprei uma Coca-Cola com um vendedor ambulante aproveitando para lhe perguntar se por acaso ele conhecia o local. Ele disse que era um lugar muito freqüentado pelos jovens do bairro e me mostrou como chegar até lá.

Como era perto fui caminhando, aproveitando o vento suave daquele fim de tarde e torcendo para que o Tom estivesse lá, afinal eu estava morrendo de saudades.

Enfim cheguei ao tal bar, do outro lado da calçada avistei meu Tommy. Ele estava segurando uma garrafa de alguma bebida indo em direção à uma mesa e ao seu lado caminhava provavelmente um amigo, segurando alguns copos. Infelizmente ele devia estar acompanhado pelos amigos o que impediria que eu matasse devidamente a minha saudade, no entanto eu saberia mais da vida do Tom e das pessoas com que ele andava, o que era bom.

O trânsito era muito movimentado naquela rua, enquanto aguardava o sinal fechar o observava. Eles se dirigiram as mesas que estavam do lado de fora do bar, e para minha surpresa sentaram em uma em que haviam duas belas mulheres. Na hora tive muito ciúme, mas eu não podia fazer um escândalo por causa das amigas dele, é comum e aceitável que uma pessoa tenha amigos do sexo oposto.

Finalmente o sinal fechou, uma senhora ao meu lado pediu que eu a ajudasse a atravessar a rua, ao olhar para os lados para ver se era realmente seguro, meus olhos de relance viram aquela cena, não consegui acreditar no que eu estava vendo, meus olhos só podiam estar me enganando. Não é possível! Só podia ser mentira. Tinha que ser mentira!

Tom estava aos beijos com uma das mulheres sentadas a mesa. Trocavam beijos calorosos como que não se importassem de estarem em um lugar público.

Fiquei paralisada ali naquela calçada, meus olhos encheram-se de lágrimas, senti uma dor no peito como se pudesse sentir meu coração se despedaçar com aquela cena.

– Mocinha? Você está passando mal minha filha? – disse a senhora.

Não lhe respondi nada, apenas soltei seu braço e sai correndo dali, sem rumo, sem direção. Não agüentaria ver mais nenhum segundo daquilo. Eu precisava esquecer, precisava fingir que não havia visto nada, acreditando assim que era “coisa da minha cabeça”, que eu havia me confundido ou interpretado mal.

As pessoas me olhavam assustadas, procuravam saber do que ou de quem eu estava correndo. Mas elas não poderiam imaginar que eu estava fugindo de algo que elas não podiam ver ou perceber. Eu estava desesperadamente tentando fugir da minha dor, do sofrimento e tristeza que cismavam em me atormentar.

A chuva caía e as gotas que molhavam o meu rosto se misturavam com as minhas lágrimas. Gostaria que aquela chuva levasse com ela toda a minha tristeza, pudera aquela chuva lavar minha alma.

Já estava cansada de correr, não havia mais do que tentar fugir, tudo estava perdido.

Sentei em um banco de praça, e compulsivamente chorei, meus olhos ardiam e estavam doloridos mas não se comparava a imensa dor que eu sentia dentro de mim. Na esperança de esquecer tudo aquilo eu fechava meus olhos, mas a única cena que vinha a minha cabeça era a coisa que eu mais queria esquecer naquele momento.

Como pode o Tom ter feito isso comigo? Como ele foi capaz, mesmo sabendo de tudo que o Gustav já havia me feito? Por que ele me iludira de tal forma?
Passei mais algumas horas sentada ali naquele banco, lembrando de tudo que Tom e eu vivemos, mas sempre as boas lembranças eram interrompidas por aquele beijo.

Já era noite chovia forte e o vento estava muito frio, eu não podia ficar ali me levantei e fui para casa.

Estava toda molhada e ao chegar em casa minha mãe preocupada como meu estado, parecendo ter por um momento se esquecido de todas as discussões dos últimos dias, mandou que eu fosse tirar aquelas roupas molhadas e me agasalhar.

Não lhe disse nada apenas fui em direção ao meu quarto, peguei algumas roupas mas não pude me trocar ali pois minha irmã estava com uma amiga, então fui até ao banheiro.

Ao procurar pela escova de cabelo me deparei com os remédios que minha mãe guardava.

Qual seria o efeito de todos eles juntos? Talvez eles fossem a única maneira de fazer passar toda aquela dor, para sempre. Ninguém sentiria minha falta, chegando mesmo até demorar dias para que notassem minha ausência. Certamente apartir daí ninguém mais poderia me magoar, nenhuma lágrima minha seria derramada.

Abri o primeiro frasco, não era preciso ler o seu rótulo ou bula, a indicação que ele poderia ter não me interessava. E ao colocá-lo em minha boca, lembrei do Gustav e sua namorada, do que ela havia dito de mim, mais uma vez lembrei do Tom e de todos os planos que havia feito para nós dois. Nesse momento flash’s da minha vida inteira surgiram em meus pensamentos, o que me fez perceber que durante todo o meu viver eu fui a única que sai magoada, a única que ficou em prantos. Mas agora será diferente, agora eu dito as regras do jogo. Agora eu quero vingança.

Então guardei os medicamentos novamente na prateleira e voltei para o meu quarto.

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