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Infidelidade

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1 Infidelidade em Qua Out 03, 2012 12:23 am






Nome: Infidelidade.
Genero: Drama/ Romance





Bill e Kate são casados e tem um filho de seis anos e uma linda casa em um bairro elegante de Nova York. Mas o acaso faz com que ela encontre em seu colega de trabalho uma chance para curar o tédio de um casamento sem salvação. Um relacionamento intenso se inicia e tudo isso sob os olhos de seu chefe que guarda uma paixão secreta pela mesma tornando-se aos poucos uma obsessão.
E a traição exige então o pagamento de um amargo preço.






Capitulo 1


Kate...


Esta certamente não é uma história simples de contar, mas acredito que nenhuma seja. Embora pareçam felizes, todas elas tem seus caminhos difíceis e momentos estranhos de total perda de controle.

E é assim que a minha história começa, perdendo totalmente o seu controle, o seu ritmo; fugindo do caminho que durante muito tempo eu julguei ser perfeito, mas que na verdade, era apenas uma sombra daquilo que eu realmente procurava e de tudo que eu necessitava - ou pelo menos achava que necessitava.

A maioria das pessoas que eu conheço procura suas próprias razões para realizações pessoais e comigo não era diferente, eu não queria que fosse.

Meu nome é Kate Oliver e sou aquele tipo de pessoa que jamais acreditou no amor, ou relacionamentos, sempre achei que morreria sozinha, rabugenta e velha em uma casa qualquer no meio campo, aonde ninguém chegaria perto por acreditar ter uma bruxa louca morando lá. Pois bem, eu estava enganada quanto a isso.

A vida tratou de me mostrar o meu real caminho no segundo ano da faculdade de direito que cursava em Harvard, onde eu o vi pela primeira vez. Ele havia deixado seus milhares de livros caírem no chão perto de mim e, então, eu levantei rapidamente da árvore em que estava encostada para tentar ajudá-lo. E após entregar a ele o último livro, pude ver o quão vermelho estava, o que era muito estranho. Essa foi a primeira vez que eu vi um homem ruborizar em minha frente. Claro, ele devia estar envergonhado por ter deixado seus livros caírem, mas a segunda opção em minha cabeça, me dizendo que a culpa era minha, me pareceu infinitamente melhor. Ele agradeceu, olhando rapidamente nos meus olhos, e seguiu andando para dentro do apartamento onde estudavam os calouros de medicina.

Esse foi o nosso primeiro estranho contato e, naquele momento, não me pareceu que teríamos algum futuro a não ser o mesmo de tantas outras pessoas, que apenas cruzavam aquele campus sem ao menos trocarem uma palavra. Eu nunca mais o veria, era o que a minha cabeça repetia o tempo todo.
Mas no dia seguinte ele estava lá, em minha árvore, no lugar que eu sempre estivera desde que fui parar em Harvard. E, para a minha total surpresa, ele estava lá por mim.

Nossa historia pode ser igual a muitas outras; tivemos o nosso primeiro encontro depois daquele dia e desde então, não nos separamos mais. Bill cursava o terceiro ano de medicina, era um aluno aplicado, sofisticado e inteligente. Ele não fazia o tipo que, segundo imaginava, se interessaria por mim. Mas eu estava enganada e ele deixou bem claro quando disse:

— Vou até aquela árvore todo o dia esperando encontrá-la. Quando não a encontro, sinto que meu dia está incompleto, que algo está faltando. — Virou o rosto de leve e olhou-me com um brilho divertido nos olhos. — Sinto sua falta, mesmo que nunca a tenha tocado.

Eu não o culpava, porque eu mesma passara dias sobre aquela árvore apenas esperando o momento em que o veria passar, atrapalhado com mil livros sobre os braços. E quando ele não aparecia, ficava ansiosa, com um nó no estômago, perguntando-me se o veria outra vez. Bill tinha um jeito sereno, relaxado, que me deixava à vontade para falar o que quisesse. Mas, na verdade, era eu, na maioria das vezes, que o deixava falar.

Ele parecia não se importar, como tantas pessoas, e não me forçava a me abrir.

Ele parecia saber, de forma intuitiva, que eu mudaria quando estivesse pronta. E eu era grata por isto.

...



E então, após algumas semanas, nós tivemos a idéia precipitada de alugarmos um apartamento pequeno em frente ao campus. Não conseguíamos mais ficar separados e a cada minuto que isso nos era exigido, compensávamos nas horas em que ficávamos trancados em nosso pequeno quarto mobiliado de pilhas e pilhas de livros.
Aquele era o nosso pequeno mundo e foi nele que juramos jamais nos separar.


...


Bill e eu nos formamos praticamente juntos e decidimos que estava na hora de darmos o nosso próximo passo e como todos imaginavam e esperavam, nós nos casamos.
Não tivemos surpresas, sabíamos como era nossa vida juntos, sabíamos que nosso trabalho, a partir daquele momento, também seria nosso único foco e era apenas nisso que pensávamos dia e noite.

Ele conseguiu um estágio no hospital de Massachusetts e eu consegui meu primeiro emprego como advogada em um escritório do pai de um colega de faculdade.

O trabalho nos exigia muito no começo e havia semanas em que nos víamos por poucas horas. Passávamos a maior parte no telefone, ou em e-mails rápidos entre os dias que se seguiam. Chegávamos em casa exaustos e na maior parte do tempo não queríamos fazer nada. Nosso casamento parecia estar fadado ao fracasso, até eu descobrir que estava grávida.

Meu susto infelizmente foi maior que a minha felicidade naquele momento; eu não podia e não queria ter um filho. Eu nunca havia sonhado com isso e Bill sabia disso, porque ele também nunca tivera planos para uma família; seriamos apenas ele e eu sempre.
Mas a vida naquele momento não estava de acordo com nossas vontades.

No quinto mês, eu tive que me afastar do trabalho para ter uma gestação tranquila e longe dos tribunais e de discussões eu fazia apenas trabalhos em casa e no computador.
Meu humor estava péssimo, eu não queria ver ninguém e culpava-me o tempo inteiro, mas no momento em que eu o senti mexer pela primeira vez, minha raiva foi substituída pelo sentimento mais estranho do mundo: o sentimento de mãe.

E os planos que até agora não tínhamos feito, começavam a ser tecidos aos poucos e ter aquela criança era tudo que podíamos desejar.
Quando Noah nasceu, minha vida se resumia a ele e minha rotina era visitar médicos, supermercados, farmácias e passear à tarde em parquinhos, onde milhares de crianças e suas babás passam o dia todo.
A vida no escritório em meio a montes de papéis havia sido substituída por trocar informações com outras mães que, com o nascimento de Noah, eu tive a possibilidade de conhecer; e foi em um destes que conheci Kely Colligam, outra advogada que também estava passando pelo mesmo momento que eu: abandonar seu trabalho para virar uma simples dona de casa.
E foi Kely quem me mostrou o quão chata minha vida havia se tornado, foi com ela que descobri o verdadeiro significado da palavra tédio.

— Eu estou gorda, flácida; não me entenda mal, eu amo a Jess, mas eu não sou mais eu, você entende? — Ela falava chorosa, enquanto colocava uma papinha gosmenta na boca da filha.

— Sim, acho que entendo. Estou me sentindo assim também.

— Há cale a boca, você está ótima. — Ela bufou. — Não consigo entender que lei é essa que fazem algumas mães ficarem horríveis e outras ficarem mais lindas.

— Eu me sinto horrível. — Falei, encarando-a. — Eu não gosto de me olhar no espelho; Bill diz que eu estou bem, mas ele mente de qualquer maneira, então porque eu acreditaria?

— Ele mente pra você?

— Ele não quer me magoar.

— Entendo, meu marido faz o mesmo. Eles não sabem de nada. Eu estou entediada, perdi totalmente o rumo quando saí daquele escritório, minha vida está um tédio, aliás, o que restou dela.

Olhei para Noah naquele momento e ele sorriu para mim, então me dei conta de que jamais poderia estar arrependida; que não aguentaria culpá-lo um dia por estar da mesma forma que Kely Colligam.





......................x......................


Esta fanfic é baseada em um antigo livro que li, mas apenas baseada, eu não gosto de plágios. Tenho poucos capítulos prontos então farei um teste: Se gostarem continuo postando, do contrário... Neutral

Ps: Todas as minhas personagens principais se chamam Kate.



Última edição por Birdy em Qua Out 17, 2012 7:56 pm, editado 7 vez(es)

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2 Re: Infidelidade em Qua Out 03, 2012 12:52 am

Mais uma fic da Birdy e como sempre muito bem escrita!!Você é muito talentosa, sério!!
Primeiro capítulo e já me identifiquei com várias coisas...(E também fiquei torcendo pra encontrar um Bill desse na minha faculdade..... )

Quer dizer, fiquei torcendo até ler aquela parte do tédio depois do nascimento do Noah!

Pensando melhor....Acho que vou ficar sozinha mesmo....Sabe, prefiro ouvir os problemas das pessoas o dia inteiro em um consultório do que conviver com o tédio!!

Se você deve continuar???Ah, não sei.....

Claro que deve, Birdy!!!Já tô vidrada na sua fic!!!

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3 Re: Infidelidade em Qua Out 03, 2012 1:36 pm

Sam McHoffen

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Administradora
Como eu queria ser como ela nesse primeiro capitulo, do nada encontrar o cara da minha vida! Andando por algum lugar e por acaso nos esbarrarmos.
Kate sortuda!

Acho que a Kate pode continuar a carreira dela depois que o Noah crescer... E por mais que ela não queira o filho, ele pode ser uma benção na vida dela, que ela não imaginaria ter!
E o Bill tem que pensar da mesma maneira!

A Kely, se está se achando gorda depois do nascimento da filha e entediada, então vá para uma academia, tentar emagrecer, deixar o tédio de lado, fazer uma caminhada. Depois voltar um pouco da vida no trabalho, em vez de ficar se martirizando assim!

Não, acho que tu não deve continuar... eu tenho CERTEZA que tu deve continuar!
Apesar que estou com um medinho do Bill ser traído (Éh, eu fico preocupada com o Bill sendo magoado, meio besta, mas eu me sinto assim... A Lara que sofre com meus comentários, mas ela também me faz sofrer na fic dela) Rolling Eyes

ContinuaAAa!'

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4 Re: Infidelidade em Sex Out 05, 2012 9:24 pm

Capitulo 2




Kate...



Mais tarde, naquela mesma noite, falei para Bill sobre minha vontade de voltar a trabalhar; ele me observou por longos minutos sem nenhuma expressão em seu rosto.
No fundo, eu sabia que ele não estava de acordo. Esse não era o nosso plano, não fazia parte do que concordamos fazer depois do nascimento de Noah e eu estava quebrando nossa própria regra.


— Concordamos que você cuidaria de Noah por um tempo, antes de voltar a trabalhar. — Suas palavras soavam tão razoáveis, tão calmas, que minha vontade de discutir sumiu no mesmo instante.

— Eu sei, só que... — Hesitei.

— Eu entendo que não seja fácil pra você, Kate, mas estou apenas fazendo um estágio naquele hospital, não podemos pagar uma babá. — Disse, por fim, derrotado.

— Tudo bem, foi estupidez da minha parte, desculpe. — Balancei a cabeça devagar, pensativa.


Deixei-o sozinho na sala, talvez estivesse se culpando e isso estranhamente me deixava satisfeita. Ele não sabia o que eu estava sentindo, jamais saberia. Depois deste dia, nossa vida se tornou ainda pior e nosso relacionamento praticamente insustentável. Mas claro, Bill jamais enxergara isso. Ele passava horas dentro daquele hospital e em seu único dia de folga, não tínhamos qualquer novidade, além de ir ao parquinho com Noah.
Eu odiava aquele parque, odiava cada canto daquela cidade. Mas ele simplesmente parecia ignorar.

E o tempo se encarregava de deixar tudo cada vez pior...

...

Quando Noah completou seis anos, decidimos nos mudar para Nova Iorque. Bill havia recebido uma proposta de trabalho irrecusável no hospital central e isso seria maravilhoso para a sua carreira. Mudamo-nos para uma casa não muito grande no bairro de West Village, onde ficava, também, a casa de minha irmã Rachel e de seu marido, Gustav.
Bill, claro, escolheu o lugar sem me falar, já que sabia que o relacionamento entre nós duas não era nada bom. Ele achou que fosse melhor que morássemos perto para tentar uma relação amigável.
Claro, infelizmente ele estava enganado. Meu relacionamento com minha irmã havia sido cortado antes mesmo de meu relacionamento com Bill ter começado. Nossas personalidades eram totalmente opostas e Rachel gostava de deixar tudo ainda pior com suas falsas tentativas de aproximação.

Ela era professora do primário na escola Ella Beker em Upper East Side e Gustav, um empresário de sucesso com um futuro promissor na política. Os dois tiveram Alam antes de resolverem se casar. Eles eram as únicas coisas boas que restavam a ela.

...

Duas semanas haviam se passado depois de nossa chegada a NY e eu finalmente estava conseguindo colocar nossa vida em ordem. A casa, antes em obra, agora estava decorada do meu jeito. Bill não prestava muita atenção nisso e eu simplesmente não ligava para suas opiniões.
Passamos nossos primeiros dias procurando uma boa escola para Noah. Bill não queria que ele fosse para uma escola católica e, infelizmente, essa era nossa última opção até decidirmos que seríamos obrigados a matricular Noah na escola em que minha irmã trabalhava.
Dias depois, ele já havia tomado sua nova rotina no hospital e eu finalmente encontrei uma boa babá para Noah. Seu nome era Ally e, diferente do que Bill imaginava, eu não havia a encontrado nas páginas amarelas do Times. Ally fora recomendada por uma ótima agência de babás de NY e seu currículo e recomendações não poderiam ser melhores.

...

E então estava na hora de eu retomar minha vida profissional e eu estava excitada só de me imaginar novamente em um tribunal.
Com uma recomendação de Kely Colligan nas mãos, eu entrei no escritório Leto&Litterman, na Park Avenue, um dos maiores escritórios de advocacia da cidade, com os melhores advogados da cidade e com um chefe que poucos suportavam, principalmente a ala masculina.
Ele era bonito, não posso negar, mas era aquele tipo misterioso que podia tanto seduzir quanto assombrar e, no meu caso, a segunda opção ficou óbvia assim que entrei em sua sala.

...

Jared abriu a porta. Ele me cumprimentou com um sorriso amável e me mandou entrar. Senti um nó no estômago. Ele era alto, com cabelos cheios e escuros que caíam voluptuosamente sobre sua testa. Estava vestido de preto e usava sapatos de couro, calças e suéter de casimira. Sua elegância era discreta, o único adorno era um relógio de ouro preso ao pulso.

Enquanto observava meu portfólio, conversava com ele, gravando na cabeça cada palavra que ele dizia. Cheia de expectativas, meus sentidos estavam aguçados, sintonizados em cada nuance do que ele fazia ou dizia. Talvez eu estivesse enganada, mas a despeito de seu jeito casual, cada palavra por ele dita e cada gesto pareceu repleto de significados e intenções ocultas.
Sua jovialidade me deixava um pouco confusa; ele me pareceu quase agradável. Eu não esperava por isto.


—Seu portfólio é admirável. — Disse ele, ainda com os olhos sobre os papéis. — Não acredito que tenha ficado fora do mercado por tanto tempo.

— Problemas pessoais. — Disse e ele imediatamente me olhou, cruzando os braços sob o peito.

— Não importa. — Disse rápido, erguendo-se em minha frente. — Você está pronta para voltar agora, não está?

A pergunta soou como um desafio. Jared parou atrás de minha cadeira e senti seus dedos correrem livres por meu ombro. Instintivamente, calculei a distância até a porta.

— Sim, espero por isto a muito tempo, creio que esteja mais do que apenas pronta.

— Ótimo. — Ele riu cinicamente. — Porque eu a quero em minha equipe.

Olhei para ele com desconfiança e isto o fez sorrir. Tudo pareceu fácil demais, havia alguma coisa por trás e eu sabia disso.


— Desculpe-me, mas... — Ergo minha sobrancelha; completamente curiosa. — Por quê tão fácil?

— Bem... Você terá de descobrir.

Ele caminhou até a porta, estava com meu casaco na mão. Levantei-me rápido e o olhei bem antes de pegar meu casaco de suas mãos. Ele pairou sobre mim, com uma das mãos no bolso das calças. Uma mecha de cabelos escuros caiu sobre sua testa, mas ele não a afastou.

— Até amanhã, Kate.

Ele me olhou de soslaio para ver minha reação. O encarei enquanto ele falava, sentindo percorrer por meu corpo uma frieza que nada tinha a ver com a temperatura. Ele olhou para mim e sorriu, um sorriso dissimulado que comecei a odiar.




...............x.................

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5 Re: Infidelidade em Sex Out 05, 2012 9:46 pm

Sam McHoffen

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Administradora
Nossa! Como as coisas esfriaram na relação da Kate com o Bill! Shocked
É como se por uma coisinha que não saiu como planejado, tivesse destruido toda uma vida que eles algum dia planejaram.

Algo me diz que o Bill se importa mais com o trabalho do que com a família, ou apenas tenta fugir dos problemas se escondendo no trabalho. Neutral

Ok, esse Jared me deu arrepios, e acho que ele vai causar enormes problemas pra Kate no futuro. Tenho a impressão que ele não está interessado no trabalho da Kate, e sim nela! Só espero que ele não faça nada de ruim com ela!

Esperando ansiosamente o próximo capitulo!'

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6 Re: Infidelidade em Sab Out 06, 2012 1:46 pm

Ella.McHoffen

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Administradora
Aqui tens mais uma leitora Birdy. cheers

Essa relação no inicio parecia um conto de fadas, tudo o que uma menina quer. Encontrar o seu príncipe do nada. Ir contra ele e dai resultar o "Feliz para sempre".

Mas pelos vistos nada disso vai acontecer. Foi triste ler que depois de se casarem de terem seus trabalhos foram cada um para seu canto, basicamente. Não gostei de ver Bill ligar pouco para a familia. Crying or Very sad

Porra que Jared é esse?! Meu deus me arrepiei toda … eu acho que me iria despedir, mesmo antes de ser contratada … Como a Sam disse acho que esse Jared vai trazer problemas para a Kate.

Espero é que ela não se enrole com ele e faça o Bill sofrer. Não gosto dessa ideia

Continua, muito curiosa por mais bounce

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7 Re: Infidelidade em Seg Out 08, 2012 7:39 pm

Bem, como a Kárita disse, também notei um certo clima ruim entre ela e Bill....E isso está me fazendo pensar seriamente em não ter filhos nunca!!Eu sei que é radical isso, mas o filho atrapalhou bastante a vida dos dois!!

Agora esse chefe me deixou com a pulga atrás da orelha...Sei não, hein???Tá me parecendo que ele vai dar encima dela...Será?? Shocked

Muito bom, como sempre, Birdy!!!Continua looogooo!!

Ah e queria te pedir pra vc postar aquela sua outra fic que está no nyah!!Insanity....Tava querendo ler ela por aqui..... Rolling Eyes

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8 Re: Infidelidade em Seg Out 08, 2012 8:30 pm

Sam McHoffen

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Administradora
Tu não falou comigo Lara, mas sou entrometida e vou responder! Rolling Eyes

A Birdy jah começou a postar essa fic aqui... O link: http://thfanfictions.forumeiro.com/t65-insanity

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9 Re: Infidelidade em Seg Out 08, 2012 9:04 pm

Embarassed

Obrigado, Kárita..... Embarassed ³³³³³

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10 Re: Infidelidade em Seg Out 08, 2012 9:38 pm

Sam McHoffen

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Administradora
Por nada Lara!' Wink

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11 Re: Infidelidade em Sab Out 13, 2012 11:50 pm

Capitulo 3



Bill chegou tarde do hospital. Quando ouvi o barulho da porta e olhei para o relógio eram onze horas. Noah havia acabado de deitar, na esperança de ver Bill chegar. Era difícil para ele não ter sua presença sempre que queria.


— Olá! — Disse e ele me olhou.

— Oi. Ainda acordada? — Ele deixou sua pasta e o casaco sobre a mesa e caminhou em minha direção.

Levantei-me do sofá e o abracei no meio do caminho. Ele demorou um pouco para retribuir, estranhando minha reação.

— Aconteceu alguma coisa? — Ele me beijou suavemente no rosto e me soltou. — Noah está bem?

— Ele está bem. — Disse, o soltando também. — Está com fome? Quer que eu prepare alguma coisa pra você comer?

— Não, tudo bem. — Ele mordeu o lábio inferior. — Você deve estar cansada.

— Eu quero fazer. — Disse a ele, o puxando para a cozinha.

Bill puxou uma cadeira e sentou-se, me observando enquanto preparava-lhe um sanduíche.

— Então... Como foi a entrevista?

— Começo amanhã.

— Você está feliz?

— Sim, muito.

— Claro, que pergunta boba. — Disse ele, irritado. — Não estaria aqui se não estivesse feliz.

— O que quer dizer?


Ele hesitou, mas por fim, explodiu com irritação:


— Kate, eu não sou idiota. — Continuou. — Talvez eu pareça, mas eu sei que só está aqui agora porque conseguiu esse emprego; porque a única coisa que a está deixando feliz é este emprego.

— Não. Me desculpe, eu tenho sido horrível este tempo todo.

— Você não tem sido horrível, você simplesmente não tem sido nada. — Ele olhou para o lado com uma expressão atormentada e, em seguida, me encarou.

— Bill, eu... — Abaixei minha cabeça e suspirei.

— Estou sem fome; vou ver Noah. — Avisou e desapareceu pela casa.

— Eu vou mudar. — Eu o segui, encontrando-o perto das escadas. — Eu prometo.

— Não quero que me prometa nada.

Ele subiu as escadas e eu o segui. Parei em frente à porta e o olhei enquanto cobria Noah; ele deu-lhe um beijo e virou-se novamente para sair.
Segurei suas mãos enquanto passava por mim. Ele as encarou por um tempo antes de seguir para o quarto levando-me junto.


— Vou preparar-lhe um banho. — Anunciei; ele levantou os olhos levemente.

— Kate, eu...

— Vem, vamos ficar de molho na banheira. — Disse e o vi sorrir derrotado.

— Estarei com você em um minuto. — Ele falou, indo até o closet.


Liguei a água quente, ajustei a temperatura desejada e deixei que fosse enchendo. Enquanto tirava minha roupa, testava a temperatura com o pé. A água estava quente, quente demais, quase escaldante, bem do jeito que eu gostava.

Deslizei na banheira vagarosamente e contemplei a água cobrir meu corpo. Quando a banheira já está quase cheia, inclinei o corpo para frente, desliguei a torneira e me acomodei mais uma vez, fechando os olhos; pensando no que Bill estaria fazendo.

Ouvi a maçaneta girar e ele entrou. Ajoelhou-se ao lado da banheira, franziu as sobrancelhas e disse:


— Você está vermelha. — Apontou para a pele levemente inchada. — A água está quente demais.

— Eu gosto assim.

— Gosta? — Indagou, beijando meu ombro.

— Sim, entre aqui.


Ele beijou meu pescoço suavemente. Pegou a bucha e começou a esfregar meus braços e meus ombros, com cuidado. Não conversamos, mas o prazer que ele sentia em banhar meu corpo estava estampado em seu rosto. Fechei os olhos e fiquei imóvel, satisfeita; sentindo seu toque, sua ternura. Entreguei-me totalmente às suas mãos.

Ele foi deslizando o sabonete pela minha pele e, então, se levantou calmamente.

Sorrindo, ele tirou a roupa e, enquanto chegava para frente, sentou-se na banheira, atrás de mim. A água subia, chegando bem perto da borda. Nós dois não cabemos muito bem na banheira pequena. Ele descansou uma de suas pernas na beirada, a outra estava dobrada.

Estava colada a ele, entre suas pernas, com os joelhos contra o peito. Era apertado, desconfortável, desajeitado, mas estranhamente relaxante. Sua presença física me acalmava e quando ele cruzava os braços em tomo do meu corpo, me abraçando, me sentia completamente protegida outra vez, como há muito tempo não sentia.


— Como foi o seu dia? – Perguntei a ele, passando a bucha por suas pernas.

— Menos agitado do que os últimos, mas, ainda assim, a mesma rotina de sempre. — Suspirou, cansado. — Não vamos falar sobre isso, não vamos falar sobre trabalho em casa.

— Tudo bem.

Ele ficou quieto por alguns instantes, como se pesasse o efeito de minha resposta.


— O que houve? — Perguntei.

Ele fechou os olhos e suspirou. Quando os abriu disse:

— Eu sinto a sua falta Kate; sinto falta disso que estamos fazendo agora. Você tem que parar de me ignorar e de me afastar da sua vida simplesmente porque te dá vontade.

— Sinto muito. É só que... — Dei de ombros, sem saber muito bem o que dizer. A desculpa que dei era fraca. — Eu sei que teve uma semana muito ocupada.

— Não estou falando de agora; às vezes eu sinto que nosso casamento é insustentável para você.


Ele puxou suas pernas e levantou-se da banheira, pegando a toalha e enrolando-a envolta da cintura.


— Não diga isso. — Inclinei-me para frente e saí da banheira. — Às vezes, sou péssima com sentimentos e...


Um sorriso começou a surgir em seu rosto. Caminhei até ele e o envolvi em meus braços. Eu o puxei para mim, encostei-me nele e o apertei com mais força ainda. Eu o queria para mim.


— Não precisa falar, só não me mande ficar longe, não se isole de mim dessa maneira.


Enterrei a cabeça em seu colo, virando de costas para não ter que encará-lo. Sua preocupação comigo só me deixava mais culpada.


— Acho que não sou uma boa esposa.

Ele acariciou meus cabelos e sua voz fica mais branda.


— Você é uma boa esposa. — Discordou e eu sabia que ele dizia a verdade. — Eu acho... — Sussurrou e continuou a acariciar meus cabelos e meu rosto. Suas mãos eram grandes, seus dedos tão finos e longos que ninguém jamais acreditaria que eram capazes de tanta delicadeza. — Na verdade, eu gostaria que fizesse amor comigo. — Um sorriso invadiu o rosto de Bill lentamente quanto disse essas palavras.

— Pensei que estivesse cansado.

— Estou, mas nem tanto — Afirmou, beijando-me os lábios.

Quero que as lembranças ruins que ele tem de mim sejam substituídas por lembranças novas e boas e que os pensamentos sobre minha negligência em relação ao nosso casamento desapareçam. Quero que o toque purificador de Bill sepulte minha culpa. Quero, simplesmente, minha completa e total absolvição.

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12 Re: Infidelidade em Dom Out 14, 2012 12:24 am

Ai, como esse capitulo foi terno.....Lindo!!

A relação deles está totalmente exaustiva, mas ainda conseguem ficar juntos e terem bons momentos como esse do final....Lendo essa fic, acabei descobrindo porque morro de medo de casamentos....

Quero que o toque purificador de Bill sepulte minha culpa. Quero, simplesmente, minha completa e total absolvição.

Ai, vey.....Isso foi lindo!!Totalmente poético e lindo....Você é uma ótima escritora, Birdy!!

Ansiosa pelo próximo capítulo!!

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13 Re: Infidelidade em Dom Out 14, 2012 11:24 am

Ella.McHoffen

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Administradora
Que capitulo fofinho Razz

Adorei tudo, espero que eles se entendam de verdade. Espero que o amor adormecido acenda novamente.

Continua Birdy, curiosíssima por mais

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14 Re: Infidelidade em Qua Out 17, 2012 7:48 pm

Sam McHoffen

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Administradora
Como a Lara disse, a relação deles está exaustiva, mas se eles se esforçarem podem conseguir melhorar isso. Ainda mais agora que a Kate vai voltar ao seu querido trabalho, o que acho que foi o maior motivo pro casamento dos dois estar como está!

Adorei o Bill falando um pouco do que pensa e a Kate tentando fazer as pazes com ele!
Espero que eles consigam se dar bem de novo... apenar que acho que isso não vai acontecer, não tão cedo!

Acho que como a Lara, descobri o porque também não sou fã de casamento! Razz

Me derreti com o Bill pedindo pra Kate fazer amor com ele!

Estarei esperando o próximo capitulo!

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