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Apenas mais uma de amor.

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1 Apenas mais uma de amor. em Sex Out 26, 2012 11:24 pm

Anny V.

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Moderadora
Oi gente, essa é minha primeira Fic que eu posto aqui, então sejam boazinhas, ok?
O Titulo é o nome de uma musica composta pelo Lulu Santos, que é muito bonita. Vale a pena escutar.



Autora:Anny.
Gênero:Drama.
Sinopse: Odeio fazer isso, então vai ficar sem.

"Você é meu raio de sol
Meu único raio de sol
Você me faz feliz quando os céus estão cinzas
Você nunca saberá, querida, o quanto eu te amo
Por favor, não leve meu raio de sol embora".
You Are My Sunshine–Johnny Cash


Apenas mais uma de Amor
.

A neve caia em pequenos flocos sobre a cidade de Londres, cobrindo com uma camada fina o chão pelo qual muitas pessoas circulavam.
Da grande janela, já embaçada pela neblina, do apartamento com uma bela vista onde Tom estava, via todas aquelas pessoas com seus sobretudos, sob o guarda-chuva, andando encolhidas por causa do frio que parecia poder congelar os ossos.

Na verdade ele não notava aquelas pessoas. Ele estava perdido em pensamentos, que agora, pareciam poder ter sidos vividos em outra vida.

Em uma vida que ao invés das pessoas vestidas de preto, com feições tristes e sussurrando pelos cantos. Estaria sentindo o cheiro de chá sendo preparado, em quanto se ouvia uma voz feminina doce cantando alguma música com sotaque Britânico. E então ele riria pra si mesmo por que saberia que ela estava fazendo isso para provoca-lo. Ela sairia da cozinha com duas xícaras nas mãos, o cabelo mal preso em um coque, e um sorriso radiante nos lábios, e ele sorriria de volta como um bobo enquanto pegava a xícara.

E os dois ficariam por horas conversando sobre si mesmos.

Ele prestaria atenção em cada gesto dela, os quais ele conhecia tão bem. O jeito como ela se expressava com as mãos, ou como ela apoiava a mão na testa e estreitava os olhos cor de âmbar quando pensava um pouco mais antes de dar detalhes sobre alguma coisa. Como quando cansava dos cabelos jogados no rosto, os penteava com os dedos fazendo os ficar para trás e logo em seguida voltavam a cair, por que eram lisos demais, e ela revirava os olhos, visivelmente irritada.
E ela contaria tudo o que aconteceu nos últimos meses que estiveram longe um do outro, e ele sentiria uma vontade imensa de interrompê-la dizendo que a amava.
Ele sempre sentia necessidade de revelar esse amor há tanto tempo escondido, e explicar a ela o quanto esse sentimento era grande, e o quanto doía guardar isso pra si mesmo. Mas então ele seria covarde como sempre foi.

Como quando os dois se conheceram há anos atrás, quando ele ainda frequentava a escola de uma cidade pequena na Alemanha.

Ela era a recém-chegada na escola, Inglesa, de longos cabelos castanhos claros. Mais baixa que a maioria das meninas de sua idade, mas com o corpo que demonstrava que não era mais uma criança.

Ela chamava atenção pela beleza, ele pelas roupas largas e o cabelo desgrenhado.

Foi amor à primeira vista. Pelo menos pra ele.

Com o tempo, a paixão platônica que sentava na frente dele na classe, se tornou a colega que era gentil e ao contrário dos outros alunos da escola, conversava com ele. Depois se tornou a amiga que não se importava de ser vista andando com Tom e o irmão gêmeo, que não se vestia de maneira convencional como ele. E com o tempo se tornou a melhor amiga, a que sempre estava com ele, fosse nos momentos bons ou ruins, e isso deixaria tudo mais complicado.

Então sua banda começou a dar certo, e ele precisou deixar a escola, depois a cidade e consequentemente deixar Georgina.
Mas ele sempre voltava pra ela. Por que, mesmo tentando se convencer de que o que sentia um dia passaria, e tentando encontrar um pouco dela em cada garota, com as quais não passava mais de uma noite. Era ela que ele amava, e pra ela que voltaria sempre. Mesmo sabendo que o carinho que Georgina sentia nunca seria amor, e que um dia ela encontraria alguém por quem ela se apaixonaria.

E esse dia chegou.

Ben era o típico Inglês com o jeito superior, que falava bem e usava aquelas roupas de homens engomadinhos.
Tom sentia vontade de socar a cara dele toda vez que via Georgina apoiada em seu ombro e ele a abraçando pela cintura. Mas ele respirava fundo e tentava se convencer que Ben podia dar a vida estável que ela merecia.
Que ao invés de estar em uma turnê pelo mundo, sabendo se lá quando estaria de volta pra casa. Ben voltaria todos os dias para casa depois de um dia normal de trabalho, e teria tempo para esposa e filhos.
Pensar na família que ela formaria sem ele, o deixava louco também.

Então, Tom apenas tomava alguns drinks, encontrava alguma mulher com quem passaria a noite, e tentaria ficar longe de Georgina, por que era o melhor a ser feito.

O pior dia de vida de Tom, até o dia presente, foi estar em uma catedral de estilo arquitetônico gótico, vendo a linda noiva que entrava ao som da marcha matrimonial, caminhar até seu noivo que estava sorrindo feliz, o qual Tom fuzilava com os olhos. Em seguida com lágrimas de felicidade nos olhos, ela diria "sim" e o mundo estaria desmoronando para ele.

Nos meses seguintes, nada mais parecia fazer sentido, quase que frequentemente sentia seus olhos queimarem em uma tentativa de expulsar algumas lágrimas que ele lutava para conter.
E todos os dias lembrava-se de quando fazia planos para contar a ela o quanto a amava, e durante os poucos dias de pausa entre um show e outro, a visitava, fosse quando Georgina morava na Alemanha ou depois quando estava de volta a Inglaterra. E batia em sua porta com todo a sua fala decorada. Mas, quando ela o recebia com tanta felicidade, ele notava que ela estava melhor sem ele, e que as coisas deveriam se manter assim.

E lembrava-se também de uma festa que Georg deu em sua casa quando tinham 17 anos, ela tinha bebido mais do que o normal e estava rindo a toa.
Os dois se deitaram um ao lado do outro, sobre a grama do jardim, unidos pelos braços, e ela se virou pra ele e olhou bem no fundo dos seus olhos e disse que o amava. Ele arregalou os olhos e sentiu seu coração bater mais forte como se fosse desmaiar antes de poder falar que a amava também, então ela completou a frase:

– Você é o meu melhor amigo – Em seguida gargalhou – Você sabe que nunca vai se livrar de mim, não é? Que eu vou ser sempre sua amiga.

E as últimas palavras atormentavam Tom sempre. Era só isso que ela queria dele, a amizade.

Tom voltou de seus pensamentos quando escutou uma das vozes tristes que sussurravam atrás dele:
– Ela estava muito debilitada. Não tinha mais forças. Tudo aconteceu rápido de mais – A voz da mãe de Georgina falhava enquanto falava.

Um tumor cerebral a matou. Quando foi descoberto, não se tinha mais o que fazer. As dores que Georgina sentia já eram insuportáveis, e os médicos apenas a mantinham sedada por que nem a cirurgia traria bons resultados.

Há uma semana, Tom recebeu a notícia que ela estava internada e antes de poder visitá-la, estava em seu enterro.
Desde então ele agia de modo automático, sem saber muito bem para onde ia, e quase não falava mais. Se não fosse por Bill estar sempre ao seu lado, servindo de apoio, ele já teria desmoronado.

Tom não tinha se dado conta que tinha perdido Georgina para sempre, até o caixão começar a descer na cova e em seguida algumas flores serem jogadas. Sentiu seu coração afundar no peito, a pele gelar, uma calafrio percorrer sua espinha e em seguida empalidecer-se. Uma parte dele morreu com ela.

A terra começou a ser jogada sobre o caixão, e ele deu um passo pra frente como se pudesse parar aquilo e traze-la de volta a vida.
Seus amigos de banda os seguraram pelo ombro discretamente, sem ninguém perceber o quanto aquilo estava afetando Tom.

Agora estava no apartamento que ela morou durante pouco mais de um ano com marido, onde teve seus últimos momentos felizes.
De novo seus olhos queimaram, e ele sentiu que dessa vez não seria só algumas lágrimas discretas que iriam cair, sua garganta doía de tanto segurar o desespero agoniante que estava preso dentro dele.
Sem pensar duas vezes, saiu em disparada pra um lugar onde ninguém pudesse notar o quanto sofria.
Passou por algumas pessoas consolando o viúvo. Ele estava sofrendo tanto quanto Tom. E pelos amigos de banda, que só o deixaram ir, por que sabiam que ele precisava de um tempo sozinho.

Tom seguiu por um corredor pequeno que no fim tinha uma escada de madeira em formato de espiral. Assim que chegou ao topo da escada, sentiu um cheiro amadeirado misturado com jasmim que o atingiu com uma brisa gelada.
Ele andou pelo corredor a procura de um banheiro onde pudesse lavar o rosto, na tentativa de esconder as lágrimas.
Se deparou com uma porta semiaberta. Era um quarto mobiliado com móveis luxuosos de madeira nobre, e dali saía o cheiro de jasmim, de um vaso em cima de uma escrivaninha com uma bolsa preta de couro, e dentro, ligeiramente a mostra, um caderno de capa vermelha.
Ele viu uma porta que dava para o banheiro, mas antes de passar por ela, olhou de novo para escrivaninha. Ele já tinha visto aquele caderno antes.
Era o diário que Georgina nunca desgrudava, sempre estava com ela, escondido em sua bolsa. E ali anotava tudo que segundo ela, era importante sobre sua vida.
E então novamente voltou há alguns anos atrás, quando notou pela primeira vez que o caderninho de varias folhas que ela carregava, não era apenas uma agenda:

– O que você escreve tanto ai? – Perguntou Tom visivelmente entediado deitado sobre a cama de Georgina.
– Só... Coisas – Ela estava sentada em uma poltrona com os pés sobre a mesa, ao lado de uma janela que a iluminava fazendo parecer um anjo.
– Nossa! Grande resposta! – Ele estava sendo sarcástico.
Ela gargalhou, e encarou o caderno por alguns segundos antes de falar:
– Eu escrevo sobre minha vida, sobre o que sinto em relação... – Ela pensou antes de falar – Em relação às coisas que eu vivo – Ela fechou o caderno e o abraçou contra o peito – Nem pense em tentar ler! – O tom de sua voz era autoritário.
– Eu não vou – Ele sorriu de forma maliciosa – Não enquanto você estiver perto dele.
Ela o olhou com desaprovação, e depois voltou a olha-lo da forma carinhosa de sempre:
– Talvez um dia – ela sorriu exibindo os dentes perfeitos.


Sem pensar duas vezes, tom puxou o caderno de dentro da bolsa, e analisou por alguns instantes sua capa aveludada vermelha e a tira de couro marrom que enfeitava a borda do caderno.
Tinha muitas folhas nele, e por sorte ele abriu na última que Georgina havia escrito.
Na primeira linha estava escrito em uma caligrafia perfeita; Hospital: 16:24
E o que deixou Tom surpreso foi seu nome escrito em letras grandes ocupando duas linhas. Ele sorriu pra si mesmo, por que ela havia lembrado-se dele, mesmo estando a um bom tempo longe um do outro, e ela estar tão debilitada quanto ouviu dizer.
E então começou a ler, e sentiu a presença dela lá, era como se Georgina estivesse falando com ele.

Seus olhos arregalaram-se incrédulo com o que estava lendo:


"Eu posso imaginar sua cara ao ver seu nome escrito nessa folha se perguntando “Como ela sabia que eu iria ver?” Eu sei que você seria curioso e não iria resistir em ler o meu diário. Você mesmo insinuou que o dia que eu não estivesse por perto, você iria lê-lo.

Aqui esta, Tom. Uma parte da minha vida, contada a partir do dia em que te conheci. É seu agora.

Você vai ficar entediado quando se der conta que tudo escrito aqui, não passa de delírios de uma garota apaixonada pelo melhor amigo. Não é atoa que comecei a escrevê-lo depois que te conheci. Precisava ter algum jeito de desabafar ás vezes.

Eu me lembro do dia em que te vi pela primeira vez. Foi estranho, como se alguma coisa tivesse paralisado meu corpo, e em seguida me senti trêmula e fraca. E de algum jeito inexplicável, depois que te conheci, era assim que me sentia sempre, fraca, sem vida, como se você fosse uma fonte de energia que eu precisava perto de mim sempre.
E então nos tornamos amigos, melhores amigos como você sempre dizia, mas eu me contentava com isso. Me sentia feliz apenas por você me considerar um pouco na sua vida.

Mas eu espera por mais. E, droga! Eu esperei minha vida toda por mais de você!

Esperei quando você foi à primeira viagem mais longa pra um show, pelas ligações que eram quase que diárias quando você estava longe. Esperava pelo fim da turnê que te teria um pouquinho mais para mim, ou pelo menos, pelas pausas entre um show e outro que você me visitava brevemente.
Esperei por você passar toda essa fase de deslumbre pela fama, quando não importaria mais quantas modelos você conseguiria levar para cama a mais que o Georg.
Esperei pelo pedido de casamento, pelos nossos filhos correndo pela casa e você todo bobo se divertindo com isso. Eu esperei, e esperei... Mas eu não podia esperar para sempre.

Então eu conheci o Ben. Ele é completamente diferente de você, e era tudo o que eu precisava, alguém que não me lembrasse em nada você.
Ele se apaixonou por mim, e fomos ficando juntos, e quando dei por mim, estava vestida de noiva entrando na igreja. E você estava lá, sentado na primeira fileira. Mais ainda dava tempo, eu largaria tudo por você, passaria a vergonha de deixar o noivo no altar por sua causa.

Então, o padre fez aquela pergunta que deixa o ambiente com um ar meio tenso, com medo que alguém entre na igreja gritando impedindo o casamento. Eu abaixei a cabeça e implorei pra que você falasse alguma coisa. Mais tudo o que eu ouvi foi o silêncio. Eu não consegui conter a tristeza e as lágrimas escorreram pelo meu rosto, todos pensaram que era emoção, que eu era uma noiva feliz. Mas não Tom, era por você que eu chorava. Não me restava mais nada ao não ser o “sim” quando me perguntassem se eu aceitava Ben como marido.
Eu me casei e jurei ser a melhor esposa possível, por que era isso que ele merecia.

Na festa você conversou comigo e disse o quanto eu estava bonita e eu só conseguia pensar “Eu queria estar vestida para você hoje”. Vergonhoso, não?

Agora eu estou em uma cama de hospital, e sei que não vou durar muito tempo. Minha mãe chora todas as vezes que me vê, e os médicos só me monitoram e mantem dopada na grande parte do tempo.
Minhas dores de cabeça não param mais, e ás vezes minha visão fica difícil. Sem contar as febres altas, e mais um monte de coisas ruins que estão acontecendo comigo.
Eu sei que estou morrendo, e isso não me importa, pelo menos tudo vai acabar, e eu não vou ter que viver no mundo que sou apenas a melhor amiga de Tom Kaulitz.

Eu me lembro frequentemente de tudo o que a gente viveu juntos. De como você sempre me defendeu como um irmão mais velho quando algum garoto chegava perto de mim, e de como adorava me irritar falando de alguma garota. Você pensava que era birra com garotas superficiais, que não tinham nada na cabeça e por isso aceitavam serem mais uma na enorme lista de garotas que você já tinha dormido. Mas era raiva por você ser tão idiota e nunca ter pelo menos tentando me beijar quando estava bêbado.
Por que essas garotas e não eu?

Lembra daquela vez na casa do Georg, que ele e o Gustav dançaram na mesa entre as bebidas? Eu acho que nunca ri tanto na vida. Naquele dia a gente deitou na grama um do lado do outro, como sempre fazíamos quando estávamos exaustos, e eu disse que te amava, e você me olhou com uma cara de assustado como se fosse fugir de mim, e eu não podia te perder, e tentei concertar da melhor maneira possível.
Mas depois me senti um lixo ao pensar que você sentiria desprezo de mim caso gostasse de você não apenas como amigo. E desesperada ao mesmo tempo só de pensar em te perder.

Mas nada disso importa agora, e na verdade eu nem sei por que estou escrevendo isso.
E não quero que você sinta pena de mim. Por favor, não faça isso.
Eu te amei. Mesmo sempre tendo em mente que ninguém ama sozinho, e que talvez o que eu sinta por você não seja amor. Mas não pode ser outra coisa, essa coisa que embrulha meu estômago toda vez que eu penso em você, e me deixa angustiada por você não estar aqui.
Vou ter que parar de escrever agora.

Se cuida, ok? Tente não fazer muita coisa errada, e sempre se lembre de mim. Não como a menina iludida que te amava, mas, como a melhor amiga que sempre quis o melhor pra você, independente se você estivesse comigo ou com qualquer outra garota.”


Tom sentiu a dor mais forte e inexplicável que já havia sentido na vida. Por alguns segundos, só ficou observando as palavras que acabara de ler, no caderno que segurava com as mãos trêmulas.
Seus sentidos tinham desaparecidos, e não notava mais nada ao seu redor que não fosse seu coração que batia tão forte que parecia que iria sair do peito a qualquer instante.
Ele estava tão pasmo e sem reação, que nem as lágrimas que eram tão persistentes antes, saíram.
Não notou os passos que vinham do corredor, e nem que alguém tinha entrado no quarto:
– O que aconteceu Tom? – Bill olhava preocupado, o irmão que estava pálido – Fala alguma coisa!

Bill sacudiu Tom pelo ombro, que caiu pesadamente sobre uma poltrona segurando o caderninho firme contra seu peito. E começou a chorar, como nunca havia chorado antes.
Como uma criança que entre soluços tentava explicar alguma coisa paro o irmão, que o encarava perplexo e preocupado com o que estava vendo.
Então ele desistiu, e apenas estendeu o caderno para que Bill pudesse ler.
Bill abria a boca tentando falar alguma coisa conforme lia o que Georgina havia escrito, mas ele estava tão sem reação quanto Tom.

Tom só pensava o quanto tinha sido idiota, e o que ele e Georgina haviam feito com eles mesmos. E de repente tudo tinha sido jogado fora. Toda vida que poderiam ter tido juntos, e tudo que queriam ter compartilhado um com o outro, simplesmente não existiu por um medo bobo, e sem fundamento de perderem a amizade um do outro.

Após acabar de ler, Bill apenas ajoelhou-se em frente ao irmão, e o abraçou como se pudesse parar aquela dor que sabia que Tom estava sentindo. E o manteve ali, sobre seu abraço apertado, por que de algum jeito, sentia a mesma dor que ele estava sentido, e sentia uma necessidade de afastar aquilo de Tom, mesmo sabendo que seria impossível.

E essa é uma história de amor. Não daquelas convencionais que se vê por ai, em livros e filmes, com finais felizes.
Mas uma em que o medo, e talvez a má interpretação de ambas as partes, os mantiveram afastados do que seria o mais belo sentimento, que já havia sido sentido pelos dois.

E no fim Georgina estava certa. Ninguém ama sozinho.

_________________________________________________________________________________________________________

Eu tenho que agradecer a Dona Samantha McHoffen pela foto da capa, e pela musica do Johnny Cash, que por sinal é linda.
Muito Obrigado, Sam.
E a quem leu também, né? Razz Obrigado.

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2 Re: Apenas mais uma de amor. em Sab Out 27, 2012 10:51 am

Sam McHoffen

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Administradora
Ahhhhhhh... Eu ameiiii tanto essa One! Sério mesmo Anny!

É tão bonito o amor dos dois, mas tão triste ao mesmo tempo!
E eu realmente me senti na pele do Tom e da Georgina. Estar apaixonado e ter medo de dizer por perde o carinho e amizade um do outro, por achar que não é bom o suficiente pro outro... é uma coisa tão fácil de se acontecer e tão triste se termina dessa forma!
Acho que depois da carta o sentimento foi pior, por saber que se o Tom tivesse esquecido o medo por dois segundos, tudo teria sido diferente!
Talvez Georgina e Tom estivessem juntos, casados, com filhos, talvez ela estaria viva... E pensar isso, acho que foi a pior coisa pro Tom na One, porque ele não pode fazer mais nada pra mudar isso, porque a Georgina já não esta mais com ele, e nunca vai estar!

Você escreve realmente bem Anny, e não deve parar de escrever! Quero ler mais fics/ones suas por aqui! E essa história ainda vai ficar na minha cabeça por um bom tempo, tenho certeza!

Por nada, precisando estou aqui! Wink

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3 Re: Apenas mais uma de amor. em Sab Out 27, 2012 1:28 pm

Fic da Anny..... Preciiiiiiiiiiiso leeeeeeeer!!!

Primeiramente, sua escrita é ótima!!! Amei o jeito como você descreve tudo!!

Segundamente (?) A guria chama-se Georgina.....hahahaha...Eu ri!!O Tom ama tanto o Georg, que se apaixonou por uma guria que tem o nome parecidissimo com o dele....#zuando!

Cara, ela morreu???Ela morreu!!!! ...Vey, eu tô chorando!!!

Eu não acredito que eles se amavam e não tiveram coragem de contar a verdade....Isso é muito injusto!!!E também muito covarde....

Muito linda e triste sua one....Deu muita agonia nesse final!! Crying or Very sad Mas eu AMEI e quero mais!!!Pode ir pensando em outra história aí que eu quero ler mais...rsrsrs

A capa ficou linda e eu sou apaixonada por essa música!! Sem contar que o título deu certinho com a fic...(Essa música do Lulu Santos me lembra um ex meu....Éramos amigos antes e ele gostava de tocar essa música pra mim....Saudade... )

Parabéns!!!ótima história, viu??


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4 Re: Apenas mais uma de amor. em Sab Out 27, 2012 10:03 pm

Prima, ficou linda .Só de lembrar da vontade chorar.Parabéns.

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5 Re: Apenas mais uma de amor. em Dom Out 28, 2012 12:23 pm

Ella.McHoffen

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Administradora
Porra que one mais linda. Parabéns Anny!

Estou sem palavras ... só sei que me fizeste chorar.

Espero ver aqui mais fics tuas. Adorei tudo sério. Razz

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6 Re: Apenas mais uma de amor. em Qua Out 31, 2012 6:50 pm

Eu também to sem palavras aqui, de verdade!
Que verdadeira história de amor. Eu senti algo muito forte quando eu li essa one. Talvez tenha sido a dor do Tom, porque eu realmente me botei no personagem! Eu me identifico muito com histórias assim, de uma grande amizade entre uma guria e um guri, porque eu já tive uma amizade assim e é realmente maravilhoso (mas não me apaixonei pelo guri ta, só eramos amigos mesmo kkkkkkk).
Enfim, escrita perfeita! Realmente me encantam ler histórias, que conseguem passar um sentimento forte pra quem está lendo, porque a gente se introsa e se envolve muito com a história, com os personagens....Bem, eu vou parar de filosofar e escrever que eu já to me empolgando kkkkkkkkkkkkk. (mas que tu tem uma escrita invejável, tu tem kkkkkkk)

PERFEITA ONE, PARABÉNS

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7 Re: Apenas mais uma de amor. em Sex Nov 30, 2012 10:00 am

Nossa, eu poderia dizer milhares de coisas sobre a sua one shot, mas tudo seria muito pouco....Eu fiquei impressionada, é uma história dramática com muito sentimento, simplesmente maravilhosa. Eu espero que você escreva muito mais. Mesmo depois desse comentário, ainda estou completamente arrepiada com o jeito que você escreve.

Muitos parabéns, eu amei!!! Smile

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8 Re: Apenas mais uma de amor. em Seg Dez 24, 2012 9:12 pm

WOOOOOOOOOW! *o*
Anny, eu já sabia que você escrevia bem, mas depois de ler essa One tenho que reconsiderar! Eu fui ao céu e voltei! Nunca li nada tão perfeito como essa história! Na verdade, estou sem palavras.
Para começar, fiquei apaixonada desde o princípio. Eu gosto quando se relembra o passado, sabe? Por que sempre há uma reflexão sobre o que a personagem era e o que se tornou.
Aaaaaaaaah, eu amo detalhes! O Tom a descrevendo, até os pequenos pormenores...Não sei porquê, mas isso me deslumbra!
Fiquei com tanta pena do Tom! Eu posso até mesmo afirmar que senti a dor dele. Perder a pessoa que mais ama para a morte, por assim dizer. Isso é mil vezes pior do que um rompimento de namorados, pois é para sempre. Eu acho um pouco idiota as pessoas se lamentarem pelo fim do namoro, dizendo que é o fim do mundo (até pode ser), quando existem coisas bem piores. *o*
Por um lado, achei a atitude do Tom um gesto muito nobre, digno de ser honrado. Ele abdicou da sua felicidade pela da Georgina (Mesmo que ela não tenha sido feliz). Ele pensou sempre nela, no que poderia acontecer se ele, simplesmente, revelasse os seus sentimentos. Ele não foi egoísta, sempre temeu estragar a sua grande amizade com ela e, de certa forma, também se quis poupar de um possível desgosto de amor. Mas, por outro lado, ele deveria ter contado. Acho que isso sempre o atormentou, e não é para menos. Nenhuma pessoa consegue viver com "E se eu contasse..." ou "O que poderia ter acontecido se...". Na verdade, viver com essa dúvida na cabeça não é viver. Você sempre pensará nisso, dia após dia.
Eu tive uma imensa vontade de chorar na parte em que o Tom começou a ler o diário da Georgina! Eu já achava a história deles triste demais, mas depois disso, foi a gota d'água. O que já era difícil ficou complicado! Fiquei até imaginando como tudo seria se eles, simplesmente, se tivessem declarado! O casamento deles, os filhos correndo pelo jardim, tudo isso...Só Deus sabe o quão felizes eles podiam ter sido.
Agora...Annyzinha querida (XD), muitas parabéns por essa história MARAVILHOSA! Você merece!
Você despertou tantos sentimentos em mim ao longo dela; eu nunca me senti tão satisfeita lendo uma história. Para além de você escrever bem, consegue prender o leitor. Eu me apaixonei pela One assim que comecei a lê-la (mas acho que já disse isso XD).
E, ah, eu quero mais histórias suas postadas aqui! E nem venha, nem que eu tenha que te obrigar a escrever, você vai postar mais Fic's e One's aqui! Por que, como você disse, ideias não faltam. U.U
BEIJÃO, FLOR!

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9 Re: Apenas mais uma de amor. em Qui Out 03, 2013 12:48 am

Sério, também não sei o que dizer!
Essa estória prende o leitor de tal forma que acaba se tornando impossivel parar de ler. Sua escrita é fantástica! Eu não li simplesmente uma one, juro que vi um filme nítido passando pela minha mente.

Enfim, é uma pena que tenha acabado de forma triste.
A OneShot é linda, parabéns!  

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10 Re: Apenas mais uma de amor. em Sex Out 18, 2013 4:32 pm

Você me fez chorar ç-ç
Corta a amizade ><
Tá sério... Eu senti nitidamente a dor do Tom perfurando o meu coração e a angustia dele vendo a garota e sem poder dizer que a ama </3 Justo o Tom, o sexgott, sofrendo por amor...
Deu uma vontade de entrar na história só pra dar na cara dele e mandar ele ir falar que a ama!
Quando ele leu o diário...Putz! Ele que lia e eu desmoronei em lagrimas ç-ç
Vc escreve maravilhosamente e perfeitamente bem <33
Então n pare de escrever sério ç-ç
Essa história vai me assombrar ainda </3 Só de pensar que o Tom nunca vai poder estar com quem ama doí meu coração...
Esperando mais fics suas... e dessa vez uma com o final mais bonitinho ç-ç
483bjs <3

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